Notas iniciais
Estamos no final e eu não posso acreditar nas várias porcarias que escrevi até aqui. Ai, gente... Enfim, no final deste capítulo, Gaara protagoniza uma cena... Indecente. Estão avisados! E espero que vocês gostem, pq o capítulo seguinte não sei não. Já tá quase inteiro e eu MATEI nele. *0* Spoiler. hehehehe

Aquele balanço tranquilo era revigorante para Sasuke, que depois de voltar da viagem em alta velocidade, não aguentava sequer subir num cavalo. Sakura estava em sua frente, e embora não estivesse mexendo por conta dele, ainda era totalmente sensual o modo como ela se deixava mover em movimentos lentos. Cavalgando.

– Tem certeza que devemos voltar?

– Eu acho que as pessoas devem estar ansiosas por mim. Deve ser um alívio para eles perder um rei como Fugaku.

Sakura suspirou.

– Você não elaborou planos de governo. – A rosa mexeu-se como se estivesse desconfortável, e ele imaginava que estava. – Vai dizer o que para essas pessoas?

Em todos os anos de covardia e nos recentes de coragem, Sasuke nunca pensou que fosse tão bom foder a mulher do pai. Também nunca achou que fosse discutir seu plano de reinado com sua rainha. Mesmo que odiasse ser dominado, Sakura mostrava-se uma mulher diferente, e ele apreciava a mudança. O motivo, não tinha dúvidas... A morte de seu pai libertara não só ela, afinal.

– Elas estão aliviadas só de ter outro rei, tenho certeza.

– Você é filho dele. Não custa nada pensar que você compartilha das razões dele como rei. – Sakura virou o rosto apenas por segundos, olhando para a expressão do moreno.

O Uchiha estava pensativo. Sakura não tinha uma ideia errada.

– Eu pensaria, pelo menos. – Disse baixo, mas já estava virada para frente.

– O que você está pensando? – Perguntou, aproximando o rosto pontiagudo do ombro dela. Cheirou-a, encostando suavemente o nariz na pele arrepiada de sua amazona.

Imaginou o sorriso doce que ela fez. Provavelmente suas bochechas estavam vermelhas, visto que o cavalo mudou sua trajetória por meio segundo. O homem sorriu com a boca encostada no pescoço de Sakura, encaixando as mãos grandes em sua cintura fina.

Ela emudeceu, e ele conseguiu sentir pelo movimento do corpo que ela tinha a respiração difícil. Era fácil compreender o corpo de Sakura. Embora ela se mexesse por conta do cavalo, havia um movimento em contrapartida deixando-a cansada. A respiração acelerada.

– Muitas coisas. – Falou mais baixo, reprimindo um resmungo quando a mão fria do rei invadiu sua roupa. Descaradamente, os dedos masculinos avançaram até seu coração, sentindo também o glorioso batimento que a entregava.

Sasuke ainda não estava satisfeito, mas estava sorrindo constantemente. Apertou o seio direito da moça, ouvindo um gritinho surpreso. – Ai!

– Sem o espartilho outra vez. – Murmurou, negando com a cabeça. Desceu a mão do seio para o quadril, permanecendo com o toque frio diretamente na pele. – Seu peito está eriçado.

– Foi você. – Ela acusou num sussurro carregado e irritadiço.

– Também. Mas você deve usar espartilho. – Disse atencioso, acariciando a cintura da rosa, que mexia em movimentos lentos e sugestivos.

– Por que?

– Porque você é uma rainha, e espartilho dá postura. Embora eu goste da sua. – Apertou-a levemente, enchendo a mão daquele pele leitosa e gostosa. – E porque nenhum homem precisa ver as pontas do seu seio. – Murmurou.



Enquanto tomavam café com Kushina, Naruto não conseguia esconder o bom humor. Prometera para a mãe até que faria uma visita aos comerciantes, coisa que odiava fazer. Hinata comia sem desviar o olho do prato, e a ruiva se divertia com aquele comportamento.

– Muito bem, eu já tenho ideia do que aconteceu entre vocês.

Hinata parou o pão caseiro no meio do caminho até sua boca pálida. Seus lábios cheios se fecharam, enquanto ela levantava o olhar para Naruto extremamente branca. Parecia prestes a desmaiar.

– Mãe! – Resmungou, repreendendo-a. Sorriu ladino logo depois, fazendo Kushina revirar os olhos logo em seguida.

– Qual o outro motivo para essa reunião, então? – A mais velha indagou, olhando de um para o outro. – Ok, me desculpe. – Pediu diretamente para Hinata. – Eu não ligo, filha. Depois de todas as desgraças que aconteceram, eu e meu marido queremos que nosso filho seja feliz.

– Ótimo. – Naruto cantarolou, ciente de que Hinata não abriria a boca. – Escolho ela.



– Estamos sozinhos. Hinata deve estar cavalgando. – Neji falou, voltando de sua busca pela casa. Tenten revirou os olhos, resmungando algo com o nome de Naruto que o moreno não entendeu. – Tenho seguranças por toda a casa, mas eu queria que você ficasse numa parte acessível. Eu não tenho guardas rondando o lago todo o tempo.

Tenten suspirou fundo, assentindo com um aceno lento.

– E você?

– Eu vou para o centro. Planejo ajudar Sasuke com algumas mercadorias para o reino dele. Sei como é ruim não ter suporte.

Tenten notou que os lábios de Neji eram finos e bem esbranquiçados, e nunca se movimentavam muito pelo simples fato de que o Hyuuga falava pouco. Quando se moviam, entretanto, eram completamente dignos de sua atenção.

– Eu não posso...?

– Não. – Sentenciou baixo e firme, olhando ao redor com lentidão. Aproximou-se do sofá discretamente, sentando devagar.

– Você está... Mais pálido do que já é! – Ela exclamou, andando até ele rapidamente. – E... Ai, eu vou pegar um copo d’água.

– Não. – Disse baixo novamente, mas ela já estava correndo pela casa. Bufou, encostando-se no sofá. Começou a sentir o suor frio umedecendo sua pele, mas não sabia a que se devia aquele incomum mal estar. Antes que pudesse considerar as possibilidades, Tenten voltara correndo, provavelmente derramando tudo no caminho.

Puxou o ar com força. Quando ia soltá-lo, a moça enfiou o copo na boca dele. Quase engasgou, e antes que pudesse morrer nas mãos dela, roubou o copo de sua invasora de reinos e, enfezado, tomou a água ele mesmo.

Respirou fundo, sem levantar os olhos para Tenten. Sabia que ela estava com aqueles olhos enormes e castanhos em cima dele, esperando.

Quando tomou coragem, questionando a si mesmo porque estava se escondendo dela, um guarda irrompeu pela sala sem pedir licença. Neji levantou imediatamente, ignorando a vertigem que impediu-o de ver as coisas com clareza por alguns segundos.

– Majestade, me perdoe. – O guarda abaixou-se demonstrando respeito. A morena nunca o vira entre os guardas, por isso, distanciou-se alguns passos. – Eu...

– O que você está fazendo aqui, Moroi? Você está entre os guardas que deviam estar descansando. – Neji estava um pouco alterado. A postura estava ereta, os olhos zanzavam ininterruptamente. – O rodízio não está funcionando como mandei? Era para favorecê-los. – Falou alto.

O homem titubeou, abaixando a cabeça.

– Não, vossa majestade. Está funcionando, os guardas estão satisfeitos com sua benevolência. – Tenten encarou a situação, perguntando-se que grau de escolaridade aquele guarda tinha para se manifestar tão bem, embora acuado. – Mas há um dos nossos que abandonou a guarda, e eu me voluntariei para cobri-lo.

Tenten e Neji seguraram o ar por breves instantes. O rei, engolindo seco, encarou a figura de Moroi com simplicidade.

– Levante a cabeça. – Esperou que o guarda fizesse. – Só abaixe a cabeça para mim quando eu estiver falando com todos. Individualmente, nós somos iguais. – O rei desviou os olhos por um segundo. – Enquanto rei e vocês exército, eu mando. Enquanto pessoas...

Tenten sentiu os olhos lacrimejando, orgulhosa do homem que aquele rei é. O guarda pareceu sem palavras, embabascado com a atitude.

– Quem abandonou a guarda? – Perguntou, tentando desviar do estranho clima sentimental.

– Rock Lee, majestade.

– Você sabe por quê?

– Engravidou uma moça do reino perdido. – O guarda juntou as mãos na frente do corpo, tímido. – Enlouqueceu de medo e abandonou.

– Reino perdido? – O Hyuuga ergueu a sobrancelha. – Onde ele está agora?

– Na casa da mãe. O reino perdido... – Moroi ruborizou. – É o nome que estão dizendo para se referir ao reino Uchiha.

– O reino Uchiha já tem um rei. Um Uchiha legítimo. Espalhe este boato também. E diga que tenho fé nele, porque minha palavra deve valer de alguma coisa. – Suspirou. – Quando sair, diga ao Harua que eu quero meu cavalo preparado. Estou indo até Rock Lee.

Quando ia dar o primeiro passo, percebeu que Moroi não saiu do lugar.

– Majestade, eu vim avisá-lo de outra coisa. Há um líder dizendo-se rei da Lua em sua porta. Foi parado pelos guardas ainda no portão. Devemos deixá-lo...

– Não. – Olhou para trás, vendo Tenten insegura, segurando o braço esquerdo com a mão direita. – Eu vou até lá. Suba com ela e guarde-a na porta do quarto. Não saia de lá.

Sem olhar para trás novamente, o rei continuou ereto e deu passadas arrogantes para o lado de fora da casa.



– Sério? – Minato e Kushina perguntaram juntos. O loiro mais velho chegara naquele momento. Hinata considerou afundar o rosto no prato.

– Eu é que vou organizar uma cerimônia! Podemos usar a capela do seu avô e...

Um barulho interrompeu a fala animada de Kushina, que só teve reação quando Naruto levantou desesperado.

– Pai? – O loiro perguntou, encontrando o corpo inerte de Minato atrás da cadeira da mãe. – Pai! – Gritou com os olhos arregalados. O corpo de Minato já era observado de perto pelos três e pelos empregados. Alguns guardas surgiram na porta.

– Meu amor... – Kushina chamou, cutucando-o com suavidade. – Meu amor? – Perguntou.

– Eu já vi isso. – Naruto afastou o braço dela furioso. Os olhos estupidamente azuis molhados, brilhando. Estavam cheios d’água. – É uma doença súbita, mãe. – O loiro rugiu. – Papai está morto. Olhe para ele. – Hinata assistiu as lágrimas do amado correrem livremente, sem o menor sinal de que parariam.

A dor de vê-lo daquela forma era estrondosa. Nunca vira Naruto sequer triste. Estava sempre sorrindo, exteriorizando milhões de sentimentos num olhar, nas palavras e nos gestos. Ele não tinha vergonha, não era Neji. Era um moleque mimado e um homem tão humano quanto qualquer outra pessoa que já tenha visto na vida. Nem ela podia ser tão humana à flor da pele, tão genuinamente um ser. Ninguém poderia ser Naruto. Aqueles montes de lágrimas, aquele estado furioso e que impedia qualquer pessoa de chegar perto do pai, aquele tremedeira que ele não contia na frente dos outros...

Quando percebeu, chorava na mesma proporção, obviamente sem entender a dor. Chorava pela situação, mas o desespero era por ele. Pelo desespero dele.

– Mãe...! – Ele soluçou alto pedindo consolo, ajoelhando perante o peito do pai. – Pai... – Chamou baixo, encostando no corpo num empurrão mínimo, num toque fraco e convencido de que não haveria reação de Minato.

– O que é isso? – Kushina murmurou, ajoelhada do outro lado do corpo, na frente de Naruto. – Minato. – Ela chamou fungando, anunciando o início de seu pranto. – Minato!

– É a maldição, mãe! Quando um homem é morto pelo próprio filho, você sabe o que acontece! – Naruto falava baixo, a voz estrangulada. – Sasuke começou isso, e só para quando outro pai morre. Isso aconteceu com os Nara! Kankuro matou o próprio pai, você se lembra disso.

Hinata colocou as mãos na frente do olho, incapaz de dizer para Naruto parar de adotar tais pensamentos místicos e infundados.

– Pai! – Naruto gritou finalmente, puxando os cabelos brilhantes e lisos do homem. – Não vá embora, pai. – Chorou, levantando os olhos e esbarrando-os em Hinata sem querer. Viu que a moça compartilhava da dor dele, sentindo-se pleno do sentimento de amor. Ela indiscutivelmente sentia o que ele sentia.

– É o coração, meu filho. – A mãe chorou baixo, deitando na barriga imóvel do marido. – O coração do seu pai estava cansado faz tempo... – Falou, deixando a frase no ar, como se não tivesse força de vontade para completá-la.

Hinata desabou no choro, como a criatura sensível que era. Até afastou-se, agora comovida com a reação de Kushina.

Aquela cena permeou em sua mente, e nada nunca foi mais doloroso que o homem que amava e a mãe dele chorando acima do corpo do antigo rei Uzumaki, um nobre líder respeitado e amado, jovem e, o mais importante, o ombro da família.



– Até que enfim, Hyuuga. – Orochimaru sorriu ladino quando os guardas de Neji o soltaram. – Que hospitalidade sem igual! – Murmurou ironicamente.

– Nós não vamos entrar. – O moreno arrebitou o nariz – que aparentemente sempre foi arrebitado, e cruzou os braços. – O que você deseja, majestade?

– Estou vindo para buscar minha jornalista pessoal. – O homem de cabelos escorridos e olhos perigosos e amarelados tornou-se sério. – Ela não pode abandonar a pátria que a acolheu desde o nascimento.

– Ela é livre. É humana.

– Não no meu reino, Hyuuga. Lá ela é uma empregada minha. – Neji tinha de assumir que o sentimento de asco e perigo que o atravessava no momento, era o mesmo de quando encarava a figura de Fugaku Uchiha.

– Ela não está no seu reino, Orochimaru. Está no meu, e aqui ela é livre. – Calmo, o Hyuuga fez uma reverência mínima. Girou os calcanhares, sentindo uma fisgada impiedosa no pé que já devia ter melhorado.

– Não me dê as costas. – O outro falou no mesmo tom controlado, dando apenas um passo na direção de Neji. Os guardas impediram a passagem do novo invasor. – Eu quero levar a minha empregada de volta.

– Se você não levá-la, o que posso te dar em troca? Estamos negociando liberdade, Orochimaru. Não é um simples contrato. – Deixando um sorriso ladino nos lábios finos, Neji aproveitou-se das informações que tinha. – Agora você não tem um soberano para custear seu reino. Eu posso dominá-lo a qualquer minuto.

Uma sombra pareceu projetar-se nos olhos estranhamente animalescos de Orochimaru. A pose tão desrespeitosa sumiu por meio segundo, dando lugar a ausência de emoção senão surpresa.

– Fugaku está morto e me admira que você não saiba disso. De qualquer forma, vamos ao contrato. Eu não sou um rei inescrupuloso. Uma barra de ouro puro em troca da sua empregada. Ou isso, ou eu continuo com ela e você sem recurso algum.

– Eu perdi minha mulher, meu filho e agora meu pai. Perdi meu amigo para insanidade quando matou o próprio pai. Ele perdeu o pai quando perdeu a mãe. Acho que ele nunca teve pai, na verdade. Ele perdeu o irmão, perdeu tudo. Mas Sasuke sempre foi um rebelde louco, nunca ligou pra família porque a família esqueceu dele. Você perdeu tudo, e está aí forte como nunca. – O choro dela interrompeu Naruto, mostrando-o que não estava tão forte assim. – Eu perdi dois pedaços do meu povo para a covardia de Fugaku, e estava com vergonha de assumir, de falar para alguém. Deixei seus corpos no meio do mato. Perdi a dignidade desde aquele dia. Eu fugi.

– Do que você está falando, Naru?

– Nada. Estou quase morto. – Suspirou, secando uma lágrima diante da imagem do pai sendo enterrado. – Só tenho você e minha mãe. Você será a minha rainha, ou eu vou ser o próximo nesta sucessão de desgraças.

– Esta chantagem não é justa. – Ela murmurou, procurando não soluçar.

– A trajetória não é justa conosco, hime. – Ele pontuou. – E eu estou tentando ficar de pé agora, porque se eu cair, minha mãe cai. Você vai casar comigo. Eu preciso da mulher que estou apaixonado para me tornar um homem e rei como meu pai foi. Casa comigo?



Sakura observou enquanto Sasuke ajudava o homem a montar o sistema de água. As ferramentas que o menino tinha não eram feitas com a qualidade que tinha no reino, mas segundo Sasuke, aquele reino se fora. E o novo rei não queria erguê-lo novamente.

O cidadão que cedeu a fazenda para o Uchiha era um cidadão simples, com a segunda maior fazenda do reino. Sasuke pagou ao homem todo o ouro que Gaara emprestara, prometendo a casinha dos fundos para que o pobre morasse. O homem levava fé nele, e estava satisfeito de ajudar.

Um camponês sem instrução, que mal sabia falar. Aquilo mexia com o coração do filho mais novo de Fugaku, que suava nas vestes também emprestadas por Gaara. Eram simples, por sinal.

– Começaremos do zero, Himaratsu. – Sasuke não sorriu, mas parecia uma frase agradável aos ouvidos do camponês. – Nós dois.



Gaara não conseguia tirar os gemidos de Ino da cabeça. No momento, escrevia um documento para avisar ao papa sobre as missas marcadas para aquele mês, mas enquanto postava sobre o papel um monte de palavras respeitosas, o pecado da luxúria corria livre e forte por suas veias, chegando ao mais profano ponto que só o alívio o faria esquecer tal desrespeito.

Escorregou da cadeira dura, descendo as vestes até as coxas. Não quis voltar a sentar, de modo que a roupa escorregara por suas pernas coloridas de pintinhas. Suspirou fortemente quando sua mão massageou o próprio mastro, e lembrou-se de como Ino empurrava seu corpo deliciosamente virgem em cima dele. Ela só foi tocada por suas mãos, e isso era dolorosamente excitante.

Masturbou-se com certa urgência, furioso pelo repentino momento de carência. Aquilo nunca aconteceu em toda a sua vida, mesmo quando era um adolescente que via vaginas ao invés de rostos nas mulheres. Nunca se masturbou por uma delas. Nunca.

Aquela sensação, junto com outras confusas, era nova. Abrasadoramente torturante, e ele não podia negar, quente. Quente como o inferno deveria ser. Descobriria quando seu tempo chegasse ao final, pois ele desobedecera a lei dos Deuses para abrigar em seu lar uma bruxa.

E foi assim que voltou a pensar nela, segurando o urro quando sentiu um familiar acúmulo abaixo do umbigo. A sensação de alívio começava como uma faísca que antecede um incêndio. Seus pelos estavam eriçados, sua mente livre de qualquer coisa que não fosse ele entrando vigorosamente em Ino. Seu corpo vermelho pela sensibilidade ansioso e já cansado, exigindo que ele sentasse para gozar ou não conseguiria controlar aquela maldita coisa que queria sair do corpo dele.

Era o demônio.

Estava possuído, afinal. E começava a entender o que tirava dele aquele comportamento imbecil.