7 Pecados Capitais

25 Noite dos caçadores


Notas iniciais
Ok! Isso é quase um extra. hahaha DESCULPEMMM!!! Juro que não podia acelerar isso. Eu sequer sei se vocês gostarão, mas eu tinha escrito algo para postar e decidi que estava uma shit. E estava mesmo. Vocês não iam me perdoar por ter pulado um hentaizinho barato (que está aqui, hein? TEM HENTAI!!) entre nosso SS favorito. Desculpem. Com este capítulo postado, estamos definitivamente na reta final. QUEM QUER UCHIHA REI? *0* Ai meu Deus, sinto que vocês vão me matar. COMENTEM.

Sasuke soube imediatamente o que estava acontecendo debaixo daquele lençol, mas nem ele percebeu quando foi que ficou tão duro. Sakura estava querendo enlouquecê-lo como o pai era enlouquecido por dominá-la.

– Sakura. – Chamou. A sobrancelha erguida emoldurando sua confusão e descrença.

Lembrou-se de quando cuidou dela. A imagem veio na mente de repente. Era bom espalmar e friccionar suas mãos no corpo rosado de Sakura, mas tocá-la intimamente, sem tanto cuidado como fez uma vez... Como seria? Ela chutou os lençois desesperada, exibindo um rosto muito vermelho e uma respiração ofegante. Estava nua, mas não tinha percebido que o lençol não a cobria mais. Cobria no máximo seus pés.

Ele percebeu que estava trêmula e com medo de seu julgamento, mas ele não estava em posição de exigir um comportamento respeitoso quando queria tratá-la como trata as prostitutas. O desejo atropelou sua razão de uma forma inexplicável. A respiração tornou-se difícil, os olhos um algoz, as mãos ficaram suadas e o corpo preparado para lutar outras guerras.

O arrependimento sequer nublou sua mente. Nem lembrava que matara seu pai e que aquela miuda mulher pertenceu a ele. Não passou pela sua cabeça que Sakura queria experimentar prazer, afeto, e não violência e dor.

Aproximou-se. Viu-a se encolher medrosa, com os olhos cheios d’água.

– Desculpe, Senhor. – Ele leu o pedido em seus lábios secos. Ela tornou a dizer aquilo algumas vezes, apenas para ela mesma.

Nem aquilo tirara sua vontade desesperadora de estar dentro dela.

Sakura. – Agora num volume mais baixo, a voz arrastada do rei encheu o quarto. A moça estava paralisada, olhando os movimentos lentos dele que se adiantavam para estar perto dela. – Me mostre o que estava fazendo.

– O quê...? Mas...

– Vamos, me mostre. Eu quero ver.

Sakura engoliu seco quando ele subiu na cama, sentando nela. Apesar de tudo, o olhar dele sequer se parecia com o de seu pai. Era muito mais brilhante e afetuoso.

– Quero ver. – Pressionou. Passou os olhos desde os seios até a intimidade avermelhada da adorável mulher.

Timidamente, ela desceu os dedos finos pela barriga. Observou, ganhando coragem, a mirada devota seguindo seus movimentos. Será que ela conseguiria fazer amor com Sasuke como Gaara e Ino fizeram? Sentiu as bochechas esquentarem. Podia copiá-la. Aquilo agradou Gaara, ela viu! Agradaria Sasuke.

Rodeou seus lábios vaginais, mexendo neles vagarosamente. Inclinou-se para Sasuke, tirando dele a visão de como se masturbava.

– Tire a calça. – Ela disse um pouco incerta. O moreno sorriu de lado, mas não era um sorriso provocativo. Obedeceu.



– Você não se sente mal de deixar seu amigo naquela situação? – Tenten estava séria, o que deixou Neji um pouco desconcertado. Ela não brincava mais com ele, e sua intuição dizia que ela não brincaria mais. – Podíamos ter ficado. – Os dedos dela tiraram a trança do próprio ombro, mas voltaram para o corpo dele imediatamente, o que quase o fizera reclamar alto. O rosnado se perdeu em sua garganta.

– Eu tenho uma responsabilidade. – Ele resmungou desta vez. Bateu as rédeas do cavalo ritmadamente, ignorando os apertos inoportunos que Tenten dava na altura de seu abdomem. – Meu reino precisa de mim. E eu já deixei meu melhor curandeiro com ele. Volto para buscá-lo.

– Eu sei. – Tenten apertou os braços ao redor dele novamente, mas como um abraço. – Desculpa. – O moreno ergueu a sobrancelha. Além de receptiva, Tenten estava constantemente encostando nele. Virou o rosto por um segundo apenas para vê-la de olhos fechados, agarrada em seu corpanzil cansado. – Foi uma pergunta idiota. Ele me pareceu um homem competente.

– Gaara é um guerreiro. – Neji sentiu a cabeça dela deitar em suas costas. – Não posso dizer que o conheço plenamente, mas ele é um homem de palavra. Um rei preocupado com seu reino a sua maneira. Só é uma pena que o irmão dele tenha deixado um povo cheio de deficiências para ele corrigir.

– Uhum. – Tenten resmungou. Neji revirou os olhos. Ela devia estar dormindo, já. – Você o ajudou muito. – Ela comentou baixo.

– Ele é meu aliado.

– Não, Neji. – Tenten apertou-o ainda mais, quase tirando seu ar, esfregando o rosto manhosamente nos cabelos dele. – Ele é seu amigo.



Ino trocou o pano que repousava na testa de Gaara. Ele estava completamente coberto de roupas brancas e finas, mas ainda assim, ela estava chateada por estar proibida de ver as infinitas sardas nas costas dele.

Era por um bem maior. Ele estava melhorando.

– Fique quieto. Toda vez que você acorda, quer sair da cama. – Ela sentou ao lado dele, tomando distância.

– Me sinto melhor, Ino. – Apesar de baixa, a voz continuava firme. – Quero tomar água.

– Eu pego para você. – Ela falou. Abandonou a cama, dando a visão de suas coxas nuas. Ele lhe deu aquela vestimenta curtíssima. Virou o rosto, sentindo um quente incomum nas bochechas.

– Onde está o médico de Neji?

– Está dormindo. Ele cuidou de você enquanto você dormia. – Viu-o sentar com dificuldade, mas Gaara parecia disposto a afastá-la, por isso, não quis ajudá-lo a se mover na cama. Ele também é um homem orgulhoso.

– E Sasuke?

– No quarto. – Ela pausou. Observou-o tomar da água. – Você me assustou. – Murmurou.

– Por que? – A pergunta soou seca, e Ino ficou magoada por um momento.

– Eu pensei que não poderia mais fazer massagens em você.

Ela suspirou em seguida. Os olhares dos dois se encontraram, e Ino percebeu no olho do ruivo uma emoção mais terna e aconchegante. Deitou ao lado dele, que permaneceu sentado. Passou o braço esquerdo em cima das coxas do rei cobertas pelos lençois.

– Vou perguntar ao curandeiro se vou poder fazer massagem em você mais tarde.



Naruto sorriu, balançando a cabeça debilmente naquela maciez sem igual.

– Hime, esses peitos são muito melhores do que qualquer outro. – Beijou o bico de um deles, vendo o rosa pele ficar levemente escurecido. – Não saímos da cama, e pra falar a verdade, quero ignorar qualquer necessidade que tenho de levantar. Você...

Elétrico, o loiro levantou a cabeça. Hinata estava com o rosto corado, enfiado no travesseiro branco.

– Eu juro que nunca fiz nada como isso que fizemos. De longe, foi meu melhor desempenho. – Riu. Corou. – E o seu também, hime! – Apressou em dizer. – Nenhuma mulher... – Suspirou sonhador, voltando a deitar em cima da Hyuuga. – Eu quero reinar com você. Eu quero que você seja a minha rainha.

Hinata abraçou a cabeça de Naruto, espremendo os mamilos no rosto dele. O loiro riu mais alto.

– Eu não posso. – Disse tranquilamente. – Sou infértil. Mas eu posso ser sua amante reconhecida.

O riso do Uzumaki morreu, e ele apoiou o queixo no vale entre os peitos de Hinata. Colocou as mãos no quadril dela.

– Eu quero você. Eu já tive muitas mulheres, mas eu gosto de você. E isso que fizemos... Eu não terei isso com outra. Quero que você esteja comigo. E um herdeiro... Tenho um em mente. – Depositando um beijo onde seu queixo estivera, Naruto deu um tapa na pele da moça carinhosamente. – Vamos comer alguma coisa.



Sasuke era adorável, e Sakura via-se cada vez mais admirada. Ele não gemia, mas sim resmungava. Quando colocou a boca em seu longo pênis, ouviu um rosnado selvagem e, ao mesmo tempo, contido. Gracioso.

O moreno por sua vez, não quis ditar regra alguma. Deixou que ela fizesse o que queria fazer. No início. Sakura era tímida, mas não tinha medo dele. Na verdade ela estava muito solta.

– Nós vamos embora amanhã. – Ele falou baixo, fechando os olhos quando os lábios dela alcançaram os seus carinhosamente. Sakura estava praticamente em cima dele.

Ela ignorou, forçando-o a sentar de uma forma mais confortável para ela, que sentou no colo dele. Devagar, desceu o corpo em torno dele, sentindo a penetração até o final. Resfolegou. Sasuke conteve o impulso de mexer-se, enquanto ela respirava fundo sentindo-o dentro de si imóvel, inteiro e duro. Prestes a se mover, sentiu a vagina contraindo perigosamente, aumentando seu desespero tanto quanto a respiração do Uchiha, que se tornou mais rápida em sua orelha. Moveu-se devagar, sentindo-se completa. Nunca se sentira daquela forma. Seu corpo abrigava o dele completamente, e aquilo não era doloroso. Aquilo era aliviador. Fugaku era só um fantasma, enquanto aquela sim parecia sua doce primeira vez.

Tomada pelo sentimento de plenitude, largou de abraçar o corpo dele para apoiar-se nas coxas lisas e fortes do moreno e aumentar o ritmo de seus movimentos. Foi correspondida imediatamente. Em menos de segundos, estavam se apaixonando pelas posições mais ousadas que já fizeram. O som da pele de Sakura colidindo com a sua era magnífico, mas ficou ainda melhor de escutar quando o barulho pareceu molhado. Ela estava loucamente excitada, molhada por ele, respirando pela boca e vermelha dos pés a cabeça. Sasuke nunca ouvira gemidos tão baixos, intensos e violentos.

– Estou sem ar. – Ela reclamou em algum momento, enquanto quicava nele vigorosamente. Sakura realmente estava chegando perto de ficar roxa, mas não parecia prestes a parar ou pará-lo. Não parecia nem cogitar a possibilidade.

A declaração e a constatação o fizeram rir, e nenhum gozo valeu tanto a pena quanto aquele que teve. Na verdade, começava a descartar todos os que tivera antes.

Dividiria o prazer em sua vida antes e depois de Sakura. Aquele preenchimento dentro dele estava querendo explodí-lo. Ele a queria.