7 Pecados Capitais
26 Extra: Sentidos
Notas iniciais

Gaara respirou fundo quando os dedos de Ino deslizaram pelo seu abdômen. Maldita bruxa! Estava acordada, ele apostava sua coroa que estava!
– Ino... – Resmungou imóvel, sem a menor vontade de se mexer. A boca dela arrastou-se para seu quadril, enquanto os dedos envergonhados puxavam a calça de tecido fininho que ele usava. – O que foi que fiz com você? – Perguntou baixíssimo, erguendo a cabeça quando sentiu um selinho seco na coxa. Vagarosamente, ela puxou a calça dele para baixo até os joelhos.
Ele estava encostado na parede fazia tempo, observando Ino descansar em cima dele. Seu corpo doía por muitos motivos, mas era incapaz de incomodá-la.
Ela ficou parada até aquele momento, e ele pensava que talvez ela estivesse criando coragem para aquele ataque.
Ficou excitado só de vê-la de bochechas coradas. Era tão menina que ele mal podia acreditar. Os olhos brilhavam quando olhava para o pênis dele, mas quando olhava-o nos olhos, sua expressão reluzia.
Ela fez as duas coisas em menos de meio segundo, e se ele tentaria pará-la antes, agora tinha certeza que não faria nada para impedi-la.
As mãos pequenas apanharam seu membro com muita cautela, envolvendo-o num movimento lento e acanhado, mas extremamente satisfatório. Toda a situação o excitava de uma maneira perigosa. Seu coração retumbava violentamente, e o rei culpava a ansiedade.
Ino colocou-o na boca um pouco incerta. Sua língua moveu-se em torno de seu pau numa massagem gostosa, e novamente, ela era estimulada pela expressão dele. Não demorou muito para que Gaara ficasse completamente alongado, mas não parecia ter passado muito tempo. Estava tão surpreso e distraído que rosnou quando ela parou.
Tinha uma careta no rosto, mas estava ajoelhada entre suas pernas.
– Olhe para mim. – Mandou. Estava um pouco ofendida.
Assim que direcionou um olhar mais nebuloso e rendido, a careta se desfez e ela se apoiou na cama novamente. A boca desceu nele numa escorregada perigosa e longa, coisa que o surpreendeu e o fez agarrar o lençol. Maldita menina! Mal aprendeu e já estava aperfeiçoando. Sentiu-a então lambendo-o completamente, demorando-se nos beijos molhados na cabeça do pênis.
– O que deu em você? – Falou baixo, engolindo a saliva.
– Saudades. – Murmurou. – Eu gosto do seu corpo. – Respondeu, deixando de tocá-lo para olhá-lo.
Gaara engoliu seco pelo que pareceu a vigésima vez. O quarto estava escuro, apenas uma vela os iluminava. Havia algo sobre aquela Ino que o tirava do sério. Havia algo sombrio e maduro ali. Algo...
Não conseguiu raciocinar quando ela o segurou com um pouco mais de força, prendendo-o entre seus dedos finos. De forma alguma o machucou, pelo contrário.
– Eu gosto quando você sente. – Explicou por fim. Parecia uma mulher. Repentinamente, não era mais uma menina.
– Venha aqui. – Mandou. A viu engatinhar, esbarrando toda hora em seu membro erguido e sensível. Juntou-se no meio das pernas dele. – Você gosta de sentir? – Sussurrou.
– Como você? – Perguntou confusa. Ele assentiu. – Quero. – Falou, como se ele tivesse perguntado se ela queria.
– Eu também quero foder você. – Declarou parecendo cansado, empurrando-a para trás. – Deite.
Quando tirou a camisola dela, seus olhos verdes ficaram alarmados. A calcinha estava molhada, e não era exatamente o que ele esperava tão logo. Não que estivesse encharcada, mas...
– Os deuses jamais me perdoarão. – Murmurou, puxando as finas alças do trapo branco e também fino que a protegia. Olhou-a. Ino Yamanaka estava nervosa, olhando-o com... Confiança.
Respirou fundo.
– Estou farto. – Rosnou para os curtos pelos loiros que a adornava.
Abaixou-se, abrindo os grandes lábios da moça para chupá-la com o máximo de cautela e dedicação que podia. Queria tanto ver a expressão inexperiente dela tomada de emoções... Mal podia esperar. E mal podia acreditar que queria ver a expressão de uma menina.
Ela gemeu nas lambidas seguintes, querendo fugir dele quando sentiu o corpo tremer. Sua próxima reação foi choramingar. O dedo dele estava dentro dela, escorregando suavemente em movimentos lentos. O resmungo era, claramente, de amor. O ruivo sorriu quando ela ficou sem palavras, bem longe da boca e dos dedos dele. As pernas tremiam apenas um pouco, enquanto os seios rosadinhos subiam e desciam conforme ela respirava.
– Vem. Você ainda não sentiu.
Ela não hesitou, mas estava um pouco assustada. Talvez com a reação do próprio corpo. Ele não acreditava que ela fosse durar muito porque não tinha costume e era inocente e sensível, mas não se importava. Desde que estivesse dentro dela agora, depois podia se masturbar.
Frente a frente, eles se olharam. Gaara segurou o próprio pau depravadamente, massageando-o lentamente enquanto dedicava o olhar mais desejoso que lançou a alguém.
– Deite de novo. – Pediu, aumentando o ritmo do movimento em si mesmo quando a viu abrir as pernas para ele e deitar desajeitadamente. Cuspiu dali mesmo sem o auxílio da mão, incapaz de parar de tocar-se. – Faça também. – Pediu de novo.
Ino tentou arrastar um dedo para dentro de si mesma, mas ele negou.
– Cuspa.
Sem deixar de olhá-lo, completamente hipnotizada por aquele homem diferente do rei e que falava muito, o fez. Ao fechar os olhos para colocar o líquido em cima do corpo, imaginou as costas dele longe do olhar dela, majestosas em movimentos rápidos. Ofegou, capturando o olhar dele.
– Não vai doer mais. – Sussurrou, puxando-a pelo quadril. – Você vai gostar muito, bruxa.
Ela assentiu, querendo de todo jeito ver o que ele ia fazer. Mal ergueu o tronco, sentiu o comprimento dele escorregando gentilmente dentro de sua vagina molhada. Mordeu tanto os lábios e sentiu tanto desconforto que perdeu a força nos braços, desabando num longo miado.
Gaara sequer estava inteiro dentro dela, mas queria tanto... Simplesmente imaginar-se inchado dentro daquela menina era demais.
Não podia. Era só não machucá-la.
– Eu não... – Ele ia dizer, quando sentiu-a mexer-se timidamente, empurrando-se para ele.
As nádegas dela encostaram em seu quadril num movimento bruto, e o Sabaku não pode segurar os olhos rolando de entrega.
– Céus... – Revirou-os outra vez, sentindo-a rígida abaixo dele. Pareceu ter feito aquilo por impulso, agora assustada com a dor que sentia. – Fique parada. – Rosnou mais alto. De imediato, ela parou de fugir novamente.
Aprumou-se dentro dela.
– Deuses... – Ouviu-a clamar, certo de que os Deuses não protegiam bruxas. Quase riu de desespero.
Seus movimentos foram lentos, e quando ela ergueu-se novamente na intenção de assisti-lo, ele não pode segurar o impulso de foder. Era simplesmente maior que ele naquela situação. Quando fodia com outras mulheres, fodia para chegar ao gozo. Ali, ele precisava gozar. Ele precisava por ela, para ela. Pensando nisso, sem ouvir quaisquer choramingo, fodeu de verdade. De gemidos para exclamações, ela simplesmente colocou as pernas no ombro dele querendo fechar-se, querendo que ele fosse mais devagar ou que parasse somente por um minuto.
Gaara não conseguiu, mas espalmou as mãos no quadril dela e jurou por todos os deuses que faria ela gostar daquilo.
Por esse motivo, dedicou o olhar somente a ela, enquanto sua mão enorme massageava seu bumbum e seu pênis vermelho da fricção que faziam atolava forte no corpo esguio e aconchegante de Ino. Quando tirou-o de dentro do corpo da bruxa repentinamente, esperou por um murmúrio indignado.
Mas seu corpo não estava preparado para aquela avalanche de sentimentos.
– Não! – Rosnou baixo, escondendo o rosto no lençol e arrastando o corpo até ele. – Volta!
Foi só meter com força para dentro dela, sem hesitar um maldito segundo, que o gozo mais arrebatador de todos os tempos o acometeu. Mas ele não podia decepcioná-la, e por isso, por um minuto inteiro, escorregou-se mais devagar naquela vagina adoravelmente vermelha e apertada, excedendo seu limite.
O “volta” ecoava em sua cabeça. Nunca gozou por um simples pedido ensandecido. Estava oficialmente apaixonado por aquele som e pela vagina que, agora, babava seu líquido enquanto sua bruxa encolhia-se.
– Senti. – Ela disse muito baixo, olhando-o com um semblante perdido. Gaara se sentiu constrangido quando os olhos dela baixaram e as mãos pequenas abraçaram o corpo.
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