7 Pecados Capitais

9 Imenso caráter.


Notas iniciais
FINALMENTE!

Quero avisá-los que entramos numa parte mais profunda - E com isso quero dizer séria, da fanfic. Mas os esquemas não mudarão. Extras surpresas virão para diverti-los.

Comentem. ):
Boa leitura.

- Eu não sei, senhorita. Apenas cumpro ordens.

- Tem certeza de ter escutado isso?

Um gesto impaciente, de má vontade e longo validou o recado que o guarda brutamontes lhe deu, seguido de uma despedida seca dele. A porta foi fechada.

Ino não poderia estar mais feliz. Depois de dias sem ver ninguém, — E uma vida sem conhecer onde morava, Gaara da Areia permitiu que ela andasse no castelo. Finalmente!

Antes que pudesse rir de felicidade e calçar as chinelas ao mesmo tempo e desajeitadamente, um mal estar conhecido a abateu.

Já sabia o que significava.

Mais tempo dentro do quarto.

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Neji estava muito concentrado. Sua perna, pelo descanso, melhorou consideravelmente.

Ainda em sua sala particular desde a manhã, período escolhido para a visita ao povo, tentava adiantar tarefas que, mais tarde, sofreria durante noites para resolver. Novamente adiou o passeio na cidade. Foi necessário atolar-se no trabalho, pois estava deixando tudo de lado por uma viajante intrusa e por um ataque ao seu reino.

Óbvio que estava preocupado.

Em primeiro plano, a preocupação era egoísta. Em primeiro plano estavam ele e seus próximos. Num segundo plano, estava seu povo. Depois de tanto sofrimento e angustia, reergueram-se e vivem todos bem. Não há um ser pertencente àquela região dominada pelo Hyuuga que sofra por qualquer necessidade.

O que seriam deles se outra pessoa tomasse seu trono?

Não queria gabar-se, mas ninguém faria o que ele fez. Neji doou muito mais do que intelecto em nome daquela terra.

Não era apenas esta preocupação que carregava, entretanto. Havia também o medo de descobrir quem era o assassino. Fosse quem fosse, esteve próximo o suficiente naquela noite. Próximo para fazer qualquer coisa que bem entendesse.

E se descobrisse que era um de seus valiosos amigos e aliados?

- Neji, me...

- Hinata, é necessário que você bata na porta.

- Somos primos. Aliados. — A acusação era clara. A última palavra fez eco na cabeça dele, por ter pensado nela recentemente. O tom de voz perigoso não foi adequado ou típico da Hyuuga, e isso alertou o mais velho de que sua própria reação poderia desencadear um grande problema.

O rei finalmente levantou os olhos dos papeis que assinava, deixando a caneta tinteiro derramar em boa parte das folhas sobre a mesa.

- Quando transamos, não fomos apenas primos. – Rude sem realmente desejar que fosse. A verdade é que aquilo estava na ponta da língua. Hinata explodiu.

Tenten, que pretendia subir as escadas até seu quarto para comer o pedaço generoso de bolo que furtou, não conseguiu conter a curiosidade. Parou nos primeiros degrais.

- É por isso que desde você afugenta qualquer aproximação que possamos ter?

- Eu não quero aproximação. Eu quero que sejamos primos. E aliados. Exatamente como primos e aliados são. Ao pé da letra.

- Eu também! – Tenten sabia que seus passos fariam barulhos na sala, afinal, as escadas eram acima do cômodo. Foi por isso que, quando Hinata terminou, a Arata subiu batendo os pés discretamente. Como quem não quer nada. – Mas esqueça aquilo. Éramos crianças perdidas no mundo. Crescemos conscientes das...

Olhou bem para o moreno. Por mais que quisesse convencê-lo de que eram bons amigos agora, ele parecia em outro mundo, atento à limpeza de sua mesa. Fechado, recluso... Uma faceta dele que não mudaria.

O silêncio conveniente foi quebrado pelo subir discreto de Tenten nas escadas.

Os pares perolados de olhos chocaram-se.

Neji estava oficialmente posto irritado.

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Sakura despertou. O cômodo estava escuro, e a única luz iluminando uma pequena parte do quarto pertencia à lua.

Então era noite. E daí? Estava perdida no tempo.

Em nenhum momento se moveu, até o instante que quis deitar de lado. A única coisa que conseguiu foi grunhir e tapar a boca imediatamente, numa tentativa de conter o grito. O movimento do braço e de voltar o corpo para o local “inicial” fez sua respiração ficar ofegante. A dor, estranhamente diminuída, fez com que a Uchiha finalmente lembrasse de sua condição atual e das causas antecessoras.

- Quero pedir algo.

A voz certamente a assustou. Não sabia nem de onde vinha, mas parecia monótona. Como se tivesse esperado muito para finalmente poder se manifestar.

- Dê um filho ao meu pai.

Perigosamente assustador, o som se aproximava da cama. Dela, consequentemente.

- Eu não posso. E não parece um pedido.

- Basta que você queira. – Ele ignorou a segunda frase.

Surpreendentemente, a sombra de Sasuke parecia gatuna e maior. Sempre escondida noutras sombras, ela notou.

- Estou tentando ajudá-la. Será assim que ele perderá o gosto em maltratar-te. Quando você for útil.

Sakura não respondeu. Olhava na direção do som – Ao menos de onde pensava que ele vinha, e tentava ver a expressão de Sasuke. Ou agradecê-lo, de alguma forma. Ela também se lembrava da delicadeza que o príncipe Uchiha teve ao carregá-la.

-

No andar de baixo, situados na mesa de jantar especificamente, os dois Uchihas comiam em silêncio. Fugaku colocou um dos fios de seu cabelo rebelde atrás da orelha antes de começar uma conversa com Sasuke. Foi cauteloso com o tom de voz, mas rude por ter sido direto.

- Como ela está?

O filho, limpando os lábios finos com a toalha da mesa, limitou-se a responder sem mudar a inexpressividade para demonstrar alguma emoção.

- Não sei.

- Deveria. Você quem está administrando as pastas de dor dela.

- A curandeira não disse dia exato de melhora. Feiticeiras cobram muito para previsões. – Olhou para o pai enquanto tomava água. – E é necessário que busquem mais pastas medicinais. Elas acabaram, mas os roxos continuam evidentes. – Corrigiu implicitamente o mais velho, que apenas fez um gesto positivo com a cabeça.

- Muito bem. Será meu pedido de desculpas. Eu irei.

- Nobre. – Ironizou o príncipe, fazendo uma reverência exagerada ao pai. Recolheu-se do ambiente sem mais palavras.

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Fugaku dispensou escolta. Sair sozinho poderia ser tão vantajoso quanto ter testemunhas.

O caminho para a curandeira ficava para o lado contrário, mas aquilo não o preocupava. Mentir para Sasuke era sempre fácil.

Aquilo era a ponte que diferenciava ele, o rei, do menino príncipe. Sasuke era apenas uma criança brincando de ser adulto. Fugaku Uchiha sabia de seu próprio temperamento impossível e traiçoeiro, mas gostava dele mesmo. Sua personalidade é marca registrada. A sua voz é a que impõe temor e obediência.

Sasuke, entretanto, não era lá dos mais durões, embora muito tentasse e insistisse com suas palavras estrategicamente sarcásticas e infantis. O obedecia fielmente ao menos. Diferente de Itachi, que teve de ser morto por desobediência e má educação em luta. Era uma pena. Fugaku gostava da personalidade do falecido filho mais velho, por isso, pediu que o matassem. Não quis fazer pessoalmente.

Sasuke insolente não teria a mesma sorte.

Puxou as rédeas do cavalo quando fios avermelhados e esvoaçantes começaram a se aproximar ao longe. Apertou as cordas amarradas ao cavalo nos dedos enrugados, preparado para qualquer movimento de improvisação, que logo tornaria parte de seu plano. Era impossível para o velho rei do fogo não calcular. Todos os movimentos de Gaara da areia estavam sendo copiados impiedosamente, e os possíveis movimentos também.

O som das passadas ritmadas do cavalo branco do ruivo era glorioso. Fugaku tinha de admitir que aquele pertencente ao assassino de Kankuro era um cavalo e tanto.

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- Você parece melhor. – Sasuke começou, sentando onde Sakura poderia vê-lo. Entrou de supetão no quarto, sem muitas cerimônias. Seria pior se parasse para pensar no que fazer.

- Eu tenho algo para dizer. Não sei se é o certo que seja dito para você, por isso mais cedo não contei. Você estava um pouco irritado e eu estava receosa.

A sobrancelha esquerda de Sasuke subiu vagarosamente. O homem não deu importância à voz baixa e rouca da moça, nem para o número de palavras que ela despejou nele como nunca fazia.

- Mais cedo? Irritado? – O moreno pensou durante segundos. – De fato, mas... Eu não estive com você hoje. Até agora.

- Quê? – Sakura sorriu nervosa. Imediatamente, ecos começaram a incomodá-la na mente. – Claro que esteve. Você até...

Sombra maior. Rosto nas sombras. Voz assustadora.

- Deuses... Alguém invadiu...

- Que diabos você está falando? – Ele perguntou confuso, cortando-a. Ainda que a voz de Sasuke fosse arrepiante, jamais seria tão séria e grave quanto a do visitante. Sakura engoliu a seco.

- Alguém esteve aqui nesta manhã. Nas sombras.

- Alguém?

- Não faço ideia de quem poderia ser. – Fechou os olhos, alarmando o moreno. Fez uma careta, mas desfez logo. – Queria que eu desse ao seu pai um filho.

- Mas... Como assim? – O moreno não conseguia entender, mas já poria guardas por perto. Talvez Sakura o colocasse irritado, mas não a odiava. Nem desgostava dela a ponto de deixá-la desprotegida. – Vá ao assunto de antes. – Preferiu. – Conte-me o que queria contar.

- Eu saí. Do quarto, quero dizer. – Ela pausou, parecendo respirar profundamente. A esta altura, o herdeiro Uchiha já estava impaciente. Sua atenção estava dividida entre “invasor” e “tenho algo para te contar”. – Para tomar ar. Ouvi um grupo de soldados aos treinamentos. Normal, até então. Mas seu pai estava os liderando, eu acho. Parecia a voz dele. – Sasuke entendeu. Ele também achou aquilo estranho quando chegou. – E disse algo sobre alguma guerra que ele está preparando. E que quer... Inovar. – Sakura olhou para o teto. – Mas então, tempo depois, ele sai de dentro do castelo. De pijama. E aí as coisas não ficam tão boas assim.

Sasuke não escutava mais. Só havia uma frase em sua cabeça.

“- Muito bem. Será meu pedido de desculpas. Eu irei.“

Mentiroso. Seu pai jamais se desculparia por algo que não estivesse profundamente arrependido.

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Ino dormira durante algum tempo. A exaustão de tantas visões nunca tardavam.

Sabendo de sua escrita defeituosa, decidiu que antes de sair do quarto como tanto queria, deveria relatar cada pedaço de memória.

É um homem. Eu pensei que Gaara da Areia fosse o ponto forte de toda a teia de aranha, mas estou enganada. Tem alguém que possui cavalos diferentes e um imenso caráter. Eu não vi seu rosto. Este homem surge nas noites – Ou dias inteiros em que algo pode assustar a qualquer um de nós, e nos salva sem nós sonharmos que corríamos algum perigo. Até mesmo eu, que prevejo e conheço tão bem o terror.

Este homem não é perfeito. Comete deslizes. Vi alguns deles enquanto assisti atos heroicos de um nobre sem nome. Não é nobre por qualquer informação de status que eu tenha. É nobre porque é bom.

Este homem conhece Gaara. Me lembro dele ter dito que o rei da areia corria um perigo inestimável.

Eu previ que este homem é apenas um homem. Ele fará, por receio, uma guerra sem precedentes. Ele deixará a morte assustá-lo. Ele trará a morte com as mãos.

E ele se arrependerá.”

Ino sabia da falta de acentos e das vírgulas inconvenientes, mas o importante era relatar. Bastava ler suas anotações carregadas de emoção para lembrar de cada cena do passado e do futuro que vislumbrou. Voltou o caderno numa em especial. Não sabia porquê, mas queria ler aquilo novamente.

Mal sabia que estava a narrar os sentimentos todos outra vez.

A escuridão era, até então, o suficiente para pô-lo assustado. Gaara da Areia tem o corpo rijo e musculoso, mas mesmo o olhar direcionado e estreito não era capaz de segurar a leve insegurança.

Eu sei interpretá-lo muito bem. Todas as reações que ele comete são previsíveis, e eu penso que não precisaria de dom algum para entender os mínimos movimentos.

Ele mexeu-se incomodado ao lado do cavalo, acariciando o bicho mestiço. O cenário de fato era horripilante. Não havia vento para balançar as plantas ao redor, que cercavam-no no meio da floresta. Não havia burburinhos de animais. O silêncio pairou por longos minutos, até que finalmente o trote do cavalo negro misturava-se à noite. Com os cabelos postos ao vento, Fugaku Uchiha fazia uma cavalgada insana até o ruivo. Parecia querer passar por cima. Mas surpreendentemente, o cavalo parou no último centímetro...”

Gaara puxou as rédeas antes de se aproximar muito de Fugaku. Mal sabia que tempo incerto e futuro reservaria a cena contrária.

Ereto, sem descer do cavalo, o ruivo assistiu o outro desmontar de seu animal.

- Este caminho é do meu reino. – O ruivo limitou-se a dizer, implicitamente acusando o rei do fogo de invasão.

- Pensa que estou aqui por qual motivo? – Traiçoeiro, o mais velho aproximou-se de Gaara. – Eu quero uma aliança.

- Depois de toda a destruição que você causou?

- Fomos inimigos.

- Nós somos inimigos.

Os olhos famintos do Sabaku já haviam capturado o momento em que a mão direita do Uchiha tentou agarrar a espada presa nas vestes.

- Então é bom que você saiba o caminho de casa, criança.

A frase continha uma leve nota de adrenalina.

Em câmera lenta, Gaara leu o movimento mortífero do homem mais velho contra seu cavalo branco. Sua única reação foi pular dele antes que a espada longa o alcançasse também.

Ao cair no chão, na terra fofa, passou os olhos de relance no céu; Azul escuro. Madrugada. Estavam envolvidos pelo escuro início do dia, mas a escuridão que aquilo representaria num espaço do cérebro do rei da areia não tinha medidas.

A cada dia de vida, aprendia a calcular mortes e ser realista o suficiente para prever sua terra ser dizimada por um líder experiente e impiedoso. O líder do fogo, Uchiha F. Calcular e aceitar possibilidades é difícil, mas a vivência daquele perigo era, de longe, o temor dos temores.

A cabeça do cavalo que seria o presente de sua profetiza, voou. Para perto dele. A sustentação nas pernas do bicho cedeu, e o corpanzil duro se desfez como gelatina. Foi ao chão numa cena chocante. O sangue do pescoço jorrou por longos minutos.

Não havia por ali qualquer outra pessoa que não fosse Gaara. Fugaku sabia como ninguém soar o alarme.

Levantou-se num pulo, tendo todo o filme gravado na cabeça.

Mortes o atormentavam.

Seria sempre assustador, mas ao final do dia, a única coisa que o assustava mais que qualquer coragem utilizada em conjunto com má fé, era ele mesmo. O assassino do antigo rei da areia.

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A lupa improvisada nas mãos de dedos ossudos dele era, de qualquer ângulo, o instrumento que o fazia parecer intelectual naquele momento.

Neji sempre que falava mostrava-se inteligente, mas já quieto... É difícil defini-lo ou explicá-lo de qualquer maneira, para a moça.

Estavam os dois de pijamas, esperando o jantar, mas ele não largava papeis desde cedo. E ela o observava. Sadicamente.

Ele não aguentou muito.

Ainda que de frente um para o outro, os olhares cheios de diferentes experiências pouco conectavam-se.

- Quanto você ouviu?

- O suficiente. – Fingindo-se indiferente, Tenten olhou para as próprias unhas, que cresciam descontroladamente.

- Você...

- Tudo. – Olhou-o. Algo o dizia que o olhar dela estava zombando dele. – Mas não é do meu interesse.

O moreno assentiu suavemente, aceitando bem a resposta. Voltou para a análise das finanças por um momento, mas largou a lupa para olhá-la mais uma vez.

- Naquele dia, a única com sangue era você.

Precisava ver uma reação dela. Nem sabia o que aquela afirmação significava. Constatação, frase solta, acusação...

- Eu esbarrei no corpo. – Falou. A voz endureceu. A expressão ganhou linhas. Tenten ficou séria. Desta vez, algo disse para ele que o olhar dela estava demonstrando decepção pela desconfiança dele.

- Certo. Você já havia dito. E é...

Desviou o olhar para a sombra que só aumentava sob a luz do corredorzinho que vinha da cozinha para a sala de jantar. Alguém correndo. Fez Tenten, curiosa, virar a cabeça também. Bem a tempo.

- Céus, senhor! Venha ver isto. É um avental ensanguentado guardado na gaveta!

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- Eu dormi muito?

Sasuke massageou os ombros da moça de pé, numa posição ruim, sentindo o corpo dela tremelicar abaixo de suas mãos. Qualquer som de aprovação que os lábios dela soltavam aumentava a ereção perigosa em suas calças reais. A situação não os colocava em nenhum constrangimento, porém. Ela estava de bruços. Não veria nada.

- Não mais que um dia. Mas imediatamente foi cuidada. – Viu o creme medicinal tornar-se branco pela fricção de sua mão com a pele dela. Percebeu que Sakura ignorava o “passado” que eles tinham tentando chamar a atenção dele naturalmente.

- Você passou o creme em tudo? – Mesmo de bruços, fechou os olhos temendo a resposta. A vergonha era, basicamente, pela situação em que se metera. Pela vida fadada à obediência e tortura que fazia o príncipe assistir.

O moreno sorriu ladino enquanto passava os dedos delicadamente pela nuca dela, afastando com as mãos sujas, os cabelos.

- Não só creme. Depois dos inúmeros remédios que te mantiveram anestesiada e drogada, ajudei a te banhar. – Largou um dedo perigoso pelo pescoço dela. – Mas não se preocupe. Você é encantadora.