Ela estava sentada do outro lado da mesa: mãos dadas com Rony, maçãs do rosto erguidas num sorriso enquanto conversava algo aparentemente interessante com minha mãe, mas eu não conseguiria assimilar, estava ocupada demais admirando seu olhar. Até o mesmo cruzar-se com o meu e ela fazer aquela expressão séria e indecifrável, ruborizando-me. Eu sou mesmo tão ruim assim com camuflagem?

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Enfiei mais um pedaço gigante da melancia que comia na boca e sorri frouxo. O que eu poderia fazer afinal? Resmunguei mentalmente sobre como odiava – ou quase isso – o fato de Rony tê-la chamado para passar o feriado conosco.