50 tons de submissão
8 Capítulo Oito - Roubando bombinhas
Notas iniciais
Kaya relaxou de imediato. Henri ainda ficou um tempo sentado na grande cama olhando para a garota.
‘’Você está melhor?’’ – pergunta ele, preocupado – ‘’Quer que eu chame uma ambulância?’’
Ela não responde, apenas balança a cabeça negativamente. Sua enxaqueca é quase insuportável.
‘’Talvez deva deitar um pouco’’ – sugere ele, quebrando o silêncio. Kaya se aproxima mais dele e o abraça, ele tem um cheiro maravilhoso. Nenhuma fragrância francesa seria melhor. Surpreso com a ação da jovem, ele acaricia o longo e sedoso cabelo negro dela.
‘’Obrigada’’ – murmura ela.
‘’Disponha. Acho que vou começar a esconder suas bombinhas’’ – brinca ele – ‘’Assim vou ganhar esses abraços sempre’’
Ela sorri. Levantando o rosto do tórax dele, eles se entreolham. Kaya está linda com aquela cara de sono, ele afastou uma mecha do cabelo dela do rosto, alisando a bochecha da jovem com a parte externa da mão esquerda. Quase que involuntariamente eles se aproximam. Kaya ergue-se um pouco, Henri abaixa mais. E, quando os lábios de ambos se tocam, alguma magia acontece. Ela tenta erguer-se mais. O beijo é tão apaixonado. Ele a traz para o seu colo fazendo com que ela fique maior. Uma das grandes mãos dele está na nuca dela, enquanto a outra em sua coxa. Ele a aperta enquanto ela desce os beijos por seu pescoço, ela dá um chupão no pescoço dele. A sensação causa-lhe arrepios. Kaya começa a se esfregar sob ele, perdendo totalmente a noção. A ereção dele é impecável. Enquanto ela abaixa mais a calça dele, deixando seu membro mais firme, Henri desabotoa o sutiã dela, ele os admira por alguns instantes. São grandes, a auréola dela é rosada, seus seios estão firmes. Ele os chupa ferozmente. Kaya arfa, perdendo o pouco tino que a restava. Ele a deita na cama e fica sobre ela, apoiando- se na cama. Livra-se de sua calça e volta a beija-la. Descendo a mão, rasga completamente a calcinha preta de Kaya.
‘’Eu não costumo fazer amor, senhorita Montedescu’’ – ele sussurra próximo ao ouvido dela. Sua voz é rouca. Ele está muito excitado, Kaya é virgem e está tão apertadinha – ‘’Mas eu quero fazer com você, agora’’ – completa ele. Descendo os beijos pelo corpo dela. Kaya geme, arfa, não consegue conter-se. Mal sabe onde está. Henri a estimula de maneira firme. Ele a chupa, dando sucções, a masturba com os dedos. Kaya está tão excitada que geme seu nome, Henri precisa se conter para não atender as súplicas dela.
‘’Eu acho que vou’’ – ela sussurra ofegante. Nunca sentira aquela sensação antes, é tão... Libertador. Seus músculos contraem-se involuntariamente e ela pensa que vai urinar. Henri lambe todo o líquido que escorre por Kaya. Ela tem um gosto tão bom. Kaya geme quando ele chupa mais uma vez seu clitóris. Ele levanta e só então ela consegue ver seu membro ereto. É enorme. Henri segue o olhar dela e sorri de canto, Kaya não consegue conter-se quando ele tira a cueca. Ele abre o lacre da camisinha e volta a olhar para garota que ainda respira ofegante.
‘’Quer desistir?’’ – ele pergunta, voltando a beijar o corpo dela. Coloca então a camisinha e começa a roçar a glande do seu pênis com o clitóris dela, em um lento movimento de vai e vem. Kaya o aperta.
‘’Não’’ – ela suspira. Descendo a mão e apertando a bunda dele. – ‘’Por favor’’ – súplica ela. Henri a penetra no mesmo instante, os dois olham-se fixos. Os olhos de Henri estão mais cinzentos, ele está muito excitado. Kaya sente uma dor aguda que a incomoda no início. Ele começa com movimentos mais lentos e a garota vai sentindo a dor sendo substituída por prazer. Henri está ofegando perto do seu ouvido. Ela aperta o cabelo dele, arranha suas costas. Ele acelera mais os movimentos, dando chupões pelo pescoço dela.
‘’Você é linda, linda, linda’’ – ele geme perto do ouvido dela, indo mais rápido nos movimentos. Quando chega a sua plenitude, deita o corpo sob o de Kaya. Ambos estão ofegantes. Henri está suado, mas ela não reclama. Ele consegue ouvir os batimentos cardíacos dela, gosta da sensação. Instantes depois desencaixa e retira a camisinha, levantando da cama. Ele sai do quarto e Kaya continua deitada. Henri volta para a cama, seu rosto transmite calma. Pelo menos ele não parece estar zangado ou arrependido, pensa ela. Ele volta a deitar, dessa vez ao lado de Kaya. Quase que instintivamente, eles voltam a ficar juntos. Kaya vira-se para olhar para o rosto dele, ele sorri e entrelaça as pernas de ambos. Ele acaricia as costas dela, ela alisa o braço dele. Os lábios deles estão juntos novamente.
''Definitivamente, eu sempre irei roubar sua bombinha'' — brinca ele.
Ambos riem.
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