50 tons de submissão
9 Capítulo Nove - Nas nuvens
Notas iniciais
Kaya espreguiça-se na grande e confortável cama de casal. Agora já sabe onde está e mal acredita em tudo que acontecerá. Abre os olhos ainda relutante, tinha medo de ser apenas um sonho. E, de fato, tudo aquilo estava sendo um sonho. Olha para o lado, mas Henri não está mais ali. Puxa então o travesseiro dele para perto, tem o cheiro dele. O melhor cheiro que Kaya já sentirá. Levanta da cama e vê suas roupas perfeitamente dobradas sobre a mesinha. Nenhum sinal das roupas de Henri. Abre então o longo guarda-roupa cinza e veste uma blusa social azul dele, termina de abotoar alguns botões e procura uma cueca box dele. Acha uma perfeita e confortável. Sai então do quarto.
‘’Sua amiga ligou’’ – Henri avisa sem tirar os olhos da papelada em suas mãos. Ele usa óculos, fica tão sexy assim.
‘’Você atendeu?’’ – ela pergunta, atônita. A essas horas Julietta deve estar querendo matar-lhe.
‘’Sim’’ – ele responde de imediato, ela continua o olhando. Ele levanta os olhos –‘’Fiz mal?’’
‘’Não’’ – Kaya diz balançando a cabeça negativamente.
‘’Eu pedi comida’’ – ele então volta sua atenção para as apostilas –‘’Está sobre o fogão’’ – ela sai da sala, está vestindo a camisa social dele que fica enorme nela. Henri olha para sua bunda quando ela dá as costas.
A comida é boa e quando Kaya termina de lavar as louças, volta pra sala. Henri continua lendo os papeis, está de costas para ela. Não havia dado muita atenção para a garota, devia estar realmente ocupado. Kaya vai até o sofá e começa a fazer uma massagem nas costas dele, é uma massagem tailandesa. Henri relaxa.
‘’A senhorita é mesmo desse mundo?’’ – pergunta ele com os olhos fechados, a sensação é maravilhosa. Kaya sorri.
‘’Talvez eu não seja’’ – sussurra perto do ouvido dele. Suas mãos massageiam suas costas enquanto ela distribui beijos em seu pescoço. Ela chupa o pescoço dele com vontade. A respiração de Henri é irregular, essa garota o excita tanto. – ‘’Eu quero que você me foda, senhor Henri’’ – continua sussurrando perto do seu ouvido – ‘’Quero chupar sua porra’’ – Kaya não sabe de onde vinha tanta coragem e palavras sujas. Mas sua deusa interior crescia, fervilhava. Henri vira-se e a puxa pra cima de si. Ele joga as apostilas sobre o criado o mudo, Kaya tira seus óculos. Eles se beijam. A mão dela está em sua nuca, enquanto ele desabotoa todos os botões da camisa social azul que a garota usa – ‘’Estou sexy?’’ – ela pergunta, mostrando a cueca box dele que ela está usando. Os olhos de Henri estão cinzentos. Ele sorri.
‘’Você É sexy’’ – sussurra, descendo os beijos pelos seios de Kaya, ela continua esfregando-se nele, vai abaixando mais sua folgada calça. Ele suga um dos seios dela, enquanto ela o masturba com a mão. Henri aperta sua bunda com força, os olhos de ambos estão fixos um no outro. – ‘’Oh, Kaya. Eu. Preciso. De. Você. Agora’’ – ele fala pausadamente, ofegando baixo. Kaya então abaixa mais o corpo, o suficiente para ficar a altura do membro dele que está firmemente ereto. Ela passa a língua pela glande dele. Henri inclina a cabeça pra trás. Ela o chupa com tanta vontade que em instantes Henri começa a delirar, ele puxa o cabelo dela para trás. – ‘’Vem, não vou aguentar por muito tempo’’ — sua voz está mais rouca. Desesperados e quase loucos de tesão, Kaya retira a cueca e encaixa-se nele. Ela aperta o sofá, a boca dele está entreaberta. Ela está sempre tão molhadinha. Henri se inclina um pouco no sofá, as mãos dele está sob a bunda dela, a ajudando com os movimentos. Ela arfa ao sentir seu membro ficando maior, está indo mais fundo, o está sentindo completamente. Ele beija o pescoço dela e arfa perto do seu ouvido. Kaya está nas nuvens, três passos abaixo do céu.
‘’Oh, oh, oh, oh, oh, oh’’ – as vozes de ambos encontram-se em um monologo perfeito. Ela aperta o liso cabelo dele. Eles estão gemendo e arfando juntos. Ele dá tapas fortes na bunda dela, apertando-as em seguida. E, nesse exato momento, chegam a sua plenitude juntos. Kaya sente o jato quente a preenchendo. Henri está a olhando, ainda com a respiração ofegante. Ele desencaixa e alisa suas costas. Kaya mantém os olhos fechados por alguns instantes. Ele está sério, bastante taciturno.
‘’Que foi?’’ – pergunta ela, abrindo os olhos, acaricia o cabelo dele.
‘’Não usei camisinha’’ – ele diz. É apenas ai que ela olha para baixo e vê a ejaculação dele na sua virilha. – ‘’Eu faço exames de seis em seis meses. E eu sempre uso camisinha em todas as minhas relações. Se você quiser, eu pos... ’’ – ele declarou, não continuou porque ela colocou dois dedos sob a boca dele.
‘’Tudo bem. Eu nunca tive relações sexuais com outra pessoa, a não ser você. E eu tomo anticoncepcional para regular minha... ’’ – ela diz um pouco rápido demais, ele a olha confuso.
‘’Sua...?’’
‘’Você sabe’’ – diz ela, ruborizando.
‘’Menstruação?’’ – ela afirma com a cabeça. Ele ri. – ‘’Você é careta’’
‘’Não sou careta’’ – esclarece ela – ‘’É apenas nojento, não acha?’’
‘’Acho normal’’ – ele alisa o rosto dela – ‘’Garotas menstruam, garotos se masturbam diariamente’’
Dessa vez é ela que ri.
‘’Você se masturba regularmente?’’ – o provoca.
‘’Atualmente não preciso mais, mas quando se tem doze anos e é um magricelo com hormônios, sim’’ — confessa Henri.
‘’Não consigo te imaginar um magricelo’’
‘’Você não consegue imaginar muitas coisas em relação a mim, senhorita Kaya’’ – esclarece ele – ‘’Sou mais que as revistas de fofocas dizem’’ – sussurra ele.
‘’Então quando eu vou poder conhecer o verdadeiro Henri?’’ – pergunta, esperançosa. Ele não responde.
‘’Me acompanha no banho? Seria bom você ligar para sua amiga, ela parecia nervosa’’
‘’É, ela deve estar’’
Henri ria e puxava Kaya consigo. O cabelo da garota molhou completamente, os lisos fios foram substituídos por cachos bem delineados. A água sob a cabeça dos dois não os incomodava. Ele ora a beijava, ora passava o sabonete liquido no corpo dela. E se beijaram, se beijaram, se beijaram.
‘’Eu estou bem, Juli’’ – Kaya conseguiu falar por fim – ‘’Estou bem, calma. Estou... Na casa do Henri’’ – ela murmurou, Julietta gritou do outro lado da linha. Kaya estava no sótão. Henri preparava o jantar dos dois. – ‘’Não, quer dizer sim. Doeu, mas...’’ – ela respondia as inúmeras perguntas de Julietta – ‘’Um pouco. Sim, claro, nos prevenimos’’ – mentiu ela. Quando enfim conseguiu desligar, sentiu os braços de Henri. Ele a puxava para trás e cheirava o cabelo molhado dela. Kaya sorria. – ‘’Você estava aqui o tempo todo?’’
‘’Desculpe’’ – Henri disse. – ‘’Não pude deixar de ouvir. Você se sentiu melhor hoje a tarde?’’ – perguntou – ‘’Quero dizer, ainda dói?’’
Kaya ficou totalmente vermelha, sentiu o sangue esquentar seu rosto.
‘’Não tenha vergonha de mim’’ – pediu ele.
‘’Um pouco, doeu um pouco. O que preparou para nós?’’ – pergunta ela, em uma tentativa falha para mudar de assunto. Ele entende. E, como não é inconveniente, responde.
''Fricassê de frango''
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