Notas iniciais
DITA DIVA: OEEE! 'O' Sabe, eu adorei ler este capítulo antes de vocês. Enfim, a Boo e eu decidimos que não vamos mais pedir para vocês recomendarem ou comentarem. Sabe por que? Sabemos que a fanfic tem futuro, e por isso continuaremos, independentemente de vocês nos apoiarem ou não. Certo, Boo? Boo: CERTÍSSIMO! Enfim, eu adorei escrever este capítulo, e sabe por que? *OOO* CONTA A HISTÓRIA DO ETHAN! *O* ISSO MESMO, LEITORAS DE PLANTÃO! A HISTÓRIA DO NOSSO LOIRO SEXY, GOSTOSO QUE INTEIRAMENTE ME PERTENCE -Q Bem, continuando os comentários... Tivemos bastante comentários de pessoas novas! Sabe o quanto eu saltitei? Sabem? Não, mas foi uma loucura. Além disso, queremos deixar o suspense da conversa do Grey com a Phoebe. MUAHAHAHAHAHA (?) Dita e Boo: Enjoy it! :3

❝Liberdade❞

Já era a segunda vez na noite que David passava no quarto de seus filhos, para ver se já estavam dormindo. Ele caminhou até um pequeno berço que ficava no quarto, observando aquela pequena criança, que estava com a boquinha aberta, e respirava calmamente. Ele passou a mão pelo rostinho do bebê, que vestia uma roupinha cor-de-rosa com um ursinho estampado bem no meio.

Sua pequena Amanda, a sua caçulinha.

Ele afastou-se do quarto, fechando a porta do mesmo, caminhando para outro quarto. A porta estava aberta, e um abajur iluminava fracamente o ambiente.

Os olhos de David pararem em cima de uma criança, que dormia serenamente, embrenhada em meio da própria manta. Os cabelos loiros caiam por sobre os olhos castanho-esverdeados, que no momento, estavam fechados.

O homem sentou-se ao lado do filho na cama, afagando rapidamente seus cabelos. O menino apenas mexeu-se, inquieto na cama.

A porta da frente da casa bateu, e David rapidamente saiu do quarto e fechou a porta, descendo as escadas, encontrando sua esposa, tateando as paredes, tentando ficar em pé.

— Vejo que já chegou, querida. Como foi a sua noite com o Martin? Espero sinceramente que tenha sido boa. — a voz de David pingava sarcasmo.

Ele sabia que sua esposa o estava traindo. Por que ele não a largava? Haviam dois motivos, e os dois estavam dormindo naquela casa, naquele exato momento.

— Vai se foder, David. — Melissa disparou, cambaleando até a cozinha.

David caminhou a passos lentos até a mulher, encontrando-a de costas para a porta, olhando para dentro da pia.

— Você deveria ter um pingo de amor próprio e parar de beber, Melissa. — o homem falou no tom mais calmo que conseguiu, o que na verdade, não foi lá muito calmo. — Nem sei por que você começou a beber.

Melissa virou-se para o marido, gargalhando.

— VOCÊ QUEM TIROU A MINHA LIBERDADE, SEU IDIOTA. — berrou, a plenos pulmões. — VOCÊ ME ENGRAVIDOU DUAS VEZES, E ME MANTÉM PRESA AQUI. ODEIO VOCÊ, ODEIO SEUS FILHOS...

— Nossos filhos, você quis dizer. — ele interrompeu, ligeiramente irritado.

— FODA-SE! ESTOU FARTA DESTA VIDA, E VOU MUDAR PARA A CASA DO MARTIN!

— Papai? — David virou-se, olhando para o pé da escada, vendo seu filho, parado ali, carregando sua mantinha.

— Ethan, sobe para o seu quarto! — falou David, não querendo ser rude com o garoto, que já estava com lágrimas aos olhos.

— Por que estão gritando? — ele insistiu.

— CALE A BOCA, ETHAN. — Melissa gritou. — SOBE LOGO A PORRA DA ESCADA, CARALHO.

Ethan arregalou os olhos, correndo para o seu quarto e fechando a porta.

— Melissa, acalme-se. Eu irei ajudar você a...

David parou abruptamente ao ver o objeto que Melissa Gade Wiegraft segurava em suas mãos: uma faca.

— Melissa, guarde a faca, ninguém irá machucá-la.

Melissa fuzilou-o com um olhar, cambaleando até o marido com um sorrisinho no rosto.

Esta mulher não era a mesma mulher pela qual David se apaixonara.

— Se eu não posso sair daqui, David, vou ser forçada a me libertar de vocês, a começar por você! — ela sussurrou, se jogando em cima de David com uma velocidade e agilidade anormal para alguém bêbado.

A faca que ela segurava, acabou enfiada no ombro de David, que urrou de dor. Melissa, saiu de cima do homem, caminhando normalmente para fora da cozinha.

— Achou mesmo que eu estava bêbada? Eu precisava fazer você abaixar a guarda, David. Agora, se me dá licença, irei ver como Ethan está. Depois, como Amanda está. E só depois de você vê-los mortos, eu irei matar você.

David segurou no calcanhar de Melissa, que o chutou alguns centímetros mais longe, e foi o tempo que a mulher teve para pegar a chave da cozinha e trancar a porta, deixando David ali dentro.

Com certa dificuldade, o homem conseguiu se levantar, forçando a porta. O ferimento latejava em seu braço, mas ele não poderia simplesmente desistir.

Ele olhou para a cozinha, encontrando o telefone. Graças a Deus, Melissa não havia lembrado-se dele.

David, rapidamente, ligou para a polícia.

— 190, qual é a sua emergência?

— Minha mulher! Ela trancou-me na cozinha, e disse que iria matar nossos filhos!

— Seu endereço, por favor?

David ouviu um grito agudo do andar de cima, e novamente ele tentou chutar a porta. Sem sucesso.

Ele passou o endereço para a mulher, e implorou para que viessem rapidamente para sua casa.

Novamente, ele pode ouvir um grito de dor e choro, e isso só o fez ficar mais desesperado do que já estava antes. Ele deixou algumas lágrimas escaparem.

Ele olhou para a janela, querendo que aquela grade maldita não existisse.

— Polícia, abra a porta! — ele ouviu alguém gritar.

— SOCORRO! — David gritou, a plenos pulmões, ouvindo um baque surdo, e um estrondo.

Alguém forçou a porta da cozinha, e a voz masculina do policial do outro lado da porta, pediu para David se afastar da mesma, para que eles pudessem derrubá-la.

— Chamem uma ambulância! — ele falou alto, caminhando até David.

— Eu estou bem, subam as escadas, meu filho... — e novamente pode-se ouvir um grito e soluços do primeiro piso. — Vão!

Os dois policiais subiram a escada, com David subindo logo atrás deles.

A porta do quarto de Ethan estava escancarada, e o garotinho estava deitado de barriga para baixo, com vários cortes diagonais em suas costas. Melissa olhou para os policiais, assustada, parecendo perceber a besteira que havia feito.

Uma lágrima solitária rolou a face do rosto de Melissa, e virando-se de costas, a mulher jogou-se pela janela.

Os três correram para a janela, mas o que encontraram, não foi bonito aos olhos. Melissa caíra por sobre as lâminas de ferro que ficavam em cima do muro branco, que circundava a casa. O muro, rapidamente, começou a ser tingido de vermelho.

Finalmente, Melissa havia conseguido sua liberdade.

David caminhou até o seu filho, chorando. O menino respirava com dificuldade, e rapidamente, os paramédicos chegaram, colocando-o em uma maca, levando-o para o hospital. David caminhou até o quarto de Amanda, pegando-a em seus braços, sentindo seu ombro latejar de dor.

Uma policial pegou a criança, alegando cuidar dela enquanto David ia para o hospital, para cuidar de seu ferimento.

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— Você precisará ficar em repouso por alguns dias, sem mover muito seu ombro, para que os pontos não abram. O senhor tem muita sorte, passou de raspão em uma artéria, o senhor poderia não ter sobrevivido. — a enfermeira falou, mas David não estava dando bola para o que ela falava.

— Meu filho, Ethan, como ele está?

Era nítido: David estava mais do que aflito para ter notícias de seu filho. Desde que chegara — o que fazia mais ou menos uns quarenta minutos — ele não vira mais seu filho, que foi levado para o centro cirúrgico, com médicos alegando que talvez Melissa tivesse cortado alguma parte importante.

— Senhor Wiegraft, eu sinceramente não sei. Ele ainda está no centro cirúrgico. O senhor precisa relaxar, sim?

— E Amanda? Onde está a minha pequena?

— Uma mulher do conselho tutelar a levou, até que o senhor seja liberado do hospital, o que provavelmente, vai ser amanhã. Ela está em boas mãos. — respondeu a enfermeira, colocando a agulha que usara para costurar o ombro de Ethan em um esterilizador.

— Bem, pode deixar-se na maca, senhor, e descanse. Daremos notícias de seu filho assim que possível.

A enfermeira nem precisou pedir novamente. Ele fechou os olhos, sentindo seu corpo esgotado por todo o drama que sofrera, e rapidamente, caiu num sono perturbador.

✻50TL✻

— Senhor? — David rapidamente abriu os olhos, olhando para a enfermeira que sorria. — Bom dia, senhor Wiegraft, vim aqui informar que a cirurgia do seu filho foi bem sucedida, e que provavelmente em três dias ele poderá ir para casa.

David pareceu confuso. Bom dia? Ele olhou para o seu relógio de pulso: 11h40. Ele dormira demais!

— A cirurgia acabou que horas?

— Acabou meia hora depois que o senhor dormiu. Não podia acordá-lo, o senhor precisava descansar, mas agora...

— Qual é o seu nome, jovem? — perguntou David.

— Melinda, senhor.

— Bem, Melinda, você poderia me levar ao quarto do meu filho?

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Ethan parecia um anjo, dormindo. David puxou uma cadeira com o seu braço bom e segurou a mão do filho, que dormia.

No momento em que David segurou a mão de Ethan, ele abriu os olhos, assustado, puxando-a de volta e chorando, compulsoriamente.

— Ethan, calma! Sou eu, o papai! Lembra de mim? — David falou em um tom carinhoso, mas por dentro, sentia-se quebrado. Ver o garoto cheio de energia, carinhoso e amável que Ethan era, estar chorando com medo do próprio pai por causa de sua mãe o magoou. — Filho, não chore! Eu... Eu vou te levar para o parquinho assim que sairmos daqui, que tal? Compro um sorvete para você, mas não chore...

Ethan, aos poucos, parou seu choro, permitindo apenas que alguns soluços escapassem.

David sentou-se ao lado do garoto, afagando-lhe os cabelos.

Ethan parecia diferente. Algo em seu filho parecia diferente, mas David ainda não sabia o que, e só o tempo poderia mostrar para ele.

Notas finais
Boo: YEEEEEEEEEEEEEEEEES! Então... Gostaram? :3 Dita: Ai credo, você escreve um capítulo com morte, com objetos cortantes, com hospitais e pergunta se "gostaram"? Boo, vai cagar. ¬¬' Boo: Dita, querida... NÃO PEDIA A SUA OPINIÃO, EU PEDI A DAS LEITORAS! Ò________Ó Dita: Foi mal... Boo: Bem! Obrigada por continuar lendo! :3