Notas iniciais
Então... CAPA NOVA! *OOOOOOOOOO* Gostaram? Então, deixem-me dizer algumas coisas... Estou com leitoras fantasmas, e não gostei nada disso. Quero comentários! Custa comentar? Vai cair a sua mão? Não, então deixem a Boo aqui feliz, deem um Bu nos comentários. Agradeço aquelas que tem comentado, amo vocês ok? Nos vemos láááá em baixo!

Phoebe saiu correndo do auditório, indo para o seu carro, dirigindo-o para casa. Fugiu de Ashley, que já estava fazendo planos para o café que ela não queria estar, fugiu de Ethan, que mantinha seus olhos fixos nela, como se ela fosse a mais nova vítima.

— "Claro?!", Phoebe, onde você estava com a cabeça quando disse isso? — ela disse para si mesma, parada no semáforo, esperando o mesmo abrir.

Por que o mais novo empresário solteiro de Seattle e o mais cobiçado estava querendo tomar um café com ela? Ela permitia-se que as perguntas, martelassem em sua mente, causando uma leve dor de cabeça persistente. Ela arrancou com o carro, e só parou quando chegou na garagem de sua casa. Ela segurou a sua bolsa, sentindo o seu Blackberry vibrar.

— Merda. — sete chamadas perdidas de Ashley e uma de um número confidencial. Ela nem conseguiu pensar em retornar as ligações, o telefone começou a vibrar novamente, e o nome Ashley brilhou na tela do celular.

— Ashley, quem morreu? — ela perguntou de forma irônica, referindo-se as várias ligações.

— Ninguém, mas você vai morrer quando eu encontrar com você. — Ela respondeu, nervosa. — Tem ideia do que você fez? O senhor Delícia Wiegraft veio me procurar, perguntando de você, Phoebe, e sabe o que eu tive que dizer? "Ela sentiu-se mal, e foi para casa, mas não se preocupe, eu vou acabar, digo, falar com ela".

— Ash...

— Ash? É o que você me diz? – pelo muito que Phoebe conhecia a amiga, ela deveria estar gesticulando muito. — Olha, ele pediu o número do seu celular, e eu passei.

Phoebe se engasgou com a saliva. Ela tossiu por algum tempo, perdendo o ar, em quanto isso, Ash cantarolava do outro lado, só esperando pela irritação da amiga.

— Você fez o que? — Phoebe perguntou com a voz estrangulada.

— Eu passei o número do seu celular para ele, oras. Na verdade, ele pediu, e eu passei, já que você sacaneou ele.

Definitivamente, Phoebe queria estrangular a amiga. Ela desligou o telefone, não querendo mais conversar. Pegou sua bolsa, caminhando para dentro de casa, onde encontrou uma cena que a tempos não via. Christian tocando piano. Ele a ensinava, era um fato, mas dificilmente ele tocava aquele instrumento, pelo menos agora. Ele ergueu seu olhar das partituras, encontrando os olhos castanho acinzentados da filha, que sorria.

Ele retribuiu o sorriso.

— A quanto tempo que eu não o vejo tocando piano, papai.

— É, o pouco tempo livre que tenho não me permite tocá-lo, mas hoje eu resolvi me dar uma dia de folga.

— Tradução: a mamãe já estava subindo pelas paredes, por que queria ficar com você.

— Exato.

Os dois alargaram o sorriso, e Phoebe correu para o seu quarto, jogando a bolsa em cima de sua mesinha de estudos. O quarto da jovem era imenso. Uma cama de casal ficava bem no centro. Um closet, quase maior que o quarto, ficava escondido em uma das portas do guarda roupa falso. Uma mesinha de estudos se encontrava próxima à porta, e uma estante cheia de livros próxima à porta do banheiro.

A morena deitou em sua cama, e sem perceber, acabou adormecendo, com o celular em mãos.

Acabou acordando poucos minutos depois, com o celular vibrando em mãos. Ela nem se deu o trabalho de atender, simplesmente apertou o botão de desligar e voltou a dormir.

***

Já era a terceira vez que Ethan tentava ligar para Phoebe, e nada.

A garota simplesmente saiu do auditório correndo, com aquele corpo cheio de curvas que estavam evidentes naquele jeans justo e naquela regata vermelha. Ah, Phoebe, mal sabia ela que a jovem perturbara um monstro adormecido. Um monstro que só conseguiria ser acalmado com a própria Phoebe, nua em uma cama, gemendo o nome de Ethan. Só de pensar nisso, o loiro já tinha uma ereção.

Com raiva, ele jogou o celular contra a parede de sua sala. Já estava sem sua empresa, e não estava de bom humor. Queria entender qual era a de Phoebe. Nunca, nunca uma mulher havia dado um bolo nele, quanto mais uma garota. Ela estava confuso, e passava as mãos sobre os cabelos loiros, deixando-os mais bagunçados. Nitidamente, ele estava possesso.

— Senhor Wiegraft? — uma jovenzinha bateu na porta, já a abrindo. Ethan forçou um leve sorriso, transparecendo a falsa calma de sempre.

— Pode falar, Hellen.

— Bem, o senhor pediu para que Heinz fizesse algumas pesquisas rápidas para o senhor, e aqui estão elas. — Hellen as colocou sobre a mesa, saindo rapidamente da sala. Não sentia-se a vontade com Ethan, muito menos quando este estava nervoso.

Ethan pegou a pasta e sorriu irônico. Deu uma olhada, folheando as páginas, e jogou o arquivo sobre a mesa, deixando uma foto cair no chão. Uma foto de uma morena bela, que sorria junto de seu irmão. Uma foto de Phoebe.

***

— Phoe? — a morena apertou os olhos, sentindo um afago em seus cabelos. — Irmanzinha, acorda, está na hora do jantar, e tio Elliot e tia Kate estão aqui. — disse Teddy carinhosamente para a irmã.

— Teddy, quero dormir.

— Você dormiu das onze da manhã até as sete e meia da noite, não está bom, Phoe? Ash ligou para casa, querendo colocar fogo em você.

Phoebe sentou-se na cama, esfregando os olhos com um sorriso frouxo. Sentiu vontade de contar ao irmão o que estava acontecendo, mas desistiu da ideia. Teddy abraçou Phoebe pelos ombros, descendo com a jovem as escadas, até a sala de jantar.

— Finalmente! — Anastasia disse, olhando para os filhos. Usava um vestido preto, com sapatos de salto alto e joias. Estava deslumbrante, mesmo estando simples. — Phoebe, por que não colocou um vestido, ou algo mais bonito?

Phoebe fez uma careta, olhando para a mãe.

— Estou bonita assim. Além disso, acabei de acordar, me troquei de roupa. Continuo com as mesmas roupas que usei para ir para o colégio.

— Isso eu percebi. — respondeu a mãe, ainda fazendo careta, olhando para a roupa.

— É a minha sobrinha favorita que está resmungando aí? — uma voz cantarolou, atrás de Ana, fazendo Phoebe desviar sua atenção para os tios.

— Tio Elliot! — Phoebe correu alguns passos, abraçando o tio de forma saudosa.

— Pelo visto alguém sentiu saudades do melhor tio do mundo. — o homem gabou-se, retribuindo o abraço da sobrinha.

— E a tia aqui? — uma mulher ao lado ele falou, olhando para a sobrinha, fazendo uma careta.

— Nunca me esqueceria de você, tia Kate. É algo impossível! — a jovem disse, abraçando a tia, que sorriu.

— Eu sei, sou inesquecível.

— Tia, Allison e o Charlie ainda está fora do país? — Allison e Charlie, os primos de Phoebe, logicamente, filhos de Elliot e Kate.

Kate deixou um sorriso saudoso escapar dos lábios, que estavam tingidos de vermelho por causa do batom.

— Estão. Ainda ficarão mais seis meses na Inglaterra, mas não vejo a ora deles voltarem.

Jogaram conversa fora por alguns momentos, e logo em seguida, foram para a mesa, jantar. O jantar estava uma delícia, e quando estavam satisfeitos, começaram a conversar novamente. Estava tudo indo muito bem, algo que fez Phoebe franzir o cenho por alguns segundos. Estava tudo bom demais, até que o telefone da sala tocou.

— Eu atendo. — Phoe disse, levantando-se e correndo para pegar o telefone.

— Residência dos Grey's. — disse ela de forma cordial. Era raro, porém algumas vezes, alguém da empresa ou algum suposto cliente da empresa telefonava para o telefone residencial.

— Olá, Phoebe. – Aquela voz fez um calafrio percorrer a espinha da jovem, que ficou estática, com o telefone em mãos. — Sinceramente, não imaginava que uma Grey quebraria um compromisso, já que você aceitou tomar um café comigo, e não foi.

Phoebe percebeu a falsa calma na voz de Ethan, coisa que ela já conhecia muito bem, afinal, ela era filha de Christian Grey.

— Eu me senti mal e...

— Não minta para mim. – ele vacilou na falsa calma. — Eu não deveria estar correndo atrás de você, não depois desse seu descaso para comigo. — ele respirou fundo, pesadamente. — Eu não exigi nada, apenas que tomasse um café, me acompanhasse. Por que não disse não?

— Como conseguiu o telefone da minha casa? — ela murmurou, confusa.

— Ora, não esperava que eu soubesse, Phoebe? Bem, deixaremos isso para um próxima conversa, o que acha? Vou refazer o meu convite para você: deseja tomar um café comigo, srta. Grey? Acho que você precisa se desculpar.

— Eu? Me desculpar? Está pensando que eu sou o que? Mais uma das várias meninas que você deve comer de noite? Olha, me desculpa, mas eu não vou aceitar porcaria nenhuma, e você não pode me obrigar a aceitar.

— De fato, eu não posso, mas... Infelizmente, você esqueceu sua carteira, com todos os seus cartões de crédito e documentos no auditório. Sua amiga, Ashley, teve a bondade de entregá-la a mim, para que eu a devolvesse a você.

Definitivamente, Phoebe iria matar Ashley, assim que a visse.

— Está bem, eu aceito o café.

— Que bom estarmos nos entendendo, não acha? — ele riu irônico — Eu a pegarei no colégio, e assim que terminarmos, a deixarei lá novamente, o que acha?

Phoebe ainda estava em estado de choque. O que aquele homem queria com ela? Por que com ela? Seria dinheiro? Não... Ele já era rico, mas o que era?

— Tudo bem.

— Sendo assim, tenha uma boa noite, srta. Grey.

Então ele desligou o telefone. Phoebe passou a mão sobre o rosto, completamente desnorteada. Aquele homem, por mais que a irritasse e a deixasse perturbava, havia mexido com ela. Ela sentia isso. Sentia que cada fibra de seu corpo queria continuar ouvindo aquela voz rouca e sexy que ele tinha. Queria ouvi-lo dizer o seu nome novamente.

— Phoebe, querida, você está bem? — Anastasia apareceu ao lado da jovem, olhando para o semblante pálido da filha. — Querida, o que aconteceu?

— Nada, mamãe. Só a Ashley, querendo aprontar comigo.

Tecnicamente, ela não estava mentindo, só não estava falando toda a verdade.

— Vamos, meu amor, já sentiram falta de você na mesa.

Phoebe deixou-se ser arrastada pela mãe até a mesa de jantar, mas seus pensamentos estavam longe demais para conseguirem voltar agora. Parte de si queria que Ethan jogasse aquela carteira no lixo, e que ele nunca mais a procurasse, e a outra parte desejava ansiosamente pelo dia de amanhã.

Notas finais
EAIIIIIIIIII? CURTIRAM A CAPA? E O CAP? Ethan, sinta tesão por mim -v- Enfim, vocês vão odiá-lo ou amá-lo. Não sei... Até a próxima! :33