50 Tons de Reconciliação
13 Cap-12
Cap-12
Pov Christian
Não tem nada melhor do que está em casa, e feliz em meu casamento com Anastásia. Nossa relação não poderia estar melhor, me atrevo a dizer que estamos até mais unidos do que antes, e para a nossa felicidade está completa só falta nosso filho e mesmo que Ana não acredite, eu sei que ele está próximo para chegar, aí sim, poderei dizer que sou um homem completamente feliz e realizado.
Sou desperto de meus pensamentos por um toque macio e suave e que são inconfundíveis.
Me viro para vê Ana, já com outra roupa e seu característico cheiro de rosas.
— pensei que fosse descansar- falo enquanto a puxo para meu colo.
— eu estava ajudando Gail a arrumar as coisas, separar as roupas sujas das limpas.
— tudo bem, mas acho que você deveria descansar um pouco.
— nem vai dar, porque sua família já sabe que chegamos e estão vindo mais tarde.
— ja imaginava por isso.
— eles estão com saudades de você.
— e de você baby- falo enquanto brinco com uma mexa de seu cabelo.
Falo e é verdade, ainda mais depois do que aconteceu.
— daqui a pouco vou ajudar Gail com as coisas.
— não. Deixa que ela faça tudo, descansa um pouco.
— é rapidinho Christian. Não se preocupe.
Fala, me dá um beijo rápido e sai do meu colo, indo a procura de Gail.
Fico ali olhando uma foto de Ana, quando ouço alguém bate na porta, peço que entre é vejo a figura de Taylor e entrar e ficar em minha frente.
— posso falar com o senhor?
— algum problema Taylor?
Ele fica inquieto enquanto continua me olhando, e isso me deixa em estado de alerta.
— Taylor....
— conversei agora a pouco com a Gail e...
Sua postura muda ao falar da senhora Jones
— o que aconteceu com ela?
— bem... Não sei como falar isso, mais ela me contou que está... Grávida.
Fico estático olhando para Taylor, isso foi realmente surpreendente, não imaginava que Gail fosse engravidar, principalmente por sua idade fico feliz por Taylor e por Gail, se eu não fosse tão idiota poderia ter sentido a mesma felicidade que Taylor está sentindo agora.
— meus parabéns a vocês Taylor.
— obrigado senhor, eu queria saber se é possível que a carga horária dela fosse diminuída?
— ela vai continuar aqui ou vai sair?
— eu prefiro que ela continue trabalhando, só que não trabalhe tanto, para não prejudica- lá ou o bebê.
— tudo bem, não tem com o que se preocupar, e quando ela estiver para ter o bebê junto com Anastásia irá fazer entrevistas para contratar mais uma pessoa.
— claro, obrigado senhor.
— de nada- ele sai e deve ter ido falar com Gail.
Não fico mais tempo ali, saio e vou procurar por Anastásia e a encontro na biblioteca lendo um manuscrito, ela deve está louca para voltar ao trabalho, depois de ficar tanto tempo afastada.
—atrapalho sua leitura? — pergunto enquanto me sento ao seu lado enquanto pego o manuscrito e o coloco na mesa.
— você não me atrapalha, algum problema?
— na verdade, estou surpreso com o que acabo de saber.
— e o que foi?
— Gail está grávida.
— já sabia disso Christian- fala me encarando- fiquei surpresa também, mais ela merece.
—poxa baby, você poderia ao menos fazer uma cara de surpresa- Ela sorri com o que ouve e em seguida me dá um selinho e me abraça.
— desculpa amor. E também dei aquelas roupinhas pra ela.
— como você está se sentindo com tudo isso?
— pra falar a verdade, estou bem. Não foi dolorido saber que alguém que é próximo a mim está grávida, já entendi que o pontinho se foi.
— fico feliz por você baby, mais sei que logo você vai engravidar. Falando nisso, você já marcou uma consulta com a Dra. Greene? — ainda não, iria ligar mais acabei vindo pra cá e me distrair lendo.
— então eu mesmo irei ligar.
— pelo jeito você está mais ansioso que eu.
— claro que sim Anastásia, e você não terá mais desculpa para não ir.
— não estou dando desculpa e nem iria fazer isso, sei que isso é importante pra você.
— sim, muito importante para nós dois.
Digo a ela, enquanto pego sua mão e a beijo, ficamos na biblioteca apenas alguns minutos, depois saímos e a Ana foi até a cozinha.
Enquanto eu fui ligar para a Dra. Greene.
— escritório da Dra. Greene.
Sua secretária atende no segundo toque.
— aqui é Christian Grey e eu gostaria de marcar uma consulta para minha esposa amanhã.
Falo sem rodeios, e sei que sendo quem sou, ela irá conseguir uma vaga para Ana.
— olá senhor Grey, tem duas vagas, uma as 14h e a outra as 17:30min.
— pode marcar para as 17h30min então.
— ok, está marcado.
— ok- falo e desligo o telefone.
O tempo passou tão rápido que quando já fui vê, a noite tinha chegado, e por isso fui me arrumar, para esperar minha família, que não deve demorar a chegar.
Ana já se arrumou e desceu, não demorou para que eu me arrumasse e fosse ao encontro da minha esposa.
Vinte minutos mais tarde, todos chegaram.
— Ana minha querida, que bom encontrar você tão bem assim.
Minha mãe comenta enquanto abraça Ana, que fica um pouco tímida.
— concordo com a Grace, você está muito bem.
É a vez de Katherine falar com Ana.
— obrigada, passar esse tempo fora e esclarecer tudo foi realmente muito bom.
— com certeza querida- meu pai se aproxima meio temeroso, não sei o que vai acontecer com eles dois, Ana se sente chateada com meu pai por causa do acordo pré nupcial e meu pai se sente chateado por ela pensar que ele não gosta dela.
Tudo isso poderia ter sido evitado se ele não tivesse falado nada, agora os dois estão assim.
— Christian meu filho você está bem?
— estou sim mãe, não tem com o que se preocupar, estou apenas pensando em algumas coisas.
Ela me olha desconfiada, mas não fala mais nada.
— vamos nos sentar- peço e eles fazem isso, o Kavanagh ainda está olhando para a minha esposa, que merda é essa? Ele não respeita nem a namorada que por sinal é minha irmã.
As meninas começam a conversar sobre a viagem e meu pai, Elliot e Ethan conversam sobre uma pescaria que eles foram fazer no final de semana.
—então Christian como as coisas estão?
— bem pai, como a Anastásia falou, nós conversamos e nos entendemos, ela finalmente está voltando a ser a Ana que eu conheci.
— parabéns cara, não deve ter sido fácil enfrentar essa barra.
— obrigado Elliot, e realmente não foi fácil, mais agora as coisas estão melhores.
Ficamos conversando e devo dizer que, senti falta desses momentos assim, mais ora ou outra eu olhava para Ana e ela parecia feliz. E isso é o que importa pra mim.
Gail aparece com algumas bebidas e algumas comidas, para esperar o jantar ficar pronto.
A conversa segue animada.
— Christian podemos conversar um instante?
— claro pai- falo curioso por saber sobre o que ele quer falar. Vamos para o meu escritório, sento e espero ele sentar e iniciar a conversa.
— então sobre o que o senhor quer conversar?
— pelo que estou vendo, você e a Ana estão bem.
— sim, conseguimos passar por essa crise e estamos bem, e acredito que estamos mais fortes do que nunca.
— fico feliz por isso Christian, a Ana é uma menina sensacional, e vocês merecem essa felicidade.
— sim pai, mais para completar a nossa felicidade, só falta a Ana engravidar.
— e como já está essa situação? — pergunta me analisando.
— eu marquei uma consulta com a médica da Ana para amanhã. E espero que esteja tudo bem com ela e que ela não tenha dificuldades para engravidar.
— que assim seja Christian. Terei uma dúvida eterna com a Ana e quero muito que ela engravide, porque saber que ela perdeu o bebê pra salvar a Mia.
— também quero muito que ela engravide pai.
Ficamos conversando mais um pouco e em seguida voltamos para a sala.
— tudo bem? — pergunto a Ana que está sentada no mesmo lugar.
— tudo bem sim e com você? — pergunta me analisando, enquanto sento ao seu lado, e beijo seu rosto.
— bem também baby.
— Christian porque você decidiu levar a Ana para Amsterdã? — Mia pergunta, curiosa como sempre.
— porque a cidade é exatamente como eu estava precisando, um lugar calmo e romântico, bom para conversar e nos entender.
— é uma cidade bem romântica, aquele campo de flores.
— com certeza Mia, eu fiquei totalmente apaixonada por aqueles campos, passamos um dia naquele parque.
Ana fala e vejo o brilho em seus olhos, e me sinto feliz por saber que eu fui responsável por isso.
— ainda não conheço Amsterdã- Kate fala- meu marido ainda não me levou.
Olha para Elliot, meio brava e ele cruza os braços, me dá uma vontade de sorri.
— nas nossas próximas férias eu te levo lá meu amor- ele a beija imediatamente, ele faz tudo o que ela pede, é engraçado vê meu irmão desse jeito.
— Ana você já falou com a Carla?
— ainda não Grace, mais ainda hoje irei falar com ela, avisar que voltei para Seattle e que está tudo bem.
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Gail não demora para avisar que o jantar está servido, então todos nós vamos para a sala de jantar.
Como sempre, eles não calam um minuto e isso é bom, da sensação de pertencer a uma família.
Após o jantar eles ficam mais um pouco aqui no Escala, mais Mia e Kate falam que estão cansadas e então todos decidem ir embora, agora aqui sozinho com Ana a deito no sofá, ficando por cima dela. Encosto meu nariz no dela.
— amo você Anastásia.
— também amo você Christian.
— sem você meu dinheiro não tem valor de nada, você é meu bem mais precioso.
— digo o mesmo de você, você é o que mais amo- fala e me beija, ficamos trocando carícias, mas não por muito tempo, pois passamos horas viajando e estamos cansados, então vamos para o quarto, Ana pega o celular e liga para Carla e as duas conversam por uns 20 minutos, terminando com Ana prometendo que logo irá visitá-la, após encerrar a ligação ela vai se preparar para dormir.
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Acordo no dia seguinte com a claridade batendo em meu rosto, me fazendo abrir os olhos.
E vê Ana ainda dormindo, então para acordá-la vou beijando seu rosto, descendo pelo pescoço, indo para o colo e depois aperto seus seios.
— não acredito que você quer sexo agora — Comenta sem abrir os olhos e sorrindo em seguida.
— com você, eu quero sexo todos os dias e em todas as horas, não só pela manhã.
— você é um safado Christian.
— não tenho culpa se minha amada esposa é muito sexy, gostosa e atraente, que sempre me deixa louco de tesão.
— bom saber que você pensa isso de mim- ela abre os olhos e se vira pra mim, passando a mão em meu rosto.
— você é linda Anastásia, e acho inacreditável que você não perceba isso.
— prefiro não entrar em detalhes Christian, agora vamos levantar porque hoje quero voltar para a editora.
— porque você não deixa pra amanhã.
— porque eu já fiquei tempo demais afastada Christian, e agora não tem motivos para eu ficar em casa, estou bem. É sério, por favor, deixa vai.
Ouvir ela falar assim aquece meu coração, minha jovem esposa, as vezes rebelde sabe bem como usar as palavras a seu favor.
— está certo, seu tempo de repouso já passou e realmente você está bem, só queria ter certeza que você está descansada o bastante baby.
— estou sim, então isso quer dizer que posso voltar para a editora?
— sim, e já sabe as condições, você não pode sair da Editora sem avisar, e o Sawyer ficará lá, para qualquer coisa que você precisar. — qualquer coisa que você quiser meu amor- fala e se joga em meus braços, me beijando em seguida, e é claro que esse beijo não ficou assim, fizemos amor loucamente, depois disso fomos ao banheiro, fizemos nossas necessidades, tomamos banho juntos e nos vestimos, e descemos as escadas juntos.
— bom dia- Gail fala enquanto termina o café da manhã.
— bom dia- respondemos juntos, enquanto sentamos, olho para Gail e vejo que ela está meio pálida.
— está tudo bem Senhora Jones?
— me desculpe Senhor Grey, estou um pouco enjoada hoje.
— então pode ir se retirar e descansar Gail — Ana fala.
— eu já tomei um remédio para o enjoou, e acredito que em minutos estarei melhor.
Fico pensando no que disse ao Taylor ontem, sobre uma ajudante para Gail, pelo que estou vendo, teremos que cuidar disso agora.
— Gail, esses enjoos vão demorar meses para passar, você está no início.
—Anastásia tem razão, e ontem eu tinha falado para Taylor que quando você estivesse pra ter o bebê, você e Anastásia iriam contratar uma ajudante, mas pelo que estou vendo, isso terá que ser adiantado.
Ana me olha surpresa, mais em seguida me dá um sorriso.
— concordo, é um ótima ideia Christian, esta semana iremos providenciar tudo, Christian peça Andrea fazer um anúncio.
— eu estou falando que não é necessário, não por agora. Os enjoos não são frequentes, posso trabalhar normalmente.
— Gail, você está grávida e precisa diminuir a carga horária de trabalho. — Ana tenta convencê-la, e se ela não conseguir não tem mais ninguém que será capaz.
— Jason foi falar com vocês?
— não/sim- falamos juntos, Gail mão dala nada, apenas serve o café da manhã e depois pede licença.
— como você quer que seja o anúncio? — pergunto.
— apenas contendo o básico, falando que a uma vaga para trabalho doméstico, essas coisas que você sabe.
Balanço a cabeça concordando, assim que chegarei a GEH, pedirei a Andrea para publicar o anúncio.
O café da manhã foi feito de forma harmônica, após, nós terminamos de nos arrumar e fomos para o elevador.
— você já sabe não é, não saia da Editora sem o Sawyer.
— claro que não sairei.
— Sawyer, mantenha os olhos abertos em Anastásia e não a deixe fazer suas vontades.
— perfeitamente Senhor Grey- Sawyer fala enquanto me olha seriamente, e em seguida para Ana.
E ela revira os olhos diante disso, não ligo para isso, logo estamos na garagem.
— Sawyer, hoje a senhora Grey vai em meu carro, você vai nos seguindo.
— sim senhor- Taylor abre a porta do carro e Ana entra e eu em seguida, ele fecha a porta e entra no lado do motorista e começa a dirigir.
E eu me esqueci de falar a ela da consulta.
—baby.
— sim.
—como eu falei ontem, liguei para a Dra. Greene e sua consulta está marcada para 17h30 min.
— tudo bem, estarei pronta te esperando.
Eu concordo e a beijo, não demora muito e chegamos na Editora.
Taylor abre a porta e eu saio e em seguida Ana.
— se cuida, e qualquer coisa me liga, e não se esqueça de Sawyer aqui.
— tudo bem, não irei esquecer e também amo você- me dá um beijo e logo entra, em seguida vejo Sawyer a seguindo.
Agora vou para a Geh.
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Assim que saio do elevador vejo Andrea andando de um lado para o outro, e seus olhos me veem se arregala.
— bom dia Senhor Grey.
— Andrea venha a minha sala.
Entro e ela me segue, me sento e ela fica em pé, com seu Tablet.
— pois não Senhor Grey.
— quero que você faça um anúncio em um jornal.
— perfeitamente Senhor, qual o anúncio?
— para uma ajudante para a Senhora Jones, as entrevistas serão feitas no Escala a partir da próxima semana.
— sim senhor, irei cuidar disso agora mesmo, e a Ross está querendo falar com o senhor.
— peça para que ela venha a minha sala em cinco minutos.
E depois traga a minha agenda.
— sim senhor — fala e sai me deixando sozinho.
Não passa os cinco minutos e Ross entre em minha sala.
— chefinho, que bom que voltou- fala e senta à minha frente.
— olá Ross, como as coisas estão por aqui?
— estão tudo bem, não demiti ninguém e nem chutei bunda de nenhum empresário arrogante.
— vindo de você, isso é um grande avanço.
Falo e ela me olha feio, depois disso ela começa a fazer um pequeno resumo do que aconteceu enquanto eu estava fora.
Ross é uma excelente profissional e fiz bem em contratá-la como vice presidente, Ross assim como Andrea, Taylor, Gail, e Barney são meus funcionários mais antigos e como são excelentes no que fazem, faço de tudo para não perde-los.
Depois de 20 minutos Ross termina de falar as partes mais importantes do que aconteceu nessas últimas semanas, ela sai e ligo para Andrea vir trazer minha agenda do dia.
Meu dia foi cheio de coisas para fazer, pela manhã tive duas reuniões e a tarde apenas uma, mais depois de um tempo minha mente estava apenas na minha Ana.
As horas estavam passando lentamente, até que deu 17h10min, então peguei minhas coisas e sai.
— Andrea estou saindo agora é não volto mais.
— perfeitamente Senhor Grey.
Eu viu para o elevador e a descida é feita de forma lenta, e isso estava me deixando ainda mais ansioso do que antes.
A porta finalmente se abre e eu saio e vou para meu carro e Taylor já está com a porta do carro aberta, entro e ele entra no lado do motorista, e sai do estacionamento da GE.
Não preciso falar para onde estamos indo, pois Taylor sabe, como o trânsito está meio lento demoramos vinte minutos para chegar a editora.
Não espero Taylor abrir a porta do carro, eu saio e entro na empresa da minha esposa, e como todos me conhecem não ousam me barrar, não vejo Ana e m Sawyer, e isso já está me deixando paranoico.
Entro no elevador e vou para o 5° andar, assim que saio não vejo Hannah, a secretaria de Ana, quando estou indo para a sala de Ana.
— o senhor não pode entrar aqui sem autorização- ouço uma voz fina e me viro para encontrar uma menina, saindo da copa.
— e quem é você? — pergunta a ela.
— sou Alice, nova secretaria da Senhora Grey e você não pode entrar sem ser anunciado.
Nova secretaria? Cadê a Hannah? Porque não fui informado disso.
— como assim secretaria? E cadê a Hannah?
— ela está de licença, não sei ao certo o que aconteceu, só que a algumas semanas atrás surgiu a vaga dela, eu me candidatei e consegui a vaga, mais e o senhor é? — fala rápido com um sotaque meio diferente, com certeza ela não é americana.
— eu sou o marido da Anastásia- falo e ela perde a cor imediatamente.
— me desculpe Senhor Grey.
— cadê minha esposa e o segurança dela?
— ela... É... Ela
— senhorita....?
— Fernandes, Alice Fernandes
Não falo mais nada, entro na sala da minha esposa e a vejo deitada no sofá.
— Ana, o que aconteceu? — me aproximo dela.
— eu senti um enjoou Christian.
— e cadê o Sawyer?
— foi comprar um remédio pra mim.
Resolvo não esperar por ele.
— vem, já está na hora da sua consulta- a ajudo a se levantar, ela pega a sua bolsa.
— vamos?
Concordo.
— até amanhã Alice.
— até
Fomos para o elevador, por sorte ele está vazio e descemos bem rápido, mais estou bem preocupado com a Ana, ela não está bem, estou a abraçando e sentindo o corpo gelado dela.
Quando saímos do elevador vemos Sawyer se aproximar.
— aqui o remédio — fala e entrega a sacola para Anastásia.
— estamos indo para o consultório da Dra. Greene
Ele concorda e saímos da editora, vamos para o carro, que já está com a porta aberta, Ana entra e eu entro em seguida.
Sawyer vai em seu carro.
Pego uma garrafa de água que tem no carro e dou para Ana que bebe o remédio, e em seguida deita a cabeça em meu ombro, pego sua mão e a beijo, ficamos assim até que chegamos ao consultório, saímos e por sorte não estamos sendo seguidos por paparazzi.
Saímos do carro e entramos no consultório.
— senhor e senhora Grey, a Dra. Greene está esperando por vocês.
Fala e nos leva para a sala da Dra. Greene, que está sentada em sua cadeira.
— Dra. Greene- falamos juntos enquanto sentamos.
— senhor Grey, Anastásia. O que posso fazer por vocês hoje?
— uma consulta para saber como a Anastásia está, se realmente a uma sequela por causa do aborto.
— tudo bem, e acredito sua esposa gostaria de privacidade neste momento.
— não Dra. Greene, eu não sairei daqui, ela é minha esposa e não sairei daqui- bato o pé, claro que não deixarei minha esposa. Tenho o direito de saber como ela está.
— algum problema para você? — pergunta para Ana.
— não, ele não sairá mesmo-fala olhando para a médica e depois pra mim.
— tudo bem, para começar irei fazer algumas perguntas a Anastásia.
Concordamos, e ela começa a fazer as perguntas, e a maioria eram sobre como Anastásia se sentia e se estava sentindo algum mal estar e fiquei furioso por saber que ela teve mais alguns enjoos e me escondeu isso, mais quando a gente chegar em casa ela vai me explicar isso direitinho.
Depois ela pede para Ana trocar de roupa, para fazer a ultra, mais a expressão dela está indecifrável, e não sei se gosto disso.
Ana volta e deita na maca e faz o que a médica pede e logo a Dra. Greene começa a ultra, olha algumas coisas e as anota.
— está tudo bem com a Anastásia?
— Senhora Grey a quanto tempo foi a sua última menstruação?
Sinal vermelho piscando aqui.
— não sei, não lembro, mais porquê?
— tenho duas notícias para vocês, a primeira é que seu útero está perfeito, não a sinal de lesões.
Fala e eu solto a respiração lentamente, saber que minha esposa está bem e que pode engravidar me deixa muito mais aliviado.
— e qual é a segunda notícia? — pergunto.
Ela nos olha e arqueia uma sobrancelha.
— vocês nem desconfiam?
— não. — falamos juntos.
— olhem aqui- aponta para o monitor, olhamos mais não vemos nada.
— não estamos vendo nada- Ana fala.
— aqui estamos vendo seu útero Anastásia — aponta no monitor- ele está muito bem, a lesão se cicatrizou totalmente.
Olho para Ana e ela está com lágrimas nos olhos.
— o que está acontecendo?- pergunto sem entender nada- se o útero da Ana está bem, o que é esse ponto aí no meio?
aperto a mão de Ana e a beijo em seguida.
— senhor Grey, este ponto é o bebê da Ana.
Meus olhos se arregalam diante do que eu ouvi, não pode ser, isso é inacreditável demais, abaixo meu olhar, e vejo o quanto Anastásia está emocionada.
— isso é verdade? — pergunto sorrindo.
— sim Christian, vamos ter um bebê.
Dou um beijo na testa da minha esposa, ainda não acredito que meu sonho vai se realizar.
— obrigado por isso meu amor- lhe dou um selinho e aliso seu rosto, secando suas lágrimas.
— isso não é um sonho não é?
— não Ana, vamos ter um lindo bebezinho.
— você estava certo, nosso bebê não demorou para chegar.
— e agora você vai ficar quietinha, nada de fazer loucuras, e isso não é uma sugestão.
— não irei, prometo Christian- fala sorrindo. Olho para cima e vejo que estamos sozinhos, Dra. Greene percebeu que precisávamos desse momento a sós.
Mais logo ela volta.
— está tudo bem com o bebê?
— Ana pergunta.
— aparentemente sim, e como você não lembra quando foi sua ultima menstruação iremos na próxima consulta iremos fazer uma estimativa para a data provável do parto, e começar o pré Natal.
— claro, ela irá começar imediatamente — falo.
— claro que sim- fala — e quanto aos enjoos, o organismo de cada mulher reage de um jeito diferente, mais irei receitar um remédio, e a Ana já sabe o que pode fazer para diminuir os enjoos.
— sei sim Dra. Greene.
— e qualquer coisa me liguem imediatamente, e Anastásia não queremos mais surpresas desagradáveis como da outra vez.
— não ire fazer nada de errado, esse bebê vai nascer.
— nem que eu tenha que te deixar amarrada na cama os nove meses.
—não seja exagerado Christian.
Ana fala e eu reviro os olhos.
— pelo que estou vendo não teremos problemas, mais se acontecer alguma coisa me avisem, e Ana lembrem que os três primeiros meses são os mais temidos, toda atenção é necessária.
Ela concorda e se levanta e vai trocar de roupa, quando volta a Dra. Greene entrega uma lista com alguns remédios. Ana pega e coloca na bolsa, nos despedimos.
É saímos do consultório, meu sorriso não sai do meu rosto.
— obrigado por isso meu amor, não estou conseguindo acreditar nisso, nosso pequeno milagre.
— sim Christian, nosso pontinho- leva a não ao ventre, e eu coloco a minha em cima da sua, e é uma felicidade indescritível a que sinto, meu pequeno amor, você será muito amado.
Xxxxc
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