Cap-11

Pov Ana

Estamos aqui na casa de Jane Austen e como da primeira vez foi algo maravilhoso de se ver, Christian realmente sabe o que eu quero, isso foi algo realmente maravilhoso, amo quando o Christian é assim, carinhoso comigo.

Passamos a manhã toda lá, e eu amei cada minuto, ela é minha autora preferida, depois fomos almoçar em um restaurante bem aconchegante, que tem uma ótima comida.

Após o almoço eu quis dá uma volta pela cidade, e o Christian aceitou na hora, mesmo que ele não goste de ficar andando.

Fomos ao shopping e fiquei fascinada com o que eu vi, claro que nem aqui os paparazzi nos deixaram em paz, mas a equipe contratada por Taylor foi bem eficiente, então deu para comprar algumas coisas, sem maiores problemas.

Enfim, nossos dias em Londres estão sendo incríveis, pena que amanhã iremos pra casa.

Estamos no carro a caminho do hotel quando meu celular começa a vibrar, o pego e vejo que é mensagem da Kate.

Abro e vejo que é a mensagem.

# Ana, me fala que vc está bem, dá um sinal de vida

Kate sempre exagerada, balanço a cabeça em sinal de negação.

— O que foi? — Olho para o lado e vejo Christian me encarando ansiosamente.

— Nada de mais, apenas a Kate sendo exagerada como sempre.

Falo e ele concorda com isso, então não fala mais nada. Então apenas respondo a mensagem.

# estou bem, não tem com o que se preocupar Kate, estamos em Londres.

# tudo bem, mais e como as coisas entre vocês estão?

# estamos bem, conversamos e nos entendemos.

# fico feliz por você Ana, de verdade, você merece.

Kate apesar de ser um pouco louca é uma grande amiga e eu a amo, ela é a irmã que eu não tive.

# obrigada Kate, passamos por momentos difíceis, mais agora estamos bem.

# que bom, todos estão preocupados, pois vocês não estão dando notícias.

# estávamos precisando desse momento só nós dois, mais logo estamos voltando.

# estaremos esperando então, se cuida.

# obrigada, e vc também.

Me despeço e deito com a cabeça no ombro de Christian.

E ele pegou minha mão e a beijou, ficamos assim até chegarmos ao hotel.

Assim que entramos na suíte eu vou para a cama, tiro meus sapatos e depois me deito.

— Você quer fazer alguma coisa especial hoje à noite? — Ele me perguntou.

— Sinceramente, acredito que não, só de estar aqui já é especial Christian.

— Sim eu sei, mais eu quero que você tenha sempre tudo o que o dinheiro possa oferecer.

— Eu não ligo para o dinheiro, só quero você Christian. Você é suficiente.

—E isso é algo totalmente admirável meu amor, mais mesmo assim meu amor, quero o mundo aos seus pés.

Fala se aproximando e em seguida me beija, tira seus sapatos e deita ao meu lado, e entrelaça nossas mãos.

— Preparada para voltar para nossa casa?

— Claro que sim, mesmo amando nossa viagem, mais será que eu tô preparada pra voltar? Será que não vou sentir falta do no bebê e ficar presa nas coisas que o representa?

— Você sempre vai sentir falta dele baby, ele sempre estará em seu coração, será uma linda recordação, a dor vai passar e vai dar lugar a lembrança e quando estivermos nosso bebê a dor vai diminuir.

— Espero que sim, porque não quero mais ficar daquele jeito.

— E nem eu quero isso, pois você não era a minha Ana que eu conheci e amo, mais eu garanto que as coisas serão diferentes.

Fala e beija os nos dá minha mão e eu faço um leve carinho em seu rosto.

Ficamos nos encarando por alguns momentos, até que depois ele me pega no colo e me leva para o banheiro.

— Você sempre tem que fazer isso não é? — Pergunto sorrindo enquanto ele me coloca no chão, e se vira para encher a banheira.

— Claro que sim, amo cuidar de você baby- fala e se aproxima e me beija.

E eu amo quando ele cuida de mim, mais eu realmente piro quando ele exagera em seus cuidados, mas em meu interior sei que é para o meu bem, mas meu lado rebelde não gosta muito.

— E eu por um lado amo quando você cuida de mim, mas tem outro lado que não gosta muito não.

— E é esse lado seu que me deixa de cabelos brancos, assim como a equipe de segurança também.

Fala e eu sorrio com isso, pois eu sei que sou um enorme desafio a equipe de segurança de Christian. Talvez o maior desafio para eles, sorrio com o pensamento e Christian fica me encarando.

— O que você tanto sorri? — Me perguntou esperando a resposta.

— estou pensando que talvez eu seja o maior desafio para a sua equipe.

— tenho que concordar com você baby, um dia você ainda vai causar um ataque em todos eles.

— que é isso amor, eles são treinados para qualquer tipo de situação- comento sorrindo e ele cruza os braços tentando parecer sério, mas depois ele também sorri, alguns minutos depois a banheira está cheia e ele desliga a torneira, e em seguida ele tira a minha roupa e em seguida tira a dele, nós vamos para a banheira, sento entre as pernas dele e ele começa a fazer massagem nas minhas costas, e eu fecho os olhos.

— amo quando você faz massagem em mim.

— e eu amo quando você me deixa cuidar de você.

— eu sempre deixo, só que as vezes não te obedeço.

— na maioria das vezes baby- ele pega o sabonete e começa a passar em minhas costas.

Ficamos ali na banheira trocando carícias, até que não aguentamos mais e me viro e sento em seu colo e logo estamos unidos, Christian é um homem muito sedento e muito exigente, e um excelente professor, estou a cada dia mais louca por sexo, Christian me viciou.

— Christian... Você me deixa louca. — você também me deixa louco baby.

Fala e beija meu seio direito e puxa o mamilo com os dentes, e eu mordo meu lábio inferior para não gritar, enquanto ele continua com os movimentos de vai e vem.

Tudo isso é tão bom, tão delicioso, o chacoalhar dos nossos corpos, gemidos, tudo isso é algo muito bom. Não demora muito e os primeiros sinais de que terei meu orgasmo se intensificam, Christian percebendo isso, intensifica os movimentos e também ele começa a estimular meu clitóris e com isso, meu corpo entra em combustão, me fazendo gozar loucamente.

E me jogo em seus braços, mole e sem algum juízo, mais Christian não está muito preocupado com isso, já que não parou de se movimentar e depois de umas três estocadas sinto seu gozo me preencher, e com as respirações descompassadas, tentamos voltar ao normal.

— você sempre me surpreende baby.

— tenho um ótimo professor amor, você me ensinou tudo o que eu sei, eu não imaginava que sexo fosse tão bom.

— quando as duas pessoas se amam é bom, e você também me ensinou isso Ana, pois antes eu só fazia sexo mais sem nenhum sentimento envolvido, eu só soube o que era amor quando te conheci, quando te toquei e te fiz minha pela primeira vez, as submissas não contam, pois era só sexo, não tinha afeto envolvido, nunca teve, só fui conhecer isso com você, e fiquei louco quando você estava mal e não podia te ajudar, como você fazia comigo.

Fala e vejo a tristeza em seu olhar, pois sei que durante a minha depressão fui muito dura com o Christian, sinto um arrepio percorrer meu corpo e ele me abraça.

— sinto muito por tudo o que fiz Christian- peço e ele me abraça enquanto beija meu pescoço.

— já passou baby, e peço que não faça mais isso, pois eu sofri feito um louco, amo você e você vem sempre em primeiro lugar, a pessoa mais importante da minha vida.

Eu aperto o abraço, me sentindo protegida por está nos braços do homem que eu amo.

Ficamos na banheira até que finalmente vamos tomar banho e voltar para o quarto e nos vestir. Depois disso eu volto para a cama e ele fica ali parado me encarando.

— o que foi?

Pergunto o observando, e ele se aproxima da cama, ficando ao meu lado.

— o que você está fazendo?- pergunta e eu o olho sem entender.

— como assim Christian?

— nós vamos sair daqui a pouco Ana.

— e eu disse que não era preciso sairmos.

— sim você disse, mas nós vamos sair, você tem meia hora para se arrumar.

Fala e tenho vontade de revirar os olhos diante disso tudo, ele não vai deixar de ser mandão nunca.

— ainda é cedo Christian.

— não se você quiser vê a cidade mais um pouco a noite, se formos cedo, voltamos logo já que amanhã vamos viajar.

Concordo com seu argumento e vou me arrumar, e em meia hora já estava pronta, e o vejo sentado no sofá bebendo alguma coisa.

— está linda meu amor- fala e beija minha mão e percebo que ele também está muito lindo, e depois que ele bebe nós dois saímos do quarto.

Taylor está no lado de fora do quarto, entramos no elevador e seguimos em silêncio, mais Christian me colocou em sua frente e me abraçou fortemente pois tinha dois homens estão me olhando e ele não gosta quando isso acontece.

Do mesmo jeito que eu não gosto quando as mulheres ficam olhando pra ele.

Chegamos ao térreo e vamos para o carro que já está pronto e fico encantada ao vê o quanto a cidade é bonita a noite.

Christian está segurando minha mão e eu aperto a mão dele.

Ficamos rodando a cidade por um tempo e depois vamos para o restaurante, que para o padrão Christian Grey está perfeito, a recepcionista depois de babar em cima do meu marido nos leva a mesa.

— gostou do restaurante? — me perguntou, enquanto sorri.

— claro que sim, é lindo e você sabe que não precisava tanto.

— é claro que precisa, você sempre vai ter o que o dinheiro possa oferecer- ele beija minha mão carinhosamente.

— Christian...

— não Ana... Não vamos começar com isso novamente, você sempre vai ter o que o dinheiro possa oferecer, e não vamos fazer disso uma discussão.

— até porque é uma batalha perdida não é.

— com certeza baby.

Depois disso ele pede um vinho que é muito bom, e entre conversas e risadas fizemos o pedido, Christian me ajudou na escolha.

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Após o jantar voltamos para o hotel, e isso só aconteceu porque o Christian disse que eu bebi um pouco a mais do que eu consigo suportar.

Então ele pagou a conta e resolveu encerrar a noite no hotel mesmo.

— você sabe como eu me sinto quando você passa da conta Anastásia.

— mais eu não estou bêbada Christian, só bebi três taças de champanhe.

— você é fraca para bebida baby, não pode exagerar muito.

— você só está falando isso por causa do que aconteceu com o José.

— não me lembre disso Ana, porque afinal estou fulo de raiva dele, por se aproveitar do seu estado.

— vamos esquecer isso por favor, é passado- tento acalma-lo pois ele sempre fica nervoso quando o assunto é o José.

— ele gosta de você, e isso é...

— mais eu AMO você Christian, ele pode gostar de mim, mais eu estou casada é com você e não com ele.

Ao ouvir isso de mim, ele relaxa imediatamente, o que me tranquiliza, porque o que eu não quero é brigar com ele, agora que fizemos as pazes e estamos tão bem.

— é muito bom ouvir isso Anastásia, me trás uma paz enorme.

— essa é a verdade Christian, e você não tem com o que se preocupar com o José ou qualquer outro homem, porque o único homem que eu amo, que quero passar o resto da minha vida.

Ele não fala nada, apenas me abraça, ficamos assim, um sentindo a respiração do outro e não a nada mais tranquilizante que isso, que está nos braços da pessoa que se ama.

Mais logo vamos dormir e é claro que fizemos amor, desde que fizemos as pazes não tem um dia que não nos amamos, estamos em uma nova lua de mel a quatro semanas, que estão sendo incríveis.

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Acordamos oito e meia, praticamente atrasados para irmos para o aeroporto, o bom é que o avião é de Christian e não tem nada a gente se atrasar um pouco, nos levantamos e fomos nos arrumar.

Vinte minutos depois já estamos prontos, as malas estão no carro e nós estamos tomando o café da manhã, Christian liga para o piloto e fala que alguns minutos estaremos chegando.

— pronta para voltar pra nossa casa?

— sim, estou ansiosa.

— não tem o porquê baby.

Fala e concordo, até porque não sei o porquê estou ansiosa com a volta, deve ser besteira minha.

Ele chama o garçom e paga a conta, em seguida vamos para o carro.

O caminho até o aeroporto não foi longo, pois o trânsito estava tranquilo, o que realmente foi uma surpresa, quando chegamos Taylor coloca as malas no avião, eu entro em seguida e me sento a poltrona e espero por Christian, que não demorou muito, ele sentou ao meu lado.

Não teve demora para que Stefan fizesse os procedimentos e logo a decolagem foi autorizada, quando o jatinho começou a taxiar eu apertei a mão de Christian, pois a decolagem me causa um pouco de medo.

Depois de seguro, Stefan autoriza a andar pela aeronave, preferimos ficar nos assentos mesmo, mais após horas de viagem eu decido ir para o quarto, e Christian vai também, deitamos e começamos a conversar amenidades, até que pegamos no sono.

.....

Acordo sem noção de quanto tempo eu dormir. Abro os olhos e vejo Christian sentado e me encarando.

— dormir muito?

— aproximadamente quatro horas baby, e vamos sentar porque já estamos para pousar.

Eu não acredito que consegui dormir tanto tempo assim, resolvo me levantar, vou ao banheiro faço xixi e em seguida lavo meu rosto e volto para as poltronas, me sento e coloco o sinto e seguro a mão de Christian porque assim como a Decolagem a aterrisagem me causa calafrios. E é oficial agora, estou em casa. Assim que me aproximo da escada eu sinto um frio super gelado e por isso desço rápido e vou para o carro.

—já estou indo baby- Christian me fala, concordo e vou para o carro.

— bem vinda de volta Senhora Grey.

— obrigada Sawyer.

Sento e fico esperando Christian.

— Sawyer por favor ligue o aquecedor.

Peço e ele imediatamente faz o que eu pedi e logo me sinto melhor, vejo Christian se aproximar, entra no carro e coloca o sinto, saímos do aeroporto e começamos a andar pelas movimentadas ruas de Seattle, devo confessar que estava sentindo falta daqui, das minhas amigas, meu trabalho, do Escala, mais também foi importante ficar este tempo a sós com o Christian.

— o que tanto pensa?

— que estava com saudades de Seattle- falo olhando pra ele, que faz um leve carinho em meu rosto.

Não demora e vejo que estamos chegando ao Escala.

Sawyer para o carro e Taylor abre a porta para que eu saia, Christian sai em seguida e vamos para o elevador.

— Sawyer suba com o senhor e a senhora Grey.

Ele concorda e entra no elevador com nós dois, a subida não é demorada então logo estamos no hall de entrada, eu pego minha chave e quando ia abrir Christian a pega e abre a porta.

— bem vinda de volta ao lar- fala, sorrio e entro.

— senti falta do seu castelo.

Ele não tem tempo de responder nada porque Gail aparece na sala.

— senhor Grey, Ana que bom vê-los de volta.

— obrigado- falamos juntos.

— vão querer alguma coisa?

— agora não Gail, talvez mais tarde.

Falo e ela concorda.

— então irei ajudá-la com as malas.

— claro, nisso irei precisar da sua ajuda- falo e como Taylor e sua equipe são eficientes logo as nossas coisas estão no nosso quarto, e eu e Gail começamos a desarrumar as coisas, olho para Gail e vejo que ela está diferente.

— Gail, está tudo bem?

— sim, porque Ana?

— Porque estou te achando estranha, mas não sei ao certo, aconteceu alguma coisa enquanto estávamos fora?

Ela me olha incerta se deve me contar alguma coisa ou não e isso me deixa mais apreensiva.

— não é nada Ana.

— tem certeza? Seja o que for, pode me falar.

— aconteceu algo que eu não imaginava que fosse acontecer comigo, ainda mais agora.

— é algo sério?

— talvez seja, no momento estou meio assustada.

— estou começando a imaginar várias coisas Gail.

— e como você e o senhor Grey estão? — ela usa a tática da distração.

— estamos bem, talvez mais fortes do que antes.

— fico feliz por vocês Ana, vocês merecem essa oportunidade.

— sim, e estamos muito felizes, mais chega de falar da gente, me fala o que você tem.

— antes de você e o senhor Grey irem viajar, o Jason meio que me intimou, ele queria um filho, mesmo sabendo que eu já não sou tão nova assim, me pediu para parar com os remédios, a alguns dias eu estava passando mal e é claro que não contei aos seguranças porque eles iriam falar para o Jason, pensei que fosse melhorar, mais não, então a dois dias atrás eu fui ao hospital e fiz alguns exames e descobri que estou.... Grávida.

Fala e não sei o que pensar, jamais imaginei que Gail fosse engravidar, mais ela conseguiu me surpreender.

— sério Gail?

— sim. Claro que Jason não sabe, a ficha pra mim ainda não caiu.

E Nem a minha Gail.

— parabéns Gail, realmente uma grande surpresa.

— você como está?

— estou bem Gail, de verdade. Eu já aceito o que aconteceu, não dói mais como antes ao falar de bebê e fico feliz por você e por Taylor.

— obrigada Ana e sei que não vai demorar para que você esteja grávida.

— obrigada Gail, amanhã eu vou marcar uma consulta com a Dra. Greene para vê como meu útero está.

— vai dar certo- fala e eu a abraço. — quando o bebê nascer você vai sair daqui?

— não, claro que não.

Fico feliz por isso, porque confio em Gail, continuamos arrumando as coisas, até que finalmente terminamos, agradeço Gail e ela sai, deve ter ido falar com Taylor, e eu queria ser uma mosquinha para vê a reação dele ao descobrir que vai ser pai.

Como Christian ainda não está no quarto, saio e vou ao quarto das submissas, vou ao closet e pego umas sacolas, coloco as peças na cama.

— é, vocês serão usadas por um lindo bebê, não foi meu pontinho mais será o de Gail.

E espero que ela goste.

Desço as escadas e cada vou procurar por Gail na cozinha, não a encontro então vou para a ala dos empregados e bato na porta e ela logo atende.

— algum problema Ana?

— Taylor está aí?

— não.

— ótimo. Eu quero te dá isso- entrego a sacola e ela abre, depois seus olhos me encaram arregalados.

— Ana isso é....

— se você não quiser eu entendo.

— não é isso Ana... Eu amei, essas serão as primeiras roupinhas do bebê, eu só pensei que você não iria se desfazer delas. Não agora.

— ele sempre vai estar em meu coração, não é preciso peças de roupa pra me lembrar dele, e com você elas serão mais utilizadas, eu já me conformei com o que aconteceu, e não iria fazer sentido ficar com elas.

— obrigada Ana, sei o quanto elas significam para você.

Ela vem me abraçar.

— não precisa agradecer Gail, você é importante pra mim.

— e acho que já sei como contar ao Taylor, fala segurando o sapatinho vermelho.

Apenas sorrio, mais logo estou saindo dali, feliz por eles, pois merecem, vou a procura de Christian me perguntando se irei sentir mais uma vez essa emoção.

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