50 Tons De Sombras
16 Empresários.
-Senhores – cumprimento-os, ninguém responde além de Jeff, Sam e Sammantha.
-Tudo bem, vamos começar – Jeff está irritado.
-Não vamos admitir que você esteja com o Grey! – um dos diretores grita.
-É – concorda o resto em uníssono. Jeff, Sam e Sammantha se entreolham.
-Senhores, eu realmente odeio fazer isso – balanço a cabeça – Esta empresa é minha, de Sammantha, Sam e Jeff, os senhores são apenas diretores. Pago os senhores para ter a sua opinião profissional! Se eu quiser outro tipo de opinião, tenho certeza que meu psicólogo ficara feliz em me ajudar.
-Mas… — um deles começa.
-Sr. Bettly – interrompo-o – Como vai sua filha?
-Bem – responde prontamente.
-Esta feliz na escola particular que EU pago – dou ênfase no Eu.
-Sim – murmura envergonhado.
-Sr. Pago para que os filhos de meus funcionários tenham boa escola, e futuramente venham trabalhar comigo. – levanto-me e caminho pela sala – Todos tem o direito de pedir esse beneficio, e eu, ajudo pelo menos com 30% do valor. – olho para Bettly – Eu pago 60% da escola da sua filha, para que ela não seja tão ignorante e intrometida como o pai! – explodo. A sala fica em silêncio.
-Ana – Jeff me chama – Eles estão apenas chocados. Somos concorrentes do Grey.
-Não somos mais – surpreendo a todos ao anunciar nossa parceria – Mesclaremos forças para melhor satisfazer nossos leitores.
-Ele é bem sucedido – Sammantha comenta – Se você está de acordo, então tem meu voto.
-Obrigada Sammantha – sorrio carinhosamente para ela – Vamos discutir assuntos realmente importantes, ou já posso sair?
-Temos assunto de VERDADE para resolver – Sam dirige um olhar glacial a Bettly e aos outros.
O resto da manhã passou voando. Savannah traz meu almoço e sentamos para discutir nosso rendimento. Christian deve estar trabalhando também, nem um e-mail, nem uma ligação. Tenho cerca de treze livros sobre minha mesa para ler, apesar de ter pessoas especializadas para isso, nenhum livro é publicado sem a minha autorização. Quando chega o fim do meu expediente, estou mais que exausta. Oh! Ainda tem mais uma reunião.
Fico surpresa ao sair. Christian está lá, maravilhoso em seu terno preto e gravata cinza… Oh meu cinquenta tons. Ele ri com malicia ao me ver, liberando o desejo dentro de mim. Ele me estende a mão, ajudando me a entrar no Audi.
-Oi – sussurra em meu ouvido. Minha Deusa interior já esta nua.
-Oi – murmuro fascinada com o efeito que ele tem sobre mim.
-Como foi seu dia? – pergunta, distraindo-me.
-Cheio – resmungo lembrando-me de Bettly.
-O que houve? Você parece… rabugenta – ele ri baixinho. Christian brincalhão da às caras. Eba!
-Meus diretores estão me incomodando – olho para ele, surpresa com sua escolha de palavras… Rabugenta, eu?
-Por quê? – ele esta curioso.
-Você – olho para ele, desculpando-me.
-E você? – Ele esta questionando meus sentimentos?
-Odiei ter que lembra-los que eu sou a acionista majoritária, e que eles são apenas diretores, que eu pago para ter uma opinião profissional sobre a empresa, e não sobre a minha vida particular.
-Você esta mesmo rabugenta – ele me puxa para si, beijando meu cabelo – Sinto muito.
-Não, eu que sinto.
-Esta pronta? – Franzo o cenho, por que não estaria?
-Claro – minha voz soa confiante.
Tinha me esquecido de como sua empresa era grande. Uau, é maior que a minha, não sei como consegui comprar. Christian e eu andamos de mãos dadas, anunciando silenciosamente para todos que estamos juntos.
A sala de reunião já esta cheia. Christian atenciosamente reserva uma cadeira para mim. Ele me entrega uns documentos. Ah! Vamos discutir sobre os lucros das empresas, ok. Sento ficando cara a cara com Elena. Caralho, o que essa pedófila de merda faz aqui? Olho para Christian, mas ele apenas toca minha perna, num gesto apaziguador.
-Senhores, podemos começar? – Christian é educadamente frio. Eu e ele nos sentamos, abrindo nossos computadores.
Todos concordam e preparam-se para mostrar seu trabalho. Estamos em vinte e quatro na sala, tendo somente eu, Ros e Elena de mulheres. Quatro dos homens já apresentaram seus projetos, e no momento Ros apresenta o seu. Ela termina, recebendo muitos aplausos pelo seu magnifico desempenho, Christian e eu sorrimos calorosamente para ela. É a vez de Elena.
-Senhores, o Escavla tem sido muito lucrativo nesses últimos tempos. Aumentamos muito a nossa capacidade e creio que daqui mais alguns anos, seremos o maior salão de Seattle.
-Qual a porcentagem? – pergunto, interrompendo-a.
-Desculpe? – Ela esta revoltada.
-Sra. Lincoln, creio que a Sr. Entendeu a pergunta da Sra. Grey – Christian é grosso com ela.
-Não cheguei a somar – ela responde, constrangida.
-Números? – Provoco.
-Um pouco mais de cem mil por anos – Minha oportunidade de ouro aparece. Pego meu computador e digito.
-Cerca de 3% ao ano? – debocho.
-Creio que sim – ela rosna.
-Terminou? – Acho que Christian pergunta a mim, levanto a cabeça envergonhada e o pego fitando Elena. Dez pontos para mim, zero para Elena.
-Sim – ela se senta, fuzilando-me com os olhos.
-Sra. Grey – Christian chama e eu me levanto. Percebo que o resto das pessoas na sala não está prestando atenção. Lentamente abro os dois primeiros botões da minha blusa e solto meu cabelo.
-Senhores – chamo sua atenção. Eles arregalam os olhos ao me ver e não os tiram mais de mim. Christian pragueja baixo varias vezes.
-A IGLESIA cresceu cerca de 84% ao ano – Ando até meu computador, mostrando em Datashow meu trabalho. Todos aplaudem surpresos – Até o ano que vem, em parceria com a Grey Enterprise Holdings deve crescer ainda mais, atingindo o topo da lista de melhores Editoras do mundo. Como vocês sabem, a vossa empresa não esta em boas condições, por isso, vim oferecer ajuda. Não somente financeira, e sim como profissional. – Christian me olha espantado – Tenho certeza que podemos levantar a empresa, aumentado o lucro das duas em… hum – mecho em meu computador – Cerca de 300%.
-É magnifico – alguém murmura
-Ótimo trabalho – outro concorda.
-Sr. Grey? – dirijo minha atenção a Christian – Alguma duvida?
-Não, Sra. Grey. Estou mais que satisfeito com seu trabalho – ele ri enigmaticamente – Estou orgulhoso e muito feliz.
-Christian – Ros chama – Se investirmos na IGLESIAS, podemos além de resgatar por completo a empresa, faturar muito. Eu fiz os cálculos – ela entrega uma papelada á Christian.
-Seus sócios concordam? – Ros pergunta a mim.
-80% da empresa é minha Ros – pisco para ela.
-Ótimo – ela se vira radiante para Christian – É o que precisávamos.
-Se importa se eu olhar? – Christian olha para mim.
-Fique a vontade Sr. Grey.
Sento-me, sentindo orgulho de mim mesma! Yes! Eu superei Elena. Feliz não é uma palavra que me descreve, na verdade não acho que exista uma palavra que descreva o que eu estou sentindo. A reunião acaba uma hora depois, todos os trabalhos apresentados, e todos muito cansados. Todos saem, deixando eu e Christian sozinhos na sala. Exausta, deito minha cabeça em seu ombro, quase dormindo. Rapidamente ele fecha o computador e me joga em cima da mesa de reunião.
-Sra. Grey – morde meu ouvido – Até gravida a Sra. É gostosa.
-Obrigado, eu acho – rio nervosamente. Ele ficou bravo. Ops!
-Na verdade – ele desabotoa minha camiseta – Sua barriga é meio pequena não acha? – sua voz esta cheia de reprovação.
-Talvez Ted não seja gordinho – defendo-me.
-Ou talvez a Sra. Não esteja comendo direito.
-Desculpe – apresso-me antes que seja tarde de mais – Fiquei furiosa por aquela mulher estar aqui, e ninguém estava prestando atenção.
-Então você decidiu que era prudente seduzir meus empregados? – ele levanta minha saiu. Oh! – Ainda por cima sem calcinha – brinca.
-Ah, esqueci – finjo inocência. Não funciona.
-Sra. Grey acho que está me provocando.
-Também acho – digo sem fôlego
-Veremos o que podemos fazer – ele abre a calça, ajeitando-se entre minhas pernas e me penetra.
Gemendo, jogo minha cabeça para trás, sentindo a plenitude. Sinto a carta de Isaac no bolso da minha saia, sendo amaçada pelas investidas de Christian. Deixo esse pensamento para lá e cravo as minhas unhas nas coxas de Christian. Ele grita meu nome, atingindo o clímax, logo em seguida atinjo também. Ele sai de dentro de mim, deixando-me mais exausta ainda, porém satisfeita.
-Tem um papel amassado no bolso da sua saia – sua curiosidade é perceptível.
-Sim, verei depois do que é – preciso desviar de assunto – Onde vamos agora?
-Para onde quer ir? – seus olhos brilham em expectativa.
-Não sei – dou de ombros – Quantas superfícies faltam no seu apartamento para inaugurarmos?
-Ah Sra. Grey, bastante – ele me puxa, tirando nós dois da mesa.
-Vamos?
-Claro Sra. Grey – recolhendo os papeis, ele me conduz para fora.
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