50 Tons De Sombras

12 Brinquedinhos...


Notas iniciais
Peço desculpa pela demora. Todos sabem que sou nova aqui no site, e esta é minha primeira fanfiction. Já recebi três recomendações e uma mensagem, e estou muito feliz! OBRIGADO A TODOS VOCÊS!

Hoje, quero dedicar este episódio á Aline Dantas, que alem de acompanhar a fanfic, mandou a minha primeira mensagem. Obrigado.

Christian entra feito um furacão em meu escritório, gritando para Isaac sair. Ele caminha em minha direção, mas para no meio do caminho, andando até as cortinas. Droga! Ele fecha as cortinas. Nada bom. Nada bom. Ele caminha de um lado pro outro, passando as duas mãos no cabelo, ele está duplamente irritado.

-Quando você parar com a sua crise infantil, talvez agente possa conversar – tento parecer confiante.

-Não sou o suficiente para você? – sussurra apavorado

-Christian! – caminho até ele, prendendo-o num abraço apertado – Você é mais do que eu posso pedir.

-Então, porque precisa de um submisso – ele chora. Oh, não!

-Céus, Christian! O que eu fiz com você – limpo suas lágrimas.

- Já perdi você, duas vezes – ele gesticula com os dedos.

-Vamos almoçar – pego sua mão e levo-nos até o elevador – Prometo contar tudo, mas primeiro, vamos almoçar.

-Isso é frustrante – ele diz, apertando o botão do elevador – Não imagina como quero fode-la fortemente agora, somente para ter certeza que é minha.

-Tudo bem – suspiro e paro o elevador.

Mudo o código, mandando-nos para o deposito. Perfeito, é hora do almoço, não haverá ninguém lá. Christian me olha com um olhar curioso, mas não diz nada. O elevador para, e eu o puxo para fora, conduzo-o até o fundo do deposito. Sem esperar, jogo-o nas caixas, pegando-o de surpresa, beijo seu rosto, tentando suavizar sua raiva. Christian me prende na parede, puxando minha saia para cima, ele abre minha blusa num puxão, estourando os botões. Oh merda, ele está muito brabo! Ele me penetra, abafando meu grito com um beijo, ele não esta sendo nada gentil. Preenche-me completamente sem dó, chegando ao orgasmo rapidamente. Minha deusa interior surta, por que ele pode gozar e eu não? Droga! Christian sai de mim, sem me deixar gozar, agora quem esta furiosa sou eu! Percebo que estou de olhos fechados e penso em aproveitar a oportunidade para brincar, mas paro no meio do caminho, Christian bravo não é nada brincalhão.

-Da próxima vez, vou chamar Isaac – murmuro sem pensar. Christian rosna e se abaixa, metendo a língua em meu clitóris. Oh! Não demora muito até sentir meu corpo se convulsionar, conheço essa sensação. Gozo em sua boca, mas Christian não para. Droga! Ele esta indo longe de mais.

-Chri… Christian! – gemo – Pare. Eu estava brin… Brincando.

-Diga amor – ele rosna em minha virilha – VOCÊ. É. SÓ. MINHA.

-Sim – gemo – Sua.

Sinto-me feita de gelatina quando Christian me larga. Caio no chão sem conseguir acreditar no que acabou de acontecer. Meu Deus Ana, e quando ele descobrir que você recuperou todas as propriedades dele? Ele vai me deixar de cama por meses! Ted acaricia minha barriga, feliz. Não posso acreditar. Theodore nem saiu e já esta do lado do pai. Christian me ajuda levantar, beijando-me por todas as partes que consegue alcançar.

-Agora – sussurra em meu ouvido – Vamos almoçar Sra. Grey.

-Vamos – seguro sua mão e caminhamos até a saída.

Christian escolhe o restaurante mais caro de Seattle para me levar, se fosse alguns meses atrás, teria sido motivo de discussão, mas agora, estou acostumada a este mundo, sinto-me mais próxima de Christian do que nunca. Permito que ele escolha nossa comida e nosso vinho… Ou melhor, o seu vinho, já que para mim ele pede uma água com gás. Melhor não discutir, Christian já esta pronto para me dar palmadas.

-Então –ele começa – Conte-me o que o filha da puta do Isaac estava fazendo no seu escritório.

-Elena tirou tudo de você por causa de uma chantagem barata de Isaac – começo, sentindo-me estupida, sem motivos – Estava preparada para usar, sei lá, chantagens ou até mesmo a força, mas não foi preciso – olho ao redor, certificando-me que ninguém esteja nos ouvindo – Isaac acreditou que os papeis que eu tinha sobre a mesa eram um contrato de submissão, então assinou sem ao menos perguntar.

-Filho da puta – Christian resmunga.

-Mandei hoje, antes de entrar para uma reunião, que meu advogado fizesse um documento, passando todas as propriedades de Isaac para o seu nome, mas o incompetente fez para o meu nome – olho para Christian, ele esta boquiaberto e arregala os olhos – Passarei pra você assim que tiver tempo.

-Ana! – ele exclama apavorado.

-Isaac concordou em ajudar, hum, no bem comum – não consigo encarar Christian, ele deve estar furioso – Não tem que se preocupar com nada, juro.

-Meu deus! – ele pula da cadeira e me ergue num abraço de urso – Nunca vou conseguir agradecer por tudo que você fez! – murmura em meu ouvido.

-Fiz porque te amo, Christian – rio maliciosamente – Posso pensar em muitas maneiras diferentes de você me pagar.

-Isso é uma provocação, Sra. Grey?

-Sr. Grey – mordo sua orelha – Ainda não inauguramos o quarto de jogos, talvez hoje à noite…

-Agora – ele me puxa para fora, largando o cartão de credito e o pegando de volta rapidamente – Venha, vou pagar minha divida agora.

-Christian – engasgo só de pensar no que esta por vir – Eu preciso ir trabalhar!

-Não! – ele chama um táxi e me joga dentro, sentando ao meu lado – Você tem sua própria empresa, pode ficar em casa!

-Christian não! – mordo o lábio para esconder um sorriso – Eu realmente preciso ir. Você poderia passar á tarde comigo – proponho – Mas terá que se comportar!

-Acho que posso trabalhar fora da empresa – ele reflete, aceitando minha oferta. – Mas me comportar? – ela passa a mão no queixo, num movimento sexy. Minha virilha se contorce. Meu Deus! – Veremos sobre isso depois.

Temos ainda meia hora antes de voltar ao trabalho. Christian da ordens ao motorista, mas estou tão cansada que não consigo acompanhar. Alguns minutos depois, o motorista nos deixa num bairro desconhecido, pelo menos para mim. Christian sorri abertamente, ele realmente conhece o lugar. Ele me conduz até o fim do bairro, levando-me até um lugar abandonado. Oh Deus, aqui? Ele me conduz por uma entrada escura, passando por uma balconista e entrando em uma porta completamente cor de rosa. Oh merda! É um Sexshop! Christian parece estar completamente á vontade, ele cumprimenta a vendedora, que some imediatamente. Coro até o dedo do pé, seguindo-o de cabeça baixa.

-Vaginal ou anal? – sorri, divertindo-se.

-Você esta brincando, não é? – aponto para a loja a nossa frente – Christian!

-Precisamos renovar os estoques! – defende-se – Quero brincar, mas não vou usar nada em você que eu já tenha usado antes – em outra pessoa, completo mentalmente.

-Hum, vamos de vagar – oh, isso é realmente constrangedor – Que tal começarmos com o básico?

-Certo – ele me puxa para dentro. Quero morrer! – Vamos pegar óleos.

-Não esqueça das bolas de metal – ruborizo

-Jamais, Sra. Grey – ele me conduz entre as prateleiras, pegando um pouco de tudo. Jesus! Não vou andar por meses! Solto um suspiro ao ver um urso panda pequeno. Sem pensar, o pego e abraço, sentindo seu pelo macio.

-Você não quer abraçar isso – Christian ri.

-Por quê? – não vejo motivos.

Christian solta uma gargalhada, deixando-me confusa. Tira o urso de minha mão e arranca a cabeça. Merda! É um vibrador! Christian não consegue esconder seu divertimento ao ver minha reação. Estou mais vermelha que a camisola de cetim que ele pegou para mim, mas não me deixo intimidar. Envergonhada, corro até a próxima seção, fingindo analisar lingeries.

-Você é a mulher mais frustrante que conheço – ele me abraça por trás.

-Christian – balbucio – Você sabe que não sou nada experiente.

-Eu sei – murmura – Tem algo me incomodando.

-O que foi? – Droga, o que eu fiz agora?

-Anastásia, confio plenamente em você – ele me vira, encarando-me com os olhos cinza. Estão

-Christian, você esta me matando!

-Você esteve com alguém? – Oque?! Fito-o boquiaberta – Enquanto estivemos separados?

-Não! – grito – É claro que não! – estou furioso – Christian, minha única preocupação enquanto estivemos separados era cuidar do nosso bebê! Passei noites trabalhando para poder ganhar um bom salário e dar a ele tudo que merece!

-Ana, não estou duvidando de você – ele me abraça, enterrando seu rosto em meu cabelo. Relutante, agarro sua cintura e me enterro em seu cheiro gostoso – Isso estava me matando – sussurra em meu ouvido – Eu te amo.

-Eu te amo – afasto-me e beijo seus lábios.

-Ah, Sra. Grey – ele morde minha orelha – Não acho que aqui seria um lugar apropriado, ainda estou furioso com você – avisa-me.

-Eu sei – Droga! – Eu realmente queria lhe contar qual são meus planos, mas não creio que vá concordar.

-Concordo com qualquer coisa que você queira, Anastásia – uma lagrima brota em seus olhos, fico apavorada – Perdi você por cinco dias e pensei que iria morrer. Perder você por quase quatro meses… Prefiro o inferno.

-Eu sinto muito – murmuro arrependida.

-Não sinta baby – seco a única lágrima com um beijo – A culpa foi toda minha, fui o maior imbecil do mundo.

-É, você foi – concordo, achando graça.

-Esta rindo de mim, Sra. Grey?

-Sim, Sr. Grey – entrelaço nossos dedos – O que fará respeito disso?

-Ah, Anastásia – seus olhos se incendeiam. Paixão e desejo disputando o primeiro lugar – Hoje a noite, vamos jogar.

Minha deusa interior tira os óculos e larga o livro, pronta para voltar ao quarto de jogos. Oba!