50 Tons De Escuridão - Princípios Da Igualdade
11 Capítulo 9 -> Mágico, Inédito E Estimulante
Notas iniciais
quem sao as santas q fizeram isso? Lana Salvatore e Beija-Flor..obg lindas aqui esta o cap especialmente para vcs e as outras flores q encantam minha fic comentando...
acho q n deixei algo claro no outro cap: a Molly é uma empregada antiga do Dam q ele dispensou o resto do dia pra ter mais privacidade com a Lena ta? n é nenhuma ex!
ENJOY
- Gatinho! – Ouvi a voz que a que há tanto tempo não ouvia. Caroline, minha irmã pulava em meu colo enquanto se alinhava em meu peito.
- Care? Oh meu Deus! É você mesmo? – Afastei meu rosto do seu para poder olhar em seus olhos. Nem acreditava que minha irmã estava ali depois de tanto tempo. – Meu amor! – Voltei a abraçá-la a girando no ar. – Por que não me avisou que vinha, bebê? – Quis saber.
- Porque queria fazer uma surpresa gato, agora me deixe descer que estou faminta. – Caroline sempre seria Caroline com seu jeito mandona de ser. – Onde está a Molly? – Havia me esquecido completamente que tinha liberado todos os empregados (praticamente expulsado), para poder ficar com a morena que se encontra lá em cima. E agora a teria que apresentar a minha irmã. A dúvida era: o quanto íntimo isso soaria? Afinal, Caroline sabe minhas condições sexuais e sabe mais ainda do fato de nunca apresentar para ela uma submissa. Caroline pareceu perceber meu desconforto, porém, antes que ambos proferissem quaisquer palavras que fossem uma morena, a minha morena, entra descabelada e enraivecida na sala em que minha irmã ainda permanecia enlaçada a meu colo e rosna possessa:
- Que merda é essa, Damon? – Com o susto, Caroline pula de meu colo afora e passa a me fitar vergonhosamente. O silêncio permanece. Ninguém solta nenhum ruído e só é perceptível ouvir a pesada respiração de todos dada ao clima tenso presente no ambiente.
- Calma Elena. – Decido quebrar o silêncio desconfortável. – Essa é a Caroline. – Apresento. Tento quebrar a hostilidade presente em meus favoritos olhos cor de chocolate.
- Eu não perguntei quem é... Perguntei que merda ela estava fazendo em seu colo. – Rosna enfurecida.
- Calma ai gente. – Caroline levanta as mãos, aparentemente tentando apaziguar a situação, e se aproxima de Elena. – Eu sou a irmã do seu... Namorado, certo?... – Olha de relance para mim com um sorriso divertido nos lábios. -... E faz uns três anos que agente não se vê, portanto a saudade é perceptível de longe. O que você viu aqui foi apenas um gesto de carinho adotado por nós. – O alívio no rosto de Elena notável.
- Desculpe pela hostilidade. – Sorrio de leve. – Sou Elena. – Estende a mão que rapidamente é alcançada por Caroline. – Prazer.
- Ela não parece uma submissa, Gatinho. – Observa minha irmã deixando Elena constrangida. – As outras não podiam nem ao menos olhá-lo nos olhos. – Acrescenta.
- Nosso caso é... Digamos que é diferente Care. – Coço a cabeça em um notório ato de vergonha.
- Notei. Mas agora me diga. Será que tem alguma santa pessoa que possa fazer algo para eu comer? Estou faminta! – Joga as mãos para o alto em exasperação. Sorri de seu ato tão específico e particular. Elena não apresentava nenhuma reação parecendo estar constrangida com o andar da situação, todavia, eu a conhecia o suficiente para saber que estava levemente divertida com a nova conhecida.
- Dispensei a Molly, Care. – Respondi sorridente.
- Ow, ninguém sabe por que, não é? – Me lança um olhar acusador. – Então vamos ao shopping, o que acha? – Dá pulinhos de alegria, marca registrada da minha pequena maluquinha.
- Acho uma boa ideia, só espere eu tomar um banho e trocar de roupa, ok? – Assenti sorrindo de leve. – Você vem comigo, Lena? – Ergo uma sobrancelha a morena que estava quieta demais para meu gosto.
- Claro.
- Hey, você disse banho, ok? – Frisa o banho como se estivesse explicando para um adolescente o que fazer.
- Entendi. – Ergo as mãos em sinal de rendição.
Caminho até o banheiro de meu quarto, ciente de que estava ao encalce de minha morena gostosa. Chegando a encurralo entre a pia e meu corpo, que já se notava quente e com uma leve ereção.
- Você está tão quieta, o que houve? – Ronrono em seu ouvido, mordendo de leve o lóbulo. Ela suspira profundamente.
- Fiquei preocupada de que a Caroline fosse uma possível ex-submissa. – Revela.
- Oh... – Surpreendo-me e palavras são impossíveis de serem ditas nesse momento.
- Desculpe pelo surto. – Pediu... Envergonhada? Meu Deus! Achei que não viveria para presenciar a Gilbert envergonhada! Também, Deuso. Também.
- Nossa, é muito excitante te ver com ciúmes. – Lancei-lhe um sorriso malicioso.
- Não estou com ciúmes! – Vocifera.
- Você acabou de dizer que estava.
- Disse que estava preocupada e não com ciúmes. – Argumenta.
- Para mim é a mesma coisa.
- Negativo! Ciúmes é um sentimento de quem se importa e possessão é de quem é dono.
- Então você não se importa comigo? – Perguntei levemente decepcionado.
- Claro que me importo, lindo. – Ronrona me olhando maliciosa. – Será que a sua irmã vai se importar em esperar um pouquinho. – Morde os lábios.
- Quem se importa? – Seguro em suas coxas e a puxo para meu colo a fazendo enlaçar as pernas em minha volta. A levo até o banheiro aos beijos. – Vamos tomar um bem demorado banho de banheira. – Frisei a palavra bem, que estava carregada de promessas e malícia.
- Primeiro vamos tirar essa roupas. – Elena me ajudou com a camisa e logo depois foi para minha calça, desafivelando o cinto e a puxando com afobação. Espalmou as mãos pelas minhas pernas, subindo por minha coxa e chegando ao meu membro. O apertou enquanto eu, em vão, tentava de uma forma um tanto engraçada abrir a torneira da banheira. – Você precisa de ajuda? – Perguntou cínica ainda apertando o monte em minha cueca.
- Acho que sim. – Ofeguei.
- Deixe comigo. – Levantou da banheira, virou-se esfregando sua bunda empinada em minha ereção. Gemi sofregamente.
- Elena...
- O que? – Virou-se com um sorriso presunçoso.
- Você é muito perversa com o seu senhor.
- Não sou nada. – Entra na banheira deixando um espaço atrás de si vazio. – Você vem ou não? Afinal, a loira lá em baixo não vai esperar a vida inteira. – Ergue uma sobrancelha em um ato característico de quando esta ciente e tem certeza de que está certa. Aconchego-me atrás dela e passo a entreter-me com seus cabelos desalinhados.
- Posso dar banho em você? – Sussurro.
- Isso seria ótimo. – Pego o sabonete líquido sorrindo. Derramo em minhas mãos esfregando, em seguida, para formar uma espuma mais consistente. Espalho por suas costas fazendo uma massagem gostosa. – Oh, isso é muito bom. – Ela relaxa em meus braços e encosta a cabeça em meu ombro me dando acesso ao seu pescoço exposto e levemente úmido. Trilho uma linha de beijos e lambidas pela pele desnuda de seu pescoço e ombro enquanto minhas mãos, agora ousadas, apalpam seus seios enrijecidos. – Ah. – Geme entregue a mim.
- Vê como me importo com você? – Sussurro em seu ouvido. – Vê como faço de tudo para que se sinta bem? – Alcanço sua intimidade e a estimulo com os dedos. – Vê como fica molhada facilmente em minhas mãos? Você é perfeita para mim, Elena. Parece que foi esculpida especialmente para meus braços. – Viro-a para mim e ao mesmo tempo em que a beijo com fervor, enfio dois de meus dedos em sua intimidade molhada e pronta para me receber duro.
- Sim, Damon... Sua... – Geme. – Totalmente sua... – Puxa meus cabelos com força. Posiciona nossas intimidades, que se chocam, com violência. Morde meu pescoço, arranha minhas costas, aperta-se a mim com força e pressa descomunais. Todos seus movimentos são vorazes e selvagens aparentando querer se fundir a meu corpo. Apesar de molhados estávamos ambos quentes e suados e consequentemente, precisaríamos de um banho mais limpo e higiênico.
- Oh... Isso é tão gostoso... Amo estar dentro de você...
- Amo quando você está dentro de mim, bebê...
- Oh, minha linda...
- Dam... Eu to quase... – Dentro de nós tudo se aperta e sinto seu orgasmo mais que depressa a atingir enquanto um gemido, não grito, sai do fundo de sua garganta. Logo sou abordado pelo meu ápice, que me exausta assim como o dela.
- Nossa isso foi... Intenso... – Sorri em seu pescoço enquanto a aninhava em peito.
- Sempre é com você. – Deu-me um selinho rápido. – Precisamos de um banho. – Sorri malicioso. – De verdade, Senhor Salvatore.
- Vai dizer que não gostou do banho que dei em você?
- Quem não deve ter gostado foi a Caroline. – Rimos.
- O que você achou dela? – Perguntei meio inseguro.
- Eu não vou mentir. Gostei dela. – Soou sincera. – Gostei mais ainda de saber que ela é a sua irmã. – Franzi o cenho. Contava ou não contava? Isso era pessoal demais para ser contado a uma submissa? Afinal, Elena era apenas uma submissa? – O que foi? – Perguntou confusa.
- Eu sou adotado. – Assisti sua expressão se tornar incrédula aos poucos.
- Como? Você está brincando? – Gaguejou.
- Não estou.
- Como foi isso?
- Grace me achou no hospital quando eu tinha quatorze anos. – Respondi tentando soar tranquilamente. Esse era um assunto muito delicado e não tocava nele há muito tempo. Não sabia o porquê, mas queria me abrir com Elena, compartilhar meus medos e pesadelos com ela, ser sincero e verdadeiro com a mesma.
- Quatorze? Quem adota um adolescente? – Perguntou mais confusa ainda.
- Digamos que ela teve... Compaixão por mim ao me adotar... – Soei evasivo.
- Me explique melhor, por favor. Pode se abrir comigo. Confie em mim. – Sorrio compreensiva.
- Eu era abusado, Elena. Usado como um maltrapilho qualquer pela minha madrasta que me batia toda vez que meu pai saia para trabalhar.
- E ele não se separou dela por quê?
- Ele estava cego, louco e apaixonado. Motivo para não acreditar em ninguém mais a não ser ela. Afinal, quem creria no menino problemático que perdeu a mãe e não admite outra no lugar. – Sorri com amargura.
- E onde ela está agora?
- Eu não sei... – Uma lágrima escapou por meus olhos. Não... Não queria chorar, não queria que ela tivesse pena de mim, queria ser forte e mostrar que passou, ficou para trás. – Não importa. – Limpei a lágrima ímpar que agora umedecia minha bochecha.
- Me desculpe por fazer você tocar nesse assunto. – Desculpou-se pesarosa.
- Não tem problema. – Sorri. – Vamos sair daqui, bebê. – Ajudei-a a sair enquanto enrolava minha cintura em uma toalha branca Entreguei uma toalha igual para ela e caminhamos de mãos dadas, em silêncio, até o quarto. Vesti-me apressadamente enquanto a olhava, de costas, passar um creme hidratante pelas pernas torneadas. Molhei os lábios, ela vestia apenas uma lingerie vermelha rendada. Aproximei-me devagar e faminto, um exato predador, abracei suas costas e plantei um beijo ao meio de seu ombro e pescoço. – Você sabe o quanto eu gosto de te ver trajando vermelho. – Sorrio mordendo o lóbulo de sua orelha.
- Sei. – Vira-se para mim. – Você já me disse.
- Já? – Franzi levemente o cenho.
- Você não tem ideia das coisas que me diz durante o orgasmo. – Gargalha e naquele momento identifico um de meus sons favoritos, agrado-me de ser o causador disso e passo a querer fazê-la rir mais.
- Vou tomar nota disso e me precaver da próxima vez.
- Já passamos por tantas coisas juntos, percebe isso? Estamos cada vez mais íntimos. – Nota. Fito-a com adoração. Essa mulher me fez passar por tantas coisas que até um tempo atrás bateria em quem ousasse dizer que passaria por isso. Um desejo imenso se acendeu em mim quando a conheci, fiquei louco de tesão, fiquei obcecado, confuso, duro, saciado, louco de novo, amedrontado, consternado, duro mais uma vez (sempre fico assim perto dela), íntimo de alguém, romântico e agora olhando para trás vejo por quantas coisas passamos e não penso em um futuro onde não esteja tendo um orgasmo ou aninhando Elena Gilbert em meus braços. – O que foi? – Ela percebe que estou longe. A olho, com mais adoração ainda.
- Eu adoro você, Elena. De verdade. – Olho nos seus olhos profundamente, exalando toda sinceridade que consigo reunir. O comentário a desarma totalmente e não vejo a Elena confiante, intimidadora e dominadora, vejo a Elena... Apaixonada? – Eu estava pensando no que a Caroline disse e você não é apenas uma submissa. – Seu olhar estava atentamente ligado ao meu, nem ao menos piscávamos. – Você é bem mais, eu... Eu não me vejo em mundo sem você, sem seu cheiro, seu beijo, seu abraço. Sei que não é meu estilo falar isso, mas... Eu não sei o que estou sentindo eu... – Levo minha mão ao seu rosto, o acariciando.
- Você o que? – Não sinto nada, nem sua respiração. Estava confuso e perplexo com a emoção embutida em minhas palavras.
- Eu te...
- DAMON! – Um grito nos tira de nossa bolha particular. Caroline... Ela entra em meu quarto, enfurecida. – Eu tomei banho, comi, assisti a uma série antiga e chata, liguei para nossos pais, chorei assistindo “Um Amor Para Recordar”, tomei outro banho e agora estou aqui por que se não fomos ao shopping agora não dá tempo de apresentamos a Elena a nossos pais. – Respirou profundamente depois de seu interminável discurso sem pausas.
- Calma Care. – Fui a seu encontro com as mãos erguidas em sinal de paz. – Eu estou pronto, vamos agora, você já assistiu a esse filme umas trinta vezes e... Como assim jantar com nossos pais? – Perguntei confuso.
- É bobo, quando disse à mamãe que você estava namorando, ela pirou! – Pulou de alegria. Olhei para Elena procurando socorro, mas ela apenas ria da situação.
- Como assim? – Vociferei. – Você... Disse à mamãe que eu estou... Eu não estou namorando, Caroline Salvatore! – Joguei as mãos para o ar em exasperação.
- Não está. – Bufou contrariada. – Se ela fosse sua submissa estaria transando com você em seu quarto? Sem algemas? – Perguntou como se fosse óbvio. – Se ela fosse sua submissa estaria ouvindo nossa conversa? E se ela não é sua submissa, o que é então?
- Ela é... É... Não importa! Não interessa a você. – Respondi irritado.
- Interessa sim, porque eu me preocupo com você. – Disse agora mais calma. – E se você não sorri desde que aquela vadia assassina fez isso com você, até aparecer uma mulher incrível e linda. Eu não a considero submissa. – Sorrio agora em direção a Elena que observava tudo calada.
- Tudo bem, Care. Eu vou ao jantar com a Elena. – Me virei em uma pergunta silenciosa à morena que assentiu silenciosa.
- Estou esperando vocês lá em baixo. – Car disse antes de sair fechando a porta atrás de si.
- Nossa, ela tem o poder de te deixar muda. – Ri.
- E de tirar qualquer coisa de você. – Enrugou o cenho. – Jantar na casa dos seus pais, Damon? – Perguntou incerta.
- Exatamente. – Abracei-a cheirando seu pescoço.
- O que ia me dizer?... Antes de a Caroline aparecer? – Meu sorriso sumiu.
- Nada demais. – Respondi constrangido.
- Tudo bem. Vamos descer? – Assenti.
...
Passamos à tarde no shopping, compramos de tudo, também pudera, estávamos ao lado de Caroline Salvatore, a pessoa mais compulsiva de toda América e possivelmente de todo o mundo. Lanchamos e fomos direto para casa de meus pais. Apesar de conhecer e tirar de letra seus “jantares familiares”, para no mínimo 150 pessoas, estávamos adequadamente vestidos.
Reconheci de imediato à fachada da grande mansão Salvatore. O gramado recém e devidamente aparado, as pequenas orquídeas, favoritas de minha mãe, o caminho apedrejado que dava ao jardim de trás, onde eram feitas as festas e a magnífica piscina. A cada passo sentia o olhar especulativo das pessoas queimarem em nós.
- Por que está todo mundo olhando. – Perguntou Elena.
- Outra primeira vez. – Sorri.
- Qual?
- Primeira mulher a me acompanhar na casa de meus pais. Vem bebê, a Grace está bem ali. – Estava afobado e ansioso, me sentia como uma criança prestes a ganhar doce.
Localizei minha mãe que conversava com algumas amigas ao mesmo tempo em que ditava ordens aos empregados. Chamei Elena para se juntar a mim enquanto me aproximava da bem vestida Dona Grace.
- Adivinhe quem é. – Sussurrei com minha voz rouca tapando seus olhos com minhas mãos. Senti seu sorriso.
- Filho, como vai? – Virou-se me abraçando amorosamente.
- Bem, mãe. Essa aqui é Elena Gilbert. – Mostrei-a a morena que trajava vermelho, com uma sensual promessa oculta. – Elena essa é Grace Trevelyan Salvatore. – Minha mãe praticamente pula no colo de Elena e a abraça com fervor.
- Prazer querida. Damon que bom que finalmente me apresentou uma garota! – Exclamou com euforia. – Tudo bem, filho?
- Sim, mãe. Gostou da Elena? – Perguntei inseguro, afinal, era a primeira garota que conhecia meus pais.
- Sim, ela é maravilhosa. – Sorria para Elena que corou violentamente.
- Obrigada, senhora Salvatore.
- Apenas Grace, querida. – Sorrio. – Onde está a Caroline. – Bufei. Ela tinha nos trocado pelos fotógrafos. Típico da minha irmã.
- Adivinha? – Perguntei sarcástico.
- Fotógrafos. – Riu. – Bom, fiquei a vontade. Logo a Rebekah se juntará à vocês. – Beijou meu rosto antes de caminhar a seus afazeres.
- Quem é Rebekah? – Perguntou Elena, curiosa.
- Minha outra irmã. – Sorri com carinho e orgulho.
- Ah sim. – Sorrio. – Eu adorei a Grace, ela é tão espontânea e elegante. Um doce de pessoa.
- Sim, ela é minha salvação. Minha família inteira para falar verdade. – Sorri com adoração. – Mudando de assunto, eu já disse o quanto você está bonita e... Sexy? – Ronronei.
- Não que eu me lembre. – Sorrio maliciosa.
- Você está linda. Mas tenho certeza que ficará mais linda sem essas roupas. – Descansei a mão em sua coxa alisando de leve e provocando arrepios. De repente uma ideia surgiu em minha mente. Fui interrompido por uma voz que conheceria de longe.
- Olha ai a futura “Senhora Salvatore” – Virei dando um abraço apertado em meu pai. – Sou o Carrick, prazer. – Estendeu a mão em cumprimento.
- Elena. – Segurou a mão de meu pai com um sorriso amigável. – Prazer, Senhor.
- Apenas Carrick, para que tanta formalidade se estamos entre amigos e família, não é mesmo? – Virou-se para mim. – Como está a ST, filho?
- Está ótima pai, fechei um negócio com a Elena recentemente que está alargando as possibilidades da empresa. – Sorri orgulhoso tanto por mim como pela mulher ao meu lado.
- Oh, Elena também é do ramo dos negócios? – Perguntou meu pai claramente curioso.
- CEO Gilbert. Do ramo de publicidade. – A abracei em uma posição dominante quando senti um ex-colega de classe a fitando com malícia.
- Isso é ótimo. Agora vou atrás de sua mãe se não ela não descansa. Fiquem a vontade. – Mal meu pai tinha saído, Tyler tinha chegado perto de mim enlaçado a uma mulher vulgar.
- Salvatore, há quanto tempo. – Sorrio malicioso.
- Lockwood. – Disse com desgosto. – Sinto por não poder dizer que é um prazer ter você aqui. – Sorri cínico.
- Quem é a bela dama? – Ignorou meu comentário olhando profundamente para Elena que corou.
- Não lhe interessa. – Disse antes de fugir daquele lugar puxando a morena a meu lado de uma forma possessiva. – Vem comigo. – A puxei até meu antigo quarto. Iria por em prática minha ideia infame. Abri a porta enquanto assistia Elena olhar para meus pertences, abismada, soltando leves sorrisos de vez em quando.
- Esse era seu quarto? – Perguntou divertida.
- Sim, eu era um adolescente normal. – Sorri burlesco.
- Karatê? Meu Deus você lutava Karatê! – Gargalhou olhando atentamente meus troféus de primeiro lugar. – Você era faixa preta?
- Sim. – Respondi insolente.
- Um lado seu inimaginável.
- Gostou?
- É tudo tão... Qualquer coisa menos, eu quero te amarrar e me tornar seu dono. – Olhou jocosa.
- Dono? Gosto disso. – Abracei-a pela cintura mordendo sua bochecha.
- Sim, meu dono. – Sorrio. – Mas também sou sua dona. Você é meu. – Alcançou minhas nádegas a apertando. Gemi. A puxei para um beijo profundo que tomava urgência a cada momento. Localizei seus seios e estava pronto para acariciá-los quando Caroline abre a porta cortando qualquer clima instalado no quarto.
- Ah, podem parar com isso... Procurei os dois pela casa inteira... Quero muito conversar com a Elena e apresentar meu quarto para ela... Ah sim, Rebekah está lá em baixo e quer vê-la. Ela prometeu nos levar para o shopping amanhã, você deixa Dam? – Implora com as mãos juntas.
- E o que essas três gatas vão fazer sozinhas no shopping? – Ergo uma sobrancelha. – Amanhã não é dia de ir ao shopping. Você já foi hoje, Care. Só vão se eu for.
- Aprenda uma coisa, irmão: TODO DIA É DIA DE IR AO SHOPPING! Ah, e é claro que você pode ir, será útil para carregar as compras. – Sorrio sapeca.
- Ah, mais é muito insolente essa Barbie viu! Corre Care, se te pego te mato de cosquinha. – Corri atrás dela a fazendo soltar um gritinho fino e sair correndo. Ri de sua falsa exasperação.
- Fica cada vez melhor em? – Riu Elena com ironia.
- Essa é minha família, Baby. Sempre será assim. – Beijei levemente seus lábios antes de sairmos porta afora.
(***)
Mal podia por em pensamentos o quanto era feliz ao lado de Damon. Confesso que senti muito medo ao conhecer a Caroline e vê-la enlaçado no colo de MEU homem, mas depois tudo foi esclarecido e até gosto dela, ela é uma boa pessoa e ama o Damon assim como... Deixa para lá... Mudando de assunto Rebekah também é uma ótima pessoa, afinal toda a família Salvatore, apesar dela ter um temperamento um pouco mais instável. Nos demos super bem e ontem voltamos do shopping, carregadas de compras.
Pois é, hoje já é segunda-feira, ou seja, rotina, trabalho e etc. Hoje também é o dia em que fico na empresa com o Damon, pois ele já assinou o contrato. Por falar em Damon, cada dia, me arrependo mais do motivo de tê-lo conhecido. Ele se mostrou totalmente adverso ao que Klaus descreveu e de longe é a melhor pessoa que conheço e não sobrevivo sem. Assim como ele mesmo declarou, não vivo mais sem sua presença, seu cheiro, seus beijos, portanto estarei a desfazer meu acordo e casamento com Klaus nos próximos dias.
Mas agora quero esquecer problemas, contratos, trabalho e... Ops, trabalho não! Isso é o que mais rodeia minha mente: Meu primeiro dia de trabalho com o Dam, e as safadezas ocultas que iremos fazer na sua mesa de trabalho. Ah, meu sonho de consumo é ser comida naquela mesa desde que o vi pela primeira vez! Portanto agora mesmo estou tratando de pisar no acelerador para chegar mais rápido.
- Rose o Senhor Salvatore está a minha espera não é mesmo? – Pergunto a sua secretária que olhava algumas coisas em seu Mac. Ela sorriu para mim e assentiu. Gostava da Rose, ela era eficiente e recatada, sem malícias e segundas intenções como vários trabalhadores hoje em dia. Ela era... Diria que única e inigualável. Fiz um leve aceno com a cabeça antes de entrar em minha nova sala. Deixei minha bolsa em minha mesa e retirei meu sobretudo. Apesar de primavera, um clima frio se formava em NY esta manhã. Abri a porta embutida que dava para sala de meu moreno e o fitei sentado em sua cadeira giratória, trajando um terno e calça de cores preta junto a uma camisa branca justa com os primeiros botões abertos, falando ao telefone. Ele estava terrivelmente sexy e gostoso. Entrei o olhando profundamente enquanto desligava com a promessa de ligar novamente mais tarde.
- Algum problema, Sra.ª Gilbert? – Ergueu uma sobrancelha.
- Quero que você me coma em sua mesa de trabalho, senhor. – Fui direto ao ponto, sem joguinhos e me diverti com sua expressão de espanto e incredulidade.
- Co — mo? – Gaguejou.
- Isso mesmo, sabe sempre quis ser comida nessa mesa, desde a primeira vez que entrei aqui. – Sorri lasciva. Ele rapidamente entendeu que falava sério e me lançou um olhar malicioso.
- Venha até aqui. – Ordenou com seu alter ego dominador. Retirou sua camisa, botão por botão, enquanto molhava os lábios sexymente. Caminhei até ele em passos lentos e sensuais. – Dispa-se. – Disse rispidamente, seus olhos brilhando em luxúria.
- Sim senhor. – Rapidamente desabotoei minha blusa apresentando meu sutiã roxo rendado.
- Você gosta muito de lingerie rendada, não é mesmo? – Notou.
- Sim senhor. – Damon sentou-me na mesa abrindo minhas pernas. Ergui-me para dar mais acesso a suas mãos que, ávidas, tiraram mina saia rapidamente.
- Você é um deleite para meus olhos, Sra.ª Perdição. – Sorrio lascivo.
- Sei que sou senhor. – Sussurrei em seus lábios antes deles serem tomados por um beijo com volúpia. Damon retirou sua gravata cinza prateada, aquela que mais amo, usada no quarto de jogos, amarrou-me com as mãos para trás.
- Você amarrada a minha mesa passou a se tornar uma de minhas visões favoritas. – Sorri maliciosa.
- Melhor será quando você estiver dentro de mim, acredite.
- Sem pressa, Lena. Antes quero que você me chupe. – Tira sua calça junto a sua cueca. Desce-me da mesa, rapidamente me ajoelho a sua frente e abocanho seu membro sem mais delongas. – Oh... Isso é tão bom... – Geme.
De fato era uma sensação primordial. Tanto para mim quanto para ele. Muitos não curtem sexo oral, por acharem que só um recebe o prazer. Eu discordo plenamente, acho que é prazeroso para quem recebe igualmente também para quem faz por poder ouvir os gemidos e ver a expressão de seu parceiro.
- Lena, não pare. – Pede totalmente rendido. Sorrio mentalmente. Mesmo amarrada ainda é ele o submisso. Por isso me empenho esforçadamente em meu trabalho, rodeando a língua e ralando os dentes por sua extensão. Levei seu membro até o fundo de minha garganta com voracidade o sentindo tremer ao mesmo tempo em que expelia em minha boca seu gozo delicioso. – Ah. – Gemeu por uma última vez jogando a cabeça para trás.
- Gostou meu senhor? – Pergunto inocente.
- Muito, mas agora é minha vez de te dar prazer. – Sorri macabro. – Antes irei vendá-la para aumentar o prazer. – Dito e feito, pouco segundos depois estava vendada com outra gravata, uma reserva que ele pegou em sua gaveta, espero eu, não gosto do pensamento que ele trazia submissas para cá, e apenas de calcinha enquanto ele chupava meu seio esquerdo e massageava o direito. Eu apenas gemia, sem ter capacidade de fazer algo mais.
- Damon... – Gemi sentindo-o rasgar minha calcinha com os dentes. – Colocar sua boca ai é covardia. – Suspirei frustrada quando o senti se afastar.
- Sou seu senhor e já lhe disse que não terei piedade. – Meu Deus! Tenho absoluta certeza que posso ter um orgasmo apenas com sua voz quente e incrivelmente máscula. – Agora fique quieta. – Segui sua voz e sei que ele está fuçando em suas gavetas à procura de algo. – Hum... Você vai gostar... – Ri. -... E muito. – Completa.
- O que é? – Pergunto curiosa.
- Surpresa. – Cantarola evasivo.
- Ah não. – Bufo irritada e sei que ele aumentou seu sorriso cafajeste mais característico.
- O bom é que isso é comestível e gostoso. – Sinto-o colocar algo... Lá... Meu Deus é quente e frio ao mesmo tempo, uma sensação estimulante que leva à loucura. Damon trilhou beijos de meus seios até minha virilha, não sem antes deixar uma marca de mordida em meu ventre. Estava sentada em sua mesa com as pernas abertas e incrivelmente excitada, não faltaria muito para gozar. – Você gosta quando eu faço assim? – Perguntou ao soprar minha intimidade, senti aumentar o calor de minha virilha para baixo.
- Sim. – Minha voz era apenas um sussurro devido à minha excitação.
- E assim? – Sugou levemente meu clitóris.
- Ah... Damon... – Ele parou rapidamente puxando meu cabelo com fúria.
- Sou seu senhor, já disse! – Ralhou irritado. – Repita isso e não a penetro! – Ameaçou.
- Oh não! Perdão meu senhor! – Implorei.
- Melhor assim. – Voltou sua boca para minha intimidade rapidamente, deu um beijo de leve antes de sair novamente. Esta demora estava me matando aos poucos. – Esse gel vai levá-la ao céu, se é que você já não está lá. – Riu malicioso. Espalmou o gel pelo meu corpo fazendo uma massagem gostosa, meu Deus! Minha intimidade estava tão molhada que fazia cosplay de cachoeira.
- Ah, meu senhor, por favor... Eu preciso... – Gritei exacerbada.
- Tenha calma, Bebê. – Riu debochado.
- Não... Por favor... – Sussurrei.
- Tudo bem, só porque você pediu com carinho, minha morena. – Ronronou mordendo o lóbulo de minha orelha.
- Sim... Sua apenas sua... – Suspirei. – Ah, meu Deus! – Senti-me sendo invadida aos poucos por seu membro grosso. Ele apenas riu de minha exasperação.
- Vou me mover, minha linda. – Alertou.
- Sim, por favor, rápido. – Implorei aos gritos. Ele aos poucos foi movendo-se e estocando ao mais fundo dentro de mim. Quando estava totalmente enterrado em minha pude contemplar os sons de seus gemidos contidos e abafados. Gemi intensamente sentido o estimulante quente atingir o ponto mais íntimo e erógeno de meu corpo. Aquela sensação era mágica, inédita e estimulante. Estávamos conectados de todas as maneiras possíveis e inimagináveis, não apenas fisicamente. Isso já era mais que perceptível e notório. Estávamos mais safados, mais íntimos e unidos, não tínhamos só um contrato, tínhamos uma amizade, um tanto caótica, confesso, mas mesmo assim um sentimento insubstituível. – Ah, isso é perfeito.
- Gostosa. – Gemeu entre dentes.
- Que delícia, meu senhor. – Em meu interior estava tudo se contraindo e meu orgasmo veio com fervor e arrebatador, mais uma vez me acabando tanto por dentro, quanto por fora.
...
Cheguei à suíte, acabada. Logo após nossa “Brincadeirinha”, trabalhamos como loucos desempregados. Terminei o expediente e rumei logo para meu local de conforto. Sentia falta do Damon, seu cheiro, seu gosto, todos estavam impregnados em meu corpo e minha alma. Sorri com o pensamento. Virei-me ainda sorrindo ao sentir alguém abraçar-me por trás. Despedacei-me com o que vi. Oh, não...
- Você...
(***)
Estava com um sorriso que poderia iluminar toda New York em uma noite de Backout. Estava em meu carro dirigindo a caminho de minha morena, não conseguia ficar mais um minuto sem ela e a essa noite iria a trazer para casa, estávamos passando muitas noites juntas e uma a mais não iria matar não é mesmo?
Cheguei ao hotel já conhecido e fui entrando sem ao menos sem anunciado, subi ao elevador e apertei o botão da cobertura. Batucava na parede, em que estava encostado, impaciente. Pulei fora daquela cabine desconfortável assim que chegou a seu destino. Bati a porta da suíte de Elena, porém ninguém atendeu. Notei que estava aberta e entrei.
A suíte se encontrava deserta sem quaisquer barulhos, murmúrios ou nada notável as meus ouvidos apurados. Entrei devagar temendo que algo de ruim tivesse acontecendo a minha morena linda, se algum ladrão ou pervertido estivesse com ela iria morrer em minhas mãos. Ouço algo em seu quarto de jogos improvisado e caminho até lá, meu Deus são... Gemidos? Abro a porta, preocupado e logo minha expressão morre assim que vejo o que implorava não ser verdade... Elena em cima de um homem na cama... O dominando enquanto ele estava amarrado à mesma. Engulo em seco enquanto uma leve e sôfrega lágrima salta de meus olhos terrivelmente azuis, agora tristes.
Sai o mais rápido daquele quarto, tendo cuidado para não fazer quaisquer ruídos que fossem. Não queria que ela me notasse ou soubesse que eu estava lá. Ela não precisava de mais motivos para caçoar de mim com seu... Amante... Ela não tinha o direito de fazer isso comigo, logo eu que fui tão sincero e verdadeiro para consigo. Logo eu que me apeguei tão fortemente a ela, de tal maneira inseparável. Como dizem os apaixonados, “O destino brinca com as pessoas...” E ele estava brincando comigo, mas eu saberia me vingar...
Continua...
Notas finais
gente so pra deixar claro eu to desde onze horas escrevendo esse cap e n durmi (olha q ja sao quase 10hrs) so pra postar, espero q como agradecimento teja muitos reviews...
cosplay de cachoeira > creditos Mystic Fail canal do youtube muito bom, recomendo
bom, tentei caprichar nos hots, mas se n foi do agrado de vcs, levem em consideraçao q so tenho 14 anos e ainda nem sei oq é beijar ok? mas tentei!
mais 5 recomendaçoes, mais um big cap
Beijos e ate a proxima
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