Notas iniciais
ta ai o cap q o Dam domina...boa leitura...

Amarrados um ao outro, sedentos de desejo e envolvidos em um jogo perigoso. Era assim que eu e a Elena nos encontrávamos. Não pensávamos em mais nada, além de sexo, desde que finalmente firmamos aquele estranho acordo sadomasoquista, onde revezávamos quem domina e quem se submete. Bom, era a minha vez de dominar essa fera selvagem e voraz, e realizava isso com destreza.


Confesso que apesar de ser um ótimo dominador, tenho gostado das trepadas sacanas que ultimamente tenho praticado com a sexy Sra. Gilbert. Ser dominado tem uma melhor perspectiva quando se trata dela.



Agora minha língua habitava seu local favorito a partir de então, a intimidade de Elena, chupando e girando ao redor, ralando os dentes de leve e puxando o clitóris, arrancando gemidos e urros profundos de sua garganta.



– Damon... Por favor... – Puxou violentamente as algemas que a prendiam na cama. Um vislumbre passou por minha cabeça enquanto Elena implorava por mim... Eu implorando a “Vadia Assassina” me veio em mente, me fazendo empenhar-me mais na tortura.



– Não vou ter piedade com você, Elena. – Desferi uma forte tapa em suas nádegas, fazendo assim com que ficasse avermelhado o local. – Aqui não sou Damon, não sou bonzinho e sou seu senhor. – Rosnei antes de atingir o mesmo local com outra tapa. Elena me olhou assustada. Sim! Era assim que eu a queria assustada, implorando... Clamando pelo seu senhor, seu dono, seu amante...



– Sim, senhor. – Respondeu com uma fina e quase inaudível voz. – Perdoe-me. – Choramingou.



– Talvez, não sei se você merece... Eu irei dar apenas cinco chicotadas e quero que você conte certo? – Ela apenas assentiu.



– Um... – Disse após a primeira chicotada. – Dois... Ah... – Gemeu.



– Sem gemer, Elena. – Vociferei enquanto assisti ela se encolher ao mesmo tempo em que meu ego sentia-se revigorado.



– Três... – Chicoteada. – Quatro. – Mais uma. – Cinco. – A última seguida de um suspiro fraco de alívio.



– Ótimo, agora chupe. – Enfiei o chicote em sua garganta, ela rapidamente começou seu trabalho com ele me fazendo ficar cada vez mais excitado.



– Chega. – Puxei-o com tanta rispidez quanto o enfiei. – Você sabe o quanto é excitante te ver amarrada assim? – Desafiei. Levei o chicote até seus pelos púbicos e a senti estremecer. – Viu como você se molha toda com essa dor? – Desafiei novamente.



– Eu gosto de um homem que sabe infligir dor certamente, senhor. – Sussurrou.



– Gosta. – Joguei para longe aquele chicote subindo de gatinho em cima dela. – Você gosta de como eu como você? – Ronronei. Raspei meus dentes de leve no lóbulo de sua orelha.



– Sim. – Suspirou.



– Sim o que? – Puxei seus cabelos com força.



– Sim, senhor.



– Isso. – Gemi em pura excitação.



– Por que você não me come logo? – Perguntou irritada.



– Porque quem manda aqui, sou eu, Baby. – Ri com deboche.



– Ah...



– E quem manda em você também sou eu... – Desci beijos por seu queixo, pescoço e cheguei finalmente aos seios, onde lambi e chupei com força.



– Ah... Sim... Sua... Senhor... – Gritou exasperada.



– Isso... Minha... – Arranquei rapidamente, afobado, minhas calças, e, sem me preocupar com o uso de proteção penetrei-a.



– Ah... Finalmente... – Ela mexia os quadris ao mesmo tempo em que eu saia e entrava em si. Movíamos em sincronia total, gemendo incoerente e beijando-nos loucamente. Sai antes de entrar duro, com força e sem medo de ser feliz. Cheguei o que eu perdi?... Ah, você está ocupado. Que bom que percebeu. – Respondi ironicamente meu Deuso interior. Não precisa ser grosso, finalmente dominando a Gilbert, achei que não conseguiria por sua sexualidade posta a prova... Calado! Afundei-me mais em Elena mandando meu inconsciente e as merdas que fossem para aquele canto.



– Isso, gema meu nome Elena. – Mordi forte o seu pescoço.



– Dam... Ah... – Senti que ela estava próxima, mas que relutava a se entregar antes de mim. Não é fácil dominá-la. Nem um pouco!



– Goze Elena, vamos. Se entregue a mim. – Estoquei uma última vez, com ainda mais força, e a senti se entregar a um digno e delicioso orgasmo. Entreguei-me ao meu ápice antes de deitar a cabeça no vale entre seus seios.



– Nossa... Isso foi..., ótimo... – Sorrio.



– Sim, eu disse que você iria gostar de estar amarrada comigo em uma cama. – Gabei-me soltando um riso presunçoso e um tanto arrogante. Típico Damon Salvatore.



– Não me arrependi em nenhum momento. – Riu. – Mas me diga uma coisa, você gostou do meu quarto de jogos?



– Não é muito completo como o meu, mas... Dá para o gasto. – Debochei.



– Isso foi o melhor que meu funcionário conseguiu fazer, tendo em conta que estamos em um hotel. Agora dar para me soltar? – Arqueou a sobrancelha.



– Não se esqueça de que quem está no comando sou “EU”. – Frisei a última palavra.



– E não se esqueça que o combinado era uma transa por vez e você já teve a sua... Agora é “MINHA” vez. – Frisou também.



– O combinado eram dois orgasmos por vez. – Rebati.



– Negativo, apenas um. – Aumentou algumas oitavas da sua voz.



– Você me deu dois. – Argumentei.



– Não dei não.



– Deu sim!



– Não!



– E o boquete? Não conta como orgasmo?



– Conta mais você fez oral comigo! – Exclamou com raiva.



– Mas não ganhei o orgasmo.



– Porque você quis sair e penetrar logo!



– Porque VOCÊ estava gritando como louca para eu te penetrar!



– Que não me desses ouvidos, oras. – Disse entre dentes, ambos estávamos com o tom de voz bem elevado nesse momento.



– E ter de ver você tendo um ataque do coração? – Ironizei.



– Não seja presunçoso, Salvatore.



– Não seja desonesta, Gilbert.



– Como assim?



– Eu te devo um orgasmo e te darei oportunidade para ter um, mas não agora. – Soltei suas mãos com habilidade e rapidez. Assisti ela passar de irritada para perplexa comigo. – O que? – Perguntei mesmo já tendo ideia de sua irritação.



– Você é tão... Frustrante! – Jogou as mãos para cima em exasperação.



– Mas você adora me ter. –Gabei-me.



– E eu te tenho? – Sorriu sacana.



– Er... Você entendeu. – Praguejei mentalmente por ter gaguejado.



– Claro. – Sorrio sarcástica.



– Com fome?



– Não de comida. – Sorrio maliciosa.



– Você é impossível, nunca se cansa? – Olhei-a incrédulo.



– Não. Quando estou com você sou uma predadora insaciável. – Ronronou.



– Elena... Não podemos, temos trabalho, afinal hoje ainda é terça-feira... – Suspirei sentido-a apertar com força minhas nádegas enquanto beijava e lambia meu pescoço. – Eu que devo dominá-la... Para... – Elena escorregou sua mão para meu membro, que impressionantemente, já estava duro e ereto. – Golpe Baixo! – Exclamei antes de mandar minha sanidade e relutância para o espaço...



(***)



– Ah! – Anastasia gemeu antes de se entregar ao orgasmo. Deitou-se a meu lado com sua respiração ofegante. – E então? Gostou?



– Sabe que não. – Rosnei.



– Ah, adoro quando rosna para mim. – Lambeu meu peito onde se distribuía cortes profundos que sangravam abertamente. – Eu já disse como você é delicioso? – Olhou para mim com ternura.



– E eu já deixei claro o quanto a odeio? – Perguntei ríspido.



– Puxa Dam, não precisa ser grosso, afinal todos os seus orgasmos são meus. – Gabou-se.



– Grande merda, como de qualquer outro garoto que você estuprou.



– Own, ele está com ciúmes dos garotos com quem eu transei? Vou te contar um segredo... – Aproximou-se de meu ouvido. -... Eram todos uns bandos de garotos, bebês em fraldas, nenhum foi homem o suficiente para segurar tudo que eu fiz, todos precoces, mas você é um amante incorrigível. – Mordeu meu lóbulo. – Meu... Só meu, Damon. A propósito diga para a sua amiguinha ficar longe de você se não quiser morrer.



– Deixe a April em paz. – Cuspi as palavras.



– Ah, a vadia tem nome?



– É sério Ana, ela não representa perigo, eu sou seu. – Fiz uma tentativa falha de sorriso malicioso, ela, porém, pareceu acreditar.



– Que bom que sabe. – Aninhou-se em meu peito sorrindo. – Eu te amo...



– Como? – Franzi o cenho.



– É isso que você ouviu seu bobo, te amo. – Aconchegou-se melhor antes de pegar no sono.



...



Acordei com a visão, de relance, de Stefan. Ele estava com uma carranca em seu rosto e algo parecia não lhe agradar nem um pouco. Anastasia levantou-se e olhou-o por um tempo com um misto de irritação e desafeto.



– O que quer? – Perguntou seca e ríspida.



– Creio que é a minha vez, não? – Stefan perguntou terno para a mulher a sua frente, que soltou uma estrondosa gargalhada.



– Não vê que estou aproveitando de algo melhor? – Debochou.



– Fala dele? – Apontou para mim incrédulo. – Ele nem de longe é um bom submisso, é desobediente e orgulhoso. – Disse rancoroso.



– Mas eu o amo.



– Como é que é? Então quer dizer que Ana Steele quebrou uma regra a se considerar se apaixonando por seu submisso, que por sinal a odeia. – Stefan tinha as mãos ao queixo fingindo estar pensando.



– Cale a boca e saia daqui!



– Vai se arrepender. – Saiu batendo a porta no final.



– Não ligue para ele, Dam. Ele é só um mal-amado prepotente, é você que eu quero. – Como se me importasse quem a vadia quer, eu queria era me ver livre disso.



...



Anastasia serpenteava em cima de mim mais uma vez neste dia, ela parecia querer prolongar isso ao máximo, estava mais carinhosa e todo momento sorria demonstrando afeto. Ouvi um forte estrondo antes da voz que queria que irrompesse neste momento há dois anos.



– Damon? – Meu pai se encontrava na soleira da porta, atônito.



– Oh, Robert, não é isso que está pensando. – Sua vadia e imprestável mulher apressou-se em dizer.



– Na minha casa Ana, na minha cama? Com o meu filho? – Gritou ainda não acreditando no que via. Também como poderia? Sendo isso um absurdo. – Sua vadia. – Desferiu uma tapa em seu rosto o fazendo sangrar.



– Por favor, eu posso explicar. – Choramingou.



– Não pode. Stefan, amarre ela e ligue para a polícia. – Papai virou-se para seu outro filho. Stefan, porém não se mexeu. – Stefan, filho. Vamos.



– Não posso. – Stefan tinha um olhar sombrio. Estremeci.



– Ora, por quê?



– Porque a amo. – Todos se silenciaram depois disso, eu já estava antes, mas... Tanto faz! Mal se ouvia as respirações dos presentes. – Me desculpe. – Stefan sacou uma arma, não sei de onde, e apontou-a para nosso pai.



– Stefan pare com isso! – Exclamei. – Stefan!...



(***)



Damon dormia calmamente a meu lado, ele estava exausto depois que eu o dominei, podia me acostumar com isso... Todavia seu sono não aparentava ser muito calmo, ele a todo o momento soltava suspiros pesados e soprava palavras desconexas. Parecia ser um terrível e tenebroso pesadelo.



Senti o sangue abandonar meu corpo e o ar fugir de meus pulmões ao mesmo tempo em que assistia sua expressão de nojo e seu semblante sério formarem uma carranca em sua testa quando ele pronunciou entre dentes a última coisa que eu o imaginaria pronunciar:



Stefan...



Continua...


Notas finais
bom, cap cheio de revelaçoes em, vcs n estao nem um pouco curiosos para o prox ne? posto com no minimo 20 reviews pq estou sentido q eles diminuiram, tenho 64 leitores, porem so 9 comentaram entao vamos aumentar, vcs n estao gostando? sejam sinceros...com 5 recomendaçoes posto um cap com 4.000 palavras...bjs