50 Tons De Escuridão - Princípios Da Igualdade
6 Capítulo 5 -> Elevador... Orgasmo Iminente
Notas iniciais
Sentei à frente do elevador esperando certa morena que me devia a sanidade. Elena saiu da festa pouco tempo depois acompanhada a mim. A todo o momento tentava disfarçar que transaria com uma sócia no banheiro se não fosse por uma idosa atrapalhar, escondia minha camisa rasgada por baixo do paletó totalmente abotoado, que ainda estava intacto ou em vão cruzava as pernas para que minha animação não se tornasse tão evidente. Por falar em idosa, Elena disse que a velha, da qual atrapalhou meu momento, estava melhor e quando digo melhor, digo que ela nunca mais dormirá sem a visão de meu membro grande e ereto em sua mente. Entramos no elevador e a tensão sexual entre nós pairava sendo evidente.
– O que acha de ir lá para casa terminar o que começamos naquele banheiro? – Perguntei sugestivo.
– Vamos para a minha casa que eu tenho muito que te mostrar. – A malícia em sua voz era perceptível. A noite hoje seria grande...
Já estávamos no quinto andar quando um barulho alto seguido por uma tremida no elevador, nos fez ficar em alerta. Ele de repente para e fica escuro nos avisando que havia quebrado. A morena a meu lado fica estática e aperta com força minha mão.
– Tudo bem, Elena. – Tento tranquilizá-la. – Daqui a pouco mandam algum técnico para consertar. – Aperto com mais força sua mão a sentindo ficar mais tranquila com meu toque.
– Obrigada. – Sorri.
– De nada. – Viro para frente encarando a porta do elevador fechada.
– Sabe de uma coisa? – Elena rompe o silêncio após alguns minutos.
– O que? – Viro-me para ela que me fitava profundamente com certa malícia no olhar.
– É uma pena estarmos trancados e não poder aproveitar o que iríamos fazer em minha casa. Ah! A Elena provocativa estava de volta! Rapidamente coloco meu “modo operacional domínio e malícia” em uso e olho para ela como um predador olha para a vítima... É isso que eu sou... Um predador e ela é meu jantar, por hora.
– Por que não podemos aproveitar aqui? – Perguntei aproximando-me de soslaio.
– Está sugerindo algo, senhor Salvatore? – Segurou em minha gravata sorrindo sedutoramente.
– Você me deixa louco. – Beijei-a com fervor me deliciando com sua boca quente e gostosa. Encerrei o beijo puxando seu lábio inferior a fazendo gemer.
– Não menos do que você me deixa. – Encurralou-me entre a parede do elevador e seu corpo pequeno e delicado. Beijou-me espalmando as mãos pelo meu peito. Arrancou novamente com brutalidade minha camisa já rasgada. Desceu essas mesmas mãos pela extensão de minha barriga, se aproveitando daquele pedaço de meu corpo não mais coberto pela camisa. Gemo desfrutando e gostando dessas carícias que me ocasionam um prazer imensurável. O que está acontecendo comigo? – Pergunto-me mentalmente. Há pouco tempo atrás abominaria só a ideia de ser tocado e hoje é o que eu mais desejo.
– Você me deixa confuso. – Gemo em seus lábios.
– Como assim? – Pergunta sobressaltada.
– Não gosto de ser tocado... Não por alguém que não seja você. – Respondo fitando-a intensamente.
– E por que tenho esse tratamento especial? – Pergunta com deboche.
– Não sei. – Respondo sincero. Ela aparentava ter arrependimento no olhar, como se fizesse algo errado. Não entendi.
– Vamos parar de tentar descobrir e aproveitar. – Rapidamente sua malícia, tanto no olhar como na voz, fazendo o arrependimento, que antes jazia naquele olhar profundo, sumir.
– Claro. – Me agarrei a ela mais uma vez. Beijamos-nos loucamente por um bom tempo. Nenhum de nós fazia à mínima ideia de que horas eram lá fora, estávamos apenas aproveitando esse momento em nosso mundo particular, totalmente alheios ao mundo real. Separei minha boca da sua ofegante, seguindo para seu pescoço, onde mordi deixando marcas avermelhadas. Espalmei minhas mãos por suas costas procurando o zíper de seu vestido. Quando o achei, abri-o afobado e cheio de ansiedade para sentir seu corpo nu imprensado ao meu.
– Tenha calma, apressadinho. – Elena impediu que eu terminasse meu trabalho de abrir seu vestido. Segurou minhas mãos e levou-as para seus seios fartos, as manteve ali, as apertando em volta dos mesmos. Seguiu com sua mão livre para minha calça, desafivelando meu cinto e retirando minha calça com destreza enquanto beijava meu pescoço e ainda mantinha minhas mãos em seus seios.
– Ele... Na. — Gemi extasiado. – Preciso... – Implorei algo que nem mesmo eu sabia o que era.
– Precisa do que? – Segurei um forte gemido quando a senti adentrar minha cueca segurando meu membro. Ela parou seus movimentos mais continuei movendo meu quadril de encontro á sua mão. – Em? – Fez-se de desentendida.
– Eu quero... – Suspirei. O que ela fazia comigo? Como ela conseguia ter tanto efeito sobre mim? – Perguntei-me confuso e irritado.
– O que você quer senhor? – Sussurrou em meu ouvido incitando-me. Ah não! Ouvi-la chamando-me de senhor é demais para mim...
– Você... – Respondi desnorteado.
– Seja mais específico, você já me tem a sua disposição... – Nossos rostos estavam a centímetros de distancia o que fazia nossos lábios se roçarem quando ela falava comigo. – Melhor, o que você quer que eu faça... – Levou uma de suas mãos até minha nuca acariciando meus cabelos sabendo que ali era um de meus pontos fracos. Eu estava ofegante e não raciocinava direito para responder sua pergunta. – Hum? – Perguntou novamente.
– Sua boca... – Sussurrei e ela sorriu presunçosa.
– Onde? – Continuou com suas carícias em meus cabelos, fazendo assim com que meus pelos se arrepiassem, uma de suas mãos ainda se mantinha parada dentro de minha cueca. – Onde quer minha boca, senhor? – Não respondi, apenas tirei minhas mãos de seus seios e segurei sua cabeça com força a fazendo descer de encontro a meu membro.
– Aqui... – Elena mordeu o lábio.
– Ótimo. – Sorriu maliciosa tirando sua mão de dentro de minha cueca a levando para a barra da mesma. Retirou-a sensualmente, fazendo questão de roçar os dedos pela pele arrepiada de minha coxa. Postou-se de joelhos a minha frente em uma posição bastante erótica e sugestiva. Beijou delicadamente meu membro explorando aquela parte de meu corpo que tanto pulsava por ela.
– Ahh... – Gemi em antecipação. Ela, por sua vez, não colocou meu membro em sua boca, ao invés disso, desceu beijos por minha coxa, lambeu minha virilha e, por fim, abocanhou meu membro com voracidade, como uma predadora... Agora, a presa é você, Salvatore... Encare a Elena predadora voraz... – Preocupei-me com meu consciente. Ele tinha certa razão em afirmar que eu estava sendo totalmente contraditório a meu costume... Sendo uma presa...
Ela chupava meu membro com destreza, ralava os dentes devagar provocando suspiros e gemidos de minha boca que se mantia entreaberta. Senti que meu orgasmo estava por vir e joguei minha cabeça para trás deleitando-me com esse prazer desconhecido. Sentia-me um virgem de 24 anos por nunca ter tido um sexo oral tão gostoso e prazeroso como esse.
– Hum... Que delícia... Ah... Você é muito gostoso, Damon... – Elena gemeu saboreando o gosto que acabara de expelir em sua boca... Finalmente!... Um orgasmo digno de um dominador... Que agora está dando uma de submisso na mão da Gilbert! – Zombou meu Deuso. – Quieto! – Ralhei irritado.
– Você realmente sabe bater um ótimo boquete, Elena. – Respondi confirmando a sua afirmação no banheiro. Sentei no chão do elevador ainda recuperando meu físico e psicológico.
– Que bom que concorda. – Sentou-se ao meu lado fazendo um carinho, que eu diria gostoso, em meu couro cabeludo. Estranhei meu gosto por esse carinho e a olhei estranho. – Você não gosta desse carinho? – Sussurrando perguntou. Fez menção de pará-lo, mas a impedi.
– Não quando outra pessoa faz... Mas quando é você, eu me sinto diferente, me sinto seguro e protegido. – Respondi sincero.
– Dam... Nossa... – Olhou para mim com brilho nos olhos. – Isso foi lindo, ninguém nunca se sentiu segura comigo. – Riu levemente do seu próprio comentário. – Obrigada. – Completou.
– Disponha. – Sorri. Sentia meus olhos ficarem pesados e minha respiração leve e sonolenta.
– Você está cansado? – Elena perguntou-me ternamente ainda acariciando meus cabelos.
– Um pouco. – Respondi aconchegando-me em seu colo, assim recebendo melhor o carinho.
– Durma um pouco, como você disse virá um técnico para cá e eu lhe acordo. – Sorri. Senti cada vez mais meus olhos pesarem e logo depois adormeci...
(***)
Observava Damon dormir ao mesmo tempo em que ponderava se esse maldito plano de Klaus era uma boa ideia. Damon não aparentava ser uma má pessoa... Eu diria mal compreendido, isso sim era o que ele demonstrava quando não impunha o muro que era fincado entre ele e o mundo, com função de não transparecer seus sentimentos.
Eu o entendia porque também me denominava assim, nunca fui aceita ou compreendida pelos meus pais, dos quais não faço à mínima ideia se ainda vive entre nós, só meu irmão Jeremy tem a capacidade de me compreender, e esse, mora fora do país me deixando totalmente sozinha a não ser pela presença de Stefan.
Ah! Stefan... Esse é outro caso complicado que tenho tentado em vão resolver. Ele chegará, pelo o que prevejo, depois de amanhã, talvez. Não temos conversado muito pelo seu ciúme com meu sócio, do qual, no momento dorme tranquilamente em meu colo, depois de um belo e delicioso orgasmo. Ele nem ao menos o conhece e já o julga o errado, a verdade é que Stefan tem medo que eu o largue por algo errado que assombra seu passado, a única coisa que tenho que descobrir é se ele assombrou ou foi assombrado no passado. Deixando meus pensamentos de lado, concentro-me no homem que dormiam com um semblante sério, porém despreocupado. Até dormindo ele conseguia ser gostoso. Tenho que concordar com minha Deusa, e honestamente, juro que estou quase levando a minha mão a seu membro que impressionantemente estava ereto mesmo ele se encontrando nas condições de dormideira.
Essa noite (ou madrugada), não sabia ao certo, iria apenas prestar atenção em Damon e os sentimentos estranhos e desconhecidos que sentia por ele, sem Klaus, sem Stefan, sem passado, sem arrependimentos... Apenas Damon, eu e nossa relação complicada... E foi com esses pensamentos e dúvidas que adormeci, esquecendo de tudo que me transbordava preocupação.
Continua...
Notas finais
lembram do prologo?? pois é o prox é ele so q no ponto de vista do Dam e eu queria uma forcinha com o titulo alguem tem ideia...so vou avisando q vai ser hot kkk
XOXO
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