50 Tons De Escuridão - Princípios Da Igualdade
15 Capítulo 13 -> Trepada Romântica & Amor Selvagem
Notas iniciais
pois é to assim
primeiro tenho q agradecer a minha linda Snow White (minha só minha u.u) kkkk pela belissima recomendaçao (Flor amei) gente eu tenho uma fa? WTF para o mundo q eu quero descer (ELA DISSE Q EU SOU UMA DAS MELHORES) uhuuuul!
vcs n sabem como eu amo esse carinho de vcs e por isso esse cap eu dedico a todas (os) vcs e principalmente a vc Snow White q me encheu de alegria...
outra coisa q quero comentar é q antes de ontem (8/7) foi meu niver (parabens para mim u.u) ai eu fiquei muito ocupada e n pude postar no domingo q era meu dia previsto, mas prometo q tem outro post essa semana sem mais enrolaçao
ENJOY
“Como não amar Damon Salvatore?” – Essa era uma pergunta repetida imensas vezes por minha mente. Ele declarara amor a mim e eu, em meu estado de culpa, ficara perplexa. Afinal, contudo que estava aprontando contra ele como corresponder e deleitar-me com esse amor sem a dor da culpa?
Essa mesma culpa me abordara com tamanha voracidade que ponderei por um momento entregar-me ou não ao Damon? Revelar que o seu sentimento era recíproco mesmo conspirando com o Klaus a favor de sua falência e desmoralização? Isso não estava certo.
Era por esses motivos que nesse momento discava os números do meu futuro ex-esposo. Iria por um fim a isso antes que fosse tarde demais. Focaria em meu relacionamento com o Damon fazendo de tudo para que ele se tornasse promissor e duradouro.
- Elena? – Klaus atendeu ao terceiro toque. – Algum problema?
- Klaus. Problema, bem, tudo depende da perspectiva. – Respondi.
- Diga logo, estou ocupado. – Disse seco.
- Quero o divórcio. – disse por fim.
- Elena, querida. Estamos em outubro, não em abril. – Diz com sarcasmo.
- Não estou contando uma piada, Klaus. Estou acabando com isso, “tudo” isso. – Digo pausadamente.
- Nosso acordo?
- Sim, quero acabar com essas mentiras.
- Tudo bem. – Disse naturalmente. Senti um calafrio percorrer meu corpo, não sentira nenhum pouco de certeza nesse seu “tudo bem”. – Posso saber os motivos que levaram você a tomar essa decisão tão inesperada? – Quis saber.
- Os motivos não, o motivo. Eu me apaixonei pelo Damon. – Respondi sincera, ele, por sua vez, despejou sobre mim uma sonora gargalhada.
- Você acha que viverá um romance meloso e uma linda história de amor ao lado de Damon Salvatore? – Seu deboche era palpável. Irritei-me respondendo a altura.
- Sei que não é da sua conta, mas sinto lhe informar que estamos juntos e felizes, finalmente viverei uma vida normal. Vida essa que você não soube me dar. – Soei rancorosa.
- Só posso desejar que você se saia bem com tudo que irá acontecer. – Disse evasivo.
- Como ass... – Não pude terminar minha pergunta e ele já desligando o celular.
Mais um calafrio passava por meu corpo, arrepiando todos os pelos do mesmo. Uma ameaça de Klaus não era sinônimo de boa coisa. Respirei fundo uma não, mas cinco vezes, logo senti mãos se fechando em minha cintura e lábios quentes pressionados em meu pescoço. Sorri.
- Por que não está na cama? – Damon sussurrou rouco em meu ouvido mordendo o lóbulo do mesmo em seguida.
- Estava sem sono. – Me virei para ele tomando seus lábios para mim.
- Ah, você não pode me deixar naquela cama enorme sem você. – Sussurrou em meus lábios. – Não agora que já me acostumou a abraçar seu corpo quente em vez do travesseiro frio.
- Desculpe-me, não queria o deixar tão necessitado de mim assim. – Ri.
- Está debochando de mim, Srª. Gilbert? – Perguntou com ar de diversão.
- Jamais, Sr. Salvatore.
- É bom mesmo, agora venha que tenho uma surpresa para você. – Piscou para mim.
- E quem lhe disse que eu gosto de surpresas? – Ergo uma sobrancelha.
- Qual mulher não gosta?
- Eu não sou uma mulher comum.
- Com certeza não. – Puxa-me para um beijo no meio do caminho. – Mas você é uma pessoa curiosa e isso ajuda bastante. – Riu presunçoso.
- Bastardo. – Apertei os olhos com uma falsa indignação. Ele, porém riu.
Seguimos até o quarto entre risadas e logo adormecemos novamente. Estava adorando essa intimidade adquirida entre mim e o Damon. Parecíamos mesmo um casal normal e cada dia mais me empenhava com fervor para chegarmos o mais perto disso.
Confesso que era uma tarefa difícil e um tanto complicada. Ambos tínhamos cargas pesadas em nossas costas, passados marcantes e futuros indesejáveis, mas como dizem que o amor supera tudo eu apostara todas minhas fichas de uma boa relação com Damon nele.
...
Espreguicei-me antes de fitar o homem ao meu lado. Damon dormia serenamente, de fato ele ficava mais bonito neste estado, perdera muitos anos de vida em sua face.
- Bom dia. – Deu-me um beijo rápido nos lábios.
- Minha surpresa. – Cobrei-lhe.
- Mias já? – Riu.
- Agora! – Ordenei.
- Ok, “senhora mandona”, vamos lá.
- Vamos? Aonde?
- Surpresa. – Cantarolou. Juro que se não o amasse tanto lhe esmurraria agora.
- Detesto surpresas. – Bufei.
- Dessa eu tenho certeza que irá gostar. – Dito isso, ele rumou para cozinha para preparar o café. Ovos com bacon foram servidos. Após nossa refeição, fui vendada, com a desculpa de não estragar a “surpresa”, seguimos por uma estrada que conclui ser lamacenta devido à dificuldade de livre passagem do carro. Fui guiada para fora do carro quando chegamos, dei alguns passos, ainda vendada, Damon me parou em seguida e mal pude acreditar no que meus olhos viam.
- Ual. Isso é... Lindo. – Um gramado limpo e bem cuidado se arrastava por todo lugar, sendo presenteado com a linda vista. Vista essa que nos dava acesso a toda paisagem magnífica de New York. Uma toalha estava esticada em baixo de uma única e enorme árvore. Pétalas vermelhas cobriam a grama e um piquenique nos aguardava.
- Gostou?
- Eu amei, é lindo, Damon. – Pulei em seu pescoço embalando-o em um delicioso beijo. Enganchei minhas pernas em sua cintura sentindo-o me levar até a toalha.
- Sabe esse meu lugar secreto. – Revelou. – É para aqui que eu venho nos dias escuros e ruins, para refletir, esfriar a cabeça e pensar.
- Por que me trousse aqui? – Perguntei.
- Por que... – Tirou uma caixa de veludo de seu bolso ajoelhando-se a minha frente. Oh! Ele faria isso? -... Você é a mulher com quem quero dividir meus presentes e chorar minhas perdas, dividir meus segredos e receber os seus, comemorar minha alegria e chorar minha tristeza, e... Elena Gilbert você é a mulher com quem quero passar todos meus dias, sendo límpidos ou amargos, você é a única que amo e já amei. Eu te amo hoje mais que ontem e muito menos do que amanhã e quero viver esse amor com você para sempre. – Respirou fundo. – Eu fiquei ensaiando isso e acho que está horrível. Você já deve ter notado que eu estou suando de tão nervoso e estou um pouco enrolado com as palavras, mas... Droga! Você quer ser minha mulher? Namorar comigo, futuramente noivar e... Casar? Você aceita ser minha Elena?
- Eu sou sua, para sempre. – Sorri com lágrimas encharcando e irradiando de meus olhos que brilhavam. – Sim, eu aceito, eu te amo. – Selei nossos lábios em um beijo inesquecível.
Nossa tarde fora incrível. Fizemos um piquenique farto, entre beijos e carícias românticas. Estar com o Damon enchia meu coração de felicidade e meu corpo de calor. Minha mente sempre ficara em branco sendo preenchida apenas por seus toques e palavras doces.
Nossas carícias já estavam tomando um rumo mais quente, separei-nos ofegante.
- Vamos sair daqui? Tenho uma surpresa para você. – Sorriu de lado.
- Mais surpresas? – Ergo uma sobrancelha.
- Essa é digamos que um tanto... Inusitada. – Me lança um sorriso enigmático.
- Então vamos logo que você conseguiu me deixar curiosa.
Fui novamente vendada e levada até o carro com cuidado. Desta vez não calculei tempo ou direção, pois minha mente se concentrava na mão ágil e audaciosa de Damon percorrendo e acariciando minha coxa. Nem notei que tínhamos chegado até sentir Damon se afastar e abrir a porta do carro. Fui descida, ainda vendada, sendo arrastada até um elevador.
- Para onde está me levando, Salvatore?
- Você irá gostar. – Fui levada mais alguns metros até ser parada. Ouvi o abrir de alguma porta e entrei. Novamente fui surpreendida quando a venda foi retirada.
- Um hotel? – Perguntei incrédula. – Muito inusitado. – Debochei.
- Esse não é um hotel comum, espero você para o banho. – Rumou para o banheiro fechando a porta atrás de si. Sexo no banheiro não era algo novo entre nós, mas confesso que fiquei intrigada e curiosa para saber o que ele estava aprontando. Por isso fui logo tratando de retirar todas minhas peças de roupas e caminhar em passos largos até o banheiro. Parei na porta batendo um pouco em meu rosto o deixando corado e abrindo lentamente dando de cara com um Damon completamente nu em frente a uma banheira enorme cheia de... Oh Deus! Aquilo era?...
- Chocolate? – Fitei perplexa, ao homem que sorria com lascívia. – Por que você encheu a banheira com isso?
- Sabe isso sempre foi uma fantasia minha. – Aproximou-se em passos lentos. – As melhores coisas do mundo unidas. Sexo e chocolate. – Sussurrou em meus lábios arrepiando todos os pelos de meu corpo.
- Me parece interessante. – Sorri. – Mas você não é mais meu dominador. – Coloquei minhas mãos em seu ombro a arrastando lentamente por seu corpo musculoso. – Você é meu namorado / quase noivo / quase marido. – Desci-as até sua virilha. – E eu faço tudo que quiser, sem ordens, sem punições. – Beijei-o com fervor empurrando-o para a banheira que espirrou chocolate por todo chão com o impacto de nossos corpos.
- Sem pressa, minha linda. – Disse rouco. O soar daquele apelido carinhoso misturado com sua linda voz assemelhava-se a música dos anjos. Beijei-o calmamente, deliciando-me e aproveitando ao máximo aquela boca carnuda e gostosa. Estava pronta para posicionar minha intimidade em seu membro quando fui interrompida:
- Damon, eu te amo. Por favor, não me torture. – Pedi manhosa.
- Espere, só quero pedir uma coisa. – Olhou-me profundamente. – Não me deixe. – Podia ver sua alma e ela estava amedrontada, ele tinha medo nos olhos.
- Jamais. – Fui mais uma vez interrompida ao avançar para ele.
- Me escute, eu imploro, por favor, não me machuque. – Aquele pedido me desarmara completamente, só agora ele tinha de mim total atenção. – Eu não aguento mais perder as pessoas que eu amo, não quero sentir mais nenhuma vez aquela sensação de dor e abandono. – Abaixei minha cabeça envergonhada. – Eu vou lhe fazer a mulher mais feliz desse mundo só peço que... Não faça eu me sentir morto outra vez, eu preciso de você para estar vivo. – Puxou meu queixo forçando-me a olhá-lo. – O que foi?
- É que... Não me sinto merecedora de seu amor. – Mal pude ouvir minha própria voz.
- Eu que não mereço o seu. — Engoli em seco. – Elena olhe para mim, você tem algo a me dizer? – Pisquei várias, me sentia mal, estava zonza.
- Por que não continuamos de onde paramos. – Sorri maliciosa.
- Tem certeza que está bem? – Perguntou ainda incerto.
- Estou ótima. – Voltei a beijá-lo, nossos corpos grudavam, estávamos quase submersos a chocolate derretido. Meu trabalho agora era desligar-me de tudo na tentativa de me concentrar na língua do Damon que percorria meu corpo. Essa língua alcançou com precisão meus seios os estimulando e arrepiando.
- Você é uma delícia e esse chocolate então... – Sorriu malicioso. – Quero lamber você todinha. – Fechei os olhos saboreando aquela sensação única. Damon como prometeu distribui lambidas por meu corpo, limpando todo chocolate que logo sujava de novo. Minha vez logo chegou e eu soube guiar seu membro a minha boca e chupar com destreza. O chocolate tinha o trabalho de deixá-lo mais delicioso. Nós dois já tínhamos tido nossos orais então achei que era hora de algo mais higiênico.
- Você é muito guloso, Salvatore. Vamos tomar um banho de verdade. – Puxei-o para fora do banheiro, não antes de drenar todo aquele chocolate. Empurrei-o para a parede e voltei a beijar sua boca a explorando com voracidade. Damon ligou o chuveiro nos limpando de toda sujeira, enlacei minhas pernas em sua cintura ao mesmo tempo em que era preenchida por seu membro tão conhecido e bem-vindo. Gememos em uníssono aumentando as estocadas cada vez mais. Logo chegamos juntos a um delicioso orgasmo, mas isso não dizia que era o último, pois logo estávamos no quarto mais uma vez fazendo amor.
- Te amo. – Senti seus lábios beijando meu pescoço. – Te amo muito. – Suas mãos alcançaram minha virilha com movimentos ousados.
- Hum. – Gemi. – Você não cansa? – Sorri.
- De você nunca, me deixa brincar um pouquinho mal tive tempo para sentir você gozar em minha boca. – Fez um lindo bico.
- Ok. – Relaxei o sentido beijar minha virilha seguindo para minha intimidade. Quase gritei quando o contemplei enfiando a língua lá... – Ah, Damon. Isso... – Sua língua contornava toda minha intimidade a molhando mais ainda com sua saliva. Abri ao máximo minhas pernas a fim de que ele tivesse total acesso a esse ponto que clamava por sua atenção. Senti meu orgasmo cada vez se aproximar. Ele cravou os dentes puxando meu clitóris para si enquanto descontava meu prazer em suas madeixas sedosas, unhando seu coro cabeludo com um tanto de força. – Ah, que delícia. – Gritei a puros pulmões ao sentir meu orgasmo dilacerar meu corpo. Não parei para descansar e já estava o beijando novamente e puxando seu corpo para mim, convulsionei quando senti a cabeça de seu membro tocar minha entrada. Sem demora fui preenchida novamente.
- Ah, minha linda, eu te amo. – Sorrio lindamente para mim. – Amo estar dentro de você.
- Eu te amo mais, muito mais. – Segurei em seu quadril sentindo-o alcançar o mais fundo de mim possível. – Mais rápido. – Unhei suas costas descontando todo meu prazer nelas. – Isso. Ah, que gostoso! – Gritei. Um novo orgasmo nos atingiu e exaustos caímos juntos. Deitei minha cabeça em meu local favorito, seu peito e enquanto alisava-o com minha mão, sentia se cafuné gostoso em meu cabelo.
- Princesa. Não usamos camisinha. – Damon disse, depois de um tempo de silêncio.
- Não tem problema, eu procuro aquela pílula anticoncepcional. – Tranquilizei-o.
- Tudo bem. Agora vamos descansar um pouco. – Logo adormecemos abraçados.
...
Acordei antes de Damon. Olhando para aquele rosto puro e inocente, aquela mesma culpa de antes me atingia. Meu menino perdido que eu tanto amo, o que será que ele fará quando souber toda a verdade? Nem quero ponderar isso, pois sei que o final não será bom. Devaneando agora, uma música que define exatamente esse momento me vem em mente.
Aqui estamos
Não é familiarizado
Eu não tive alguém para conversar
Em tal tempo
E é estranho
Tudo o que temos em comum
E a sua empresa era apenas a coisa
Eu precisava esta noite
Mas de alguma forma eu sinto que eu deveria pedir desculpas
Porque eu só estou um pouco abalada por
O que está acontecendo dentro
Nunca pensara que chegaria a um ponto como esse com Damon. O que no começo era apenas um negócio se tornou uma paixão, um amor incondicional, e esse amor que não consigo largar, não consigo deixar para trás, não consigo deixá-lo, por Deus! Estou tão entregue e submersa a esse homem...
Eu deveria ir
Antes da minha vontade recebe qualquer mais fraco
E os meus olhos começam a ficar
Mais do que deveriam
Eu deveria ir
Antes que eu perca meu senso de razão
E esta hora tem mais significado
Do que jamais poderia
Eu deveria ir
Eu não queria magoá-lo, essa nunca fora minha intenção. Era tudo um plano medíocre de Klaus. Eu ao menos o conhecia e o julguei ser mal. E olha onde estamos e isso parece tão certo, tudo ao seu lado é tão diferente, me sinto uma virgem inexperiente e incapaz...
É tão difícil
Manter minha compostura
E fingir que não vejo como o seu corpo
Curvas sob suas roupas
E sua risada
É puro e não afetado
Assusta-me a conhecer tão bem
O lugar que eu não deveria ir
Mas eu sei que eu tenho que tomar o caminho nobre
Porque eu não quero que você se questione
As intenções que eu tenho
Estar em seus braços é uma antítese. Tão certo e ao mesmo tempo tão errado. Será que amar e se entregar a ele é tão errado assim? Por que se for, errar não terá importância. Deleitar-me com esse pecado por uma hora é tudo que eu quero e prefiro ao acertar por anos...
Eu não quero deixá-lo
Com uma desculpa trivial
E quando você ligar amanhã
Eu vou saber o que fazer
Mas eu devo ir
Eu não quero deixá-lo, mas devo. Não posso deixá-lo, porém não posso amá-lo fazendo o que eu faço. Não o deixarei, cumprirei minha promessa e sempre estarei a seu lado, mas acabou! Chega de mentiras, chega de farsas, chega de traições, agora somos apenas eu e ele, amando-nos, para sempre...
(***)
Se eu disser que se passou um mês vocês ficariam assustadas? Se sim, sentem-se e segurem os corações, porque se passou um mês e eu não poderia estar em melhores condições. Eu e Elena? Bem, estamos juntos e presos em uma bolha particular onde nada nos tira o foco, que é nosso amor.
Cada dia mais juntos, cada vez mais unidos. Confesso que estranhei uma viagem que ela fez a Atlanta há três semanas atrás para fechar algum negócio. Aquela semana foi um sufoco só, ela estava sempre nervosa e me evitava, porém tudo passou após a viagem de cinco dias.
Agora embarcamos nessa de namoro pré-noivado e pré-casamento. Estamos mais safados e ousados. Outro dia fizemos amor no banheiro do escritório e quase éramos pegos pela faxineira. Rio mentalmente com essa lembrança. Meus devaneios são atrapalhados por Alaric que entra como um furacão em minha sala.
- Bater é necessário às vezes sabia. – Digo sarcástico.
- Sem tempo para isso, Damon. O assunto aqui é sério. – Preocupo-me de cara, pois sei que se não fosse algo grave ele não estaria assim.
- Diga logo. – Peço-lhe.
- Estamos falidos.
- Como? – Pergunto perplexo.
- Plagiaram nossa companhia de tecnologia.
- O Lockwood?
- Ele mesmo.
- Mas como ele conseguiu o acesso?
- Alguém lhe deu os projetos.
- Você tem ideia de quem poderia ter feito isso? Alguém da empresa?
- Eu acho que tenho certeza de quem fez isso. – Ric parecia incerto.
- Diga-me. – Pedi.
- Damon, eu sei que é difícil, mas... – O interrompi.
- Diga logo! – Ordenei-lhe.
- A Elena. Foi ela, eu tenho certeza. – Minha mente ficou branca, eu sentia como se tivesse levado um soco no estômago. Não! A Elena não!
- É claro que não foi ela, por que ela faria isso? – Pergunto. – O que te faz pensar que foi ela, por Deus me diga!
- Ela é casada! – Ele explode. – Com Klaus Mikaelson, quer mais algum motivo. – Ele mostra-me uma certidão de casamento, mal posso crer no que vejo. Elena Gilbert e Niklaus Mikaelson em uma certidão de casamento.
- Não... Não pode ser. – Gaguejo.
- Eu sinto muito. – Diz sincero.
- Chame-a aqui. – Encaro-o com escuridão no olhar.
- Damon não acho que...
- Agora! – Grito.
- Tudo bem. – Sai de minha sala, logo posso escutar a porta se abrindo novamente e Elena entra por ela sorridente.
- Oi, meu amor. – Aproxima-se de mim, porém quando tenta beijar-me é impedida. – O que houve? – Pergunta confusa.
- Casada? – Pergunto com amargura. – Então Elena Gilbert é casada? Muito interessante...
Continua...
Notas finais
estou escondida n me matem tudo vai dar certo
XOXO
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