Notas iniciais
gente é serio? para tudo..eu consegui postar dois em dias seguidos..estou melhorando meus horarios e conseguindo escrever com mais rapidez..isso é otimo para vcs e pra mim tbm..
bom, esse é pov Stefan e vcs n iram gostar...
ENJOY

- Por que você fez isso? – As imagens de um Damon quebrado invadiam minha mente. Não sentia remorso, não sentia pena... Podem achar isso um pouco sádico ou talvez desumano, mas eu não... Eu adorava tudo isso.

Meu prazer se resumia a dor, tortura... Minha mente era puro ódio e meu coração, esse eu acho que era e é totalmente vazio. Desde que nasceu meu pobre irmãozinho, que me sinto assim. Ele tirou-me tudo!

Tirou-me minha mãe, a matando por não ser forte o suficiente em seu parto. Tirou-me meu pai, com seu mimo e atenção desnecessários. Tirou-me Anastacia, por ameaçá-la a lhe prender. E agora, tirou-me Elena. Mas quem sempre vence sou eu.

Se há dúvidas sobre meu passado, irei esclarecê-las imediatamente. Primeiramente entendam uma coisa: eu não sou doente, sou psicótico. Eu não sou carente, sou alto-suficiente. Eu não sou bonzinho, sou completamente malvado!... E adoro tudo isso...

Tudo começou quando eu me juntei a minha linda e sensual madrasta, mas isso vocês já sabem. Nós embarcamos em um mundo sexual e luxurioso, nos unimos como unha e carne. Ela aparentemente não se mostrava satisfeita com o meu desempenho e sempre procurava por Damon.

Até que eu tive a brilhantes e inusitada ideia de fazer de Damon um submisso. Juntei calmantes e drogas fortes para fazê-lo ceder, preparei tudo da forma mais secreta possível, contudo o final não foi o esperado. Ela se apaixonou perdidamente por seu submisso desobediente e eu... Ah eu fiquei sozinho, à deriva em meu mundo triste.

Papai descobriu tudo naquele dia, descobriu os absurdos e maldades que ela infligia em seu filho tão amado e tão querido. Anastasia o matou sem piedade, sem pausa com ritmadas facadas por todo o corpo. O que mais doía não era o fato de ter perdido o meu pai, nunca gostei dele, era saber que ela não fazia isso por mim, não por querer ficar comigo, mas sim por ele, por amar a ele.

Em seguida fugimos, eu e ela, mas isso não durou. Foi insuportável amar uma mulher e saber que esse amor não lhe era correspondido. Saber que em todas as vezes que você pensava nela, suspirava por ela, sonhava com ela, ela tinha essas mesmas reações com o seu irmão.

Todavia ainda mantínhamos contato. Ela viajara para Bulgária com uma nova identidade, e eu ficava na função de vigilante. Vigiava Damon a todo tempo e lhe enviava notícias de sua vida. E ficamos nisso por uns anos.

Mas não pensem que a história acaba assim. Damon feliz com sua família e eu infeliz com meu inferno particular. Isso durou por um tempo até que prolongado demais, todavia eu resolvi mexer meus pauzinhos e lhe enviar um pouco do meu inferno.

Tornei-me amigo do seu irmão mais velho, Niklaus, na faculdade. Eles eram tão próximos, tão ligados, que não resisti ao prazer de ver uma épica briga de família.

Por falar nisso, a família Salvatore tinha uma bela história para se contar. Grace Trevelyan era uma médica renomada e talentosa enquanto Carrick, seu marido, era um excelente empresário. Por obra do destino, Klaus era ambicioso e estava machucado pela morte do pai, tracei meus planos e dei um jeito para que ele se tornasse o culpado de um desfalque que dei em sua empresa. Incrível não é? Matei dois coelhos com só um tiro: acabar com a amizade dos irmãos e ainda descolar uma boa grana.

Damon acabou por ficar com a empresa com Klaus a seu encalce acreditando que o roubo fora sua culpa. Tudo minuciosamente arquitetado e executado por mim. Dá para imaginar o tamanho do meu orgulho, não é mesmo?

Klaus e eu embarcáramos em um jogo de vingança. Todos contavam com o poder de Elena para acabar com o nome do Salvatore, mas creio que mandamos à pessoa errada, pois essa foi mais uma na lista de “apaixonadas por Damon”.

Agora, eu voltava para Atlanta, contando com meu fiel amigo, Niklaus, para encontrarmos outro plano sórdido e por um ponto final na boa vida de Damon Salvatore.

- Você queria falar comigo? – Klaus sentou-se após me servir uma dose de Whisky.

- Não vai beber?

- Não estou afim, agora me diga tenho muito que fazer. – Disse ríspido.

- Apenas uma boa conversa entre amigos, Nik.

- Vá ao ponto, Stefan.

- Ela nos traiu. – Disse, finalmente.

- Ela quem?

- Elena, oras. – Somos interrompidos pelo som estridente do celular de Klaus que toca sem parar.

- Elena? – Ele atende finalmente. – Algum problema?... Diga logo, estou ocupado... – Disse seco. – Elena, querida. Estamos em outubro, não em abril... – Diz sarcástico. – Nosso acordo? – Seus olhos estavam cobertos de ódio, mas eu conhecia Klaus bem o suficiente para saber que ele não iria deixar isso transparecer. – Tudo bem. – Respondeu naturalmente. – Posso saber os motivos que levaram você a tomar essa decisão tão inesperada? – Quis saber. Sua expressão ficava cada vez mais sombria. – Você acha que viverá um romance meloso e uma linda história de amor ao lado de Damon Salvatore? – Seu deboche era palpável. – Só posso desejar que você se saia bem com tudo que irá acontecer. – Disse evasivo antes de desligar.

- Algum problema? – Sorri cínico.

- Você sabia, não é mesmo? Por isso está aqui.

- Sabia de que? – Fingi.

- Que a Elena nos traiu! – Aumentou o tom de voz. – Ela está com o Damon agora. – Rosnou. Era exatamente isso que eu queria. Vê-lo com cada vez mais ódio de Damon.

- Sim, ele conseguiu a levar para o seu lado.

- Eu o quero falido, Stefan. Hoje! Agora!

- Calma, não vamos apressar as coisas. Afinal, a pressa é a inimiga da perfeição e a vingança é um prato que se como frio.

- Não o quero morto, apesar de tudo ele ainda é meu irmão e o amo muito.

- Ora Klaus, ele o traiu! Não lhe tirou apenas dinheiro, mas sua família também, porém concordo com você, a morte é muito forte para isso, fique tranquilo não irei matá-lo apenas o farei pagar pelo o que lhe fez.

- Você já sabe o que fazer?

- Deixe comigo, logo Damon Salvatore estará na lama.

... > Um Mês Depois <...

- Alô? Stefan é você? – Perguntou a voz feminina do outro lado da linha.

- Sou eu sim, querida.

- Por que ligou há essa hora? – Soou irritada.

- Apenas para avisá-la de que finalmente conseguimos o que queríamos, mas como não é hora para isso, volto a ligar amanhã.

- Não, não. Pode falar. – Sorri presunçoso antes de começar meu relato.

- Eu entreguei os projetos, que peguei na suíte da Elena, a Tyler Lockwood. – Disse orgulhoso.

- O inimigo da escola?

- O próprio.

- E?

- Amanhã há essa hora, todos os projetos e planos tecnológicos novos de Damon Salvatore estarão divulgados como projetos da empresa Lockwood.

- E quando o mataremos?

- Eu já tenho o plano certo para isso.

- Você e seus planos de merda, Stefan. – Irritou-se.

- Temos que ser discretos, meu amor. – Debochei.

- Argh! Não me chame de amor, você é tão ou mais desprezível que o seu irmão. Minha vida está acabada, você sabe que o único propósito de eu estar nela é para por um fim na vida de Damon.

- Tenha calma, prometo a você que logo Damon Salvatore, ou melhor, Grigore estará morto.

- Assim espero. – Com o fim da chamada concentrava-me em meus planos. Não importa como ou quando, mas tenha certeza que seus dias estão contados... Irmão...

Continua...

Notas finais
ja amam um pouco mais o Klaus? entenderam tudo? oq sera q o Stefan planeja para matar o Damon? quem sera a mulher q o quer morto?
responderei a perguntas sobre o passado deles, mas o futuro n....
posto em breve...bjs