Notas iniciais
gente confesso q meio q me emocionei nesse cap sabe... primeiro eu ia colocar o Dam para enxotar a Andie da casa dele, mas depois pensei q vcs foram tao legais com 8 isso msm OITO reviews wu tipo pirei*-* obg msm amo vcs ... depois ñ ia fazer muito sentido la pro futuro qnd vcs intenderem o desfecho da historia... vou explicar em partes no final do cap espero q gostem...
ENJOY...

Andrea revirava os olhos enquanto minha língua percorria toda a sua intimidade. Estávamos suados e ofegantes. Ela algemada à cama e eu ajoelhado em sua frente. Uma posição erótica que era muito usada por nós ultimamente.


– Ah... Mais... – Ela implorava.



– Deixe vim, Andie. – Rodeava minha língua na sua entrada. Ela já estava em seu limite, mexia as mãos descontroladamente enquanto as algemas apertavam seus pulsos sem nenhuma delicadeza.



Tinha que reconhecer e valorizar a Andie, por sua força e determinação. Não são todas que seguram o orgasmo por tanto tempo quando estão comigo. Todas se entregam ao poder Salvatore. Continuei com minha boca em sua intimidade simulando um beijo de língua, ela clamava meu nome em gemidos desconexos. Gozou finalmente se entregando enquanto eu urrava ensandecido.



Subi intercalando mordidas até sua boca inchada por consequência de meus beijos selvagens Após protegido com o preservativo, — coisa que eu nunca esquecera de usar -, a penetrei com força e sem nenhum pudor, fazendo-a delirar. Movi-me avidamente. Os únicos sons ouvidos, no meu inseparável quarto de jogos, eram o de nossos corpos se chocando a cada investida e da música clássica irreconhecível que soava ao fundo.



Estoquei mais algumas vezes enquanto ela se entregava ao seu segundo orgasmo da noite. Afundando minha cabeça em seu torso, parava para pensar em como se seguia minha vida.



Andie era a minha, se eu não me engano décima quinta submissa. Eu estava satisfeito, por hora, com suas perfumasses na cama. Ela era de muita valia quando o assunto se tratava de “sexo ao estilo Salvatore”. Estávamos a quase dois meses nesse jogo selvagem de submisso e dominador e ambos nos mostrávamos satisfeitos com isso.



Fui puxado para fora de meus devaneios quando Andie naturalmente sussurrar: — Eu te amo. – Aquelas pequenas palavras que tanto me causava medo.



Das submissas que já tive, foram poucas foram embora por conta de insatisfação de minha parte. Claro que não seria da parte delas, afinal, eu sou Damon Salvatore, a maioria foram pelo fato de desenvolverem paixões, obviamente platônicas, por mim enquanto exercia meu papel de dominador. Particularmente nenhuma disse tais palavras, apenas eram notáveis em seus olhares, gestos, ações... Que sempre demonstravam querer e sentir algo a mais que a simples atração carnal.



Encontrava-me atônito, e Andie não se mostrava diferente. Olhávamos um ara o outro, eu com o cenho franzido e ela em um pedido de desculpas silencioso. Rapidamente acionei meu modo operacional de desespero, enquanto refletia se seria o suficiente para esse momento tão perturbador e surpreendente.



Em minha mente, Damon’s em miniaturas corriam de um lado para o outro, abrindo gavetas e mais gavetas, folheando todos os tipos de livros, à procura de qualquer frase, qualquer murmúrio que me tirasse desse fogo cruzado. Depois de vários segundos em choque, consegui proferir palavras dais quais julguem serem minha salvação:



– Arrume suas coisas, Andie. – Sai de dentro dela bruscamente fazendo-a soltar um gemido sôfrego. – Acabou. – Deixei o quarto vermelho rumando para meu quarto. Necessitava de um banho de banheira gelado e relaxante.



Em cada célula de meu corpo eram misturadas as sensações de surpresa, frustração e tesão reprimido, do qual não consegui libertar em Andie por sua revelação inesperada. Ninguém, além de meus familiares, disseram-me um “eu te amo”. Claro que não era recíproco, mas confesso que fiquei muito surpreso. Como ela pudera me amar? Quando realizo com ela as maiores atrocidades e grosserias a deleite e prazer próprio? Isso realmente era surpreendente e inesperado.



Após o banho, vesti-me e solicitei ao Taylor que levasse a Andie para casa, minha relação com ela estava definitivamente acabada e extinta. Enquanto ela se arrumava em seu quarto, eu saboreava um de meus melhores vinhos sentado em frente ao meu piano, do qual deslizava meus grandes dedos em uma deliciosa melodia. Poucos minutos em frente ao piano, Andie apareceu vestida com uma roupa, que não fiz a mínima questão de notar, e com uma expressão triste e sôfrega.



– Acabou mesmo? – Mordeu o lábio.



– Você já sabe a resposta. – Fui curto, rude e grosso.



– Por que você não consegue sentir por mim o mesmo que eu sinto por você? – Choramingou.



– Sinto muito por isso. – Suspirei. – É só que... O amor não é para mim... – Olhei para ela que agora chorava abertamente.



– Posso te pedir uma última coisa? – Assenti. – Um abraço. – Fui pego totalmente de surpresa. É claro que já fui abraçado, mas uma submissa... Não poderia negar isso a ela, mesmo não tendo forçado-a a assinar o contrato, sou culpado por apresentar ela a esse mundo sádico e hostil. Logo ela, uma virgem simplória e inocente. Fui vencido por minha humanidade, que mesmo aos poucos, ainda apresentava resquícios de existência, e a envolvi em meus braços em um abraço protetor e carinhoso, coisa não muito comum de minha parte.



– Oh, Andie! Desculpe-me por isso! – A apertei mais forte. – Eu fui tão injusto e egoísta por apresentá-la para esse mundo podre em que eu vivo.



– Não! – Desviou-se de meus braços me fitando profundamente. – Não pode pegar toda culpa para si. – Segurou meu rosto erguendo-o. – Afinal, eu que aceitei e não reclamei todas as vezes que gozei amarrada àquela cama. – Ri de seu comentário. – Eu só espero que você possa um dia ser feliz, Damon. – Suspirou. – De verdade, com uma mulher e não com uma submissa. – Me abraçou uma última vez antes de sair da sala me deixando pensativo. É... Mais uma que se fora... Menos uma submissa em minha lista...



Fitei o teto de minha mansão e orando mentalmente em um ato religioso pouco usado por mim. Perguntei-me mentalmente “até quando?” Até quando viveria com essa estupidez, essa palhaçada de vida que eu tinha desde os acontecimentos do passado? Andie estava certa. Tinha que ser feliz com uma mulher de verdade e não com um pedaço de carne do qual amarrava e jogava para todos os lados, fazia o que queria, entre outras ações sádicas da minha parte. Eu realmente sofri, sofri muito e hoje não reconheceria o amor nem se ele estivesse em minha cara. Tenho repulsa e nojo de mulheres desde o que me acontecera, apenas minha mãe, Grace e minhas irmãs Caroline e Rebekah, que são descartadas desta generalização.



Preciso ser salvo de algum modo... Preciso apaixonar-me, entregar-me e ser feliz com alguém que possa me fazer sentir feliz e amado. Deixar contratos, dominações e toda essa merda de vida de lado. Preciso esquecer o passado e vivenciar o futuro... Viver o “Aqui e Agora”...



Continua...


Notas finais
explicando: primeiro: a Lena é uma vadia fria ela é dominadora pq gosta ao contrario do Dam... que é assim pq tem um trauma do passado do qual eu confesso q fiquei assustada em como minha mente pode ser sordida pq quem sofreu no passado foi ele em...
segundo: vcs perceberam q esse é o cap 1 e o Dam ainda n conhece a Lena, pois é ele vai conhecer no prox, todavia eu so planegei caps pra depois daquela primeira vez deles e se vcs quiserem dar sugestoes eu aceito kkk...
é so
bjs e ate a prox....o/