Notas iniciais
ENJOY
KISSES
Provei mais um gole de meu champanhe favorito enquanto me acomodava na poltrona do jatinho da empresa. Estávamos a caminho de New York, iria a uma reunião coma a Salvatore’s technology. Klaus me dissera que o dono dessa empresa já o fizera muito mal e que o único motivo para estar disposto a fazer negócio era para poder se vingar. Quando Klaus me falou de seu plano e disse que eu iria ao seu lugar, imaginei encontrar com um empresário velho asqueroso e não com um gostoso de vinte e quatro anos.
Damon Salvatore... Só a pronúncia do nome já me excita. Ele seria um belo submisso. Já o imagino preso em meu quarto de jogos, totalmente nu, exercendo minhas vontades e me chamando de senhora enquanto eu beijo cada centímetro de seu corpo musculoso.
Mas feliz ou infelizmente, teria que espantar essas ideias obscenas e focar no verdadeiro sentido dessa viagem: Arruinar com a empresa e com o nome Salvatore. De uma coisa eu me rendo e admito: Será bem difícil resistir àquele pedaço delicioso de homem. Nem o conheço pessoalmente e já o desejo. Pelas suas fotos é perceptível que ele é um baita de um gostoso e pode ser considerado um deus do sexo. Mas é claro que não pronuncio isso em voz alta, sendo que já é difícil admitir para meu subconsciente.
– Srª. Gilbert, coloque o cinto, por favor. Iremos pousar em New York. – Anunciou a comissária de bordo.
– Claro obrigada. — Ataquei o cinto e aguardei o pouso. Rapidamente adentrei o aeroporto, acompanhada de meus seguranças. Acomodei-me em uma suíte do hotel enquanto aguardava a equipe de Klaus providenciar um apartamento nom mesmo prédio do Salvatore. Saquei meu Notebook e procurei o Klaus no Skype.
Skype on:
– Meu amor, como foi de viagem?
– Cansativa, mas é por uma boa causa. –Suspirei.
– Lembre-se que amanhã você estará fazendo negócios com o idiota do Salvatore. – Sorriu cúmplice.
– E esse será o melhor negócio da vida dele. – Retribui o sorriso.
– Certo, agora tenho trabalho a fazer, até mais.
Skype off...
Notei que tinha uma chamada não atendida, era do Stefan.
Skype on:
– Olá, senhora. – Cumprimentou-me submisso.
– Stef... Quando você embarca?
– Daqui a duas semanas. Sinto muito.
– Tudo bem. Mas terei que arrumar outro brinquedinho até lá.
– Ah, você vai se divertir muito sem mim. Eu que não posso ficar sem outras.
– Pode sim, mas teria que desfazer o contrato e como consequência disso, nunca mais me ver.
– Tudo bem. Até mais, senhora.
–Até.
Skype off...
Stefan era e sempre foi meu primeiro submisso. Fora com ele que aprendera meus segredos e truques. No começo, achava que ele pediria para eu ser sua submissa, mas fora totalmente o contrário, ele me pediu para dominá-lo, alegando que já estava acostumado. Não entendi nada quando ele me disse e ainda não entendo, A verdade é que sei poucas coisas sobre o Stefan, só sei que ele tem um irmão, do qual carrega muita mágoa, uma mãe louca e morta e um pai que o expulsou de casa por motivos desconhecidos a mim. Resumindo: Ele é tão renegado à família, que mudou seu sobrenome para “Gilbert” afirmando para todos que era meu irmão mais velho de vinte e sete anos. No começo fui contra, mas depois até achei melhor para esconder de meu marido minhas “atividades extracurriculares” e dá certo desde sempre.
ALGUNS DIAS DEPOIS:
Entramos no apartamento, suados e ofegantes, nos beijando de uma forma selvagem. Ambos fora de si. Damon explorava minhas curvas com suas mãos másculas e habilidosas ao mesmo tempo em que tentava retirar sua própria roupa. Estava louca de desejo por ele. Intitulava-me forte por ter segurado a tensão sexual que pairou em nós por todos esses dias. Eu o queria... Submisso a mim e teria HOJE! Sem falta! Reuni forças e o empurrei. Não poderia fazer nada sem antes ter o contrato assinado.
– O que foi? – Resmungou ele irritado.
– Preciso fazer uma coisa antes. – Disse ofegante.
– Então faça logo. – Falou impaciente.
– Venha comigo até o escritório. – Ele me olhou incrédulo.
– Você interrompu a prévia da nossa transa para falar de negócios? – Esbravejou.
– Vem logo ou não terminamos isso. – Ameacei. Como assim “não terminamos”? Ficou maluca? Estamos há semanas querendo provar desse gostoso e quando finalmente você tem a chance desperdiça? Minha deusa estava terrivelmente irritada e incrédula comigo, mas eu só fiz charme é claro que não iria o deixar ir embora sem enterrar com tudo em mim a delícia que ele tem no meio das pernas.
– Tudo bem. – Bufou. O puxei para o escritório antes que eu o jogasse no sofá e o possuísse ali mesmo. Tirei o contrato e a cópia de dentro da gaveta da mesa e os entreguei para ele.
– Aqui. – Ele me olhou curioso. Ah, eu também estou curiosa para saber o que você esconde por detrás dessas peças de roupa, senhor gostoso.
– O que é? – Perguntou confuso.
– Leia. – Ele passou os olhos pelas folhas rapidamente sem prestar muita atenção e me fitou ainda confuso.
– Um contrato de confiabilidade? – Assenti. – Para o quê? – Respirei fundo.
– Assine e verá. – Ele revisou olhares entre mim e o papel e por fim assinou os dois papéis. Guardei o meu dentro da mesma gaveta que estava antes e lhe entreguei o seu, mas ele jogou em cima da mesa.
– E agora, podemos terminar o que começamos? – Perguntou impaciente. Agora você será só meu, e pode ter certeza que eu vou usar e abusar desse seu corpinho até ficar exausta, nem que seja só por essa noite.
– Agora eu vou lhe mostrar do que sou capaz. – Ataquei seus lábios carnudos sem nem o dar alternativa ou tempo para pensar. Fui lhe puxando em direção a meu lugar favorito da casa, onde praticava minhas melhores “atividades”, o meu famoso “quarto de jogos”. – Espera aqui. – Pedi quando já estávamos em frente à porta.
– Quantas vezes você ainda irá cortar o clima? – Perguntou furioso.
– Relaxa, você será bem recompensado. – Lhe dei um último selinho antes de entrar no quarto. Demorei cerca de cinco minutos para ficar pronta e sair gloriosamente vestida com um figurino justo e preto que realçava bem minhas curvas perfeitamente delineadas. Acompanhada de meu chicote e salto agulha, fitei Damon que me olhava atônito com uma expressão confusa e incrédula.
– O que é... – Antes que ele terminasse o interrompi chicoteando sua perna esquerda fazendo-o gemer de uma forma que defini ser um misto de dor e excitação. – Elena? – chicoteei mais uma vez.
– Senhora para você. – Dei um sorriso maligno. – Hoje você saciará meus desejos mais primitivos, Salvatore. – Sem nem o deixar argumentar fui tirando toda sua roupa. Rasguei sua camisa revelando o que eu já imaginava: Um peitoral malhado com uma barriga sarada da qual eu queria esfregar minha língua em toda sua extensão. Por fim o deixei de cueca Box preta, que já se mostrava apertada por conta de sua evidente ereção. O empurrei para a cama, ainda confuso e o algemei sentando em seu colo.
– Elena... O que é isso? – Confesso que senti vontade de rir de sua cara de pânico, até parece que ele era virgem. – Para com isso. – Ah não! Agora que o prendi em minha cama não o solto nem tão cedo. Vou deixá-lo louquinho de prazer.
Apertei seu membro fazendo-o suspirar. Viu só! Fácil, fácil! Quando se quer dominar um gostoso, brinque com o pedaço mais gostoso de seu corpo. Fiz movimentos de vai e vem para cima e para baixo enquanto ele gemia.
– Você quer que eu pare? – Perguntei cinicamente.
– N-não. – Gaguejou.
– Não o que?
– Não, senhora. – Suspirou.
– Bom garoto! – Dei mais uma apertada em seu equipamento antes de descer de seu colo indo para um sofá que tinha em frente à cama. Do lugar em que estava, tinha uma visão privilegiada e completa de seu corpo seminu e sua expressão de prazer. – Agora, Damon... Como um bom submisso, me diga: O que você quer?
– Você. – Respondeu ofegante.
– E como você me quer? – Essa tortura era o mais prazeroso. Admito que quando Stefan me apresentou a esse mundo perigoso de sexo, eu me assustei e muitas vezes recusei suas maneiras inusitadas de dominá-lo, mas a medida em que ouvia seus gemidos, sua submissão... Um frenesi me atingia com violência, como uma bicicleta sendo esmagada por uma Ferrari em um trânsito enlouquecedor de New York. Ver o submisso implorar por atenção sem dúvida infla meu ego.
– Eu te quero nua, em cima de mim, me beijando... Lambendo... – Ergueu as mãos, que estavam bem presas às algemas, tentando se soltar provocando um barulho metálico percorrer todo o quarto.
– Calma, baby. Você me terá. – Ao fundo do quarto soava uma música do The Pussycat Dolls, bem sensual assim como a banda. Lentamente fui tirando minhas roupas uma por uma. Quando estava totalmente nua, retirei a última peça de roupa do Damon, aquela que cobria a parte mais desejada de seu corpo gostoso. Parei por um instante só para ter o deleite de observar seu corpo majestoso totalmente nu, à minha mercê. Pulei de volta para seu colo e comecei a distribuir beijos e mordidas por seu peitoral definido.
– Hum... Elena... – Gemeu. Desci os beijos chegando em sua barriga onde fiz questão de deixar as marcas de meus dentes após uma deliciosa mordida. Lambi sua virilha e beijei seu membro ereto.
– Você quer ser tocado? – Olhei para a sua expressão desesperada.
– Elena, para com isso... Eu não... Eu não sou isso. – Respirou fundo parecendo tira todas suas forças para me impedir de terminar aquela transa. – Eu sou um... Do... – Não ia o deixar broxar logo agora então levei de uma vez seu membro duro e grosso a minha boca o chupando com vontade. – Ah... – Gemeu ensandecido de prazer.
– Você gosta? Quer que eu continue? – Ele não soube como responder por isso só assentiu me fazendo voltar a colocar a boca naquele pedaço de carne que exigia meus toques. Chupei toda sua extensão rodeando minha língua, tirando e colocando, simulando investidas. Por fim, senti um urro de sua garganta seguido por seu gozo em minha boca. Olhei para sua expressão e ele mantia a respiração ofegante e um olhar sério que até diria reprovador. Meu trabalho ainda não tinha acabado, posicionei minha entrada em seu membro e ele gemeu em antecipação. Sai o fazendo soltar um muxoxo de reprovação, voltei com uma garrafa de Whisky, abri com a boca bebendo do gargalo, estendi para ele e perguntei cínica:
– Você quer? – Ele assentiu. – Quero ouvir sua linda e rouca voz, delícia. – Provoquei.
– Sim. – Sussurrou. Despejei o conteúdo em sua boca entreaberta fazendo o líquido escorrer pelo seu pescoço indo de encontro a seu peito. Abaixei-me e lambi todas as gotas de Whisky que tinha em seu corpo. Derramei um pouco em sua barriga, o bastante para escorrer pelo seu membro que se animou assim que sentiu o toque gelado da bebida quente.
– Você é tão gostoso e com Whisky, então... – Lambi mais uma vez seu membro arrancando suspiros dele que revirava os olhos de prazer. — Você é um menino tão mal, não pode revirar os olhos para mim. – Peguei meu chicote que estava em cima do sofá e chicoteei sua perna mais uma vez.
– Ah... Penetra logo, caramba! – Gritou raivoso.
– Sinto muito, docinho, mas as coisas não são do jeito que você quer. – Sorri maliciosa. As coisas são do modo Gilbert, delícia.
– Elena, me desamarra, é sério. – Putz... Ele tava falando sério mesmo, pois sua cara denunciava o quanto estava irritado. Qual era o problema dele? Será que era gay? Não isso não ele só não gostava do meu tipo de sexo, ele deve só curtir baunilha mesmo. Ou será que eu só sou boa dominadora quando se trata do Stefan? Quer saber? DANE-SE! Eu o trouxe aqui para transar e é isso que irei fazer! Isso garota! Mostra para ele como se deixa um homem louco! Segui os conselhos da minha deusa e levei seu membro para dentro de mim fazendo ambos gemerem.
– Não se preocupe. – Gemi. – Eu tomo pílula e sou livre de doenças. – O tranqulizei por não ter usado preservativo. Ele nada respondeu, apenas mexeu o quadril indicando que queria mais rápido. Obedeci e ele gemeu. Ficamos naquele ritmo louco por pelo menos mais três vezes, ele nada falava, apensa gemia. Desabei em cima dele e o senti enrijecer abaixo de mim. Apoiei-me sobre os cotovelos e o fitei. Ele suspirou e finalmente pronunciou-se.
– Eu sou um dominador. – Oi? Será que entendi direito?
– Como? – Murmurei a única coisa que veio em minha cabeça.
– Tecnicamente eu sou virgem quando se trata de ser submisso, e... Eu bem... – Limpou a garganta. – Ia lhe mostrar o contrato hoje. – O encarei mais surpresa ainda. Ele queria me mostrar o contrato. Oh Deus! Será que é bom ser dominada por um gostoso como ele? Agora que você falou deusa... Será? Isso me deu uma ideia.
– Eu aceito. – Ele me encarou confuso.
– Aceita o que? – Transar loucamente com meu sócio amarrada em uma cama sendo exposta as piores e mais loucas formas de se dar prazer.
– Ser sua submissa. – Disse por fim.
– Sério? Mas como se você é como eu?
– Podíamos entrar em um acordo e dividir a dominação ou vai dizer que não gostou de se submeter a meu mercê?
– Tenho absoluta certeza de que ninguém saberia me dominar melhor que você, senhorita. – Sorriu safado.
– Então? Temos um acordo? – Sorri esperançosa.
– Primeiro: Tem certeza de que entrar nesse jogo comigo... Pode se machucar no caminho. – Sorri indignada. Só porque você quer delícia haha.
– Claro que quero, mas só me prometa uma coisa.
– O que?
– Não se apaixone por mim. – Ele gargalhou
– Você também não, isso é uma regra.
– Sim.
– Ótimo. Então temos um acordo, agora pode me soltar. – O soltei e apertamos as mãos. Fui surpreendida por ele que pulou em cima de mim me algemando onde ele antes estava.
– O que é isso? – Perguntei apesar de já saber suas intenções.
– Isso é você sendo minha submissa. – Beijou meu pescoço e ali eu tinha certeza que iria treinar coisas novas, no meu mundo, mas de outras perspectivas e devia admitir que, adorava essas experiências diferentes.
Continua...
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