50 Tons Ainda Mais Azuis - 2ª Temporada
13 50 Tons de submissão
Notas iniciais
No dia seguinte, depois de um momento tenso na noite anterior, Bulma se levantou silenciosamente da cama.
Começou a relembrar os eventos da noite passada. Onde Vegeta a amarrou ao lustre do quarto do hotel em que estavam hospedados. Ela estava impressionada até agora com a resistência do lustre. Afinal, Vegeta solicitou uma escada à hotelaria, um pedido bem estranho, mas atendido prontamente. Amarrou correntes no dito cujo e antes de tomar banho, ele a olhou com aquele olhar predatório que a fazia ansiar por mais. Com sua voz gutural e cheia de promessas maliciosas, ele disse:
— Quando eu sair do banho quero ver você de joelhos, no meio do quarto e me esperando.
Bulma engoliu em seco. O tom de voz já dizia tudo. Haveria algo mais naquela noite. Ela pedira as palmadas, mas achava que Vegeta estaria preparando algo mais exótico. A mocreia interior gritou um epe-epe-urra e abanou seus pompons, já aguardando a coça.
Seu subconsciente continuava inconsciente e completamente em coma. Escala 14 de Glasgow.
Mas ficou surpresa quando Vegeta chegou e os seus pés lindos e bem delineados apareceram à frente de seu rosto completamente grudado ao carpete fétido do hotel.
— Quem é seu dono, Bulma? — ele perguntou.
Seu lado rebelde tentou ficar irritado, mas ela precisava daquele macho mega dominante lhe dizendo o que fazer.
— Você, Vegeta.
— Ótimo. Agora se levante que vou te amarrar no lustre.
— O que? — perguntei chocada.
— Sem contestações, Bulma. Aqui quem manda sou eu. Você apenas obedece.
— Sim, Sr. — Bulma resistiu ao impulso de zoar. — Eu apenas obedeço.
As lembranças se embaralhavam na mente de Jujuba a partir daquele ponto. Ela lembrava claramente de ser amarrada ao lustre, ouvir o tilintar dos cristais, completamente ao léu.
E quando Vegeta se aproximou com uma pluma vermelha e começou a lhe fazer cócegas em lugares esdrúxulos, Bulma quase perdeu os sentidos. Cósmicos, físicos, metafísicos. Vegeta não tinha dó alguma de seu estado excitado e incitado. Ele apenas fazia as cócegas, percorrendo seu corpo com aquela pluma maldita.
Depois de alguns instantes agonizantes, por fim ele resolveu acabar com o sofrimento de Jujuba. Desceu-lhe uma bordoada bem dada, além de uma biaba caprichada. Depois, completamente arrasada na cama de casal, ele estendeu sua mão e colocou uma pulseira de cristais. Pedaços do lustre que se quebraram durante o ato. Ele juntou tudo e mandou fazer uma pulseira. Sexy. Diamantes? Não. Cristais. Simples e fodidos cristais. Literalmente.
Agora enrolada na toalha, depois das lembranças da noite anterior, Bulma sorriu para seu reflexo no espelho. Ela iria à praia e tomaria um banho de sol completamente nua para aderir ao estilo bronzeado em todas as partículas de seu corpo. Não haveria um só lugar sem que a fresta de sol a percorresse.
Bulma adormeceu assim que aterrissou na cadeira de sol. O cansaço venceu seu intento em ficar acordada e provocar a ira e o ciúmes de Vegeta, expondo seu corpo aos olhos ansiosos dos outros hóspedes.
Eu não contava que dormiria. Ou que sonharia com um belíssimo carro. Um jaguar preto. Luxuoso e que ronronava. E ela ganhava, em seu sonho, no dia do seu aniversário, dali a duas semanas.
Acabei me apegando à sonolência e quando acordei já era bem tarde. Os garçons já retiravam as mesas da praia. Percebi que dormi o dia inteiro na cadeira de praia. Vegeta me mataria, com toda a certeza! Agora eu estava apavorada. Completamente apavorada. Mordi os beiços até que senti sangue saindo deles. Um vampiro adoraria me encontrar e bater um papo naquele instante. Lambendo a gota saliente que insistia em descer pelo meu queixo, corri para o quarto de hotel enrolada na toalha.
Vegeta não se encontrava em lugar nenhum do quarto. Seu laptop estava aberto, porém. Alguns papéis. O que significava que ele esteve trabalhando. Corri para o banheiro e me enfiei debaixo da ducha quente e rejuvenescedora. Esqueci completamente que como passei o dia no sol, eu estaria completamente ardida e dolorida. Quase dei um grito de ultraje.
Ao sair do box completamente embaçado, sequei meus cabelos e me dirigi ao espelho do banheiro. Na hora que o vapor do ambiente se esvaiu, encarei meu reflexo no espelho e por fim, soltei o grito que entalara em minha garganta.
Vegeta entrou no banheiro correndo e se deparou comigo boquiaberta e revoltada. Meus olhos estavam enevoados de tanto ódio.
— Vegeta! Porque você fez isso? — perguntei revoltada.
— Fiz o que, querida? — ele perguntou com uma falsa inocência.
— Você sabe muito bem do que estou falando! — gritei histérica.
Ele me rondou e parou atrás de mim na frente do nosso reflexo no espelho.
— Você se refere a estas marcas?
Bulma estava com vontade de queimar Vegeta com seus próprios olhos assassinos. Na extensão de seus seios, duas marcas de mãos faziam às vezes de um biquini que ela não colocara. Se a praia era de nudismo, ela tinha o direito de se refestelar ao sol e queimar adquirindo um bronzeado por igual em todo o seu corpo. Mas fora isso que acontecera? Vegeta deve ter aproveitado o momento em que ela adormecera na cadeira e simplesmente, sem que ela percebesse, colocara as suas mãos em cunha no formato de seus seios. E agora o que ela tinha? O bronzeado com as mãos de Vegeta marcado em meu corpo!
— Vegeta! Isso é um absurdo! Agora vou ficar com a marca das suas mãos no meu corpo!
— E isso não é máximo da possessividade masculina que pertence a mim? — ele perguntou e deu uma mordiscada no meu pescoço. Minha mocreia interior suspirou loucamente.
— Vegeta... isso é demais pra mim...
— Bulma... você é minha... você realmente acha que eu deixaria você mostrar suas formas assim? De maneira irresponsável e para toda a ilha? Eu não seria Vegeta Gaylor se deixasse, querida.
— Mas, Vegeta... é uma praia de nudismo! Eu poderia ao menos ter pego um bronzeado decente... agora vou ficar com as suas mãos à vista.
— E isso é ótimo... eu adorei.... por sinal... .me deixou extremamente excitado.
O assunto encerrou-se ali. Com um Vegeta posicionando suas mãos nas marcas que ele mesmo deixara
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