2 Broke Boys
18 Capítulo 18
Notas iniciais
desculpem a demora, mas realmente estava sem tempo =[
Primeiro que começou a semana de provas, ai um milhao de provas depois, minha priminha nasceu *O*
e logico fui ver ela nesse feriado, e fiquei estudando la, do lado do berço -.-'
Agora ta mais calmo na semana de vista de prova, e espero poder escrever mais *O*
mas naoooo se preocupem nao abandonei a fic, ao contrario, to loca pra escrever mais e postar mais *OOOOOOOO*
Espero que comentem ^^
Boa leitura ^^
No dia seguinte de manhã os dois garotos entravam no pequeno café, Tom estava com uma caixa branca nas mãos e a cara amarrada, ainda não gostava da ideia de oferecer seus pequenos cupcakes para estranhos. Já Bill estava o contraio, possuía um lindo sorriso nos lábios e os braços agarrados em um braço de Tom, apertando lentamente, e às vezes puxando com ele empacava, querendo mudar de ideia.
- Amei esse lugar, parece com Paris nos anos 20! – Bill falou baixo perto do pescoço do outro, olhando em volta.
A loja era realmente bonita, com tijolos a mostra em um tom claro de salmão, mesinhas redondas para dois espalhados por todos os lugares. Varias pessoas tomando café e comendo algumas coisinhas, umas conversando, outras mexendo em seus notebooks. A janela grande de vidro que dava para a rua dava uma ótima iluminação, e o enorme balcão de madeira no fundo da loja com seus equipamentos em prata.
- Parece mais “posers aos 20”. – Tom reclamou novamente, fazendo o moreno parar a sua frente. – Realmente fizeram uma limpa nesse lugar.
- Já esteve aqui antes? – Bill perguntou olhando uma prateleira branca cheia de potes coloridos organizados.
- Sim, costumava ser uma loja de bebidas de um cara irlandês que tinha sardas no pênis. – Tom falou como quem não gostasse de se lembrar disso. – As vezes ele te encurralava e o mostrava, mas depois compensava te dando um bilhete de loteria.
- Bem... – o moreno começou meio sem jeito. – Vamos tentar manter esse clima nostálgico fora dos nossos negócios. – Bill virou para o balcão e sorriu. – Veja, aquela é a dona. Me informei antes de vir aqui. E lembre eu faço o discurso.
- Porque eu não posso falar? – o de tranças perguntou.
- Pênis sardento. – o moreno falou todo enciumado e autoritário. – E além disso eu tenho experiência. Aqueles que faziam parte do Clube dos Empresários Phillips Exeter levantem suas mãos. – Bill olhou para Tom e sorriu levantando a mão, e depois abaixando e levantando a mão algumas vezes. – Holla! – Ele disse cantando.
- Vou te mostrar a “Holla”. – o de tranças resmungou fazendo o moreno sorrir de lado. – Já que você faz tanta questão, tudo bem, você fala, eu só fico lá e fico bonito. – ele suspirou e seguiu o moreno até o balcão, em frente a proprietária.
- Olá! O que desejam? – a moça de cabelo preto e rosa de dredlooks perguntou.
- Olá! Eu Bill e esse é o meu sócio, Tom. E você é? – O moreno falava sorridente, mexendo discretamente na bolsa preta procurando um cartão.
- Semhar. (Ps.: Se lê Shamar) – A moça falava com calma e tão pausadamente que Tom já estava irritado.
- Ai Deus. – Tom sussurrou frustrado.
- Que nome lindo! – Bill comentou sorrindo batendo sua perna na perna de Tom, bem de leve. Um aviso para o outro se controlar.
- Significa “Luz do Tigre” em sânscrito. – Semhar falou calma e sorrindo.
- Ai Deus. – Tom sussurrou frustrado novamente, encostando a cabeça na caixa branca que estava apoiada no balcão.
- É meu nome de Yoga. – Semhar completou sorrindo.
- Me ajude Deus. – Tom se contorcia em frustração. Já não gostava de estar ali, e ainda aparecia aquele ser para falar com eles.
- Bem Semhar, nós abrimos um negocio de cupcakes aqui no bairro. Nosso cartão. – Bill sorriu e entregou o cartão. – Estamos apresentando nosso mais novo produto para confeitarias e cafés locais. Por favor prove uma amostra. – o moreno sorria e olhou para o outro. – Tom. – ele indicou a caixa.
- Gostaria de café com coco, chocolate curry, ou limão com blueberry? – Tom perguntou sem emoção abrindo a caixa, deixando um delicioso aroma doce se espalhar lentamente.
- Meu favorito é café com coco. – Bill sorriu surpreendendo Tom, ele não sabia que esse era o cupcake preferido do magrelo. – Vamos começar com esse! – o moreno falava animado e pegou um bolinho, o estendendo para Semhar.
- Obrigada, mas não obrigada! – A moça de dreads falou.
- Bom, posso perguntar o porque? – Bill estava indignado.
- Não são bonitos o suficiente. – Semhar falou.
- Perdão? – Tom se intrometeu.
- Não são bonitos o suficiente. – Semhar falou com mais calma e mais alto.
- Talvez se provasse um, veria como o sabor é incrível. – Bill tentou sorrindo, aidna com o cupcake nas mãos.
- Segura ai “Sabor sabor”. – Tom segurou o pulso de Bill. – Como assim não são bonitos o suficiente?
- Eles tem uma adorável aparência caseira, mas meus clientes preferem um produto mais bonito e de alto padrão. – a moça não gesticulava muito em quanto falava, mas a lerdeza que as palavras saiam de sua boca deixavam Tom em fúria.
- Para a sua informação, alguns dos seus clientes de alto padrão, nesse prédio de alto padrão, onde o seu café de alto padrão esta localizado, recentemente elogiaram muito esses cupcakes. – agora Bill que começava com a voz irônica.
- Entendo, mas não são bonitos o suficiente. – Semhar continuava calma.
- Escuta aqui, campo de batalha de paintball. Isso é Williamsburg, Brooklyn e nenhum tipo de tijolo exposto ou pintura vai mudar o fato de que bem ai onde você esta já vi o pinto de Gerard O’Hanlon mais vezes do que posso contar. E preciso falar, foi bem menos ofensivo que a sua atitude. E pode enfiar isso no seu “alto padrão”. – Tom sorria e falava com a voz ironia. Fechou a caixa de cupcakes. – Vamos. – ele falou para Bill e virou as costas indo embora.
- Namaste. – Bill falou cético e foi embora junto a Tom, ele aproveitou para comer o bolinho em sua mão.
Mais tarde Tom estava entrando pela porta da lanchonete, abraçando o próprio corpo de frio.
- Porque esta de mãos vazia Tom? – a caixa Ellie perguntou. – Sem cupcakes essa noite?
- Não, estão me enchendo. Decidi tirar a noite de folga. – o de tranças falou simples.
- Cuidado com decisões assim. Em 87 tirei uma noite de folga do clube “Vento e Fogo”, e eles colocaram fogo na minha bunda. – Ellie riu, fazendo o outro rir e ir para o balcão.
Quando estava no balcão tirando o casaco, o moreno entrou pela porta da lanchonete.
- Desculpe, estou atrasado! – Bill falou andando rápido para o balcão com uma sacola parda enorme nos braços. Ele deixou o pacote sobre o balcão. – Fui numa loja barata de matéria para confeitaria em Greenpoint e nos trouxe alguns materiais! – ele falava agitado e empolgado. Pegou uma caixa rosa de matérias enorme de dentro da sacola parda e mostrou a Tom. – Aqui! É o kit básico de decoração de bolo. E o melhor de tudo é que achei para nos essa divertida e aceitável aula de duas horas de decoração de cupcakes em uma padaria. – o moreno já havia dado a volta do balcão e estava bem perto do outro. – Podemos aprender a fazer rosas bonitinhas! – Bill já saltitava.
- De jeito nenhum. – Tom falou com as mãos nos ombro de Bill, o fazendo parar de saltitar. – Os cupcakes não precisam ser bonitos, eles compensam tendo ótimo senso de humor.
- Cupcakes bonitos é só outra opção para os negócios. – Bill sorriu colocando as mãos na cintura de Tom e chegando mais perto. – As pessoas querem bonito, nós fazemos bonitos. As pessoas querem caseiro nós fazemos caseiro! – ele sorriu e apontou para a bandeja que cupcakes costumavam ficar. – Espere, onde estão nossos caseiros? – ele franziu o cenho olhando a bandeja vazia.
- Não fiz nenhum essa noite. – Tom falou se virando entre os braços de Bill para começar a preparar um café para si mesmo.
- Não fez nenhum? O que, você recebe uma critica construtiva e para de fazê-los? – Bill perguntou chocado, mas Tom já andava em direção a cozinha. – Tom, são negócios! – o moreno começou a seguir o outro. – E talvez Semhar tenha razão sobre o que os torna bonito.
- Primeiro o que a mulher entende de beleza? – Tom parou ao lado da mesinha se virando para o magrelo. – Ela tem dreas rosa. A cabeça da mulher parece aquelas coisas que você puxa do saco do aspirador de pó. Não é bonita!
- Esqueça isso! O que esta acontecendo com você? Qual é o seu problema com beleza? – o moreno balançava a mão no ar para o outro em quanto falava.
- Não balance sua mão de diva para mim. – Tom falou imitando os gestos de Bill. – Só acho que a sociedade esta muito preocupada com as ideias das pessoas do que é bonito.
- Você acha que não consegue fazer. – Bill falou começando a entender. – É disso que se trata. Não se trata da sociedade. Você tem medo de não poder fazê-lo bonito! – o moreno exclamou e pegou as mãos de Tom sorrindo, mas Tom já havia se desvencilhado de suas mãos macias e ido para o estoque pegar uma torta. – Tom, é uma habilidade, só isso! Não é vergonhoso não saber fazer algo. – o moreno falava seguindo Tom. – Você não teve aulas de piano em quanto estava crescendo?
- Sério? – Tom arqueou a sobrancelha.
- Patinação no gelo? – Bill tentou de novo, envergonhado, se encostando à porta fechada do estoque.
- O mais perto que chegue de laminas no gelo foi quando uma mulher grávida apontou uma faca pra mim em um jogo de hockey. – O de tranças falou e sorriu.
- Olhe, você e eu temos um negocio, e esta é uma habilidade que precisamos. Vamos fazer aquelas aulas e vamos arrasar fazendo rosas bonitinhas. – Bill sorriu vendo Tom se aproximar. – E como eu sei que odeia qualquer coisa relacionada a moda, então achei para nós uma padaria italiana e familiar no Brooklyn.
- Italianos? – Tom sorriu de lado pegando na cintura fina do moreno. – Italianos são bons. Talvez saibam como se livrar do corpo depois de eu te matar. – ele riu prensando um Bill completamente vermelho na porta.
- Não se eu te matar ates. – o moreno falou perto do pescoço do outro com toda a coragem que restava, e malicia também.
Notas finais
Gi wentz
Fale com o autor