2 Broke Boys
19 Capítulo 19
Notas iniciais
Quem ta de ferias e ta morrendo de felicidade grita! lol
Ta, brincadeira, mas eu to mtoooo feliz por estar de ferias, pq agr posso finalmente escrever e ler coisas nao relacionadas a faculdade xD
Bom, esperoq ue gostem do cap, e nao me matem por ele ter ficado mega enorme -.-
Boa leitura, e divirtam-se lol
Em pouco tempo os dois meninos estavam dentro da loja dos italianos. Era tão rosa e tão brilhante que não parecia nada italiano ou familiar ali.
Na entrada foram obrigados a colocar um pequeno e fofo avental rosa com glitter que fez Tom quase voa no pescoço alvo de Bill, mas apenas resmungou muito, e ficou na mesa junto com o moreno e umas meninas que também participariam da aula.
- Em primeiro lugar, bem vindos ao Tempero e Açúcar! – uma mulher magra de cabelos pretos e de voz irritante falou, colocando as mãos na cintura fina. – Fizemos uma pequena mudança no tradicional Açúcar e Tempero, colocando tempero em primeiro porque... – ela olhou pra outra garota, e as duas falaram junto. – Somos italianas.
- E sempre temos o tempero na frente, e um pouco na traseira! – a moça com cabelos cor de caramelo falou, mechando as mãos com suas grandes unhas vermelhas, e olhou para a moça morena, e as duas jogaram os ombros para trás e bateram as mãos no ar cantando “Holla!”.
- Agora esta envergonha por alguma vez na vida dizer Holla? – Tom perguntou baixo para Bill, e fez uma graciosa careta.
- Meu nome é Stephanie. – A moça morena se apresentou. – E essa é a minha prima Serena. – Ela apontou para moça com cabelos caramelo. – E essa padaria tem sido da nossa família há anos, e então assumimos o controle e fizemos ela ficar atraente! – Ela e a prima falaram a ultima palavra mexendo os ombros e cantando a palavra, para depois baterem as mãos do mesmo jeito que fizeram mais cedo.
- Tudo bem, vocês se apresentem, e digam porque vieram essa noite! – Serena falou gesticulando muito.
- Eu sou Lissa. – A menina ao lado de Tom falou, ela tinha os cabelos loiros e cacheado em ondas grandes ate a cintura, parecia ser muito meiga. – Achei que ia ser uma boa ideia para minha despedida de solteira! – ela sorriu. – Eu vou me casar com Megie. – Ela sorriu e apontou para moça ao seu lado. – Essa aqui! – e então cruzou as mãos em frente ao corpo, sorrindo abertamente.
- Tão bonitinha, Deus abençoe. – Serena falou com a mão sobre o coração.
- Eu sou Megie. – a moça de cabelos também loiros, só que liso e picotado em todas as direções na altura do ombro falou, acenando brevemente.
- Eu sou Megie também. – A moça em frente a primeira Megie falou, acenando amplamente, era uma moça pequena de feições delicadas e cabelos pretos.
- Megie. – a ultima moça sorriu envergonhada, enrolando o cabelo castanho no dedo.
- Oh, tantas Megies! – Stephanie falou sorrindo. – E você é? – ela perguntou apontando para Tom.
- Megie. – o de tranças riu. – Não, sou Tom.
- Oh, ele é engraçado! Tão bonitinho, Deus abençoe. – Serena falou novamente.
- E eu sou Bill, sou o parceiro de Tom. – O moreno sorriu.
- Oh, tantos gays essa noite. – Stephanie falou olhando a prima.
- Eu sei! – Serena respondeu.
- Não! Não... – Bill riu sem graça, não sabia se o outro queria ser visto como gay na frente dos outros, ou muito menos como seu namorado ou coisa assim. Já pelo outro lado Tom franziu o cenho olhando a reação tão desesperada de Bill. – Sou seu parceiro de negócios! Na verdade temos nosso próprio negocio de cupcakes lá em Williamsburg, e devo dizer, estamos indo muito bem. Tom é o padeiro e eu sou o chefe de negócios, e estamos aqui para elevar nosso nível de qualificação e levar nosso negocio até um nível que seja atraente! – o moreno sorriu fofo e fez a mesma dancinha que as primas fizeram mais cedo para falar “atraente”.
- Se vai falar tanto assim ninguém terá tempo para aprender nada. – Serena falou mexendo a mão magra com pulseiras de grife.
- Eu sei, certo! – Stephanie falou sorrindo com as mãos na cintura. – Então, onde é sua loja?
- Bem... Agora estamos trabalhando em nosso apartamento. – Bill sorriu de lado.
- Então, nenhuma loja? – Stephanie perguntou, erguendo as sobrancelhas em espanto.
- Oh, isso é doce. – Serena falou, completando a fala da prima.
- Bonitinho – Stephanie olhou como se fosse muito superior.
- Sim, boa sorte. Deus abençoe. – Serena sorriu de lado.
- Pode dizer ciúmes? – Bill perguntou meio emburrado para o de tranças que ainda refletia sobre Bill abominar tanto ser seu “companheiro”.
- Certo, vamos começar pelo mais simples, com uma bonitinha flor de gelo. – Serena começou e foi a frente dos meninos meio emburrados, cada um com seu motivo. Ela pegou um saco de confeitar rosa em uma mão, e um bolinho branco na outro. – Todos peguem seu saco de confeito com a ponta de estrela, e façam assim.
- Ok, todos olhem Serena! – Stephanie falou, se posicionando em uma ponta da mesa perto da Megie noiva. – Faça um pequeno “U” perto do centro do cupcake, então farão isso cinco vezes. E então terão uma linda e pequena flor de cinco pétalas! Simples.
Em quanto Stephanie falava, sua prima Serena fazia devagar a flor, mostrando aos seus alunos que olhavam cada movimento, quando ela terminou cada um começou a fazer na sua base de treino. Uma pequena plaquinha quadrada de 5 centímetros, com um cabinho em baixo, totalmente forrada de papel alumínio. E então, quando terminassem, com uma espátula passariam a flor para o cupcake ate ter pratica para o suficiente para fazer direto no bolinho, como Serena.
- Tão bonitinho, quanta diversão! – Bill sorria em quanto fazia a pequena flor rosa na base de treino.
- Não, não, tem que começar fazendo um “U”. – Serena advertiu o moreno, olhando seu trabalho com o cenho franzido.
- Eu fiz, isso é um “U”. – o moreno também franzia o cenho para seu trabalho, para ele estava uma graça.
- Stephanie, isso é um “U”? – Serena perguntou a prima que já estava ao seu lado.
- Definitivamente não é um “U”. – Stephanie falou mexendo a cabeça em negação.
- Tudo bem, vou começar de novo. – Bill falou mal humorado, pegando outra plaquinha de treino. Quando voltou ao lado de Tom, rugiu baixo. – Aquilo era um “U”. E agora. Só porque não tenho uma loja não conheço um “U”? o que há com o tratamento?
- Tudo bem, deixa pra lá. – Tom suspirou olhando seu próprio trabalho. Estava bem feito, mas para o de tranças não estava bom o suficiente. – Na próxima risadinhas das moças vamos sair fora. – ele sorriu dando alguns passos para trás.
- Não! – Bill riu segurando no braço forte do outro. – Estamos aqui para aprender! Hey, isso ficou bom! – Bill sorriu olhando a florzinha perfeita na base de treino do seu parceiro.
- Ficou uma droga, vou começar de novo. – Tom falou deixando a base de lado, pegando uma limpa.
- Tom, porque esta fazendo isso? Estava bom! – Bill falava com animação, mas mantinha a voz baixa.
- Não bom o suficiente! – Tom falou com a mesma empolgação do outro.
- Vocês não conseguiram ainda? – Stephanie perguntou, apoiando-se na mesa em frente aos dois. – Vocês tem que dominar a florzinha, ou quando passarmos para as rosas estarão fodidos, certo prima?
- Oh, totalmente fodidos! – Serena riu ao lado da prima. – Fodidos e não de uma forma boa! – e com isso as duas riram e bateram as mãos.
- Acha que podemos convencê-las que bater uma na cara da outra é o novo “toca aqui”? – Tom perguntou sorrindo para o moreno maliciosamente.
Bill riu todo meigo, e os dois voltaram ao trabalho.
50 minutos de aula depois.
- Megie, que rosa linda! Parabéns! – Stephanie elogiou o trabalho bem feito da moça. – Bom para você!
- Ok, mais um minuto e mostraremos nossas rosas! – Serena falou mexendo em seu i-pad rosa.
Todos haviam dominado as pequenas flores, e já haviam passado paras as rosas.
- Psiu, Megie, uma ajudinha. – Tom pediu aos sussurros. – Eu travo em testes cronometrados. Eu tirei 10 no meu ENEM. – A moça apenas balançou a cabeça em negação, rindo um pouco, e se afastou para perto da sua namorada. – Droga Megie!
- Olhe para esse lugar. – Bill reclamou enojado, aqueles 50 minutos de aula haviam acabado com a sua paciência. – Não tem como essas meninas terem conseguido tanto sucesso com cupcakes nessa economia. Quer dizer, as despesas desse edifício por si só...
- O que esta dizendo? – Tom perguntou se aproximando.
- Não falo da grana da máfia, só falo que talvez teríamos uma loja também se tivéssemos grana da máfia. – o moreno falava indignado.
- Shhh! Fale baixo! Quer acordar amanha com a cabeça de Jojo na sua cama retrátil? – o de tranças perguntou exagerando no drama.
- Ok, o tempo acabou, vamos ver o que fizeram! – Serena falou deixando o i-pad no balcão, e indo a mesa dos alunos. Bill logo tratou de mostrar sua base de treino. – O que é isso? Não tem nada ai. Isso não é uma rosa.
- É minimalista. – Bill rugiu.
- Aham, tanto faz. – Stephanie falou rindo.
- Não, não tanto faz! É brilhante. Porque quando eu estava em Tókio, com o chefe do instituto Ikebana, e ele disse que eu tinha um dom. – agora o moreno sorria calmo, se lembrando.
- Ok, volte para Tókio então. – Serena sorriu de lado, e foi a frente de Tom. – E você, o que tem?
- Meio que fiquei sem tempo. – Tom suspirou, mostrando um botão de rosa perfeito, o que era a base para fazer uma rosa, dali que se acrescentava as pétalas.
- Tinha 30 minutos. Pensei que ele tivesse dito que você era o confeiteiro. – Stephanie falou apontando para Bill e depois para Tom. – Não, você precisa ser capaz de decorar cupcakes em cerca de o que, 30 segundos se quiser ser bem sucedido na sua pequena padaria.
- Hm, eu gostaria de um cupcake? – Serena perguntou.
- Isso levara doze horas! – Stephanie imitou a voz de Tom, e as duas riram passando para analisar as outras rosas, o que em pouco tempo terminaram.
- Lembrem-se, a tarefa de vocês para amanha é trazer um delicioso cupcake, com uma linda rosa em cima. – Serena falou, com a prima sorridente do lado.
- Certo, como se fossemos voltar aqui e passar mais tempo com essas vadias. – Bill falou baixo para Tom, tirando o avental.
Mais tarde naquela mesma noite.
Bill estava aconchegado na sua cama retrátil, todo enrolado nas cobertas fingindo que estava dormindo, mas estava olhando Tom trabalhar nas rosas.
O de traças havia feito umas 50 rosas e nenhuma estava boa o suficiente, haviam vários sacos de confeitar espalhados pelo balcão, assim como a massa de confeito em potes grandes, cada uma de uma cor, e varias rosas espalhadas em bases de treino pelo balcão.
- Ah! Isso ainda ta ruim. Droga! – o de tranças rosnou, jogando tudo que estava em suas mãos na pia.
- Tom... – Bill fingiu acordar. – Esqueça isso... – ele falou com a voz sonolenta e saiu da cama, andando até o outro que estava apoiado na parede, massageando as temporas. – Volte para cama, são três da manha – o moreno falou compreensivo, e pousou a mão no ombro do outro.
- Não. – Tom falou irritado. – Não diga uma palavra! Estou furioso com você agora!
- O que eu fiz? – o moreno estava confuso, ainda segurando o ombro de Tom.
- Tudo! Costumava amar fazer cupcakes, era a única coisa que eu podia fazer sem pensar, r agora tudo o que eu faço é pensar. – ele rosnou, olhando Bill. – Penso que sou péssimo fazendo cupcakes.
- Pare com isso. – o moreno se atreveu a chegar mais perto, tinha medo que de tão furioso que Tom estava podia levar uma mordida e sair sem o braço. – Quem liga para o que elas acham? Elas são umas padeiras vadias. Não precisamos voltar lá... – Bill sorriu calmo.
- Ah, e depois? Vou achar que meus cupcakes não são bons o suficientes para o resto da minha vida? – Tom perguntou já exausto. – Você disse que precisamos desse maldito dom, então precisamos desse maldito dom. Eu posso ser um monte de coisas, mas não sou um desistente. Vou fazer um estúpido e lindo cupcakes nem que isso me mate, ou mate você. – Tom olhou para Bill de um jeito meio psicótico. – E você vai voltar lá comigo. E vamos enfiar nosso lindo cupcake na bunda da italiana falsificada e sua prima. – ele respirou profundamente. – Agora cale a boca, e não fale comigo, e volte para sua cama. – Tom finalmente se desapoiou da parede, focado em fazer uma maldita rosa bonita.
- Ok... – Bill sorriu todo fofo, e roubou um rápido selinho de Tom correndo para sua cama.
O de tranças sorriu, e voltou mais animado para fazer as rosas, em quando Bill exausto desistiu de admirar Tom, e caiu no sono, naquela noite, Tom decidiu dormir na cama retrátil, junto com Bill.
Na aula do dia seguinte, Tom manteve seus cupcakes dentro de dois potes pretos e não deixou Bill ver como estavam, disse que era surpresa.
- Não esta muito bom... – Serena disse com uma falsa magoa para Megie, que suspirou cansada. Alias, nenhum dos cupcakes alias estava bom para as primas italianas malvadas. — Am, vamos ver quem falta? – Serena perguntou para prima, que sorriu maldosamente.
- Bill, vamos ver sua rosa? – Stephanie perguntou sorrindo de lado.
- Eu não fiz uma. – Bill sorriu também. — A sociedade esta muito preocupada com as ideias das pessoas do que é bonito. – Ele sorriu satisfeito após repetir as palavras de Tom.
- Tanto faz. – as duas moças falaram juntas.
- E o que houve com seu confeiteiro? – Serena sorriu para Tom.
- Ele desistiu também? – Perguntou Stephanie.
- Não, aqui esta. – Tom sorriu e abriu o primeiro pote preto, era pequeno, e só cabia um cupcake. Era o de chocolate com curry, e o cheiro se espalhou devagar. Havia uma única rosa vermelha em cima, era luxuriosa e grande, com pétalas que pareciam ser aveludadas, e as lascas de chocolate em volta da rosa eram hipnotizantes, e deixavam a única rosa no meio ainda mais linda, e vermelha, quase suculenta.
- Tom, esta tão lindo... – Bill sorriu olhando o cupcake. – Estou tão orgulhoso de você.
- Esta mesmo... – comentou Serena.
- Com certeza... – Stephanie completou, em quanto os outros alunos olhavam o cupcake.
- Deus abençoe, bom para você. Quanto tempo demorou? – Serena que havia voltado a si comentou maldosa.
- Cerca de três horas e quarenta minutos. – Tom sorriu de lado. – Mas eu consegui. Só quis provar a vocês e a mim que consigo fazer uma estúpida rosa. E agora que consegui. – Tom sorriu maliciosamente para Bill, pegou na parte de baixo do cupcake e o esmagou com força na mesa, fazendo um enorme barulho. Todos deram uma gritinho assustado. Limpou a mão no avental rosa sorrindo, e abriu o segundo pote preto. – Esse cupcake não era eu, eu não faço bonito. Mas fiz um cupcake para cada uma de vocês, que diz o que sinto sobre toda essa aula. – Ele pegou o primeiro, que também era de chocolare curry, em cima havia uma placa redonda de chocolate, escrito em vermelho. – Esse diz: Vão se ferrar. – Ele pegou o segundo, igual ao primeiro. – E esse diz: Vão tomar no cú. – E terminou com um sorriso lindo.
- Vê esse “U”?? Isso é um “U”! – Bill riu ao lado de Tom.
- Holla! – Tom exclamou fazendo uma dança estranha.
As duas primas estavam chocadas e com a cara amarrada.
- Bem, boa sorte com isso. – Stephanie sibilou. – As pessoas não querem cupcakes que as insultem. – e foi para outro canto da loja com sua prima Serena.
- Oh meu Deus, Tom. Este é o nosso negocio. – Bill, puxou Tom para perto. – Eu estava errado, você estava certo. Não precisamos fazer cupcakes bonitos. Todo mundo faz bonito. Vamos fazer o que você faz melhor, insultar pessoas! – Bill exclamou batendo palminhas.
- Sim, quem vai comprar isso? – Serena exclamou de longe.
- Nos compraremos, para o nosso chá! – Lissa exclamou sorrindo, se agarrando ao braço da namorada.
- Serio vadias, nos queremos isso! – Megie exclamou sorrindo, fazendo Tom e Bill ficarem chocados e felizes ao mesmo tempo.
Notas finais
G Wentz
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