2 Broke Boys

17 Capítulo 17


Notas iniciais
Oláaaa meninas ^^
Eu sei que eu demorei, mas é meio difícil escrever e estudar megaaaaaaaaaaaaaaa longe de casa, eu volto morta -.-'
bom, espero que gostem do cap e comentem, e quem sabe uma pequena e fofa recomendação? *O*
Bom, chega de enrolação!
Boa leitura ^^

O de tranças tentou se espreguiçar na cama, mas algo quente e macio estava sobre o seu peito, e não o deixava se espreguiçar muito bem. Ele se lembrou da noite passada e abriu os olhos no mesmo instante olhando a cabeça de Bill sobre o seu peito, com o cabelo completamente bagunçado e a mão pousada sobre o sei tórax. Ele dormia calmamente. Por baixo do edredom pode sentir as pernas magras enroscadas as suas e seus corpos ainda grudadinhos.

Tom queria se levantar, ir ao banheiro e comer alguma coisa, estava com muita fome, mas não queria sair dali e deixar de ser o travesseiro do outro. Franziu o cenho e continuou a olhar o moreno. Com certeza não iria sair dali, já havia aceitado o que sentia pelo moreno, apenas queria ter certeza de que era recíproco.

Tom ficou um bom tempo deitado com o outro deitado sobre si, Bill quase não se mexia dormindo, apenas mexia a cabeça de vez em quando, voltando a se aconchegar no seu peito. O de tranças passou o tempo inteiro acariciando a pele branca de Bill, suas costas, seus braços, e sua nuca. Era a pele mais macia que havia sentido.

Bill abriu os olhos devagar, piscando algumas vezes e depois se espreguiçou sobre Tom, deixando seu corpo cair ainda mais sobre o dele. Bocejou longamente e esfregou os olhos, começando a olhar o corpo abaixo de si, terminou olhando nos olhos do de tranças, e sorrindo bobamente em seguida.

- Bom dia... – Bill falou todo sonolento, arrastando seu corpo para cima, para que seu rosto ficasse bem perto do de Tom.

- Bom dia... – Tom respondeu baixo e sorrindo, vendo Bill vir lentamente ao seu encontro, quando ele se acomodou, os dois se enroscaram em uma abraço desajeitado por estarem deitados.

- Como dormiu? – o moreno perguntou inspirando profundamente o aroma do pescoço do outro.

- Bem, e você? – Tom não pode evitar um pequeno arrepio quando Bill cheirou seu pescoço e depois suspirou lentamente, relaxando o corpo.

- Bem também... — o moreno falava com calma, bem sonolento ainda.

- Preciso ir ao banheiro. – Tom riu, empurrando a cintura de Bill para longe, mas o moreno se apertou mais a ele.

- Não precisa não. – Bill ronronou e aconchegou-se novamente em Tom, que ria de sua atitude fofa.

- Preciso sim, eu volto depois. – o de tranças falou e foi solto pelo outro, correndo ao banheiro pelado mesmo.

Bill suspirou e se sentou na cama, mexendo no moicano devagar. Piscou sonolento olhando em volta e se arrastou para a beirada da cama. Pegou a blusa de Tom que estava no chão e a vestiu, parecia que estava vestindo um vestido, já que a blusa ia ate os joelhos finos, decidiu não colocar nada alem disso. Espreguiçou-se mais uma vez e saiu da cama andando devagar em direção a cozinha, começando a fazer um café forte, sempre com um sorriso meio bobo nos lábios, por causa da noite anterior.

Colocou o café para coar, e em um pote grande começou a fazer a massa das panquecas. Provavelmente a única coisa que sabia fazer bem na cozinha além de comer. Viu Tom saindo do banheiro e foi a vez dele correr para lá.

Não demorou muito, apenas fez suas necessidades, escovou os dentes, lavou o rosto e passou um pouco de perfume. Voltou a cozinha e viu o de tranças servir o café para os dois distraidamente, adoçando sua xícara devagar, e depois bebendo do liquido quente. Andou até a cozinha, e começou a fazer as panquecas, colocando as prontas em um prato.

Eles não trocaram palavras, mas em vez disso vários olhares. Também não se tocaram muito, já que um estava ocupado fazendo panquecas, o outro estava ocupado em comê-las.

Depois disso se vestiram rapidamente e foram para a lanchonete. O percurso inteiro Tom ficou com o braço em volta da cintura fina do outro.

- Boa noite madames! – Tom falou animado para as quatro senhoras sentadas em uma mesa da lanchonete. – Noite das garotas? Procurando garotos, comendo tortas, divertindo-se?

- Esta mesa esta pegajosa! Passe um pano úmido nela toda! – uma das senhoras de cabelo branco exigiu com um ar de superior.

- Iria matá-los limpar um pouco? Que tipo de lugar é esse? – outra senhora reclamou. A esse ponto a alegria de Tom já havia sumido.

- Do tipo que serve sopa fria. – a senhora mais gordinha reclamou.

- E qual é a das suas tranças loucas? – a única senhora que não tinha falado, falou. Ela apontava o dedo para a cabeça de Tom. – O que você é? Algum tipo de rapper?

- Opa! Calma aí, senhoras! Não se ganha um passe de vadia só porque se é velha. – Tom falou encarando uma a uma. – Sim, é isso mesmo! É o que eu disse. Chegam aqui com essa atitude de vovó gangster, achando que podem ir descarregando a munição em cima do primeiro garçom rapper que vem? De jeito algum. – Tom falava mexendo uma mão e segurando o bloquinho com a outra. – Aqui não descriminamos por idade. Se agirem feito vacas, serão tratadas como vacas. Não importa o quando suas tetas estejam perto do chão. – e terminou com um sorriso fofo nos lábios carnudos. – Agora eu vou limpar a mesa e vamos recomeçar. – ele pegou um paninho do avental e passou na mesa em frente a senhora que reclamou, e voltou a guarda-lo no avental. – Olá, eu sou Tom. Quem quer tapioca? – ele perguntou alegre, e ate sorrindo, vendo as quatro senhoras levantarem as mãos, sem graça. – Prefiro assim. Guardem o desapontamento para os netos! – ele riu e foi a cozinha entregar os pedidos a Emma.

Seu bloquinho caiu no chão e quando foi andar para pegar, sem querer chutou para longe. Olhou onde ele estava e bufou indo falar com Ellie.

- Ellie, preciso de outro talão de pedidos. – ele falou se apoiando no balcão da senhora. – O ultimo caiu entre a geladeira e o forno, poderia chegar nele, mas Emma estava perto. Ai ficou entre “eu não faço isso” e “ah, pro inferno que não”.

Ellie riu entregando a Tom o que ele havia pedido.

- Olhe ali Tom. – Ellie apontou para uma mesa. – Homens e mulheres de terno. Esse bairro esta definitivamente melhorando. Eu me lembro do tempo em que uma senhora negra não conseguia pegar um taxi por aqui. E esse tempo foi quarta feira. – Ellie reclamou, fazendo Tom rir e voltar para o balcão, onde Bill se encontrava, fazendo um café com chantilly.

- Tom estava conversando com os casais da mesa sete. – Bill falou e Tom os reconheceu, eram os de terno. – Eles queriam conhecer o cara que faz os cupcakes, eu disse que já iria lá. – vendo que o de tranças não se mexeu, Bill empurrou de leve a cintura dele. – Vá, eles são legais!

- Não, não são legais! São fashions, sanguessuga plagiadores. – Tom rosnou para Bill. – Vieram para esse bairro só para saquear e destruir.

- Me senti do mesmo jeito quando as irmãs Hilton invadiram minha festa de 21 anos. – Bill falou dramático fazendo Tom ir falar com a mesa sete para não escutar seu drama.

- O quê? – Tom perguntou parado em frente a mesa dos casais de terno.

- Você fez esses cupcakes? – uma moça ruiva, com o cabelo ondulado ate o busto perguntou, apontando para o bolinho a sua frente.

- Sim, qual o problema? Cuspa-os tenho uma vida. – o de tranças rosnou.

- Só queríamos te dizer que o sabor é... Incrível! – A mesma moça ruiva falou cantando – Eu não sei quem você é, ou de onde você veio...

- Nem eu... – Tom interrompeu a moça, ele estava com as mãos no bolso da calça, e riu um pouco.

- Mas isso esta fabuloso! – Ela cantou novamente.

- Bom, bem vindos ao bairro! Eu sabia que gostaria de você. – Tom riu gentil, e se retirou voltando para perto de Bill.

- Então, o que os sangue sugas queria? – Bill perguntou apoiado no balcão, limpando-o vagarosamente e sem alegria alguma com uma paninho branco.

- Você é tão preconceituoso sabia? Eles queriam falar que os cupcakes são fabuloso. – Tom falou cantando do mesmo jeito que a moça ruiva fizera.

- Obrigada! – Bill falou rindo, empinando um pouco a bunda, com o corpo ainda apoiado no balcão. – Talvez agora finalmente comece a fazê-los se alguém além de mim te disse o quão são bons!

- Acredito que a palavra foi fabuloso. – o de tranças riu passando por Bill para ir a cozinha, deixando um tapa em sua bunda. – Emma a partir de agora pode me chamar de rei Tom dos cupcakes fabulosos. – Tom riu pegando desembalando uma torta.

- E você pode me chamar de condessa Emma das incríveis festas na minha saia. – Emma sorriu mandando um beijinho para Tom que saia da cozinha rindo.

Bill continuava a limpar o balcão desanimadamente, estava cansado demais pela noite passada e não via a hora de voltar para casa com Tom.

- Bill, o feliz e brilhante pessoal de terno pediu-me que lhe entregasse esse recado. – Han falou sorrindo, entregando um pequeno papel ao moreno, que começou a ler.

- Olha que grande ideia! – Bill exclamou sorrindo, após ler o bilhete. – Sugeriram que vendamos os cupcakes de Tom no novo café descolado que fica no prédio deles.

- Mas já vendemos os cupcakes aqui no meu restaurante. — Han falou sorrindo.

- Han, estamos construindo uma loja de cupcakes que um dia irá nos tirar daqui. Isso é o que estaremos tentando fazer nos próximos meses. – o moreno falou compreensivo.

- Mas achei que tínhamos algo especial. – o pequeno homem falou.

- Temos, mas não somos exclusivos. O restaurante é fofo, mas eu quero mais que isso. – Bill sorriu e pegou um cardápio indo atender os clientes.

- Arg, primeira namorada, tudo outra vez! – Han exclamou e foi para seu escritório.

E a noite foi se passando, muito devagar na opinião de Bill, e de Tom também, mesmo que esse não quisesse admitir que queria ir pra casa com o moreno, já que não sabia exatamente o que fazer depois da noite passada.

- Ah, pensei que poderíamos passa naquele novo café amanha, levar seus cupcakes e nos apresentar para eles. – Bill falou assim que passou pela porta. Ele estava apoiado na parede tirando as botas de salto.

- Eu não vou entrar lá. Sinto que estou me vendendo. – Tom reclamou tirando o casaco e se jogando no sofá.

- Ok, vamos reformular a frase “me vendendo” e transformar em “liquidação”, no sentido de “Tom, estamos liquidando os cupcakes e somos um sucesso”. O que foi que você disse? Posso comprar cera e hidratantes novamente? – Bill perguntou sorrindo se sentando em outra poltrona. Não sabia exatamente o que fazer ou como agir.

- Esta bem. – Tom suspirou coçando a cabeça. Ele franziu o cenho ao ver Bill sentado tão longe.

Varias perguntas começaram a pipocar na sua cabeça. Será que Bill não tinha gosta? Mas de manha ele estava tão dengoso. Ele não fazia ideia do porque o outro estar tão longe.

- Porque você ta me encarando desse jeito? – o moreno perguntou envergonhado com as bochechas já rosa.

- Porque esta tão longe? – Tom perguntou direto.

- Ah... Não sei. – Bill respondeu um tanto confuso.

O de tranças apenas arqueou a sobrancelha e Bill riu da própria confusão. Se levantou devagar e andou até o outro ficando em pé, entre as suas pernas abertas. As mãos de Tom subiram pela lateral de cada perna no magrelo até alcançar a cintura fina, o puxando levemente para baixo. Bill entendeu o que Tom queria e se sentou em sua coxa esquerda, pousando as mãos nos ombros largos do de tranças.

O moreno fechou os olhos e apoiou a cabeça no ombro de Tom, suspirando lentamente o cheiro do outro e relaxando o corpo em cima do outro em seguida.

- Cansado? – Tom perguntou acariciando a nuca do moreno.

- Um pouco... – Bill falou sonolento estralando os dedos dos pés – Achou que vou tomar um banho e depois dormir.

- Ainda preciso fazer os cupcakes para amanha. – o de tranças falou deitando Bill no sofá e se deitando por cima do corpo magro, colando-se a ele devagar, fazendo o moreno se arrepiar abaixo de si.

- Você precisa de ajuda? – Bill já estava com os olhos fechados.

- Não. Porque você não toma seu banho e dorme na minha cama hoje? Quando eu acabar eu vou lá com você. – Tom sugeriu. – Ou posso dormir na sua cama para não te acordar. – o de tranças sugeriu isso também, não que quisesse dormir sozinho. Não depois da noite passa, mas queria ver a reação do outro, ver o que ele queria.

- Não! – o moreno exclamou abrindo os olhos. – Você pode ir dormir comigo. – ele terminou a frase mais calmo, e mordeu o lábio envergonhado pela agitação repentina.

O de tranças sorriu de lado e se levantou deixando o outro meio paralisado no sofá, andou devagar ate a cozinha e começou a fazer os cupcakes.

Notas finais
AAAnwww, me desculpem pelos erros >.
Bjs
G Wentz