1° Temporada - A Nova Moradora
11 Extraordinário
Notas iniciais
Pov Elijah
Tinha acabado de transar com Isabella, permanecíamos deitados e em silêncio, estava me sentindo extraordinário, pleno, totalmente feliz e entregue. Ela me fez esquecer dos problemas que me cercavam, do meu irmão voltando dar uma de louco e principalmente, do meu passado sombrio.
Com isso me lembrei o porquê de afasta-la, sentei-me rapidamente. Eu não podia arrasta-la para a bagunça que eu era, para as minhas dores. Olhei rapidamente e percebi que Isabella mantinha seu olhar firme e me encarava.
— Se arrependeu? – perguntou-me petulante.
— Não. – suspirei. – Não teria como me arrepender de estar com você, Isabella. – afaguei sua bochecha e passei o dedo traçando seu lábio carnudo e bem desenhado. Segurou minha mão e deu um beijo em cada dedo. Olhou-me com carinho. Essa mulher seria minha perdição.
— Eu sei o que quero, Elijah. E é você. Não tente me afastar. – Levantou-se juntando as próprias roupas e se vestindo. – Te darei um tempo para pensar. Quando estiver pronto, sabe onde me encontrar. – virou e correu floresta a dentro.
Pov Bella
O sexo com Elijah tinha sido incrível e até pouco tempo atrás tudo estava ótimo. Mas ele levantou rapidamente e vi algo passar por seu olhar, só não consegui decifrar o que era. Levantei, juntei minhas coisas e disse que ele teria seu próprio tempo para pensar, eu sabia que o queria. E lutaria por isso.
Fui para meu lugar favorito. O espaço neutro entre a terra dos Cullen e dos Quileutes, ali tinha uma árvore muito antiga e que me trazia paz, uma energia mais forte. A árvore mais antiga de Forks, subi e sentei no lugar mais alto. Fiquei ali, não sei quanto tempo passou, adormeci, acordei já era noite, pulei e fui pra casa.
Cheguei em casa, dei um beijo na Cau e subi tomar banho, meu pai ainda não tinha chegado, desceria pra fazer o jantar depois de relaxar, estava precisando de um banho de banheira, e era o que faria.
Coloquei a banheira pra encher, joguei os sais de rosa e fui pegar uma roupa. Escolhi uma calça preta colada ao corpo, uma regata roxa e um cardigan cinza. Fiquei na banheira uns vinte minutos, o cheiro das rosas me relaxavam, levantei-me, me vesti e desci, estava descalça mesmo.
Cau assistia algo na tv, jogada no sofá.
Coloquei batata para cozinhar, temperei os bifes, coloquei arroz e feijão pra fazer. Charlie chegou e estava finalizando o jantar. Coloquei tudo na mesa e os chamei, comemos em silêncio. Mas sentia o olhar da Cau me queimar. Terminamos, juntei tudo e fui lavar louça, enquanto Charlie ia assistir ao jogo, Cau disse que ia me ajudar, mas apenas continuava a me observar e eu fingia que não tinha notado.
— O que houve? – perguntou inaudível para um humano.
— Elijah, transamos e ele ficou um tanto estranho. Você sabe que o quero e não irei desistir. – suspirei frustrada.
— Ele é nobre, até para seu próprio bem. Ele também gosta de você, pode ter certeza, eu o conheço a tempo suficiente para estar te falando isso. – virei e observei seus olhos, sabia que ela estava falando a verdade.
Algo inédito aconteceu, me vi com Elijah, estávamos juntos e tinha um anel de noivado em minha mão, sorri.
— O que perdi? – Cau me olhava confusa.
— Nada amiga, apenas acredito em você.
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