1° Temporada - A Nova Moradora
12 Liberdade
Notas iniciais
Pov Bella
A primeira visão da minha vida tinha sido surpreendentemente boa. Elijah e eu noivos, era muito bom ver algo tão promissor para meu futuro, mesmo que no momento atual Elijah ainda não tivesse me procurado, já fazia dois dias que tudo tinha acontecido, e por causa de seu sumiço meu humor estava terrível, treinava com Kol e estava colocando toda minha frustração para lutar, estava perdendo.
— Qual é, Bella, você é melhor que isso, se concentre. – disse-me depois de me derrubar pela quarta vez. Levantei puta da vida.
— Estou frustrada, porra. – me olhou sorrindo, filha da puta. — Kol, eu vou tirar esse sorriso no murro.
— Quero ver me pegar. – correu. Corri o seguindo e o alcancei, pulei em suas costas derrubando a nós dois. – Melhorou, viu só, sou um ótimo professor. – levantou-se e me ajudou a levantar. – Dê um tempo pra ele, meu irmão é nobre e cabeça dura.
— Puta que pariu, até você sabe?
— Não é muito difícil, você olha diferente para ele, e ele te olha sempre que você está distraída, é óbvio para qualquer um que observa vocês dois. – deixei meus ombros pesarem.
— Porque é tão difícil? – sussurrei.
— Só ele poderá te contar, não está no meu direito e nem tenho liberdade para falar disso. Ele me estrangularia. – sorrio divertido. – É mentira essa última parte, mas com certeza ele não ficaria feliz comigo.
Voltei pra casa ao final da tarde, hoje não havia tido aula e aproveitei para treinar na parte da manhã. Por eu fazer parte dos vampiros originais, nada tinha mudado na escola, ninguém desconfiava de minha condição especial e a Cau tinha sido muito bem aceita como minha prima e parte do meu grupo.
Cheguei em casa e fui direto tomar um banho, Cau estava na cozinha fazendo comida e agradeci mentalmente por isso, estava faminta. Tomei um banho demorado, sai enrolada na toalha e fui direto para meu quarto, tomei um susto com Elijah sentado na poltrona de frente com a janela.
Levantou-se, parou na minha frente me dando um beijo na testa, sussurrou:
— Estarei aqui no corredor, quando terminar de se trocar, entrarei e conversaremos. – assenti.
Sentia-me atordoada. Entrei, coloquei uma calcinha preta, uma legging cinza, regata também cinza e sentei na cama, chamei-o:
— Elijah. – entrou e encostou a porta. Sentou-se na minha frente, seus olhos queimavam minha pele.
— Como está? – perguntou-me.
— Indo. – não iria mentir, suspirei e continuei. – Senti sua falta. – segurei sua mão entre as minhas.
— Precisei me afastar, precisava pensar. Entender tudo isso.
— Eu quero você, isso não é difícil de entender.
— Eu a quero, Isabella. – minha pele se arrepiou com essa informação – Mas você não sabe do meu passado, tudo que fiz, suportei, perdi. – seus olhos eram pura angustia e me senti quebrando.
— Me mostre. – sussurrei
— Tem certeza? – procurava qualquer sinal de que eu fosse recuar.
— Tenho. – disse me aproximando.
Elijah puxou-me e me mordeu sorvendo meu sangue, entendi que deveria fazer o mesmo. Imagens começaram a passar, ele criança, a transição concluída, cada lugar que já destruiu, construiu, cada mulher que já amou – aquilo doeu fundo em meu peito – a destruição de cada uma por causa de seu amor pela família sempre em primeiro lugar. Entendi o seu medo de permanecer comigo, mas lutaria por ele.
Parei de beber seu sangue e Elijah também me soltou. Me olhava com olhos apreensivos.
— Eu ainda te quero. – disse-lhe terminando com a distância dos nossos corpos. Os olhos de Elijah brilharam e lhe dei um beijo que ele retribuiu com gosto.
Nos virou na cama e sustentava seu peso em um dos braços, sem se apoiar em mim, beijou minha testa, meu nariz, minhas bochechas, depois beijou meus lábios novamente. Uma de suas mãos entrou pela minha regata e apertou o bico do meu seio.
— Sem sutiã?! – balançou a cabeça incrédulo. Tirou minha regata jogando em um canto qualquer, beijou um seio depois o outro, foi descendo seus beijos, chegou na minha calça e a tirou junto com a calcinha, beijou minha intimidade, me sugava e causava sensações nunca antes sentidas, gemi. Voltou com os beijos por meu corpo e tomou meus lábios novamente para si.
— Você está muito vestido. – sussurrei e comecei a tirar sua roupa lentamente. Quando estávamos ambos nus, Elijah deitou-se por cima de mim novamente, entrou em meu interior com calma, movimentos lentos e calculados, acariciava minha face com devoção. Não estávamos transando, estávamos nos entregando de corpo e alma, 100%. – Estou amando você. – sussurrei.
— Eu já te amo, Isabella. – aumentou as investidas e gozamos juntos.
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