Aqueço a língua sob o fogo

Cruzado de guerras navais

Distúrbio de deuses, e o demônio...

Na pele de cordeiros imortais.

E ais! Digo sempre e sem socorro

Necessidade efêmera em cais

Em águas trepidas deito e morro

Com sereias e sorrisos infernais.

E eu não mais sou... já não fui!

Neste mundo (in-mundo) de ondas tais

Que não quero me afogar pelo teu jugo.

Sem sentido, meu corpo em terra jaz

Profundamente, do sono moribundo

Esse carma em gema, em guerra e paz!

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Mais uma poesia fresquinha para os meus leitores preferidos! Espero ter despertado as mais belas emoções em vocês, pois eu acredito que esta é a função da poesia. Não se esqueçam de comentar aí embaixo o que acharam, a opinião de vocês é sempre muito importante pra mim!

Beijin, até a próxima :*