Diga-me, de sonhos moribundos

Quantos mundos noturnos andei

E o beijo que nunca sonhei...

Que vagueia entre lábios fecundos.

E afundo no mar mais profundo!

Que, soturno pelo ar de lençóis

Da leveza em furor e arrebóis

Na alameda que em sonhos circundo.

Em dor sou mais do que juro

Borboleta de livre certeza

No coração de bela Julieta.

Esperando um amor oriundo

Dos contos da pedra turquesa

Que cega do brilho que ostenta.

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Mais uma poesia fresquinha para os meus leitores preferidos! Espero ter despertado as mais belas emoções em vocês, pois eu acredito que esta é a função da poesia. Não se esqueçam de comentar aí embaixo o que acharam, a opinião de vocês é sempre muito importante pra mim!

Beijin, até a próxima :*