Desatinos de minha mente supérflua

Dos anseios da noite sombria

O dia, que ofusca minha vida

Busca paz na loucura das trevas.

Trégua! Pedem os ancestrais

De quimeras e hidras sangrentas

Da espera que em ti alimentas

Por uma noite que bate aos umbrais.

E no frio que suga o lamento

De um vento que varre a poesia

É da noite a mente insípida

É do escuro o senhor do silêncio.

E a virgem, de doce inocência

Que na noite busca conforto

E encontra, chuva de outono!

Vampiros sem mera clemência.

Morte à claridade, à luz!

Assassina de minhas ilusões

Que sempre à noite fazem alusões

Fazem-se mártires em minha cruz.

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Mais uma poesia fresquinha para os meus leitores preferidos! Espero ter despertado as mais belas emoções em vocês, pois eu acredito que esta é a função da poesia. Não se esqueçam de comentar aí embaixo o que acharam, a opinião de vocês é sempre muito importante pra mim!

Beijin, até a próxima :*