- Estranha Obsessão -
56 Voltando para casa...
Notas iniciais
Voltando para casa...
Aline devido o ocorrido precisou ficar ainda por mais quinze dias no hospital, sobre cuidados e recebendo tratamento adequado, ela estava esgotada de estar internada, apesar de ter sido transferida para um dos melhores hospitais da cidade.
Victor por nenhum momento ficou longe dela, acabou passando boa parte das responsabilidades a Mara, trabalhando mais mexendo no computador, sempre ao seu lado e a ajudando quando ela precisava, pensava olhando ele agora dormido, ambos estavam em um quarto individual.
Ainda pensando nisso viu uma mensagem chegar em seu celular.
“Quando a bela adormecida, vai voltar para casa? Ou esta gostando tanto daí que não pretende mais sair? – Paulo”.
Achando engraçado e ao mesmo tempo, chateada que ele não veio vê-la, escreveu.
“Para quem nem veio me visitar, esta querendo saber demais, mas como eu sou gentil... Acho que recebo alta amanha – Aline”.
Helena tinha lhe feito uma visita, Denise também mas essa estava arrasada e não era para menos, seu pai tinha sido assassinado, quantas coisas poderiam acontecer em tão pouco tempo? Era realmente para ficar de boca aberta.
Pamella chegou a oferecer ficar com ela, mas Victor não aceitou dizendo que era sua obrigação, ele estava a cada dia que passava surpreendendo ela e mexendo com todas as suas resistências, se é que ela tinha alguma já nessa época, novamente uma nova mensagem.
“Tem certeza que não estive ai? Como pode ter tanta certeza? – Paulo”.
Achando engraçado e ao mesmo tempo pensando que Paulo estivesse brincando escreveu.
“Claro que tenho certeza, você foi o único que não veio me ver!!! Mas eu acho que entendo – Aline”.
Ainda pensando nos motivos para ele não estar aqui recebeu uma ultima mensagem e abaixo dela tinha uma foto também.
“Nada me faria ficar longe de você, sei que esta melhor, por isso não fui mais ai, não quero causar nenhum problema a você, não nesse estado, mas para que nunca duvide o quanto me preocupo com você segue a prova – Paulo”.
Eis que abaixo a sua mensagem tinha uma foto dela, dos primeiros dias no hospital, mesmo não querendo sorriu, saber que ele se preocupava a deixava em paz, olhando a Victor e ao telefone pensou, como eu gostaria que ambos se dessem bem.
Por mais que não acredite pensou olhando a Victor, seu irmão é um ótimo homem, assim como você!.
Ainda refletindo sobre isso viu Victor acordar e perguntar se tinha novidades, para que ele não percebesse a foto desligou o celular, não queria rolo e com toda certeza esse seria para Victor um grande e imenso rolo.
Agora olhando para ele disse.
- A única novidade é que a cada dia que passa eu fico mais quente por você disse rindo ao olhar a cara dele de horror.
Ao contrario de Victor que estava preocupado com ela, Aline andava excitada demais para quem estava em um hospital, mas o que ela podia fazer?
Tem um homem lindo, cuidando dela, ajudando a dar banho, cuidando de tudo nos mínimos detalhes era o suficiente, ou mais que suficiente para fazer uma mulher ficar assim, só se ela fosse de ferro, e ela não é, ainda olhando para ele disse.
- Vem aqui, Victor.
Victor olhou seriamente a Aline, ela já estava melhor, mas ele não queria que ela se esforçasse muito, queria que ela ficasse boa o mais rápido possível, esses dias estava sendo um inferno.
Toca-la e não poder fazer mais nada, não era fácil, ele estava de parabéns, mas se ela tentasse algo sabia que não resistiria e ele estava com medo, precisava de sexo duro, violento.
Saber que quase ela morreu era o suficiente para ele querer aperta-la, sentir cada parte de seu corpo grudado ao dela, colado, suado, quente e fogoso.
Olhando para ela e excitado disse, vou ver se a enfermeira, mas antes que pudesse terminar de falar, Aline se levantou e foi até ele.
- O que eu quero nenhuma enfermeira oi enfermeiro pode me dar, disse olhando agora assanhadamente ao pau de Victor que com seu olhar, como magica começou a mostrar sua excitação em resposta a ela.
Victor estava agora ficando fora de si, porra isso não era justo ele estava querendo ser protetor, gentil com ela e ela estava jogando sujo, essa foi a ultima coisa que pensou antes de sentir Aline tocar seu pau ainda sobre a calça, gemendo a empurrou para perto da parede e ambos começaram a se esfregar automaticamente, sentindo e amando a sensação que ambos podiam proporcionar um ao outro.
Victor ainda fez uma ultima tentativa,mas essa foi falida quando Aline mordendo seu pescoço delicadamente falou.
- Acho bom você me segurar, não estou tão forte como gostaria, mas uma coisa eu posso te garantir, eu estou quente, mais quente do que estive um dia em minha vida.
- Por favor, me faz me sentir em casa, disse beijando seus lábios e a todo momento olhando sua reação.
Victor excitado e feliz por sentir finalmente ela em seus braços, subiu a camisola que Aline vestia e abaixando sua calcinha, tocou com fome seu corpo, ela já estava tão molhada, saber que poderiam ser pegos a qualquer momento, só os faziam ficar mais excitados e quentes, ele ão resistiu falar.
- Tão bela, tão linda, mas tão putinha.
- Mas eu amo todas elas, disse moredendo seu lábios.
Aline não pode deixar de rir, de tão excitada não notou ele dizer que a amava, apenas começou a refletir que realmente ela amava provoca-lo, adorava vê-lo fora de si, e sim ela sempre foi uma mulher sensual e provocante, essa era a sua natureza.
Ainda pensando nisso, puxou fortemente os cabelos de Victor e disse.
- Senti tanta saudades, nunca precisei tanto de uma pessoa assim, você é viciante.
Ainda com isso em mente, Victor começou a penetra-la, inicialmente delicadamente, mas ela estava excitada e exigente demais para seu gosto e prazer...
- Esta de brincadeira? Perguntou tentando aprofundar a penetração.
Victor rindo da sua afobação deixou de rir quando olhou para ela e viu ali, necessidade crua.
Aumentando o ritmo, ambos saíram de si por um momento, se alguém entrasse ali depois resolveriam, ele precisava vir dentro dela, ver ela gritar de prazer, dor, paixão.
Abraçando-a enquanto a penetrava cada vez mais rápido, fechou os olhos encostando sua cabeça em seu peitos.
Isso era o paraíso, estar com ela, saber que estava melhor, era bom demais, ouvia seu gemido, sua respiração abafada.
Ainda ambos assim a porta foi aberta e sem nenhum esperar ouvir Mara falar.
- Puta que pariu vocês não tem vergonha?
Quando Aline percebeu que Victor ia sair dela, deseperada e agoniada segurou com todas as suas forças suas pernas em volta ao sua cintura, olhando a ?Mara disse.
- Agora não é um bom momento, por favor deixa a gente se recompor!
Mara virando os olhos, e indignada saiu, mas riu quando estava fora do quarto.
Ve-los, juntos bem era o suficiente para que ficasse feliz, ela desejava ardentemente que ambos ficassem juntos, tinha certeza que Aline era a mulher ideal para seu irmão.
Victor sem graça falou roucamente.
- É melhor me soltar amor, Mara esta ali e a gente deveria...
Aline fora de si, falou roucamente e excitada.
- Esquece ela e se concentra em nós, se você não me fizer gozar eu juro que te mato!
Rindo, Victor começou a acelerar, sentindo que não duraria muito, olhando para Aline percebeu que também estava em seu limite, ambos o estavam.
Quando sentiu que ela mordia seu ombro, gemeu alto e aprofundou o máximo que podia dentro de sua linda e fogosa vagina.
Nunca sentiu tanto prazer, a dor de sua mordida, com a sua liberação foi demais, fazendo com que ele ficasse mole e quase ambos caíram, mas Aline não percebia isso, estava sentindo novamente fora de si, sentir Victor vir dentro dela, misturando com seu próprio prazer a fazia a mulher mas fogosa do mundo pensou rindo e curtindo as sensações do gozo que ambos experimentaram.
Pareceu uma enternidade quando ambos se afastaram, Victor ainda com ela sobre seu colo a levou ao banheiro, colocando-a para se sentar.
- Ja venho, vou pegar uma camisola, assim você toma banho, enquanto atendo Mara, disse chateado de ambos terem sidos interrompidos.
Aline olhando sua cara caiu na risada e disse discaradamente.
- Você fala de um jeito como se Mara fosse um estranho, ou uma menininha que não soubesse o que acontece entre um homem e uma mulher.
- Mas vou dar te credito, pois é sua irmã, disse chateada com ela mesmo, a culpada era ela.
- Isso não voltara a ocorrer, disse pegando suas mãos e beijando uma por uma.
Antes de Victor sair ainda falou a ela.
- Eu não sei se isso é algo ruim, ou bom....
- Só sei de uma coisa.
Curiosa Aline perguntou antes mesmo que ele terminasse de falar.
- Que eu amo, adoro e sou viciado em você.
Saiu indo pegar sua roupa e encontrando Mara já no quarto sentada olhando uma revista que ela tinha trazido outro dia.
Dando a roupa a Aline, Victor foi até Mara e se sentando, pediu desculpas sem graça.
Mara olhando para ele e vendo seu desconforto falou.
- Não me venha com esse papo, que eu sei que você e Aline não são santos....
- Nem vou perguntar se ela esta melhor pois, depois do que eu vi, só pode significar que esta novinha em folha. Disse rindo ao ver seu irmão pedir para não falar sobre isso.
Ainda gozando com ele, Victor pegou o celular da Aline que estava sobre a cama, quando viu que estava apagado, ligou e Mara vendo isso tomou de sua mão e disse.
- Nâo sabe você que uma mulher odeia que mexam em suas coisas? Deixa de ser curioso disse ela agora pegando e começando a mexer.
Victor achando engraçado, disse.
- E você pode mexer?
Antes que pudesse falar algo percebeu que Mara estava olhando algo, antes que fosse em sua direção viu ela mexendo e não gostando foi até ela.
- O que esta fazendo? Deixe-me ver.
Por sorte Mara tinha conseguido, apagar a mensagem que Paulo mandou a ela, precisava falar com Aline, ela não imaginava o que aconteceria se ele tivesse visto isso, para disfarçar jogou em sua mão e disse.
- Propagandas, essas operadoras, enchem com mensagem, sorry.
- Aproveitando preciso saber o que fara agora que ela está melhor, pretende voltar assim que ela tenha alta?
Victor distraído pela conversa, esqueceu do celular e se concentrou em ambos.
- Estava pensando em ficar uns dias com Aline descansando, depois voltar a ativa total.
- Acha que isso irá atrapalhar?
Mara já tinha imaginado e sabendo disso foi direto ao ponto.
- Nosso pai não esta gostando nada disso, ele acha que você esta negligenciando suas funções por ela.
- Por falar nisso Victor, ando preocupada com ele, anda cada vez mais na dele e parece a cada dia que passa desgostar desse relacionamento entre ambos, se não fosse Paulo estar esses dias trabalhando como um louco e cobrindo você teríamos problemas.
Irritado de saber que devia a Paulo, falou.
- E por que ele faz isso? Eu mais que ninguém sei que Paulo não me topa, tem seus motivos para me odiar.
Como Mara responderia a isso? Bem vejamos ele não te topa mas a Aline?
Não poderia dizer isso, respirando fundo disse.
- Quem sabe o que ele pensa? Acho que ele sabe o que é ter uma pessoa que ama entre a vida e a morte.
Após Mara falar isso, Aline entrou no quarto e perguntou.
- Quem sabe o que é ter uma pessoa que ama entre a vida e a morte?
Ambos surpresos e sem graça tentaram mudar de assunto, mas Aline não era boba, sabia que estavam falando de Paulo, nesses poucos dias começou a pensar e chegou a conclusão que somente uma coisa poderia fazer com que ambos homens se odiassem tanto! Uma mulher, mas quem?
- Bem já que não vão me contar nada mesmo, ao menos falem algo que eu posso saber, disse se sentando e olhando a Mara que sorria como uma idiota ao ver o chupão em meu pescoço.
Ainda pensando nisso, a porta foi aberta, mostrando que o medico estava fazendo sua visita diária.
- Como vai nossa paciente? Perguntou Dr. Carlos, olhando em sua prancheta e ao mesmo tempo a ela.
Aline ansiosa e animada com a ideia de poder voltar para casa respondeu, animadamente.
- Estou ótima, me sinto novinha em folha.
Dr. Carlos aproveitando enquanto ela falava começou a olhar seus olhos para ver se não estavam como antes um aspecto amarelado, pediu para olhar sua língua e assim por diante.
Ainda olhando para ela, viu a marca em seu pescoço e perguntou.
- E essa marca o que é? Ela não estava assim ontem.
Mara que estava bebendo agua, se engasgou rindo sem parar, fazendo com que Aline e Victor olhassem para ela com raiva, ela deveria ao menos saber fingir pensou Aline.
- Deve ser algum pernilongo Dr. Falou sem graça torcendo para que ele não aprofundasse nesse detalhe.
Victor estava agora ansioso, para que ela tivesse alta e ao mesmo tempo para que ele não percebesse o que tinham feito...
Para a sorte de todos Dr. Carlos não fez mas perguntas e apenas começou a falar sobre seu esatdo atual.
- Você esta de parabéns, melhorou de forma rápida, todos ficamos felizes.
- Precisara tomar um medicamento, disse ao mesmo tempo que explicava para que servia.
- Olhando em todo seu pronto esta mais que liberada, disse sorrindo ao ver a alegria da mulher a sua frente, mas ela não era a única a estar feliz, Victor queria abraçar até ao medico pensou rindo da cena que se formou em sua mente.
Mara estava já perto de Aline, e não pode deixar de falar mesmo sabendo que ia depois levar bronca.
- Ufa assim é melhor, vai saber o que ambos poderiam fazer se continuassem aqui por mais tempo?
Dr. Carlos não entendendo apenas balançou a cabeça avisando que iria assinar sua alta e que poderiam hoje mesmo ir embora.
Feliz assim que ficou com ambos foi em sua direção abraçando ao mesmo tempo Victor e Mara.
- Finalmente livre, disse feliz.
- Acredite eu quero comer o mundo, nunca pensei que comida de hospital fosse tão ruim, disse rindo.
Ainda assim Mara e Victor disseram que ela não poderia abusar.
Mara aproveitando virou-se para Victor e disse, principalmente para você... Não abuse da coitada.
Victor já irritado das indiretas, disse para ela ir embora, mas Mara ainda rindo disse.
- Vou ajuda-los a arrumar as coisas, depois eu deixo os pombinhos sozinhos.
- Estou também com o carro, assim é mais fácil.
- Pamella vai ficar louca quando souber que você esta de alta!!! Disse ao mesmo tempo em que já mandava uma mensagem para ela.
-
Quando todos chegaram na casa de Victor, Aline abraçou Mara agradecendo por tudo.
- Você é como uma irmã, não faz ideia do quanto eu gosto de você, disse sem graça mas sendo sincera.
Mara emocionada, a abraçou e disse em seu ouvido para que só ela escutasse.
- Sei sim, pois sinto o mesmo, e para que saiba já avisei ao Paulo, que andava esses dias como uma matraca de tanto que perguntava de você!.
Rindo antes dela sair disse.
- Victor gostaria de fazer uma pequena festa, convidando Pamella, Mara, seu pai, Denise, Paulo e assim por diante. Sei que todos de alguma forma me ajudaram e queria retribuir.
Victor não sabia o que responder, mas olhando a ela sabia que daria tudo, tudo que estivesse ao seu alcance.
- Faça como deseja, contanto que não seja essa semana, pois será minha, apenas minha!
Olhando a Mara que olhava a ambos, falou.
- Mandarei uma mensagem e avisarei o dia e a hora.
Mara concordando disse, aproveitando o momento, aluguei um imóvel nesse apartamento, ainda não nos mudamos pois precisamos reformar, mas acredito que em uns dez a quinze dias estaremos sendo vizinhos disse ao ver que Victor não tinha gostado da noticia, ao contrario de Aline que estava super feliz e excitada.
— Isso é ótimo, não vejo a hora, disse Aline olhando ao Victor que nada disse, mas logo a parabenizou.
Quando Mara saiu, Aline logo foi até a cozinha pegando algumas coisas para fazer, Victor vendo isso sentou-se próximo ao balcão e olhando para ela disse.
- Se quiser posso chamar a empregada, ou pedir comida para nós.
Aline distraída e feliz por se sentir útil, apenas mostrou a ele a língua como uma criança birrenta.
- Eu gosto de cozinhar, estar aqui com você e saber que estou de volta me faz feliz, eu não vou abusar, disse olhando para ele e sorrindo ao vê-lo olhando para seus seios.
Antes que pudesse falar algo, o celular de Victor tocou, ela começou a se concentrar em colocar o macarrão para cozinhar e fazer o molho.
Ainda concentrada nisso resolveu pegar seu celular e mandar uma mansagem a Paulo.
Quando ligou percebeu que alguém tinha mexido, incomodada e estressada com esse fato, assim que Victor acabou sua mensagem perguntou.
- Mexeu em meu celular?
Victor estranhando, antes de responder falou.
- Por que? Algo importante esta faltando?
Aline mordendo os lábios e com medo dele ter visto, falou.
- Esquece só notei pois tinha mais mensagens mas agora não.
Victor lhe agarrando por tras falou perto em seu ouvido.
- Mara mecheu e apagou algumas propagandas, se não gosta melhor ir reclamar com ela, vou tomar um banho rápido, estou com saudade do seu tempero, disse beijando sua bochecha e saindo a deixando sozinha, pensando se em ter amizade com Paulo não era uma foram de traição para com Victor, triste com isso, resolveu não mandar mensagem.
Ainda pensando nisso e incomodada, recebeu uma mensagem e ao ler se surpreendeu.
“Fico feliz que já esta de alta, se cuide e qualquer coisa sabe onde me encontrar – Paulo”.
Aline ficou olhando a mensagem por tanto tempo que nem percebeu quase o macarrão secar, pensando nisso apagou a mensagem e chegou a conclusão que ela deveria apenas se concentrar em ela e Victor.
Mas falar era fácil, ela tinha decidido quando estava no hospital descobrir a verdadeira historia de Paulo e como podia fazer para que ele voltasse a ser feliz, ela estava decida, pensou vendo Victor vir em sua direção ainda meio molhado, dizendo que o cheiro da comida estava maravilhoso.
A única coisa que ela realmente achava que estava maravilhoso era ele, pensou sorrindo e tendo umas ideias malvadas para depois que ambos almoçarem.
Notas finais
Estive falando com a NairTeddyBear que estava desanimada : pensando em terminar a historia... Mas depois ela me deu um animo e acho que vou ir até o objetivo inicial ^^
Por isso não me deixem :|
Beijos e obrigada por todo carinho ^^
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