- Estranha Obsessão -
74 Não consigo manter distancia
Não consigo manter distancia
Assim que ficou só teve muito tempo para pensar, em realidade parecia que todos sabiam que ela necessitava pensar, refletir.
Mara nada perguntou, apenas a olhou com uma cara de pena que fez Aline se sentir pior do que estava.
No quarto deitada ao fechar os olhos, pensou em Victor, como queria estar agora com ele!
Em realidade uma coisa estava certa, ela não se imaginava com Paulo, ela queria a ele , mas não do modo que ela deseja Victor.
O mais engraçado de tudo isso era o medo de magoa-lo, ela tinha medo de ver ele cair novamente, ainda mais agora sabendo que ela conseguiu traze-lo a vida.
Ainda pensando nisso sentiu seu celular vibrar, ao abrir e ler não pode deixar de sorrir, havia apenas duas palavras, mas elas eram tudo o que ela necessitava para se acalmar.
“Te amo – Victor”.
Sorrindo como uma idiota ao ler isso não pode deixar de mandar a mensagem, sendo o mais sincera possível.
“ Queria que estivesse aqui, estou com saudades, eu te amo mais – Aline”.
Para a sua surpresa ou prazer logo recebeu uma nova mensagem.
“Então desça e venha ao quarto 520 – Victor”.
Seu coração começou a bater forte, mas não foi preciso muito, saindo às pressas do quarto, olhando para ver se Mara não estava acordada, sorriu quando viu que estava tudo limpo, correndo como uma adolescente foi ao encontro dele, isso para ela era o paraiso.
Resolveu ir de escada mesmo, eram apenas dois andares e ela não estava vestida para esbarrar em alguém.
Assim que chegou no andar, o encontrou com a porta aberta, a esperando.
O que dizer? Ele estava como sempre lindo, seu coração se desmanchou como sempre.
Feliz foi em sua direção e o abraçou fortemente, sentindo seu cheiro, ela era viciada em seu cheiro.
Por um momento ambos se esqueceram de onde estavam e de tudo que passaram, apenas queriam sentir um ao outro.
Não precisava de palavras, palavras não eram necessária.
Quando sentiu ele a beijar e a pegar no colo, levando-a para dentro do apartamento, gemeu dolorosamente, fazia tanto tempo sem ele.
Quando ele a levou até o quarto colocando-a sobre a cama, não pode deixar de perceber que ele estava tremendo.
Sem nem uma palavra começou a tirar a roupa dele, mas foi impedida por suas mãos.
- Não, ainda não...
- Eu quero beijar você, sentir você, o seu calor.
- Calma, amor disse sorrindo ao vê-la tão quente e agitada.
Ele também estava, mas ele sabia o que fazia, ele disse que a apoiaria, mas não que aceitaria parado, ele daria seu melhor para mostrar a ela, a quem pertencia.
Pensando ainda nisso olhou para ela, ele deveria sentir raiva, nojo.
Como Sabrina ela estava jogando o mesmo jogo, mas ele não sentia.
A única coisa que ele sentia por ela, era desejo, amor e instinto de proteção.
Olhando para ela não pode deixar de gemer quando notou que estava se tocando, a sua ninfa estava fora de si, rindo pegou suas mãos levando aos lábios e iniciou um processo lento, lambendo o máximo que conseguia.
Foi presenteado quando a ouviu gemer e esfregar as pernas dolorosamente.
- Você me quer? Perguntou nunca tirando os olhos dela.
Quando a ouviu gemer ao invés de falar, ficou irritado, ele precisava ouvir isso da boca dela.
- Vamos Aline, responda ou vou deixa-la de castigo.
Aline não pode deixar de gemer mais uma vez, ele estava a provocando, estava querendo leva-la ao limite.
Feliz em vê-lo mais calmo e a desejando, disse roucamente.
- O que você acha?
Victor irritado dela não responder, com suas mãos segurou sua blusa e em um só movimento rasgou, deixando-a realmente estressada porém excitada.
- Merda! Eu não tenho nenhuma roupa aqui comigo Victor! Como vou sair, seu louco?
Victor nem se deu ao trabalho de responder, agora observava seus seios que estavam duros, nem o sutiã era capaz de esconder isso.
Quando olhou e viu o quanto ele estava predatório, sentiu-se mais quente, sentia o liquido de sua vagina fluir sobre sua coxa, ainda assim ouviu ele perguntar mais uma vez.
- Você me quer? Você me deseja? Deseja meu pau?
Respirando com dificuldade, mordeu os lábios.
Ela queria gritar, sim eu desejo, mas ela também queria ver esse lado dele, selvagem.
Sorrindo misteriosamente, mordeu os lábios e disse somente para irrita-lo.
- Não sei... Ainda estou em duvida.
Victor ao ouvir isso, não pode deixar de rir, ela era perfeita, era a sua vida.
Como conseguia faze-lo ser tão completo? Ainda rindo de sua forma sapeca.
Abriu suas pernas o máximo que conseguiu e subindo sua saia, tirou lentamente sua calcinha.
Assim que sentiu o cheiro de sua excitação, sentiu seu pau ficar mais doido.
Pegando sua calcinha levou até seu nariz, respirando como se fosse o perfume mais precioso do mundo.
Fechando os olhos ao abrir, encontrou ela o observando.
Merda pensou Aline, se antes estava excitada agora estava em brasas, como um homem poderia ser tão sexy? Excitante assim? Isso deveria ser pecado!
- A prova de sua excitação esta aqui, minha pequena...
- Veja como esta molhada, falou ao mesmo tempo em que se abaixava e ansiosamente lambia a entrada de sua buceta.
Ela ia morrer, mas quem ligava? Ela que não.
Gemendo ao mesmo tempo em que gritava de prazer, sentiu ele parar de lambe-la deixando-a vazia.
Reclamando, o encontrou a olhando, seus olhos estavam agora mais escuros, sua respiração mais quente.
- Ultima vez minha putinha, você me quer?
Como dizer que não? Como falar a esse homem que não o queria? Ela morria para tê-lo.
Respirando forte, tentou se levantar, mas foi impedida por suas mãos.
- Porra diga e eu satisfarei cada um dos seus desejos!
Somente ao ouvir isso, sentiu sua buceta dilatar-se ao mesmo tempo em que doía.
- Sabe que sim! Sempre, Sempre.
Não teve tempo de continuar a falar, pois Victor iniciou dessa vez um processo mais profundo, não apenas lambia, mas realmente a chupava.
Aline não conseguia parar de gemer, quando não gritava.
Ele estava a deixando louca, sentia seu suor cair, sentia moleza, sentia tudo junto.
Mas o que ela mais sentia, era felicidade, ela era feliz quando estava com ele.
Gemendo pediu por mais, implorou.
Ela não conseguiria nunca ficar longe dele, ela era dele.
Tinha que haver uma solução, ela precisaria encarar a verdade por mais triste que fosse, ela estava completamente entregue a ele.
Ainda pensando nisso sentiu o primeiro orgasmo vir, nunca foi tão forte, tão violento.
Tentou se soltar, se afastar, mas ele não deixou, ao invés disso, ele saboreava cada gota de seu corpo, ela estava perdida, mas ela amava esse tipo de perdição.
Talvez a emoção foi tão forte que por um momento ela deve ter desmaiado, ou saído fora de ar, pois quando percebeu, ele estava completamente dentro dela, tão fundo.
Parecia que ambos corpos estavam pegando fogo.
Quando encontrou seu olhar, não pode deixar de dizer que ele era perfeito.
Ele o era o tipo de homem que muitas mulheres matariam para ter, ainda pensando nisso sentiu ele a beijar violentamente.
Com toda certeza seus lábios iam ficar inchados, mas nenhum dos dois ligaram para isso, sentir seu pau e ser beijada ao mesmo tempo era divino demais, se agarrando o máximo que podia a seu corpo, foi quando ela se lembrou que devido a tudo que ocorreu não estava protegida como deveria sobre possível gravides, assustada tentou se afastar, mas Victor não deixou, pelo contrario, contrariado olhou para ela, e ainda assim perguntou.
- Que foi amore mio?
Gemendo ao vê-lo tão carinhoso, falou.
- Esqueci que to sem o anticoncepcional.
Com medo de ver sua reação tentou se soltar mais uma vez, mas foi impedida, e Victor agora estava possuído, aumentando o ritmo, sem piedade, fazendo com que ela implorasse por mais.
Se uma mulher falasse a ele isso antes, ele teria a matado, mas ao contrario, com Aline ele queria isso e muito mais.
Ele não estava brincando, ele jogaria duro para tê-la, se ela escolhesse Paulo ele entenderia, mas ele não facilitaria, ele faria de tudo para ganhar.
Ainda pensando nisso falou, sentindo que não ia aguentar por muito tempo.
- Desculpe, me perdoe Aline.
- Mas eu não posso jogar limpo, eu não posso facilitar, eu preciso ser o único.
- Pode me odiar, mas eu serei seu único, sempre.
- Até o dia em que eu morra, disse ao mesmo tempo em que sentia os primeiros jatos saírem de seu corpo e entrarem profundamente dentro da mulher amada, pela primeira vez em sua vida ele desejou que ela ficasse gravida.
Nunca foi tão forte, tão profundo, ele não conseguia ver nada, só sentir.
Quando voltou para a realidade, viu Aline gemendo e gozando pela segunda vez.
A abraçando, ali ficou como um menino perdido, dentro dela.
Se ele pudesse queria ficar assim para sempre.
-
Ela estava ficando com raiva, assim que conseguiu se levantar a primeira coisa a fazer foi ligar para seu pai, ela teve que fazer um verdadeiro barraco para que pudesse conversar com ele.
Ela estava começando a ficar irritada, ela estava bem! Mas eles estavam a tratando como doente!
Olhando para o enfermeiro que a seguia, teve um plano, ela precisava sair dali o quanto antes possível.
Se eles achavam que ela ia facilitar, estavam muito enganados.
Primeira ela sabia de coisas sobre Álvaro que faria ele ficar aos seus pés, pensou sorrindo.
Ela ia conseguir o que queria, e ela queria a mulher morta, como não conseguiu falar com seu pai, resolveu ligar para Álvaro, ainda bem que ela se lembrava do numero, e por sorte o idiota não tinha trocado.
Assim que ouviu sua voz, falou.
- Achou que ia se livrar tão fácil de mim? Teria sido melhor se mandassem ter me matado, agora que eu estou bem, pretendo continuar a nossa conversa ou melhor a nossa negociação, a não ser que você queira que eu conte a Victor e Paulo, ou quem sabe a mídia o pilantra que o papaizinho deles é?
Assim que ouviu a voz do outro lado da linha ele soube quem era, de uma coisa ela tinha razão, ele deveria ter mandado matar a vadia a muito tempo.
Mas Paulo sempre esteve muito atento a ela, ele teve medo de ser descoberto e quando viu que ela não acordava acreditou que não correria mais risco, mas ele se enganou.
Irritado falou, tentando faze-la teme-lo.
- Posso ainda fazer isso Sabrina, posso acabar com você, ainda mais agora que não é a predileta deles.
Irritada de ouvir isso, se segurou para não manda-lo ir a merda.
- Se fosse tão fácil para você, já teria feito isso, não acha?
- Eu não quero muito de você, assim que me der o que desejo nunca ninguém saberá e ficaremos quites.
Ouviu ele respirar fundo, ele estava pensando... Sorrindo ouviu ele dizer.
- O que quer?
Agora se sentindo mais segura falou.
- Quero dinheiro, deposite em minha conta cinco milhões de dólares.
Quando Álvaro ouviu isso, bufou, ele não daria esse dinheiro a ela, nem que tivesse que mata-la, ele faria isso mas não daria, mas seus planos acabaram logo ao ouvir.
- Bem nesse caso, para te animar enviarei o mais breve possível a prova do crime, e quem sabe você muda de ideia?
Irritado, falou ainda tentando ver se ela estava blefando.
- Você nem tem a maldita prova, não mais Sabrina, acha que pode me enganar, eu apaguei todas elas!?
Ela riu, riu como uma doente, não tinha?
- Quando recebe-las, apenas me envie o dinheiro e não teremos mais problemas...
- Além disso quero um dossiê completo da mulher que esta com Victor, tudo entendeu?
- Quero saber tudo sobre ela, afinal não é todo dia que se encontra uma sósia, disse desligando e se preparando para falar com seu pai.
- Ele era ambicioso, ele a ajudaria, mas o preço seria a morte da vadia, ela mesmo ia mata-la por se atrever a brincar com o que era seu.
- Só assim ela teria Victor para ela, valeria a pena o sacrifício, ela faria de um modo que ele nunca imaginaria que a culpada ela era.
Notas finais
Beijocas e até mais ^^
Ah noticia boa, tudo indica que na proxima semana minha mãe vai para o quarto, ou seja alta da UTI o/
Tudo vai depender se a pressão equilibrar, rezar aqui ^^
BJS
Fale com o autor