- Estranha Obsessão -
50 Meu presente a você
Meu presente a você
Helena olhava curiosamente a cena a sua frente, ela estava realmente surpresa, jamais imaginou que Leonel passaria a ser algum dia guarda costa pessoal de Aline, mas eis que lá estava ele, sempre a vigiando, e para piorar Aline parecia confiar nele e o tratava muito bem, ironicamente Paulo mais uma vez tinha conseguido o que tanto desejava, ao mesmo tempo sempre deixava todos sobre suspense, aonde estava, o que estaria fazendo? Quais eram seus planos?
Já fazia mais de um Mês que ele tinha sumido, quando perguntou a Leonel, antes que esse fosse começar a trabalhar com Aline disse de forma seca e áspera para ela se concentrar em sua função e se esquecer de Paulo, e que um dia conhecesse ele, Leonel falava de um modo engraçado como desejando que seu patrão nunca mais voltasse.
E era isso que ela estava fazendo, agora ambas mulheres saiam muito mais e Helena sabia mais da vida de Aline, a considerava uma mulher de fibra e muito forte, porém quando se tratava de Victor a via sempre ficar mexida e dividida, nunca chegou a admitir que o amava, mas as suas ações provavam que sim.
Tinha ao decorrer desses meses notado que Aline tinha grande interesse quando se tratava de Paulo, já tinha feito varias perguntas, e sempre estava querendo saber quando ele voltaria, por outro lado parecia ser a única curiosa sobre isso, ninguém além dela fez pergunta sobre ele.
Paulo pelo contrario vazia questão de saber dela, sempre perguntava e parecia nunca se cansar quando Helena comentava algo, apesar deles falarem as vezes por telefone, ele nunca respondia a ela onde estava ou quando voltaria.
Já Victor segundo Aline estava agora mais calmo, ambos tinham combinado esse fim de semana, ir assistir um espetáculo musical, ela estava bem animada e excitada, pensou olhando ela falando animadamente, parando quando o celular dela tocou.
- Com licença Helena, pediu sem graça e atendendo.
- Alô?
Seja quem fosse que estivesse no outro lado da linha, nada falou, Aline repetiu diversas vezes, até cansar e desligou, agora olhando para Helena falou.
- Deve ser engano, isso veem ocorrendo a vários dias, mas sempre é a mesma coisa, como ia dizendo, eu acho que isso não é correto, tento entender, mas por mais que tente...
Helena estava estressada desse assunto, Aline novamente estava dizendo que não aceitava que ambos os irmãos fossem tão distante, não querendo ser indelicada e ao mesmo tempo tentando mudar de assunto falou.
- Aline, quando vai começar a trabalhar com Victor?
Como se isso fosse o suficiente para distrai-la, Aline começou a falar.
- Já estou trabalhando, o problema é que Victor esta sempre me paparicando e ao invés de me dar um serviço me faz ficar observando os empregados, to mais parecendo uma gerente dentro daquele escritório disse rindo, lembrando a cara das pessoas quando a via.
Ela jamais imaginou que o simples fato de estar perto de Victor fosse suficiente para faze-la feliz, e Victor pelo jeito sentia a mesma coisa, dando a ela liberdade para fazer o que desejasse contanto que não fosse perigoso.
Sempre ele estava perguntando a Leonel se ela não estava em apuros, mas ela poderia entender, por algum motivo tinha o habito de criar situações comprometedoras.
Rindo dela mesmo e feliz pela presença de Helena, ambas estavam agora observando vários quadros a venda em um das galerias mais famosas e requisitadas, por mais que tentasse se concentrar estava difícil, seu pensamento estava em Paulo, era engraçado mas ela sentia que ele não estava bem, por outro lado se perguntava algo a Helena não conseguia respostas, as vezes ela achava que eles não eram um casal de verdade, ela nunca viu algo tão frio como esses dois.
Mas o que ela tinha que ver com tudo isso? Ainda pensando nisso, viu um quadro e poderia dizer que era amor a primeira vista.
- É lindo falou olhando perdida em seus pensamentos.
Sem perceber tocou-o e não pode deixar de suspirar, ela queria aquela obra prima, através daquela imagem ela sentia paz, medo, alegria e esperança, seja quem fosse que o tinha feito era um ótimo pintor.
Como o nome do quadro dizia, Labirinto de sensações, conseguia realmente passar isso e muito mais, distraída ainda olhando, percebeu Helena em outro canto, olhando a imagem perguntou ao empregado local quanto custava o quadro, desejava compra-lo, mas para sua tristeza foi-lhe dito que era a única obra que não estava a venda.
- Por que perguntou agora curiosa, por algum motivo o próprio empregado não soube responder.
Não desistindo e querendo o quadro pediu para que esse chamasse seu gerente.
Nisso Helena já estava novamente perto dela, querendo saber o que se passava, quando soube que ela queria o quadro, ficou surpresa, a obra era para ela um pouco violenta demais, tinha muitas cenas fortes misturadas com momentos únicos e importantes na vida de uma pessoa, como nascer, viver, família e fé.
- Querida disse tocando-a, existem diversos quadros, esse é um pouco forte demais, não acha?
Aline olhando Helena e ao mesmo tempo ao quadro apenas sorriu, Helena nunca entenderia, o quadro era para ela as duas caras da sociedade, ela tinha percebido isso, principalmente agora que estava com Victor, não importa o quanto as vezes para eles as coisas estivessem ruim, para os outros tudo estava sempre perfeito, o quadro transmitia muito isso e ela queria presenteá-lo a Victor.
- Eu gostei.
Nisso a gerente veio até ela, Aline imediatamente entregou-lhe seu cartão com os dados da empresa de Victor e percebeu o interesse nos olhos da mulher.
- É um prazer tê-la aqui Sra. Mendes, não sabe como fico feliz e o quanto isso significa para nós.
Disse ao mesmo tempo olhando ao quadro e a mulher, era interessante que uma mulher que vivia com um dos homens mais ricos que sabia o ser, estivesse interessada nesse quadro em especifico.
Não pode deixar de achar irônico, e Denise a artista daria risada caso soubesse do fato, mas infelizmente o quadro não estava a venda essa tinha sido a decisão final de Denise.
- É emocionante não? Disse apontando ao quadro e ao mesmo tempo olhando que a ruiva ao seu lado não o achava.
Aline sorrindo, disse animada.
- Sim é maravilhoso, tão maravilhoso que quero dar a Victor, sei que não esta a venda, mas não há um modo? Talvez pudéssemos falar, ou eu mesmo falar com a artista, se pudesse ao menos tentar, ficaria eternamente grata, disse esperançosa.
Sua primeira reação foi dizer não, mas por algum motivo se viu falando, verei o que posso fazer, mas acho que é improvável, ainda falando isso olhou e viu uma mulher entrar na galeria, sorrindo pediu licença e foi em direção a mulher.
Aline ainda continuou olhando o quadro e distraída, só percebeu outra pessoa olhando para o quadro quando essa comentou.
- O que você vê nele? Você parece hipnotizada disse apontando ao quadro.
Aline olhando agora a mulher ao seu lado disse.
- Eu vejo riqueza, em cada palavra com suas mãos seguia o labirinto, vejo poder, ganancia, sentimentos misturados, mas mesmo com tudo isso, ainda não existe a felicidade, a paz necessária, a alegria, a união que no fundo todos nós desejamos, o labirinto é exatamente isso estamos perdidos de alguma forma, sempre querendo nos encontrar.
- O quadro é perfeito, quem o pintou conheceu isso na pele, sentiu e sabe como descrever, não acha? Perguntou agora olhando a mulher, que olhava ao quadro com atenção e sorrindo virou-se olhando agora a mulher que soube com poucas palavras descrever tudo o que era, quando ela desenhou e o pintou foi em uma forma de protesto contra seu pai, mas ele nunca entendeu, ele e essa sociedade hipócrita em que vivia, mas essa mulher conseguiu ver tudo isso, ainda refletindo falou.
- A maioria das pessoas o descrevem de outra forma.
- Descrevem como a luta constante pelo poder e a ganancia por mais, e mais, o desejo de encontrar formas e mais formas de crescer, interessante disse agora apresentando seu nome.
- Eu sou Denise Mclover, foi quando Aline percebeu que essa era a mulher que tinha pintado o quadro que tanto admirou.
Ainda com as mãos apertadas, Denise falou.
- Se você quiser pode ficar com o quadro, mas em troca quero pinta-la, quero conhecer melhor a mulher que descreveu tudo aquilo que sinto, como ninguém o fez até hoje.
Surpresa e ao mesmo tempo feliz em saber que poderia tê-lo, balançou a cabeça concordando, sorrindo feliz. Ambas trocaram telefone e quando ia perguntar o valor, Denise disse que estava incluso com o que ambas tinham combinado.
Antes de sair, Aline deu os dados para a entrega do quadro, ainda pode ouvir a gerente falar a Denise.
- Mas você não falou que não ia vende-lo? Tinhamos vários compradores interessados Denise!
Denise olhando ao quadro, apenas se virou e falou.
- Eu pintei, eu vendo para quem quiser, se não esta contente procurarei outra galeria Carla.
Como percebendo a gafe, logo mudou de assunto, mas ainda falou irritada.
- Nem para ela é o quadro, disse que ia dar a outra pessoa, Victor se não me engano.
Denise olhando agora para ela, suspirou e disse apenas.
- É uma pena mesmo, pois duvido que Victor conseguirá ver o que ela viu, quando ela perceber isso, ficará bem desanimada, mas finalize a venda, depois resolvemos isso.
Helena irritada com a demora, puxando Aline e ambas saíram, mas Aline ainda tinha em mente o que ela falou.
Pelo jeito ela conhecia Victor, e ao ouviu isso ficou triste, será que ambos viam as coisas de forma tão diferente assim?.
Saindo ainda viu Denise a olhar, apenas balançou a cabeça e dizendo obrigada foi embora, talvez quem estivesse enganada era Denise, ela acreditava que Victor e ela tinham muita coisa em comum e assim esperava.
-
Aline estava agora no apartamento, hoje não ia trabalhar, estava indo apenas três vezes na semana, ela nem chamava aquilo de trabalho, mais calma e feliz, ouviu o interfone tocar, logo soube que a mercadoria chegou, ela não esperou que fosse ainda ser entregue hoje, autorizando a entrega pediu para que fosse deixado na sala, agora sozinha e após ter aberto o quadro se sentou, por algum motivo nervosa pegou um cigarro e sentada ficou por horas olhando, refletindo, quando viu a hora resolveu envolver o quadro escondendo-o e mandou mensagem a Victor.
“Que horas vai estar hoje em casa? – beijos do seu amor”
Aline estava tomando banho quando a mensagem chegou.
“Estarei por volta das 20 horas, Por que esta com saudades? – Victor”
Rindo e ao mesmo tempo agora distraída, escreveu.
“Só às 20 horas? Estou nesse momento nua, na banheira precisando de cuidados, dos seus cuidados, saudades? Hum estou com fome e não saudades... – Aline”
Victor estava assinando um documento quando leu a mensagem de Aline, não pode deixar de gemer e fechando os olhos imaginou ela nua, mas em sua imaginação ela não estava sozinha, ele estava com ela, matando a fome de sua mulher.
Ainda assim, viu Augusta tossir chamando sua atenção, sem graça por ser pego em uma situação assim, sorriu e após assinar falou.
- Você pode ir agora Augusta, logo estarei saindo, amanha preciso dos documentos da construtora em minhas mãos, por isso assim que chegar já veja isso e qualquer coisa entre em contato comigo.
Augusta apenas balançou a cabeça concordando e se despedindo saiu, desde que Aline começou a trabalhar e mostrar que em nenhum momento queria tirar a vaga dela, ambas acabaram se entendendo e Augusta aprendeu a gostar da jovem, era atrevida não podia negar, mas ela fazia bem a Victor, estava tantos anos trabalhando com ele que estava feliz em ver que finalmente alguém tinha conseguido faze-lo sorrir de verdade.
Victor agora terminando de fazer o que precisava ser feito, ainda leu a ultima mensagem de Aline.
“Venha logo para casa!!! Comprei um presente para você, mas não se empolgue, não é anda disso que esta pensando, obs.: Eu vou pedir hoje uma pizza para ambos, pizza e vinho – Aline”
Victor não respondeu, mas como se sua vida depende-se disso, rapidamente terminou tudo o que precisava, saindo e indo ao encontro dela, cada dia que passava ele sentia-se mais e mais realizado, ela era boa de mais para ser verdade, pensou parando em uma doceria para comprar seu sorvete predileto, ainda riu imaginando que se alguém visse ele fazendo isso acharia incrível, até ele mesmo achava, mas de algum modo para faze-la feliz ele faria isso e mais, ainda se lembrava da ultima vez que comprou para ela.
Aline estava com TPM de mau humor, quando ele tentou deitar-se com ela, essa o jogou longe, assustado com essa atitude não pode deixar de rir ao vê-la, vermelha e estressada por ele ter chegado atrasado e não tê-la avisado.
Tentando mudar de assunto e faze-la se distrair não conseguiu, quando perguntou o que deveria fazer para ser perdoado, pensando que ela pediria alguma joia, algo de valor se surpreendeu quando disse que queria comer sorvete de abobora com morango, se ele trouxesse ela o perdoaria, como um garoto ele foi comprar pensou rindo, só nunca contou que para achar o maldito sorvete teve que ir em mais de sete lugares, ainda pensando nisso pagou o sorvete e foi para o seu lar, primeira vez em sua vida ele sentia o que era ter um lar.
Assim que chegou a encontrou apenas com um robe de cetim preto, com medo de perguntar se ela estava com mais alguma coisa, foi ao seu encontro e a beijou demoradamente, saboreando cada pedacinho dela, sentir seu sabor foi o suficiente para seu pau ficar dura, gemendo e a abraçando forte, sentiu Aline se aproximar de seu ouvido e a ouviu falar.
- Só para que saiba, estou vestida apenas com o Robe, do modo que você gosta, livre para que nada nos atrapalhe, disse rindo e se soltando apontando a mesa pronta.
Victor paralisado e excitado, disse agora roucamente.
- Me dê dez minutos, banho e logo sou todo seu.
Aline concordando, se afastou e pegando o vinho levou até seus lábios, a noite estava linda, ainda pensando na vida e nas reviravoltas, novamente seu celular tocou, Atendendo e falando alô, pode sentir que era a mesma pessoa, sempre ligava mas nada falava...
Quando ia falar para a pessoa ir a merda, viu Victor chegar e apenas desligou.
- Alguém importante? Perguntou Victor olhando o celular em suas mãos.
Aline rindo e indo em sua direção, o abraçando disse.
- Bobinho, quem é mais importante que você? Alguém que deve ter ligado errado, disse olhando ele apenas com um robe masculino branco, seus cabelos molhados e cheirosamente delicioso pensou, beijando-o e gemendo quando ouviu apitar o forno, tinha posto a pizza para aquecer.
Se soltando Aline disse a Victor.
- Sente-se, vou pegar a pizza mas antes meu presente esta na sala, você deve ter estado tão curioso que não viu! Falou fazendo cara de chateada.
Victor curioso, foi a sala foi quando ele viu o quadro, ficou paralisado com o que viu, era uma imagem chocante, transmitia Poder! Ganancia tudo aquilo que o homem mas desejava em sua vida, o que ele também desejava pensou, viu ali sacrifício mas realmente para ter poder era necessário sacrifícios, ainda observando viu Aline prestando atenção nele.
Antes que falasse algo, Aline o cortou dizendo, primeiro vamos comer, depois falamos disso.
E assim fizeram, comeram, beberam sempre rindo ouvindo uma musica suave e em vários momentos se tocando.
Aline já estava com seu pé direito no meio das pernas de Victor, como se isso fosse a coisa mais normal da vida, mas para ambos parecia que sim.
Rindo perguntou sobre as novidades no escritório e após saber de algumas coisas, quando ambos terminaram foi a sala, Victor estava na cozinha, tinha dito que voltaria rápido e assim o fez entregando a ela uma taça com seu sorvete predileto, sorrindo e agradecendo perguntou.
- Então gostou? O que achou?
Ambos olhando fixamente, ouviu o que ele tinha achado.
- Estou surpreso, Denise Mclover, uma grande artista, muito conhecida, sabia que seu pai é senador?
Já decepcionada que ele só viu o porra do nome da artista ia falar quando ele continuou.
- Vejo Poder, Ganancia, O quadro retrata a vontade de homem de evoluir, crescer financeiramente, sua capacidade de fazer tudo pelo poder, ela mais do que ninguém deve saber disso, falou colocando o sorvete em sua boca.
Aline magoada, perguntou.
- Por que? Você acha isso?
Victor rindo agora disse.
- Seu pai é um dos homens mais corruptos que existe, mas você fez uma ótima compra, seus quadros sempre são bem valorizados e daqui uns anos valerá milhões.
Irritada perguntou a Victor que já estava distraído agora com o corpo dela ao invés da pintura.
- Não vê mais nada? Quero dizer só isso?
Surpreso e ao mesmo tempo achando engraçado seu modo de falar, disse.
- Você vê algo mais além disso?
Realmente Denise tinha razão, ele não enxergava, era ganancioso demais para entender, triste e respirando fundo disse.
- Não, o quadro é realmente isso que você descreveu.
Antes que pudesse falar qualquer coisa sentiu que seu roupão estava sendo tirado, e ela agarrada.
Ao invés de irem para o quarto de ambos, Victor a colocou sobre o tapete da sala, foi quando ela notou que ele tinha ligado a lareira elétrica, uma musica suave era tocada e ambos agora estavam nus. Ironicamente o quadro estava a vista, como zombando dela.
Fechando os olhos para não ver mais nada, apenas o abraçou quando sentiu seus seios serem sugados fortemente e sua bunda ser apertada ao ponto de ficarem doloridas.
Ainda ouviu ele falar, antes que começasse a chupa-la.
- Tão linda, Tão bela e perfeita, Fique com os olhos abertos Aline.
- Eu quero olhar você vindo, quero sentir seu sabor e saber que eu sou o causador de tanto prazer.
Não foi preciso falar, quando sentiu sua língua brincando com seu clitóris achou que fosse morrer, se esqueceu de tudo e só se concentrou neles, nesse momento.
Por varias vezes teve vontade de fechar os olhos mas não o fez, obedecer a Victor para ela era como uma necessidade, manteve-se sempre olhando o que conseguia ver, gemendo e implorando por mais.
Ainda ouviu Victor pedir para ela tocar seus seios.
Ela não aguentaria por muito tempo pensou gemendo e dolorosamente excitada.
Quando sentiu que estava para vir, sentiu Victor parar e sem dó ou piedade, viu sua mão dar pequenos tapas em sua buceta a fazendo quase pular, de prazer, como se fossem pequenos choques.
- Pare pediu enlouquecida e ao mesmo tempo tentando fechar suas pernas.
Victor apenas riu, e malvadamente enfiou um dedo, enquanto o outro apertava levemente seus clitóris.
Eu assim não vou aguentar, disse suando e ao mesmo tempo tremendo.
Victor apenas sorriu e com toda a sua força e velocidade enfiou seu pau dentro de seu corpo, já preparado e tão convidativo.
Em cada vez que entrava olhava para seus olhos, ordenando que ela não viesse, não enquanto ele não quisesse.
Chorando, gemendo e xingando ele por seu tão malvado, mas se segurando o máximo que podia, sentia que não ia aguentar.
Ela agora implorava, Victor sorria feliz, ele amava que ela implorasse.
- Isso disse ele, enfiando mas forte e ficando por alguns momentos dentro dela.
- Implore, implore por meu pau, por mim Aline.
- E eu sempre te darei, darei tudo aquilo que você desejar.
Quando Victor sentiu que não aguentaria mais, gozando falou, venha minha putinha, venha para mim.
Não foi preciso pedir mais, Aline veio tão profundamente, que quase caiu, mas Victor estava a segurando e ambos saciados ficaram nus na sala, colados um no outro.
Sonolenta e sem forças estava quase dormindo quando ouviu Victor falar ainda a segurando.
- Obrigado pelo quadro, eu nunca vou desfazer dele, eu adorei, ainda mais que foi você que me deu.
Aline suspirou, ficou feliz, mas também triste.
Ele não entendi, não entendia que nem tudo na vida era só dinheiro, desde que ela estava morando com ele passou a entender, era interessante mas ela queria que esse homem também entendesse isso, só assim ela teria esperanças que um dia pudesse ser mais do que apenas um negocio.
Notas finais
Faça uma escritora feliz, comente ^^
Consegui ao formatar o Pc arruma-lo por isso poderei voltar a escrever
bjs e até
Fale com o autor