Águas de amor, pedras de dor.
1 A doce e dolorosa visão.
Notas iniciais
Espero que apreciem meu simples texto!
Ela estava desesperada atrás de um amor perfeito, o problema é que ela não tinha a menor ideia do que era amor. Ela nem tinha noção de qual era sua definição de perfetio.
Quando ela sentiu algo que muito se parecia com amor decidiu cegar-se, ela pegou aquilo e o fantasiou de amor, talvez ela estivesse lendo livros de romance clichê demais.Pobre menina, parafusos não servem como engrenagem, os parafusos são o que são, eles não podem fazer um motor rodar, embora prendam muito bem algumas coisas.Ela pulou de cabeça do penhasco, estava em busca da sagrada água que lavaria suas feridas, mas a única coisa que encontrou foram pedras brilhantes, pedras que apenas disfarsaram suas feridas com outras em cima.Mas ela era ignorante, nunca havia provado o doce frescor da água, ela se contentou com as pedras. Ela só se feriu mais.Quando a menina se deu conta da venda que cobria seus olhos, da fantasia que havia usado, das pedras brilhosas que só a feriam, ela chorou, ela sofreu. Mas ela juntou seus cacos e se reconstruiu, as pedras a deixaram mais forte, mas era da água que ela precisava, ela seguiria em frente."Oh dor que me cerca tão ferozmente, recaia obre outra coisa e deixe-me ir! Seus grilhões que me seguram já não são mais tão discretos. Sentirei falta do majestoso brilho das pedras, mas a água será minha verdadeira luz"
Notas finais
Talvez eu sempre ame aquele maldito brilho falso, porém, nunca mais voltarei a venerá-lo.
XOXO.
XOXO.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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