"Sou velha e chata." — Shonda Rhimes, O Ano em que Disse Sim.


Em linguagem lúdica: Apenas alguém que une as formas que dão forma a mundos ocultos e inexplorados existentes dentro de sua tenebrosa caixa mágica, que os Outros insistem em apelidar por "mente"...



Em linguagem (ligeiramente) discreta: W.S. Gonçalves é escritor, oficialmente, desde os catorze anos - quando a sala de leitura do colégio passou de simples companheira e doadora de viagens a uma instigadora incontrolável às descobertas de mundos internos, que simplesmente precisavam ser construídos e entregues a tão sem graça realidade.

Extraoficialmente, escreve desde os sete anos de idade, quando apenas assistir a Scooby-Doo não era o suficiente para suprir a carência de investigações e surpresas - se fazia necessário tomar as rédeas da Máquina de Mistério e passá-la para os blocos de papel ofício que se acumulavam, inúteis, sobre as cômodas de casa.

A escrita, então, se tornou algo maior e mais importante. Seu amor, sua completude e seu sentido. Através dela, passou a compartilhar e entender, entreter e confortar, emocionar e aprender, refletir e ensinar. A escrita se transformou no estabilizador perfeito que alinhava todas as frequências ao seu redor - o interno, o externo e o universo. Uma medida de estabilidade sem moldes; elástica e adaptável. Pronta para assumir uma nova forma e existência a cada palavra. Unificar seus universos a cada "Era Uma Vez..." e o seu respectivo ponto final.

  • ID: #790122
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  • Entrou em 11 de mai. de 2019, 23:28
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