Toda a minha vida eu tenho sido boa, mas agora estou pensando: "Que se dane!". Tudo o que eu quero é bagunçar por aí e eu realmente não me importo se você me ama ou se você me odeia, você não pode me salvar! (LAVIGNE, Avril. What the hell, 2010)

Eu sei que isso é só uma música e que a Avril Lavigne não é nenhuma teórica, mas os pensamentos das músicas dela diversas vezes batem com os meus, e eu gosto de me identificar com as coisas, em me ver em algo que não fui eu que fiz, e que assustadoramente me define de maneira perfeita!

Com o pensamento nessa identificação, eu procuro escrever os meus textos, sempre representando algo da minha identidade, ou sendo algo que me defina ou que mostre do que eu discordo profundamente. Nesse sentido concordo com o Romantismo: a obra de um autor é a sua imagem.

Então eu posso dizer que sou uma pessoa que dramatizo o que eu sinto, seja na forma de arte que eu saiba fazer (música, literatura e desenho). Sou acadêmica de Letras em uma Federal, a cada dia descubro como a língua é uma coisa maravilhosa, em especial a língua portuguesa, mesmo que eu faça Inglês.

Tenho preferência por literatura de ficção, acima de tudo por terror e horror, e o mínimo de interesse por romance do tipo paixão, amor etc.- eu não sou uma pessoa romântica (no sentido idiota dessa palavra), apesar de algumas vezes escrever sobre.

Especificamente sobre mim, não tenho muito a dizer. Ou não quero.

  • ID: #528418
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  • Entrou em 16 de out. de 2014 16:15
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