Sobre uma ária antiga Não surgem (escuta, escuta) as nossas palavras Daquela ária antiga? Eu te desenterrei. E finalmente tu vês de novo o sol, Tu me falas, ó amiga! Essas palavras dizias. Não ouves? Não ouves? Mas quem as recolheu? Dos ventres ocos da madeira surgem os teus modos, Que o vento libertou. Dizias: "Eu te leio no coração. Não me amas. Tu pensas que é a última vez!" Noto a boca um pouco murcha. "Não me amas. E a ultima vez mas antes que me abandones O voto há...
  • ID: #521574
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  • Entrou em 24 de set. de 2014, 01:51
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