Tata Black
Mineirinha, (e que não troca seu Estado por nenhum outro lugar do mundo...), 23 anos, sempre ocupada e com uma imaginação absurda, rsrsr!!aH, é: e muuuuito exigente, não adianta me pedir pra ler a sua fic se vc não souber um básico de português. FATO.
"92% das adolescentes estariam mortas se Edward Cullen dissesse que respirar não é legal. Cole isso no seu perfil se você faz parte dos 8% rindo histericamente no fundo".
A Katy clearwater catou da Madu que copiou da Carolina Black, que a sol viu lá e pegou dela e rapidamente eu colei no meu perfil tb,rsrsrsr... a frase é genial, hehehe!!
Não tenho nada contra o Ed, mas eu prefiro o fiel amigo apaixonado no lugar do possessivo vampiro desconfiado!!hehehe
(DISPONÍVEL PARA BETAR)
Deixe seus reviews, não fique aí como leitor fantasminha não... pode aparecer no final da fic mesmo, eu não me importo! Td mundo que comenta/recomenda ganha 100 pontinhos comigo, e eu costumo passar pra visitar suas fics tb.
E por fim, o lema básico do autor: Gostou? - comenta
Adorou? - dá pontinhos!
Amou? - ahhhhh, recomenda, vai!!
"Você consegue fazer melhor que isso, Bella", ele sussurrou
asperamente. "Você está pensando demais".
Eu estremeci quando os dentes dele morderam o lóbulo da minha
orelha.
"Isso mesmo", ele murmurou. "Pelo menos uma vez, deixe-se sentir o
que você sente".
Se houvesse apenas triunfo, eu teria resistido. Mas a enorme alegria indefesa dele
arrebentou a minha determinação, a incapacitou. O meu cérebro se
desconectou do meu corpo, e eu estava beijando Jacob de volta. Contra
todas as razões, os meus lábios estavam se movendo nos dele de
formas estranhas, confusas, que nunca haviam se movimentado antes -
porque eu não precisva ser cuidadosa com Jacob, e ele certamente não
estava sendo cuidadoso comigo.
Ele estava em todo lugar. A penetrante luz do sol deixou as minhas pálpebras vermelhas, e a cor se ajustava, combinava com o calor. O calor estava em todo lugar. Eu não podia ver ou ouvir ou sentir outra
coisa que não fosse Jacob.
Eu podia ver os anos se passando, e significando alguma coisa enquanto passavam, me mudando.
Eu podia ver o enorme lobo marrom-avermelhado que eu amava, sempre
protetor se eu precisasse dele.
Pelo menor fragmento desse segundo, eu vi as cabeças saltitantes de duas crianças, de cabelos pretos, correndo pra longe de mim e pra dentro da floresta familiar.
Ele se inclinou pra me beijar de novo, e não havia razão pra resistir. Qual seria a necessidade?
Dessa vez foi diferente. As mãos dele estavam macias no meu rosto e
os lábios dele eram gentis, inesperadamente exitantes. Foi breve, e
muito, muito doce.
Os braços dele se curvaram ao meu redor, e ele me abraçou
seguramente enquanto sussurrava no meu ouvido.
"Esse devia ter sido o nosso primeiro beijo. Antes tarde do que nunca".
(Eu sei que nunca daria certo entre os dois, mas tenho q admitir que esse é o trecho mais lindo de Eclipse...)
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- ID: #34677
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- Entrou em 25 de jan. de 2010, 16:08