(...) "Comecei a chorar, sai correndo de perto da mulher e de perto do caixão onde residia meu pai. O chão começou a ficar vermelho como o sangue e quanto mais corria mais difícil ficava. Uma hora eu cai, me virei de costa e a mulher pálida se aproximou e disse:

-Perdoe-me por tirar vosso pai. Mas, a morte chega para todos. E um dia, irei visitar-te também...

Sua mão começou a apodrecer, seus ossos e ligamentos apareciam em minha frente, eu gritei. Quando abri os olhos, eu estava na minha cama em meu quarto. Sentei-me olhando ao redor, estava ofegante e com lágrimas nos olhos, meu coração batia fortemente como se estivesse sendo espremido."

(...)

  • ID: #238033
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  • Entrou em 22 de nov. de 2012, 15:23
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