Byer
Juro solenemente não fazer nada de bom.
Sou feia, mas sou legal.
Idade: 17.
Signo:peixes.
Cor favorita: preto.
Pai Olimpiano: Zeus.
Casa de Hogwarts: Sonserina.
Personagem favorito em PJ&O: Percy Jackson, lógico!
Personagem favorito em HP: Rony Weasley. Sei lá, amo demais os cabelos ruivos dele. *-*
Personagem favorito em Twilight: AlecVolturi.
Livro favorito:Cinquenta Tons de Cinza.
Meu twitter: @adesapegada
Sinto falta das coisas que perdi. Do lugar onde eu nasci, do colégio em que estudei, amigos vão sem se despedir. Sinto falta dos bons momentos que não poderei reviver. Sinto saudade do tempo que passou e que não voltará mais. Das pessoas que o tempo me levou, das amizades que foram desfeitas, das risadas que foram dadas. Sinto falta dos sonhos sonhados que hoje em dia se tornaram desilusões. Sinto falta inclusive de quem eu era contraditório ou não, é como se hoje em dia eu não fosse a mesma pessoa daquele tempo. Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida. Quando vejo retratos, quando sinto cheiros, quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,eu sinto saudades. Sinto saudades de coisas que tive e de outras que não tive, mas quis muito ter! Sinto saudades do presente, que não aproveitei de todo, lembrando do passado e apostando no futuro. De repente a gente vê que perdeu ou está, perdendo alguma coisa. Morna e ingênua que vai ficando no caminho.
"Eu sou tímida, por mais que ás vezes não pareça. Sou do tipo que prefere aguentar tudo calada e que tem um auto-controle fora do comum. Você entenderia do que eu estou falando se me conhecesse… Minha vida não é ruim, mas também está longe de ser perfeita. Não nasci rica, linda, magra, com unhas grandes e fortes que nunca quebram, ou aquele cabelo liso que é o sonho, e nem olhos claros. Pois é, Deus tava puto comigo quando me mandou pra Terra. Vivo na loucura… Completamente. Às vezes começo um dia bem, e termino na cama chorando e me entupindo de chocolates. Às vezes acordo deprimida e vou dormir ás três da madrugada berrando “Macarena” na maior felicidade.
É.
Como lasanha, chocolate, sorvete, bolo, brigadeiro e salgadinho sem culpa. Odeio qualquer tipo de salada. Escrever pra mim é como uma válvula de escape. Talvez por isso eu seja sempre muito melhor escrevendo drama do que comédia. Escrever pra mim é como uma válvula de escape. Talvez por isso eu seja sempre muito melhor escrevendo drama do que comédia. Eu choro escrevendo capítulos, falo com a televisão e o videogame, chamo meu computador de “bebê” e meu celular de “dengo”.”
Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina… E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar. Falo palavrão constantemente. Acho que estou certa, até quando estou errada. Não faço na hora o que meus pais pedem. Provoco quem não gosta de mim, até que eles me odeiem de verdade. Faço ciúmes. Eu mostro os dois dedos do meio juntos. Não escuto professores. Bebo pra ficar tonta. Escuto som no último volume, mesmo se estiver com o fone, e faço questão de cantar o mais alto possível para incomodar. Dou risada daquela garota ridícula na cara dela. Eu viro a cara. Bato pé. Mostro a língua. Mordo. Se tem uma coisa que eu já ouvi de todas as minhas amigas é: “Eu não era assim antes de te conhecer!”. Ok, é como dizem: pra tudo tem sua primeira vez. Eu sou irônica, sarcástica, entediante, leal, perspicaz, pirracenta, dramática. Poderia ser legal também, mas geralmente não faço questão. Estou sempre disposta a ser sincera, então se quiser ouvir algumas verdades já sabe a quem procurar... Não sou de economizar palavras. Se tenho problemas com você vou te procurar pra resolvê-los, nem que eu tenha que tornar uma situação chata dez vezes pior. Sou ciumenta mesmo, mas diferente da maioria tento ser discreta sobre isso: faço bico, ironizo tudo, distribuo patadas… Como eu deixei claro, eu tento. Sou estúpida quando tento ser gentil e o contrário também é válido. Isso acontece porque não sou uma coisa nem outra. Minto e as vezes e sou muito boa nisso. Se eu o conheci em um dia, na próxima vez que nos vermos espero você vir falar comigo, se isso não acontecer acaba de ser assassinada uma amizade que nunca nasceu. Me amo, mas na maioria do tempo não gosto muito de mim. Choro na hora da raiva e solto gargalhadas em momentos tristes. Sou toda ao contrário e tenho consciência que o avesso não é o meu lado certo, por isso estou trabalhando nisso. Quando estou de TPM minhas palavras se resumem apenas a ironias, sarcasmos e hipérboles. Gosto de ser boa no que faço e me frustro com muito facilidade. Sou péssima em fazer amizades, mas se sou sua amiga esteja ciente que você me tem na palma da mão. Tenho uma mente tremendamente maligna, mas sou covarde demais para usa-lá. Não costumo fazer sentido, por isso tento facilitar pra vocês sendo direta, objetiva e clara como cristal. Não se faça de sonso comigo. Eu consigo conviver com gente burra - ou o que quer que você seja -, mas me irrita ter que lidar com quem se faz. E confie em mim nisso, você não vai querer me ver irritada. Meu ‘bicho’ favorito é a cobra. Afinal, nada melhor do que ser fria, escorregadia e altamente letal. Estou sempre me perdendo. Insatisfeita, inconstante, volúvel, temperamental e complicada. Sempre caindo, sempre errando de caminho. Meu quarto reflete a bagunça que eu sou. Mesmo assim, me encontro na minha confusão, me descubro na bagunça, me acho em meio ao caos. Embora estranho, é me perdendo que eu me acho...
A garotinha cresceu. E ela não quer mais saber de brincar de bonecas. Ela quer brincadeiras mais sérias. Com pessoas que saibam brincar, sem fazer com que uma gota de lágrima caia. A garotinha está pronta para enfrentar a realidade. Seja ela como tiver que ser. Hoje a princesinha, está mais certa e confiante. Antes ela tinha medo. Mas o mundo e todas as pessoas a sua volta pediram, forçaram a ser mais fria, a ser menos bonecas e brinquedos para ser mais osso duro de roer. Quando as pessoas viram as mudanças se surpreenderam, já que nunca haviam visto ela assim. Quando foram perguntar a ela o que acontecia ela respondeu: "Cresci, mudei e me adaptei as novas e falsas pessoas que me rodeiam". E ela começou a ser uma menina a qual nunca havia interpretado tão bem, nesse teatro chamado vida.
- ID: #164525
- Títulos: Nenhum
- Entrou em 11 de jun. de 2012, 18:21