Recomendado por Senhorita Ellie
Psycho-Pass
"Psycho-Pass" é uma série de anime e mangá que foi lançada pela primeira vez em 2012. Criada por Gen Urobuchi, a história se passa em um futuro distópico onde o governo tem o poder de medir e analisar a psicologia das pessoas para determinar sua propensão à criminalidade. A trama gira em torno da Inspetora Akane Tsunemori, uma jovem recém-graduada que entra para a Divisão de Execução da Agência de Segurança Pública. Ela trabalha ao lado do enigmático executor Shinya Kogami para combater crimes antes mesmo que ocorram. O sistema utilizado pelo governo é chamado Sibyl System, que monitora constantemente os cidadãos através do Psycho-Pass, uma avaliação psicológica que determina seu estado mental e emocional. O ponto forte de "Psycho-Pass" está na maneira como aborda questões filosóficas e éticas relacionadas ao livre-arbítrio, privacidade e justiça. A série levanta questionamentos sobre até onde um governo pode ir para garantir a segurança pública e se é justo punir alguém com base apenas em suas tendências criminosas potenciais. Além disso, "Psycho-Pass" possui uma narrativa envolvente repleta de suspense e reviravoltas. Os personagens são bem desenvolvidos e apresentam histórias complexas, tornando-os cativantes aos olhos dos espectadores/leitores. A animação do anime é impressionante, com visuais futuristas e detalhados. A trilha sonora também contribui para criar uma atmosfera sombria e tensa, aumentando a imersão na história. A série recebeu críticas positivas tanto no Japão quanto internacionalmente, sendo elogiada por sua originalidade e abordagem madura. Ela conquistou uma base de fãs leais e gerou várias sequências e spin-offs ao longo dos anos. Em resumo, "Psycho-Pass" é um anime/mangá que se destaca pela sua trama envolvente, personagens complexos e questionamentos filosóficos. É uma obra imperdível para aqueles que apreciam histórias de suspense com uma abordagem mais profunda.
Recomendado por Senhorita Ellie
PARA "MIM" FAZER
O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?