Recomendado por Saah

Saah
Haaaaaaaaaaaaa alguém me socorre eu tó prestes ater um infarto aqui... ... mentira tó muito nova para morrer, ainda nem nem tenho um marido, sou uma forever alone. Mas bem não era isso que eu ia dizer bem então oque era mesmo hummm me lembrei era recomendar essa linda, maravilhosa, diva, eu falei linda? Esquece. então eu to amando a fic Salvando os espíritos da neve - Interativa ! também oque eu podia imaginar dessa linda, maravilhosa, magnifica, diva (e olha que nen a conheço) autora dessa fic aaaaaaaa Que toque os tambores, que rufem os clarinetes aaaaaaaaa Luica e o som de palmas é ouvido mas bem tó amando a fic e é por isso que estou a recomendando e olha que não sou de recomendar. Espero que leem e ame esta fanfic tanto quanto eu. Que fechem as cortinas, pois o espetáculo (what?) acabou de acabar Um beijo para você que leu minha recomendação, dois para quem não leu por preguiça e três para quem não tem curiosidade de lê-la.
"PROLONGO"

Aquela introdução da história que costumamos fazer, antes de iniciar os capítulos, se chama PRÓLOGO e não
PROLONGO ou PROLÔNGO. PROLONGO é o verbo "prolongar" conjugado na 1a pessoa do singular no presente do indicativo, e PROLÔNGO nem existe. O ser do mal que usou essas duas últimas palavras para nomear o "prólogo" terá de prestar contas com o Senhor no dia do Juízo.

ISSO IMPLICOU "NA" SUA MORTE

Quando o verbo significa "ACARRETAR", não se deve utilizar a preposição "EM" (no caso do título, "NA" é a junção de "EM + A"). Assim, se implica algo, não se implica em algo.
-> Ex. certo: As leis implicam acidentes.
-> Ex. errado: As leis implicam em acidentes. <- ISSO NON ECZISTE!

Recomendado por Mand Fireguy

Mand Fireguy
Olá, queridos usuários do Nyah. Escrevo aqui para falar para vocês dessa ótima história, simplesmente impossível de se não gostar. É a melhor universo alternativo que já vi, subverte todos os clichês das narrativas normais, e de toda a própria série de jogos e Anime, Pokémon. Nela, houve uma guerra há anos atrás, em que os Pokémons se rebelaram contra a forma como agiam os treinadores: Apenas ordenando os movimentos dos mesmos, sem de fato participar, sem de fato serem úteis por eles próprios. Nisso, treinadores se aliaram aos pokémons e pokémons continuaram ao lado dos humanos. Jamais houve vencedor mas os pokémons conquistaram uma pequena vitória: foi assinado um armistício, cessando então a guerra. Esse armistício possuía uma única exigência: Que os treinadores passassem a lutar ao lado dos pokémons, fosse com adagas ou mesmo armas de fogo, mas lutassem. A história se trata de uma garota chamada Katsumi, de olhos da cor de sangue e que esconde um passado terrível. Muito tempo atrás seu pai foi morto por um membro da equipe Rocket, e desde então ela jurou vingança, desejando se tornar uma treinadora poderosa e vingar seu pai, mas seu sonho parece impossível de se concretizar. É nesse momento que, indo melancólica pela floresta, ela encontra um pokémon ferido, uma Vulpix. E ela soltava chamas azuis como o céu.