Recomendado por Isaque Miranda

Isaque Miranda
Sombrio, inocente, belo. De linguagem exuberante... ALém de bem escrito, o poema remete a momentos de nossa vida, não é dificil se colocar no lugar do eu lirico. Dou enfase na linguagem limpa, sem exagero , não " barroquesca " e de certo modo, até uma criança entenderia, porém, não é infantil, a interpretação pode levar a sentidos complexos, a todo momento nao se entende o que está acontecendo, com quem ou para quem. Recomendo a qualquer um que viaje nessa obra.
(1) MEXA / (2) MECHA

(1) Do verbo mexer, lê-se com o "e" forte (mêxa). -> Ex: Não mexa na minha bolsa.
(2) Relacionado ao cabelo, lê-se mécha. -> Ex: Eu pintei apenas uma mecha do meu cabelo.

"FRENÉTICAMENTE"

ISSO NON ECZISTE! As palavrinhas terminadas em "mente", que indicam o modo como a ação foi efetuada, NÃO são acentuadas. A sua sílaba tônica, a mais forte, passa a ser o "MEN", não sendo acentuada por não se encaixar na regra de acentuação das paroxítonas. Então, nada de "frenéticamente", "diáriamente", "inevitávelmente", etc.

Recomendado por CarolFeuille

CarolFeuille
Estava esperando ler todos os capitulos postados antes de recomendar, mas creio que nao preciso. Esta história, ou melhor, conjunto de histórias, é com certeza a coisa mais maravilhosa que já encontrei no Nyah! Delicado, sensível, culto e bem escrito, para dizer o mínimo. Portanto, leia e se delicie como eu fiz.