Recomendado por Líbna
Líbna
Bom, por onde começar?
Queria dizer que estou me sentindo frustrada por ter me esforçado nos comentários para meu celular simplesmente cortar o comentário no meio. Então não me ache retardada pelos comentários sem sentidos que saíram.
Confesso que a Equação das Flores não era a fic com o gênero que eu procurava,(no dia que pedi indicação de fics no belíssimo grupo) mas algo nessa história me atraiu e decidi ler.
E que surpresa mais maravilhosa! Fiz uma ótima escolha.
Logo nas notas iniciais vi que a belíssima musica do Yann Tiersen (eu amo esse cara!), lhe serviu de inspiração. Como não ler?
O jeito que a Capitã Sparrow rima as palavras é tão belo quanto às próprias musicas inspiradoras. Quanto talento!
Eu li essa poesia com um sorriso nos lábios, mas com o coração apertado por saber que a mesma é composta por apenas duas partes.
Acredito que todos podem se identificar com pelo menos um elemento em sua poesia. É algo bem humano e com um final memorável.
Se você deseja ficar com um sorriso bobo, como quem está apaixonado; torcer pelo casal, como quem torce por seu time de futebol em uma final de campeonato, e se deliciar com cada rima dessa poesia como quem escuta sua música favorita, leia a Equação das Flores!
Querida Capitã Sparrow, obrigada por me proporcionar uma leitura tão agradável naquela noite de domingo! Parabéns pelo talento! ♥
As flores de plástico não morrem!
"LEMBRO DE VOCÊ"
Só existe a preposição "DE" nesses verbos caso haja o pronome oblíquo (me, te, se, nos, vos, se) referente à pessoa que atua na ação.
-> Ex. certos: “Eu me lembrei das minhas férias” OU “Eu lembrei as minhas férias”.
-> Ex. errados: ”Eu lembrei das minhas férias” OU “Eu me lembrei as minhas férias”.
A GENTE É AGENTE SECRETO?
Quando se refere a “nós”, é separado, resultando em “a gente”. -> Ex: a gente foi ontem à festa (= nós fomos).
Já “agente” é derivado do verbo “agir”, sendo aquele que AGE, então é tudo junto. -> Ex: o agente pesquisava, mas nada descobria.
Recomendado por Clara Wilde
Clara Wilde
Ele simplesmente escreve com paixão. Você sente o poema tocar teus dedos de modo que se não tiver cuidado, eles entram na sua alma. Eu, particularmente, acho que a parte mais difícil na literatura é você fazer com que o leitor sinta o que o autor sente. Ele fez isso naturalmente. Existe a melancolia e a queda na realidade em vários poemas, algumas vezes de maneira bruta ou delicada. Você também encontra versos e rimas aleatórias que se tornam divertidas. É uma leitura que vale a pena e eu recomendaria para um público um pouco mais maduro.