Recomendado por Helen
Helen
Um poema muito bom.
Li, e o quero reler várias vezes. As palavras são muito bem usadas, e o tema é tratado de uma forma muito genial e diferente do que normalmente se escreve sobre o medo. O sentimento é diferente, é uma luta em querer vencê-lo, e se deliciar durante a jornada.
Gostei muito, e recomendo a todos que o leiam! :D
(1) QUANTO x (2) QUANDO
(1) Significa "que número de", "que quantia". -> Ex: Quanto sobrou?
(2) Sempre lembra o tempo de uma ação. -> Ex: Quando você irá me dizer quanto sobrou?
Obs.: enquando non ecziste, é enquanto.
(1) DE / (2) DÊ
(1) "De" é preposição, une as palavras. -> Ex: Gosto de refrigerante de laranja.
(2) "Dê" é uma ordem (verbo no imperativo afirmativo) que vem do verbo "dar". -> Ex: Me dê um brinquedo, mãe!
Recomendado por Aocchi
Aocchi
Esse é o poema mais incrível que eu já li nos últimos tempos. Um dos mais bonitos e agora faz parte dos meus favoritos, junto com "todas as cartas de amor são ridículas" e "vou-me embora pra Pasárgada". A autora conseguiu passar de uma forma delicada e melancólica os sentimentos pra palavras. Queria eu ser como os poetas antigos também. Reconhecidos e amados, ter meus sentimentos exaltados.