Recomendado por Lunally
Lunally
Simplesmente poético, a autora mostrou um ponto de vista diferente de qualquer outro que eu tenha pensado sobre a morte - a senhora morte - Me introduziu uma crença e opção inovadora, mas simplista, pois a morte é apenas a morte!
Textos assim nos faz refletir sobre nossas crenças, de modo positivo, faz com que tenhamos prazer em questionar sobre a morte e suas variações.
Se um dia eu voltar quando eu morrer (rsrsrsrs) Vou citar esse texto! Vai saber né? Alias depois na morte dó deus sabe o que acontece, o resto é pura especulação.
(1) DE REPENTE / (2) DERREPENTE
(1) Assim se escreve, estrelinha na testa pra quem escreve desse jeito.
(2) Saia deste capítulo que não te pertence! Ninguém escrevendo mais derrepente, hein!
"SOU CONTRA A DESCRIMINAÇÃO!"
Oopss, acho que você pisou na bola dessa vez. DESCRIMINAR é inocentar alguém. DISCRIMINAR
é distinguir, separar. Por isso, somos contra a discriminação!
Recomendado por Lenka Volkovesque
Lenka Volkovesque
Um poema para ler e reler em momentos de dor. Em momentos calmos. A qualquer hora.
Amor com ardor. Almejo ao desapego. Desejo por liberdade. Andréia enrola e desenrola belas palavras como se fossem linha de novelo e em quase 150 palavras, abrange um soneto.silencioso. Relata a dor que só se conhece quem amou sem pestanejar, sem ao menos amor de volta receber.
Belo, hedonístico e em estilo vintage.