Recomendado por Clementine Patricha

Clementine Patricha
Eu nunca pensei que ia amar tanto uma história como está. Ela é cativante e realmente te faz imaginar no cenário da época e adotar os sentimentos do personagem, tanto dos dois lados, para si. Você sente, sofre e convive com eles, é como se te transportassem para história. A escritora faz um belo de um papel nisto tudo, a escrita, as palavras, cada frase. Tudo faz você se sentir realmente parte da guerra que está ocorrendo e não minimiza em nada o fato de que isto não seja o foco principal, mas o foco que permanecerá ali e que sempre será lembrado por você em todo capítulo e não de um jeito sufocante, e sim fascinante. TobiIzuTobi é um casal que nunca pensei que ia entrar em minha lista preferida de romance Naruto, eu sempre vi esse casal pelas fic que leio, porém nunca dei a real importância no quanto eles poderiam ser interessante, talvez seja porque nas outras fic o foco não seja eles. Porém esta história te faz imaginar o quanto este casal poderia ser bem aproveitado e utilizado, mesmo que for pra ser coadjuvante. É um ótimo casal e agradeço que seja está história a me mostrar isto. Eu espero que todos leiam está história, ela merece todo tipo de carinho.
"PROLONGO"

Aquela introdução da história que costumamos fazer, antes de iniciar os capítulos, se chama PRÓLOGO e não
PROLONGO ou PROLÔNGO. PROLONGO é o verbo "prolongar" conjugado na 1a pessoa do singular no presente do indicativo, e PROLÔNGO nem existe. O ser do mal que usou essas duas últimas palavras para nomear o "prólogo" terá de prestar contas com o Senhor no dia do Juízo.

(1) CAPÍTULO / (2) CAPITULO

(1) Muito bem! Estrelinha na testa desse belo ninja! Escreve-se “capítulo”, pois, sempre que a sílaba mais forte estiver na antepenúltima sílaba (três sílabas contando do final para o início da palavra), ela será acentuada.
(2) Assim se lê "capiTUlo" do verbo "capitular" (que dá origem ao verbo "recapitular").

Recomendado por zurix

zurix
Quimera é uma das histórias mais encantadoras que eu já li. A achei no Spirit e estava esperando a postagem dos últimos capítulos por lá para concluir, mas não me aguentei. Criei uma conta no NYAH! para poder, não somente termina-la, como também poder recomenda-la, adicionar ao favoritos, e tudo que se tem direito para exaltar essa história e a escritora extraordinária que a escreveu. Quimera conseguiu me fazer rir, chorar, sentir raiva, dor e vários outros sentimento. A cada capítulo vinha uma sensação nova, seja ela qual fosse. Perdi as contas das vezes que perdi o fôlego e me senti tocada de formas tão intensas, com o sentimento quase palpável. Acho que nem tenho palavras certas para descrever o prazer que foi ter lido essa história, mas acredito que todos que se permitirem lê-la conseguiram sentir algo perto disso e não irão se arrepender.