Recomendado por Ingrid Fonseca
Ingrid Fonseca
Quando comecei a ler Brooklyn, 1980 me imaginei nos anos 80. A autora ou autor, escreve cada detalhe perfeitamente que mesmo com os olhos abertos você consegue ver e sentir cada palavra que ela ou ele descreve com pura atenção aos pequenos detalhes. E a cada palavra você tem vontade de ler mais e mais.
(1) COM CERTEZA / (2) CONCERTEZA
(1) Assim se escreve. Ok, perfeito.
(2) WAT? Isso non ecziste!
(1) MAS / (2) MAIS
(1) “Mas” indica uma ideia contrária, sendo substituído por “porém”. -> Ex: Frequentava a faculdade, mas era vagabundo.
(2) “Mais” é o contrário de “menos”; então, basta substituir por “menos” para ver se está correto. -> Ex: eu preciso de mais farinha. (= de menos farinha)
Recomendado por Soulless Soldier
Soulless Soldier
Você vê a capa e pensa que é só mais uma daquelas estórias de vampiros, tipo Crepúsculo. Mas não é. É diferente, pra melhor, claro. Você se vê dentro da estória, consegue imaginar como se estivesse vendo um filme. Essa estória é inteiramente linda. Lendo ela chorei, tive ataque de risos e implorei para minha mãe me comprar uma dentadura de vampiro. -q É envolvente, e você se prende a ela, do começo até o final. E quando acaba, ainda te deixa com o gostinho de "quero mais". Recomendo muito, não se arrepederão.