Recomendado por Kori Hime

Kori Hime
Este pequeno conto é muito bonito. Acredito que todos aqueles que são fãs do personagem Nico Di Ângelo deveria ler, comentar e favoritar. Você se pega nervoso no meio da leitura, mas em um certo momento, quando as coisas parecem ter chegado em seu fúnebre final, eis que Nico descobre que não está sozinho. Essa é a grande graça do texto.
"PROLONGO"

Aquela introdução da história que costumamos fazer, antes de iniciar os capítulos, se chama PRÓLOGO e não
PROLONGO ou PROLÔNGO. PROLONGO é o verbo "prolongar" conjugado na 1a pessoa do singular no presente do indicativo, e PROLÔNGO nem existe. O ser do mal que usou essas duas últimas palavras para nomear o "prólogo" terá de prestar contas com o Senhor no dia do Juízo.

(1) ESTÁ / (2) ESTAR / (3) ESTA

(1) Do verbo “estar”, é a conjugação no presente. Pode ser substituído por “tá”, o que é informal e não pode ser escrito. ->Ex: ela está na sala. (Ela “tá” na sala.)
(2) O verbo no infinitivo é usado, principalmente, após outros verbos ou após preposições (de, após, para...). -> Ex: Ela vai estar na sala. (Verbo “vai”, então é seguido por infinitivo)
(3) Demonstra o local ou indica algo. Pode ser substituído por “essa”. -> Ex: esta caixa está no local errado. (Essa caixa...)

Recomendado por Lolla

Lolla
Pensa em uma fanfic tão incrível a ponto de você não saber como defini-la? Então, Criminal Scene me deixa exatamente assim e, algumas vezes, é meio frustante indicar a história para alguém e não encontrar a fala correta para defini-la, porque bah, ela é muito mais que incrível. A autora te prende cada vez mais e te faz ansiar por mais e, quando desliza a página até o botão abaixo do comentário para apertar o "próximo capítulo" e vê que não tem próximo capítulo, fica frustado. É como se a fanfic fosse a oitava maravilha do mundo e o fato de não ter um próximo capítulo ser o oitavo pecado capital. Por isso, a pessoa que está lendo essa recomendação e ainda NÃO lê a fic, sinto declarar, mas você é bem estúpido por ainda não fazer isso. Eu posso citar mil adjetivos, substantivos e verbos para definir essa maravilha, mas, todavia, entretanto, você apenas vai entender o sentido disso quando ler os capítulos e ficar tentando achar uma palavra para defini-lo. Ela é complexa? Sim. Bem estruturada? Oh se é! A autora é simpática? Ela é um amorzinho! Os personagens são legais? Você odeia e ama eles ao mesmo tempo, é um sentimento bem bipolar. Mas o fato é que eu amo essa história e amo o mistério que rodeia ela, amo o sarcasmo e a ironia frequente nos capítulos e amo o modo em que ela envolvem os personagens sem deixá-los com pontas soltas por aí. Não é como se você soubesse do final desde o primeiro capítulo, porque a cada capítulo a autora te dá o desafio de tentar bolar um novo final, porque, deuses, é cada descoberta a cada novo capítulo, te fazendo mudar de suspeito e tal... É como PLL quando ninguém sabia que Charles existia. Então, seu mertilha, larga a mão de ser um trolho imbecil e vai ler essa maravilha que tem me sugado e me deixado maravilhosamente confusa. Eu amo Criminal Scene e amo demais a autora por ter criado essa história, eu te idolatro muito. Parabéns a autora pela incrível imaginação fértil e pelos mistérios. Lolla Xoxo.