Recomendado por Lupeeana

Lupeeana
Okay, eu sei que a fic nem começou direito ainda. E tenho certeza de que não vou me arrepender de recomendá-la do mesmo modo que você não irá se arrepender de lê-la. Primeiramente, a autora é super simpática, fofa e tudo de bom que uma autora pode ser. Sua escrita te deixa completamente dentro da história, o que te faz querer ler o próximo capítulo logo quando termina o último parágrafo do anterior. Então, o que está esperando para ler?
(1) AONDE / (2) ONDE

(1) Usa-se com verbos que dão ideia de movimento. Equivale sempre a “para onde” -> Ex.: Aonde você vai?
(2) Usa-se com verbos que não dão ideia de movimento -> Ex.: Onde estão os remédios?

"LEMBRO DE VOCÊ"

Só existe a preposição "DE" nesses verbos caso haja o pronome oblíquo (me, te, se, nos, vos, se) referente à pessoa que atua na ação.
-> Ex. certos: “Eu me lembrei das minhas férias” OU “Eu lembrei as minhas férias”.
-> Ex. errados: ”Eu lembrei das minhas férias” OU “Eu me lembrei as minhas férias”.

Recomendado por SychABadGirl

SychABadGirl
Se algum dia alguém entrar na minha conta e sentir vontade de ler essa história, aviso que antes de qualquer coisa que você vai sofrer, e olha, não é pouco. Primeiramente porque todo capítulo tem aquele gostinho de "quero mais", e em poucas horas você finaliza a história e fica se perguntando o por quê não foi devagar. Posteriormente, porque estar em hiatus. É, o maldito hiatus. E mesmo sabendo - devido as evidencias das ultimas postagens - que a autora, certamente, não voltará a escrever, você ainda sente aquela leve esperança que a faça lembrar da vossa existência e que quem sabe Deus tenha piedade e a faça continuar essa maravilhosa história. Okay, agora os motivos que me levaram a ler essa fic: Sabe aquela história que você de alguma maneira se identifica? Sente se tocada? É algo tão forte que o trás do mundo fictício para o real (paradoxal, sei)? Então, essa foi a sensação que eu tive ao ler "Big girl don't cry". Chega a ser bizarro como essa fic - em poucos capítulos - conseguiu me dá um forte tapa para a realidade. É simplesmente algo indescritível, porque em apenas 18 capítulos essa história não só me mostrou a segunda face da liberdade, mas de certa forma me ensinou a da valor as pessoas que agora me cercam, a aceitar as mudanças, e, principalmente, a se desprender do passado para que se possa abraçar o futuro. Não ter medo do desconhecido. E de verdade, essa vai ser uma lição que levarei para vida. Além claro, dessas citações maravilhosas que se pudesse, colaria na minha testa: "As vezes, quando estamos passando por mudanças, é normal as coisas saírem um pouco dos eixos [...] E você está na fase em que as coisas saem dos eixos, e está se preocupando como eu me preocupava. Só tome cuidado, e não se esqueça da sua própria vida." "Apenas duas adolescentes sonhando com liberdade quando não sabiam o quão sortudas elas eram. Porque, o que elas tinham era a real liberdade, onde não havia responsabilidades que não fossem os estudos, onde sempre havia a família pra apoiar e acolher. Eu sentia saudades imensa quando eu era assim. O tempo não volta atrás, e quando você menos percebe, está perdendo o futuro. Não eramos mais adolescentes. Nunca mais iriamos ser." E só de reescrever isso que essa autora escreveu, mexe com meu emocional e me deixa chorosa.