Recomendado por Gaia Syrdm

Gaia Syrdm
Shamandice com certeza traz uma abordagem do relacionamento Camus/Milo muito difetente do habitual! É uma história com um roteiro novo e intrigante, com tramas bem armadas e personagens bem desenvolvidos. Pode parecer clichê (não no mal sentido) no início, mas o modo como os personagens se relacionam está bem longe do convencional! Assim, a humanidade de Afrodite, somada aos erros e medos de Milo e Camus e os fortes sentimentos de Shaka são apenas parte de um enredo que trata ricamente temas como vingança, amor, abnegação, arrependimento, culpa e amizade. 100% indicada a todos que desejam ler uma boa história.
"HÁ MUITO TEMPO ATRÁS"

É uma construção redundante, como “entrar pra dentro” e “subir pra cima”. O “há” já dá a ideia de passado; não havendo, portanto, a necessidade do “atrás”. Escolha um ou outro.

PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

Recomendado por Ravena Morrigan

Ravena Morrigan
Procurando algo dos CDZ para ler esbarrei em Frankenstain... Conheço a Virgo de outras paisagens, de outros "https". Na verdade meu primeiro contato com o mundo yaoi foi Lago do Cisne, dessa mesma moça, e essa acabou sendo a motivação inicial para descobrir o que se passou no Inverno de 1775. Resultado? Devorei quase a metade da fic de uma vez! Só parei quando a vozinha na minha cabeça passou a gritar: Vai dormir, coisinha!! O enredo é absurdamente bem trabalhado. A história passeia por inúmeras questões inerentes ao ser humano, pondo a prova conceitos e preconceitos de forma sutil, mas profunda. Trata-se de uma trama tecida com maestria, onde a autora vem conseguindo interligar, amarrar todas as situações e personagens de forma única; além de mesclar a mitologia conhecida e já um tanto batida desse fandom com ideias surpreendentes. Você se arriscaria a dizer o que faz de nós seres humanos e não criaturas? Não, as respostas certas não estão aqui, talvez algo mais importante do que elas... As perguntas! Feito o convite, aceite-o, puxe uma cadeira confortável e aprecie!